Bula Famoso

acessos
Picloran
10213
UPL

Composição

2,4-D-trietanolamina 406 g/L Ácido ariloxialcanóico
Equivalente ácido de 2,4-D 240 g/L Ácido ariloxialcanóico
Equivalente Ácido de Picloram 64 g/L Ácido piridinocarboxílico
Picloram 103 g/L Ácido piridinocarboxílico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Capim de botão
(Cyperus luzulae)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Capim milhã
(Panicum fasciculatum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Erva-lombrigueira
(Spigelia anthelmia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Falso alecrim da praia
(Fimbristylis dichotoma)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Joá de capote
(Physalis angulata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Melampodium
(Melampodium divaricatum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Poaia
(Spermacoce verticillata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Vassourinha curraleira
(Sida acuta)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Uma aplicação por ciclo da cultura. 90 dias. Após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aguapé
(Eichornia crassipes)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Amor de cunhã
(Solanum rugosum)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Arranha gato
(Acacia plumosa)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Assa peixe
(Vernonia tweediana)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Buva
(Conyza bonariensis)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Cambarazinho
(Eupatorium laevigatum)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Capixingui
(Croton floribundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Carqueja
(Baccharis trimera)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Erva de bicho
(Polygonum punctatum)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Joá bravo
(Solanum sisymbriifolium)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Leiteiro
(Peschiera fuchsiaefolia)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Lobeira
(Solanum lycocarpum)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Mio mio
(Baccharis coridifolia)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Samambaia
(Pteridium aquilinum)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Tôjo
(Ulex europaeus)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Tranchagem
(Plantago major)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ano. Não determinado. Em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo

Balde - Plástico (Coex ou PEAD) - 5; 10; 20 e 50L
Bombona - Plástico (COEX ou PEAD) - 5; 10; 20 e 50L
Bombona - Metálico - 5; 10; 20 e 50L
Container - Aço Inox - 500; 1000; 1500L
Frasco - Plástico (Coex ou PEAD) ou PET - 50; 70; 100; 250; 350; 500 ml; 1; 1,5; 2; 4 e 5L
Galão - Plástico (Coex ou PEAD) - 5L
Saco - Plástico (Polietileno) inserido em contentores de polietileno/aço inox - 500; 750 e 1000L
Tambor - Metálico (Ferro ou Aço) - 100 e 200L
Tambor - (PEAD) - 100 e 200L

MODO DE APLICAÇÃO/EQUIPAMENTOS:
É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL.
Pastagens:
APLICAÇÃO AÉREA: Aplicação foliar em área total: Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas daninhas de pequeno, médio e grande porte. Aplicar o produto molhando bem e uniformemente em toda a folhagem da planta. Tipo de equipamento: aéreo, usando-se
barras com bicos com uma angulação de 450 para trás com referência à corda da asa. Volume de aplicação: de 30 a 50 L/ha.
Altura de vôo: a) Para áreas sem obstáculos: "paliteiros" (remanescente da derrubada, árvores secas, etc) cerca de 15 m sobre a vegetação a controlar. b) Para áreas com obstáculos: "paliteiros" impedindo o vôo uniforme à baixa altura, cerca de 40 m sobre a vegetação a controlar. Largura da faixa de deposição: Para aviões: de 18 a 20 m dependendo da altura de vôo. Observação: no caso de 40 m de altura de vôo, a faixa total poderá atingir 20 m, porém consideram-se 18 metros de faixa útil. Para helicópteros: seguir as recomendações anteriores, porém com as larguras de faixa de 15 a 18 metros. Tamanho e densidade de gotas na deposição sobre a vegetação: de 200 a 400 micras com 6 a 18 gotas/cm2 variando com o tamanho da gota.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: aplicar de outubro a março (no período chuvoso) seguindo os seguintes limites metereológicos: vento: de O a 6 km/h - controlado por anemômetro. Umidade relativa > 50%, T < 30°C - controlados por termohigrômetro. Tipos de bicos: bicos cônicos com orifícios de D8 a D12 sem core, variando com o tamanho desejado de gota e
altura de vôo. Pressão: 20 psi na barra. Agitação do produto: na preparação da calda é realizada com moto bomba e no avião através do retorno. Prevenção de deriva: para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites metereológicos definidos acima e mais: a) efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas. b) nunca fazer a aplicação aérea a menos de 2.000 metros de plantas ou culturas sensíveis. c) controlar permanentemente o sentido do vento: deverá soprar da cultura sensível para a área da aplicação; interromper o serviço se houver mudança nessa direção.
Obs.: não recomendamos a aplicação aérea na cultura do arroz.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Pastagens:
Trator com barra: Barra de 18 bicos - separação 50 cm entre bicos. Bicos em leque, pontas 8005, 8006 ou 8008,malha 50. Pressão: 20 a 45 ib/pol². Vazão: 400 a 700 L/ha. Velocidade do trator: 6 a 8 km/h. Tamanho da gota: (médio): 500 a 600 micra. Densidade da gota: 100-150/cm2. Aplicação terrestre - trator com turbina de fluxo de ar: Largura de faixa: 12 a 15m. Vazão: 100-160 L/ha. Velocidade do trator: 3a marcha reduzida ou ia simples. Tamanho da gota: 100-200 micra. Densidade de gota: 50 a 100/cm²
Arroz:
O produto deve ser aplicado por meio de equipamento motorizado ou tratorizado. Na aplicação com pulverizadores tratorizados de barra, observar os seguintes parâmetros: Tipos de bicos: Teejet 8004 ou 11004. Tamanho de gotas: diâmetro de 200 a 500 micras. Densidade de gotas: 30gotas/cm2. Volume de aplicação: 200 a 400 L/ha.
NOTA: Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas
plantas. A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico Responsável as condições de aplicação poderão ser alteradas.
DOSES DE APLICAÇÃO:
Pastagens:
a) Aplicação foliar: misturar 1-2 litros de produto em 98-99 litros de água. b) Pincelamento ou pulverização de tocos: misturar 2-4 litros de produto em 96-98 litros de água. c) Pincelamento ou pulverização de anéis: misturar 10 litros do produto em 90 litros de água. d) Aplicação com trator e barra: aplicar 3 a 5 litros do produto/ha. e) Aplicação com trator e
equipamento de fluxo de ar: aplicar 3 a 5 litros do produto/ha. f) Aplicação aérea: aplicar de 4 a 6 litros do produto/ha.
ATENÇÃO: Volumes totais inferiores a 50 L/ha exigem calibração e equipamentos do avião tais que possam produzir gotas de grande diâmetro.
LIMITAÇÕES DE USO:
FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS: Não é fitotóxico às culturas indicadas dentro das dosagens e usos recomendados.
OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS: Culturas sensíveis: são sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledâneas como: algodão, tomate, batata, feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas hormonais, além da cultura de arroz quando a aplicação não é feita na época recomendada.
Caso o PICLORAM 103 + 2,4-D 406 SL DVA seja usado no controle de invasores em área total, o plantio de espécies susceptíveis ao produto nessas áreas só deverá ser feito 2 a 3 anos após a última aplicação do produto. No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário até sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após aplicação do produto. Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida. As aplicações por pulverização só deverão ser feitas quando não houver perigo de atingir as espécies acima mencionadas.
Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis o equipamento que foi usado para a aplicação de PICLORAM 103 + 2,4-D 406 SL DVA. Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto. Na
cultura de arroz a aplicação não deve ser feita antes do perfilhamento nem depois do emborrachamento.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada (24 h).
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em loca! trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Grupos químicos: Ácido piridinocarboxílico e Ácido ariloxialcanóico
Classe toxicológica: I — Extremamente tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética:
Picloram: Picloram foi rapidamente absorvido do trato gastrointestinal (meia-vida de 0,5 horas) e rapidamente excretado não modificado pela urina; mais que 76% do produto aplicado oralmente foi excretado na urina durante as primeiras 6 horas e, mais que 87% foi excretado na urina em 72 horas. Por comparação, Picloram foi levemente absorvido através da pele (meia-vida de 12 horas) e, baseando-se na quantidade de Picloram excretado na urina, somente uma pequena fração (0,18%) do Picloram aplicado à pele foi absorvido. Em resumo, estes dados demonstram que Picloram é rapidamente excretado tendo um baixo potencial para acumular no homem durante exposições repetidas ou prolongadas 2 4-D Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmete através da urina (84 a 94% do 2,4-D administrado) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D foi encontrado nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais clínicos: O produto apresentou-se levemente irritante a pele, extremamente irritante aos olhos e sensibilizante. Efeito adverso não é esperado pela exposição inalatória. A exposição ocular pode causar irritação
severa com injúria da córnea. A ingestão repetida
em grandes quantidades pode provocar efeitos
mínimos no trato gastrointestinal e no fígado. Picloram
Exposição Aguda
Dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados. Pode ocorrer náusea após exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor torna a toxicidade por via inalatória improvável. O picloram não é descrito como sendo um sensibilizante. O seu pó pode ser irritante aos olhos, pele, nariz, garganta e trato respiratório. É improvável que ocorra dano à córnea.
Respiratório
O pó do picloram é irritante para o trato respiratório.
Neurológico
Embora não tenham sido relatados ataques
epilépticos em humanos, eles ocorreram em animais expostos a doses fatais.
Gastrintestinal
Pode ocorrer náusea após ingestão de grande
quantidade de picloram.
O picloram é rapidamente absorvido pelo trato
gastrintestinal.
Hematológico
Os níveis de leucócitos podem diminuir.
Dermatológico
O picloram é moderadamente irritante para a pele.
O picloram é absorvido lentamente através da pele.
2,4-D
Exposição Aguda
Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto.
Ingestão
Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito, taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficiência respiratória, edema pulmonar e rabdomiólise.
Patofisiologia
Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso central.
Cardiovascular
Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão.
Respiratório
Ingestão de grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar.
Neurológico
A) Exposição a baixas doses: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.
B) Exposição a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, contrações musculares, espasmos, fraqueza profunda,
polineurite e perda de consciência.
C) Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas.
Gastrintestinal
Foram relatados náusea, vômito, diarréia e necrose da mucosa gastrintestinal.
Hepático
Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase, ASAT e ALAT.
Genitourinário
Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal
devida à rabdomiólise também é possível.
H idro-eletrolítico
A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia,
hipercalemia e hipofosfatemia.
Hematológico
A trombocitopenia é o efeito hematológico primário.
A leucopenia também já foi relatada.
Dermatológico
O contato direto pode causar irritação na pele.
Musculoesquelético
Podem ocorrer espasmos musculares, rigidez
muscular, elevação da creatina quinase e rabdomiólise.
Endõcrino
Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação
aguda por 2,4-D. Estudos com animais mostraram
decréscimo nos níveis de T3 e T4, mas esse efeito não foi relatado em humanos.
Diagnóstico: Não existe método diagnóstico para exposição.
Tratamento: Sintomático, a critério médico, em resposta às reações do paciente.
Contra-indicações: O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos sinérgicos: Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que Picloram e 2,4-D são excretados principalmente através da urina (69 a 86% do administrado de Picloram e 84 a 94% do administrado de 2,4-D) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (5 a 25% para Picloram e 2 a 11% para 2,4-D). Não foram encontrados níveis de Picloram nos tecidos e carcaça após 72 horas. Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrada foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos (fêmeas): > 2000 mg/Kg DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/Kg
Irritação dérmica: o produto pode causar eritema.
Irritação ocular: o produto pode causar opacidade, irite, hiperemia e quemose com regressão das reações.
Efeitos crônicos:
Picloram: Um estudo crônico realizado em ratos durante 2 anos apresentou NOEL de 20 mg/kg/dia. O principal efeito relacionado ao tratamento foi o aumento dos pesos absoluto e relativo do fígado e propriedades tintoriais dos hepatócitos centrilobulares. Não houve mortalidade ou incidência de tumores durante o estudo (EPA RED, 1995). Em estudos reprodutivos em ratos e em camundongos o picloram não apresentou efeitos na gestação e na fertilidade dos animais. Em estudos em animais o picloram também não apresentou efeitos teratogênicos (EXTOXNET, 1996). Estudos de 12 meses em cães, os efeitos observados foram aumento no tamanho e peso do fígado. O NOEL foi de 35 mg/kg/dia. Em um estudo em ratos de 2 gerações, os efeitos observados foram toxicidade renal nos machos e femeas FO e Fl da maior dose administrada; nenhum efeito foi observado sobre a fertilidade ou desenvolvimento
neonatal. O NOEL foi de 200 mg/kg/dia e o NOEL para fertilidade e desenvolvimento neonatal foi de 1000 mg/kg/dia.
2 4-D: Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia. Em doses de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo, tiveram
aumento de peso. Os resultados de alguns estudos epidemiológicos sugeriram uma associação entre a exposição aos fenoxi herbicidas, aumento na incidência de tumores malignos e aumento da mortalidade, porém esta associação ainda não está confirmada (VVHO, 1984).

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE
[]Altamente perigoso ao meio Ambiente
[]Muito perigoso ao Meio Ambiente
[x]Perigoso ao Meio Ambiente
[]Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
— Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
— Não utilize equipamento com vazamento.
— Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
— Aplique somente as doses recomendadas.
— Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais cor
d' água. Evite contaminação da água.
— A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.
— Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
— Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E
COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A., pelo telefone de Emergência (0800) 70
10 450 - (019) 3794-5600.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o pro
bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pá químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI‘ s Equipamentos de Proteção Individual - recomendamos para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;?, - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses apó._ J término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em sa transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identifikdo lacre, o qual deverá ser adquirido nas Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA - NÃO CONTAMINADA
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será faultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA - NÃO CONTAMINADA
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES:
A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas infestantes nas mesmas áreas, biótipos resistentes de plantas infestantes, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biótipos resistentes de plantas infestantes podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementear, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, podem ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas infestantes resistentes a herbicidas.