Bula Facero SC

acessos
Atrazina
23016
Iharabras

Composição

Atrazina 500 g/L Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Seletivo, Pré-emergência, Pós-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Catirina
(Hyptis lophanta)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar o produto através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Catirina
(Hyptis lophanta)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicação na pós-emergência precoce a inicial das plantas daninhas
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Catirina
(Hyptis lophanta)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. PRÉ-EMERGÊNCIA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada. Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo, nos solos arenosos. PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo germinado e porte aproximado de 15 cm. Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos solos de textura arenosa

Tipo: Bombona
Material:Plástico
Capacidade: 5,0;10;20;50 L

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 1,0 L

INSTRUÇÕES DE USO:
ATRAZINA RW 500 SC e um herbicida seletivo, de ação sistêmica, que contem 500 g/L do ingrediente ativo atrazina, do grupo químico triazina, na formulação Suspensão Concentrada (SC).
INDICACOES DE USO:
Herbicida recomendado para o controle de plantas infestantes na pré e pós-emergência precoce a inicial, nas culturas de cana-de-açúcar, milho e sorgo.
- Milho: nos cultivos híbridos duplos comerciais e variedades nos sistemas de plantio convencional e plantio direto;
- Cana-de-açúcar: nos plantios de variedades comerciais e nos campos de multiplicação de variedades.
- Sorgo: nos plantios de variedades comerciais.
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:
Realizar somente uma aplicação por ciclo/safra da cultura.
PRÉ-EMERGËNCIA:
Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha,
cultivo e adubação da soca. Cana - de açúcar
PÓS-EMERGÊNCIA:Aplicação na pós emergência precoce a inicial das plantas daninhas:
Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento.

FATORES RELACIONADOS A APLICACAO NA PRE-EMERGENCIA:
Preparo do solo:
- 0 solo deve estar bem preparado, livre de torrões e restos de culturas, condições estas ideais para aplicação do herbicida.
- Sistema de plantio direto: Aplicar o produto somente após a operação de manejo visando a completa dessecação das ervas daninhas
- 0 solo deve estar úmido durante a aplicação do produto. Não aplicar o produto com o solo seco, pois seu funcionamento poderá vir a ser comprometido. Nas regiões que se caracterizam pelo inverno seco, sua utilização deve ser iniciada ap6s a normalização do regime de chuvas, e deve se evitar aplicações nos plantios precoces das culturas, com o solo na fase de reposição hídrica. 0 pleno funcionamento do produto poderá vir a ser comprometido na eventual falta de chuvas após a aplicação. A ocorrência de chuvas normais ap6s aplicado ou a irrigação da área tratada promove a rápida incorporação do produto na camada superficial favorecendo sua pronta atividade.
Vento: Evitar aplicações com ventos superiores a 10 km/h.
FATORES RELACIONADOS COM A APLICACAO NA POS-EMERGENCIA:
Plantas daninhas e o seu estádio de controle: Para assegurar pleno controle das plantas infestantes na pós-emergência, deve-se observar rigorosamente as espécies recomendadas, e os respectivos estádios de desenvolvimento indicados.
Influência de fatores ambientais:
- Umidade do ar: aplicar o produto com umidade do ar (Umidade Relativa) superior a 60%. Orvalho/chuva: evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação da chuva ou orvalho muito forte.
- Horário de aplicação: Recomenda-se aplicar preferencialmente pela manhã até às 10 horas, ou à tarde, a partir das 16 horas, quando as condições climáticas são as mais favoráveis para atividade pós-emergente, principalmente pela maior Umidade Relativa (UR) do ar.
- O solo deve estar úmido durante a aplicação. Não aplicar o produto com solo seco, principalmente se foi antecedido um período de estiagem prolongado que predispõe as plantas daninhas ao estado de stress por deficiência hídrica, comprometendo o controle.

MODO DE APLICAÇÃO:
ATRAZINA RW 500 SC deve ser aplicado na dosagem recomendada, diluído em água.
Equipamentos de aplicação:
ATRAZINA RW 500 SC pode será aplicado através de pulverizadores costal manual ou costal pressurizado, pulverizador tratorizado com barras e através de aeronaves agrícolas (avião ou helicóptero). Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico.
- Pulverizador costal manual ou de barra tratorizado:
Barra com bicos tipo leque (Teejet 80.03, 80.04, 110.03, 110.04 ou similares) e pressão de serviço de 30 a 60 libras por polegada quadrada (psi). Volume de calda: 150-400 Uha. Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
- Aeronave agrícola (avião Ipanema), ou helicóptero:
Bicos: 80.10, 80.15 e 80.20; volume de calda: 40 a 50 L/ha; altura de voo: 3 a 4 m; temperatura ambiente até 27° C; umidade do ar: mínimo de 55%; velocidade do vento máxima de 10 km/h; faixa de aplicação 15 m; diâmetro das gotas, pré-emergência das plantas infestantes maior que 400 micrômetros; pós-emergência das plantas infestantes, 200 a 400 micrômetros. Em regiões com ventos acentuados, entre 10-14 km/h, a aplicação em pré-emergência poderá ser feita com uso de bicos anti-deriva, do tipo "FULL JET", como o FL 5, FL 6.5, FL 8, e com pressão de 20-25 libras por polegada quadrada
- Condições climáticas: temperatura máxima, 27°C; umidade relativa (mínimo), 55%; velocidade do vento (máximo), 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar ATRAZINA RW 500 SC. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo.
Uso de adjuvantes/espalhantes para aplicação pós-emergente:
A maior eficiência no controle pós-emergente das plantas infestantes é obtida com adição de espalhantes adesivos não fônicos ou óleos minerais ou óleos vegetais, nas doses indicadas,pelos respectivos fabricantes.
a) Quando da adição de Óleos minerais e Óleos vegetais, no preparo da calda, proceder da seguinte forma:
- Colocar agua ate 3/4 da capacidade c/o tanque.
- Acionar a agitação do pulverizador.
- Adicionar o Óleo na quantidade recomendada.
- Aguardar a completa homogeneização do Óleo na calda.
- Adicionar a quantidade indicada de ATRAZINA RW 500 SC.
- Completar o tanque com agua.
b) Quando da adição de espalhante adesivo no preparo da calda, este deve ser adicionado como Ultimo componente com o tanque quase cheio e o sistema de agitac5o em funcionamento.
Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Ap6s a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
INTERVALO DE SEGURANCA (dias):
Cana-de-açúcar, milho e sorgo: intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
INTERVALO DE RE-ENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS: De acordo com o aprovado pela ANVISA/MS.
LIMITACOES DE USO:
Uso exclusivamente agrícola.
0 use do produto esta restrito ao indicado no rótulo e bula.
Utilizar somente as doses recomendadas.
Durante a aplicag5o do produto, evitar que a deriva atinja outras áreas e/ou culturas.
A ocorrência de chuvas ate uma horas da aplicação do produto poderá reduzir a sua eficácia, devido a lavagem.
0 produto não deve ser aplicado em solos mal preparados com torrões ou em solo seco. 0 produto não deve ser recomendado para aplicação nas infestações predominantes de gramíneas como Capim-colchão, Capim-carrapicho; tanto em pré como na pós-emergência.
Antes de aplicar nas linhagens de milho deve-se efetuar testes de sensibilidade.
No sistema de plantio direto não aplicar em áreas mal dessecadas (manejo inadequado). Nos tratamentos pós-emergentes evitar aplicações nas horas quentes do dia, com umidade do ar inferior a 60% e plantas daninhas em estresse hídrico.

PRECAUCOES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agricola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de protegao individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orificios e valvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUCOES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamentos de protegao individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeavel; mascara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança, com proteção lateral e luvas de nitrila.
PRECAUCOES DURANTE A APLICACAO:
- Evite o máxima possivel o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou aviao), aplique o produto contra o vento.
Aplique o produto somente nas doses recomendados.
Utilize equipamentos de protegao individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeavel; mascara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança, com proteção lateral e luvas de nitrila.
PRECAUCOES APOS A APLICACAO:
Sinalizar a area tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA" e manter os avios ate o final do periodo de reentrada.
Caso necessite entrar na area tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.

- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou a receita agronômica do produto.
Ingestão: Se engolir o produto NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Em caso de vômito, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico. Se a vítima estiver consciente ("acordada''), dê 2 a 3 copos de água. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente ("desacordada").
Olhos: Em caso de contato. retire lentes de contato. se presentes. Lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR ATRAZINA (ATRAZINA RW 500 SC)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

Grupo químico - Triazina
Classe toxicológica- CLASSE III - MEDIANAMENTE TÓXICO
Vias de exposição - Oral, dérmica e inalatória
Toxicocinética - Em animais, os principais metabólitos urinários da atrazina e simazina foram: 2- cloro-4-amino-6 (etilamino)-S-triazina; 2-cloro-4-amino-6-(isopropilamino)-S-triazina e 2-cloro-4,6-diamino-s-triazina. A atrazina é metabolizada a seus derivados mono e dialquilados em humanos e animais. Ela é excretada como derivados alquilados e derivados de acido mercaptúrico primariamente na urina; sendo as fezes uma via menor de excreção. Num estudo de absorção dérmica; 10 voluntários humanos "foram expostos a uma dose simples tópica de 0,1667mg (dose baixa) e 1,9751mg (dose alta) de atrazina marcada com C14. A maioria (91;1-95;5%) da dose não absorvida foi detectada em amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas após a administração da dose. Após 168 horas 5,6% da dose foi absorvida e excretada na urina e fezes do grupo da dose baixa e apenas 1,2% no grupo da dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de eliminação urinaria ocorreu em 24-48 horas e o pico de eliminação fecal ocorreu em 48-72 horas.

Mecanismos de toxicidade - "Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e Sinais clínicos- toxicidade sistêmica aguda costuma não ocorrer ate que grandes quantidade tenham sido ingeridas. Não há dados publicados de toxicidade sistêmica aguda em I humanos e. apenas em doses elevadas; outros mamíferos apresentaram sintomas de neurotoxicidade (incoordenação motora; paralisia dos membros; hipotermia) e sintomas respiratórios.
Ingestão: náusea; vômito; diarreia; dor abdominal e sensação de queimação na boca. A aspiração de produtos contendo solventes orgânicos pode causar ataxia; anorexia; dispneia e espasmos musculares; sintomas estes relatados em estudos com animais.
Inalação: Pode ocorrer irritação pela inalação de p6s finos e algumas formuladores podem conter solventes orgânicos.
Pele: Embora os herbicidas triazinicos pareçam não ser irritantes; há alguns relatos de dermatites de contato na literatura.
Olhos: Os herbicidas triazinicos podem causar irritações oculares.

Diagnóstico - Para efeito de diagnostico; observar:
Leve a moderada intoxicação: náusea; vomito; diarreia; dor abdominal; tontura e dores de cabeça.
Intoxicação severa: ingestão em grande quantidade pode causar agitação, convulsões; acidose metabólica; hipotermia; pneumonite e depressão respirat6ria. Monitorar eletrólitos séricos; realizar monitoramento cardíaco e realizar ECG em pacientes sintomáticos.
CUIDADO PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS: deve estar protegido; utilizando luvas; botas e avental impermeável. Deve-se evitar contato cutâneo; inalatório e ocular com o produto.
0 diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clinico compatível.
Tratamento- Exposição Antídoto: não há antídoto especifico. 0 tratamento é sintomático e um suporte de acordo com o quadro clínico para a manutenção das funções vitais. Oral:
Consultar conduta com gastroenterologista em casos de pacientes com dor ao engolir, salivação excessiva ou outra evidência de injúria a fim de avaliar possível dano ao esôfago.
Atropina deve ser considerada se o paciente estiver bradicárdico ou apresentando sintomas colinérgicos. Administrar fluidos IV em casos de hipotensão e vasopressores caso a hipotensão persista.
Exposição inalatória:
Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto à irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com b2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição ocular:
Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição dérmica:
Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.

Contraindicações A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado aspiração.

Efeitos sinérgicos- Em testes de toxicidade aguda (96h) usando, a atrazina produziu toxicidade sinérgica em uma mistura binária com parationa metílica. Resultados de testes de toxicidade com atrazina em combinação binária com outros organofosforados indicam mais do que uma toxicidade aditiva para todos os compostos, exceto mevinfós.
Ligue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da empresa: 11-31514360

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Atrazina é prontamente absorvida via aérea gastrintestinal, somente penetrando na pele numa área muito limitada. O herbicida é rapidamente eliminado. No rato, a meia vida é de 1.3 dias, e 95% da dose é eliminada dentro de 7 dias. A mais alta dose de concentração de atrazina e/ou seus metabólicos é encontrado nas células vermelhas. Doses baixas administradas diariamente em ratos via oral, foram encontradas nos tecidos desses animais foi pela via urinária (cerca de mais ou menos 75%) e pelas fezes foram eliminadas aproximadamente 20%.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - produto formulado): DL50 oral aguda (ratas fêmeas): 5.000 mg/kg
DL50 dérmica (ratos machos e fêmeas) > 2000 mg/kg
CL50 inalatória: não classificado*Irritação cutânea em coelhos: Não irritante. Irritação ocular em coelhos: Não irritante.Sensibilização dérmica em cobaias: não sensibilizante.
(*) Este produto formulado não recebera classificação toxicológica para o parâmetro inalatório, nem frases de alerta em rotulo e bula, por não caracterizar perigo por esta via de exposição, em função das suas características.
EFEITOS CRONICOS DOS INGREDIENTES ATIVOS E COMPONENTES Atrazina: Em estudos com animais de laboratório com a substancia atrazina, observou-se que em 40% dos ratos que receberam doses orais de 20 mg/kg/dia por seis meses morreram com sinais de insuficiência respiratória e paralisia dos membros. Foram observados mudanças estruturais e químicas no cerebra, coração, fígado, pulmões, rins, ovários e Órgãos enclacrinos. Os ratos alimentados com doses de 5 ou 25 mg/kg/dia por seis meses, houve uma diminuição no tempo de crescimento. Em estudo de 2 anos em cães, com dose de 7,5 mg/kg/dia, observou-se diminuição no consumo de alimento e aumento de peso no coração e no fígado. Em 75 mg/kg/dia, houve uma diminuição na ingestão de alimento, do peso carpal-ea e das células sanguíneas; aumento da glândula supra-renal e tremores ou rigidez ocasional dos membros traseiros.
COMPONENTES DA FORMULACAO
0 use adequado dos equipamentos de proteção: conforme recomendado nesta bula: não é esperado que os componentes desta formulação causem efeitos adversos toxicologicamente relevantes em humanos.
Efeitos colaterais: Por não se tratar de produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar possíveis efeitos colaterais.






Este produto é:

( X ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto a ALTAMENTE TOXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'agua. Evite a contaminação da agua.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da agua e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de agua para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de agua, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aero agrícolas.

INSTRUCOES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVACAO E PREVENCAO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUCÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa ALLIERBRASIL AGRO LTDA. - telefone de Emergência: (11)3151-4360.
- Utilize o equipamento de protegido individual — EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, Óculos protetor e mascara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'agua. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não devera ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'agua: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de agua em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUCAO, TRANSPORTE E DESTINACAO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZACAO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RIGIDA LAVAVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione agua limpa a embalagem ate 'A do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a agua de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação 3 vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de agua;
• Direcione o jato de agua para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A agua de lavagem deve ser transferida pita o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
• Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de agua para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a agua de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco p (Embalagens Padronizadas — modelo ABN T), devidamente identificado e com lacre, o qual deve ter Canais de Distribuição.
• DEVOLUCAO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias n'ao podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual devera ser adquirido nos Canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDARIA(NAO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
0 armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUCAO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTACOES PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS:
DESTINACAO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, ap6s a devolução pelos usuários, somente podem ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

E PROIBIDO AO USUARIO A REUTILIZACAO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINACAO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da agua e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação foral.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes resistentes a produtos com este mecanismo de ação. Como prática de manejo de resistência de plantas espontâneas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.