Bula Ethrel 720

acessos
Ethephon
3292
Bayer

Composição

Ethephon 720 g/L Etileno

Classificação

Regulador de crescimento
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Regulador de crescimento
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
0,67 a 1,3 L p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. 8 a 14 após o plantio
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
330 a 500 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Início da diferenciação floral
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
130 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. 90 % dos frutos da "saia" das plantas de café estiverem fisiologicamente maduros
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
500 a 660 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Aérea para aceleração da maturação e "toletes" no sulco para aumento de biomassa
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
7 a 13 mL/L de água - - - 5 dias. Sobre os frutos na fase de flor com ostíolo rosado
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
40 a 60 mL p.c./100L água - - 15 dias, duas aplicações. Não determinado. Indução do florescimento
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
150 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Única. 106 dais. 25 a 30 dias após a germinação da cultura
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
200 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Única aplicação. - 15 a 20 dias antes da poda de frutificação

Bombona plástica de 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS/FINALIDADE/DOSES:

ABACAXI: induzir o florescimento: 670ml do p.c./ha nos meses de junho, julho e agosto; 1 L do p.c./ha nos meses de março, abril, maio, setembro e outubro e 1,3 L do p.c./ha nos meses de novembro, dezembro, janeiro e fevereiro.

ARROZ: promover um aumento no número de espiguetas totais e férteis por panícula proporcionando aumento da produção. Dose: 330 a 500ml do p.c./ha.

CAFÉ: Uniformizar a maturação e antecipar a colheita dos frutos: 130ml do p.c./100 litros de água. Utilizar 500 L de calda/ha.

CANA-DE-AÇÚCAR: acelerar a maturação permitindo o adequado manejo da cana na colheita: 660 ml de p.c./ha. Aumento da biomassa: 500ml do p.c./ha na época do plantio.

FIGO: acelera o período de maturação. Dose: 7 a 13 ml do p.c.100 L de água.

MANGA: indução do florescimento. Dose: 40 60 ml do p.c./100 L de água.

SOJA: Promover um incremento na produção, pois favorece o carregamento de aminoácidos das folhas para o grão. Dose: 150 ml de p.c./ha produção, pois favorece o carregamento de aminoácidos da folhas para o grão.

VIDEIRA: Promover a desfolha, e melhorar a maturação. Dose: 200 ml de p.c./100 litros de água. Utilizar 1000 L de calda/ha.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ABACAXI: Pulverização da lavoura com adição de 2% de uréia na calda. A planta deverá receber 30ml da solução no miolo ou coração da planta. A época ideal varia de 8 a 14 meses após o plantio do abacaxizeiro ou quando forem obtidas plantas vigorosas, capazes de suportar um fruto sadio, sem debilitar a planta.

ARROZ: A aplicação deverá ser realizada no início da diferenciação floral. Única aplicação.

CAFÉ: A aplicação deverá ser realizada quando 90% dos frutos da "saia" das plantas de café estiverem fisiologicamente maduros. Isso pode ser percebido cortando-se os frutos com o auxílio de um material cortante, se o interior estiver duro, com o grão formado, indica que os frutos estão fisiologicamente maduros. Única aplicação.

CANA-DE-AÇÚCAR: Aceleração da maturação: A pulverização aérea dentro dos parâmetros recomendados, quando houver necessidade de acelerar a maturação da cultura. Aumento da biomassa: Pulverizar o produto sobre as mudas ("toletes"), após a colocação das mesmas no sulco de plantio, cobrindo-as imediatamente após.
FIGO: O produto deverá ser aplicado na cultura de figueira, diretamente sobre os frutos na fase de flor, com ostíolo rosado (completamente desenvolvido). Para a aplicação, utilizar pincéis cm ponta de esponja ou qualquer outro equipamento que distribua uniformemente a calda por sobre fruto.

MANGA: Indução do florescimento: aplicar em pulverização das árvores utilizando-se para isso 40 a 60 ml do produto diluído em 100 L de água, em duas aplicações espaçadas de 1 dias em média.

SOJA: A aplicação deverá ser de 25 a 30 dias após a germinação da cultura, ou seja, quando a mesma estiver com 4 a 6 folhas verdadeiras (estágio V7 Fehr et.al 1971). Única aplicação.

UVA: A aplicação deverá ser de 15 a 20 dias antes da realização da poda de frutificação. Única aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO:
Prepare a quantidade de calda que será utilizada no dia, não deixe produto preparado de um dia para o outro. Evite o derramamento do produto concentrado sobre o equipamento de pulverização ou aeronaves. Lave as partes, atingidas pelo produto, com bastante água. Para a preparação da calda é recomendável fazer uma pré-diluição, usando um recipiente e em seguida despejar no tanque de pulverizador, a fim de evitar possíveis derrames do produto concentrado sobre o equipamento de pulverização ou aeronaves. Devido à natureza ácida do produto, o contato prolongado do mesmo com superfícies plásticas, acrílicas, algumas tintas e metais, pode provocar danos. Lave perfeitamente com água e detergente todos os materiais acrílicos e plásticos expostos (por exemplo: o pára-brisa da aeronave), e as superfícies pintadas imediatamente após a exposição do produto. No fim do período de cada dia de trabalho, lave perfeitamente com água e detergente todas as partes metálicas da aeronave e equipamento de pulverização expostos do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: ETHREL 720 deve ser aplicado com aparelhos normais de pulverização, pulverizador costal manual, equipamentos tratorizados e aeronaves agrícolas, seguindo as seguintes recomendações: A vazão indicada para aplicação terrestre é de 200 a 500 litros de água por hectare. Usar conjunto de barras e bico de jato cônico vazio com a combinação de ponta e difusor (core) adequado a uma cobertura uniforme da cultura sem escorrimento do produto a barra deverá estar osicionada à altura de 50 cm, em relação ao alvo de deposição. A pressão de trabalho deverá ser entre 80-100 psi. Para aplicação aérea, a vazão recomendada é de 30 litros l/ha. Usar conjunto de barras e bico com pontas de pulverização de jato cônico vazio. Aviões tipo Ipanema (qualquer modelo) utilizar o total de 40-42 bicos na barra, fechando as das extremidades das asas em número de 4 a 5, para evitar o arraste das gotas. Ângulo de trabalho dos bicos 110 a 180° em relação à linha de vôo e de acordo com as condições climáticas. VMD-120 a 150 micrômetros, mínimo 40 gotas/cm2. Não se recomenda o uso de micronair.

FAIXA DE APLICAÇÃO: 15 metros para avião Ipanema (qualquer modelo). Para outros aviões contatar a Área de Tecnologia de aplicações da Empresa. Em aplicações no sulco de plantio visando aumento da biomassa utilizar equipamento terrestre dotado de bico leque, com a combinação de ponta e difusor (core) adequado para uma cobertura uniforme das mudas ("toletes"). A barra deverá estar posicionada a uma distância do alvo de deposição que permita uma cobertura uniforme das mudas ("toletes"), e uma pressão de trabalho entre 40 e 60 psi.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Abacaxi: 14 dias. Arroz: 30 dias. Café: 30 dias. Cana-de-açúcar: 50 dias. Figo: 05 dias. Manga: (1). Soja: 106 dias. Uva: (1).

(1) Não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Intervalo de reentrada para todas as culturas é de 24 horas. Mantenha afastado da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado, óculos protetores.

LIMITAÇÕES DE USO:
PARA CULTURA DA SOJA: Por se tratar de um produto que irá promover um maior desenvolvimento das plantas de soja, ou seja, maior engalhamento, número de vagens, enraizamento, etc., com incremento de produção, recomenda-se uma complementação nutricional quando necessário. Recomendado para áreas de solos férteis, lavouras com potencial de alta produtividade, evitando solos com ocorrência de alumínio tóxico. Não é recomendada a aplicação do Ethrel 720 em culturas as quais estejam estressadas ou sofrido qualquer sintoma de stress anteriormente. Respeitar o intervalo de 7 dias antes ou após a aplicação do herbicidas para folhas largas para aplicação do Ethrel 720. Região Centro Sul os melhores resultados são obtidos nas semeaduras realizadas até 10 de dezembro, assim não se recomenda a aplicação do Ethrel 720 após a data de 10 de janeiro.

Região Central do Brasil os melhores resultados são obtidos nas sem realizadas até 15 de novembro, assim não se recomenda aplicar o Ethrel 720 após a data de 15 de dezembro. Região de Balsas os melhores resultados são obtidos nas semeaduras realizadas até a segunda quinzena de outubro, assim não se recomenda a aplicação após a data de 30 novembro. Por se tratar de um fitohormônio, diferentes cultivares respondem diferentemente a aplicação do Ethrel 720. Portanto antes da aplicação consulte a lista de cultivares recomendados junto a seu fornecedor.

PARA AS DEMAIS CULTURAS:
Fitotoxicidade: o produto quando aplicado nas culturas e doses recomendadas não apresenta fitotoxicidade.
Não misturar com produtos de reação fortemente alcalina. Corrigir o ph da água para índices entre 5 e 6 para que haja uma boa resposta e efeito do produto sobre o alvo desejado. Na cultura do café, não aplicar em plantas com alto índice de infestação de pragas ou doenças.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOETRATAMENTO:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI’s) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA


PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTREADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR ETEFON (ethefon) - INFORMAÇÕES MÉDICAS

GrupoQuímico Etileno (precursor de)
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória Toxicocinética O Etefom foi absorvido pelo trato gastrointestinal em ratos, metabolizado e excretado principalmente através da urina, pequena quantidade através das fezes e ar exalado.

Sintomas e sinais clínicos

O Etefom é uma substância ácida. Os ácidos são corrosivos podendo produzir queimaduras severas ao contato com qualquer parte do corpo, assim como trato gastrointestinal se ingerido. Os efeitos nos tecidos são necrose do tipo coagulação, podendo causar a destruição da superfície do epitélio e submucosa, e talvez com algum envolvimento de vasos sanguíneos e linfáticos.

Mecanismo detoxicidade

Em estudos toxicológicos crônicos (exposição durante toda ou boa parte da vida dos animais), o produto foi considerado um potente inibidor da atividade da colinesterase periférica (plasma e eritrócitos), entretanto não se observou inibição significativa da colinesterase do cérebro desses animais.
Tratamento Não há antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico, manutenção das funções vitais. Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água. O uso de carvão ativado não tem demonstrado eficiência no tratamento. Este produto é um ácido forte, portanto, um corrosivo. É recomendável endoscopia para avaliar os danos e a necessidade de procedimentos cirúrgicos.
Contraindicações NÃO ADMINISTRAR BICARBONATO PARA NEUTRALIZAR. Pode ocorrer reação térmica com o produto.
ATENCÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT -ANVISA/MS.
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7010450
Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS:

Em estudos toxicológicos agudos em animais, foram observados efeitos de lentidão, piloereção, emagrecimento e prostração.
A DL50 oral para ratos foi de 4400 mg/kg e a DL50 dérmica para coelhos foi de 6.500 mg/kg.
Em estudo de irritação ocular em coelhos os animais apresentaram hiperemia, quemose e secreção.

EFEITOS CRÔNICOS:

Em estudos toxicológicos crônicos (exposição durante toda ou boa parte da vida dos animais), o produto foi considerado um potente inibidor da atividade da colinesterase periférica (plasma e eritrócitos).

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:

( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente ( CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X)PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( )Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxico em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRU��ÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃOCONTRAACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER S.A. - telefone de Emergência: 0800-0243334.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- LAVAGEM DAEMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DAEMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
RB-00142943c 8

-TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DETRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DAEMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Insetos: Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.
Doenças: Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
Daninhas: O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes resistentes a produtos com este mecanismo de ação. Como prática de manejo de resistência de plantas espontâneas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Incompatível com produtos alcalinos e ferro.