Bula Flak 200 SL

acessos
Paraquat
11415
CropChem

Composição

Paraquat 200 g/L Bipiridílio

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Não seletivo
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Algodão S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Arroz S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Batata Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Dessecação
(Dessecação)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Dessecação das culturas em área total
Batata S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Cana-de-açúcar - Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Dessecação
(Dessecação)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Dessecação das culturas em área total
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Feijão S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 1 dia. Pós-emergência da cultura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Milho S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Soja Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Dessecação
(Dessecação)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. 7 dias. Dessecação das culturas em área total
Soja S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Trigo S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário realizar mais uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura

Balde Plástico - 20, 25, 50L
Balde PEAD/Aço - 20L
Bombona PET - 5, 10, 20, 25, 50L
Contentor intermediário (IBC) plástico com estrutura metálica - 500; 1.000 L
Frasco PEAD - 1,0; 10 L
Frasco Plástico / PET - 1,0 L
Isotanque plástico com estrutura metálica - 500; 1.000 L

INSTRUÇÕES DE USO DOPRODUTO:
FLAK 200 SL e um herbicida para aplicações em pós-emergência das ervas, com ação não sistêmica (ação de contato).
Pode ser utilizado em pulverização, nas seguintes modalidades:
A - Com jato dirigido em culturas estabelecidas;
B - Em área total antes da semeadura, no sistema de plantio direto;
C - em dessecação de culturas.

MODO DE AÇÃO EM RELAÇÃO AO ALVO BIOLÓGICO:
O paraquat é conhecido por agir no sistema da membrana fotossintética, chamado fotossistema 1, que produz elétrons livres para impelir a fotossíntese. Os elétrons livres do fotossistema 1 reagem corno íon do paraquat, resultando na forma de radical livre. O oxigênio rapidamente reconverte esse radical livre e, nesse processo, produz superóxidos. Quimicamente altamente reativos, os superóxidos atacam os ácidos graxos de membranas insaturadas, rapidamente abrindo e desintegrando as membranas e tecidos da célula. O processo íon de paraquat ion/radical livre então se recicla, produzindo maiores, quantidades de superóxido até que o suprimento de elétrons livres cesse.
A murchidão visível das plantas tratadas fica aparente em algumas horas em clima quente e claro, mas pode demorar mais se as condições forem frias e nubladas. Isso logo em seguido pelo aparecimento de tecido marrom desidratado ou clorótico. A luz, o oxigênio e a clorofila são indispensáveis para os efeitos herbicidas característicos do paraquat. E a ruptura das membranas celulares, permitindo o escape de água do material vegetal que leva à rápida desidratação da folhagem.
CULTURAS, DOSES UTILIZADAS E PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS: Culturas Perenes:
Banana, café, cana-de-açúcar, citros, maçã e seringueira: Utilizar 1,5 2,0 L/ha. Culturas Anuais:
Plantio Direto: algodão, arroz, batata, couve, feijão, milho, trigo e soja: utilizar 1,5 a 2,0 L/ha. Aplicações nas entrelinhas: utilizar 1,5 a 2,0 L/ha.
Dessecação de culturas:
Batata, cana-de-açúcar e soja: utilizar 1,5 a 2,0 L/ha.

NUMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Normalmente, uma aplicação é suficiente para controle das plantas infestantes já emergidas. Como o FLAK 200 SL não tem efeito 'residual no solo, fazer nova aplicação para controlar as plantas daninhas que germinarem após a aplicação. Para uso de FLAK 200 SL em dessecação de culturas, aplicar o produto quando a cultura atingir a sua maturação fisiológica.
MODO DEAPLICÁÇÃO:
FLAK 200 SL deve ser aplicado na forma de pulverização, através de aplicadores ou pulverizadores terrestres costais manuais, tratorizados e aeronaves agrícolas.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Equipamentos costais, manuais e tratorizados.
Manter pressão constante entre 30 e 40 libras por polegada quadrada (207 e 276 quilo pascal) e utilizar, no mínimo,- 200 litros de solução por hectare para equipamentos tratorizados e 300 litros de solução por hectare para equipamentos costais manuais Utilizar pontas jato plano (leque) da série 80 ou 110 com vazão de 0,3 a 0,4 galões por minuto (1,14 a 1,52 litros por minuto).
Nas culturas perenes e semi-perenes, fazer as pulverizações, em jato dirigido à entrelinha e à projeção da copa das culturas, sem atingi-las.
Fazer cobertura uniforme das plantas infestantes a serem controladas. Para preparo da• calda de aplicação, adicionar a quantidade recomendada de FLAK 200 SL no pulverizador, já contendo água - ao menos, metade do volume de água do pulverizador. Agitar e adicionar o espalhante adesivo aniônico/não iônico na dose de 50 a 100 mililitros (mL) para cada 100 litros de solução. Completar o pulverizador com água e agitar a calda, antes de iniciar a pulverização.
OBS.: Devido ás características do produto, e para evitar a deriva, não se recomenda aplicação de FLAK 200 SL através de equipamentos constais motorizados nem através de, aplicadores de gotas controladas (CDA).

APLICAÇÃO AÉREA:
Aviões e helicópteros
Pontas: Usar sistema de pontas "Reglo-Jet" (laranja/marrom) ou pontas de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada d, ponta e difusor (core) de número 46, permitindo a geração e a deposição de um mínimo de 40 gotas/cm2 com um DMV (VMD) de 280 a 350 (micrômetros).
Nunca efetuar uma aplicação de FLAK 200 SL com aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas do tipo MICRONAIR ou similares.
Número de pontas na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar sempre a quantidade de pontas na barra, ficados até 65% do cumprimento dá mesma. Fechar adequadamente ou retirar as pontas nas extremidades próximas às pontas das asas.
Manter em operação as oito pontas originais e existentes sob a "barriga" (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo das pontas das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, dispor as pontas de. maneira a se obter uma deposição de gotas com a maior homogeneidade e uniformidade de distribuição na faixa de deposição. Utilizar somente as pontas que estiverem no máximo de 65% do comprimento das barras de pulverização. -
Retirar ou fechar convenientemente as pontas inativas, não permitindo pingamentos ou vazamentos.

NOTA: o fechamento das pontas das extremidades das asas, não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas, ao contrário, evita o arraste do produto pelos vórtices de ponta das asas e sua dispersão inadequada.
Ângulo das barras de pulverização: Iniciar a aplicação com as barras de pulverização as pontas em condições de umidade relativa do ar acima de 75%, com o ângulo de 1350 em relação à linha de voo da aeronave (o bico pulverizando na direção oposta à linha de voo, estará posicionado a11 800) Variar o ângulo da barra, a medida que a umidade relativa do ar decresça, observada pelo equipamento medidor e visualmente pelas gotas que demoram mais tempo para sua deposição As pontas "Reglo-Jet" devem operar na posição vertical.
Altura de voo Com aviões IPANEMA, de qualquer modelo, a maior uniformidade do geração e distribuição das gotas na faixa de deposição é obtida na altura mínima de voo de 4 a 5 metros. Sempre considerada em relação ao alvo ou à cultura.
Outros modelos de aeronaves: operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.
Não aplicar o produto com alturas de voo inferiores a 3 metros.
Volume de aplicação: Utilizar somente volumes de 30 a 40 litros/hectare e pressão hidráulica entre 18 e 25 libras por polegada (124 a 172 quilopascal).
Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizara faixa de deposição máxima de 15 metros.
Condições climáticas: -
Temperatura ambiente: abaixo de 32°C; -
Umidade relativa do ar: mínima de 60%;
Velocidade de vento: acima de 2 km/h até o máximo de 10 km/h.

NOTA: As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto, avaliando periodicamente a Indicação da umidade do ar, sendo este fator o responsável direto pela continuidade ou interrupção do processo de pulverização.
Evitar as aplicações, com velocidades de vento inferiores á 2 km/h, devido à possibilidade de ocorrência do fenômeno de inversões térmicas.
Evitar as aplicações durante nas horas mais quentes do dia com temperaturas muito altas, pois causarão perdas das gotas devido à ação das correntes térmicas ascendentes (correntes de convecção).
Nota: Monitorar durante todo o processo de aplicação dos produtos, as condições climáticas, dando sempre maior importância à umidade relativa do ar.
OBS.: Recomendações diferentes das acima são de responsabilidade do Técnico Responsável pela aeronave.

INTERVALOS DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e colheita):

Culturas Intervalo de Segurança (Dias)
Banana, citros, maçã 1 dia

Algodão, café, cana-de-
açúcar, milho 7 dias

Algodão, arroz, batata,
couve, feijão, milho, soja, Não determinado devido à modalidade de emprego.
trigo

Batata, cana-de-açúcar, soja 7 dias

Seringueira UNA. Uso não alimentar.

INTERVALO DE REEENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas FLAK 200 SL não é fitotóxico as culturas, quando aplicado nas modalidades ë doses recomendadas.
FLAK 200 SL é fitotóxico às culturas ou vegetações próximas, caso à aplicação ou a deriva de aplicação atinja a sua folhagem, caules ou ramos verdes. O produto deve ser utilizado única e exclusivamente conforme a recomendação.
Não aplicar ó produto em dias chuvosos ou com prenúncio dê chuva.
Não aplicar o produto com a ocorrência de ventos acima de 10 km/h, visando evitar a ocorrência de deriva (desvio do produto em relação ao alvo).
Outras restrições a serem observadas: Não deve ser utilizada água com coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica) para preparo da calda, pois pode reduzir a eficácia do produto.
FLAK 200 SL não apresenta atividade residual, ou seja, não controla plantas infestantes que germinem após aplicação.

INFORMAÇÕES SOBREOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana —ANVISA/MS).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃÕA SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
• No transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Produto extremamente irritante para os olhos e para a pele.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente em serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando Dor cima do cunho das, luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas/botas de borracha, máscara com filtro mecânico cobrindo o nariz e aboca, óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
• Mantenha afastados das áreas de aplicação: crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia..
• Verifique a direção do vento e aplique o produto de forma a não entrar em contato com a névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção, individual - EPI: macacão com. tratamento hidrorrepelente (com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas), luvas/botas de borracha, touca árabe, máscara com filtro mecânico cobrindo o, nariz e a boca, e óculos de segurança com proteção lateral.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA À ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível, o contato coma área aplicada como produto até o término do intervalo de reentrada.
• Caso necessite entrar na área, tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI5) recomendados para o uso durante a aplicação:
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local, trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas- ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação 0o produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilize luvas e avental impermeáveis.
• Não reutilizar a embalagem vazia
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada, aplicação do produto, distante de fontes de água para consumo. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Ele devia ser trocado quando o cheiro do agente odorizante se fizer sentir com a máscara posta ou quando o usuário começar a ter dificuldades para encher os pulmões usando a máscara.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando 'a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Em caso de ingestão acidental TRANSFERIR RAPIDAMENTE A PESSOA PARA Ó SERVIÇO MEDICO DE EMERGÊNCIA, levando a embalagem, rótulo ou bula do produto. Esta formulação contém um agente emético, portanto não controle o vômito em pessoas recém-intoxicadas por ingestão até que o líquido vomitado se torne claro e transparente. EVITE QUE O ACIDENTADO RESPIRE O PRODUTO VOMITADO, DEITANDO-O DE LADO, COM A BOCA ABERTA. O corante e odorizante devem evitar que haja ingestão acidentai do produto;
OLHOS: Em caso de contato com os olhos, lave-os imediatamente durante 15 minutos no mínimo, com água correntes evitando que o líquido de lavagem atinja o outro olho e dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.
PELE: Se houver contato' com a pele, lave-a imediatamente com água e sabão neutro em abundância e dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.
INALAÇÃO: Em caso de inalação ou aspiração, procure local ventilado/arejado. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para um serviço médico de urgência mais próximo, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado;
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental, impermeáveis.

Grupo químico - Bipiridilo
Classe toxicológica Classe l - Extremamente tóxico
Vias de absorção - Oral, dermal, inalatória e ocular.
Toxicocinética - O paraquate absorvido é distribuído, via corrente sanguínea a praticamente todos os órgãos e tecidos do corpo, concentrando-se nos rins, fígado, cérebro e, em particular, nos pulmões. O pico plasmático ocorre de alguns minutos a 2 horas após a ingestão.
O produto é rapidamente excretado pelos rins. De 80 a 90% é excretado nas primeiras seis horas e, quase 100%, dentro de 24 horas, na ausência de doença renal induzida por paraquate. No entanto, paraquate pode causar necrose tubular, a qual, pode prolongar a
excreção de 10 a 20 dias. Em caso de ingestão, a eliminação será feita pelas fezes, em até 7 dias.
Mecanismos de toxicidade - O catabolismo do paraquate pelo citocromo P450 provoca a formação de superóxidos que reagem com os lipídios celulares (peroxidação lipídica). Nos pulmões, que constituem o órgão-alvo do paraquate, a ação dos superóxidos resulta em modificações de, permeabilidade da membrana celular e morte das células parenquimatosas e endoteliais.
Elas são acompanhadas de alterações oxidativas acumulativas em
• moléculas de colágeno e do desenvolvimento de fibrose irreversível.
• A reconstituição do paraquate, por um processo enzimático cíclico, faz com que a fibroseprogrida, numa ação espontânea e independente do aporte de novas moléculas de paraquate. Tudo isto tem por consequência a asfixia progressiva do intoxicado, que se agrava
guando se fornece oxigênio ao paciente.
Sintomas e sinais clínicos - Efeitos clínicos dependem da dose e da via de absorção.
Ingestão
Pode causar sensação de queimação na boca e na região
retroesternal, náusea, vômito, dor abdominal e diarreia. Se o produto
contiver uni agente emético, o vômito pode ser severo e repetido, e
causar distúrbios hidroeletrolítícos.
Em algumas horas, aparecem inflamação e ulceração na boca,
garganta e trato gastrointestinal. Pode ocorrer disfunção renal e
hepática. Uma dispneia se desenvolve em alguns dias, assim como
uma fibrose pulmonar progressiva e massiva que causa a morte em 2-4 semanas.
Em, altas doses, a toxicidade é muito mais severa e morte pode
acontecer em 24-48 horas por falência múltipla de órgãos: perfuração
esofágica, insuficiência renal aguda, arritmias cardíacas, convulsões e
coma. Os sintomas gastrointestinais iniciais são parecidos, mas mais
intensos, com considerável perda de fluído. A morte ocorre
rapidamente, por asfixia, sem perda de lucidez.
Inalação
O paraquat não é volátil, mas a 'maioria das formulações líquidas
contém um agente de odor desagradável que pode, ocasionalmente,
causar náuseas e dor de cabeça. Em aparelhos de aplicação agrícola,
as gotas costumam ser muito grandes para serem levadas pelo ar
inspirado até os pulmões. A inalação do paraquat pode resultar em
úlcera no nariz e na garganta, e sangramento nasal Em alguns casos
de toxicidade sistêmica severa já foram reportados.
Via Ocular
Respingos concentrados podem causar irritação ocular importante e
perda extensiva do epitélio da córnea e da conjuntiva. Areas de
ulceração apresentam um risco de infecção secundária. O edema da
córnea pode persistir 3 a 4 semanas, com visão temporariamente
nublada.
Pele
O produto concentrado é irritante para a pele e se o contato for
prolongado, causa lesões dérmicas. A absorção pela pele alterada, pode levar a um envenenamento sistêmico e resultar em toxicidade grave. A morte se dá por asfixia.

Diagnóstico - O diagnóstico se baseia essencialmente na anamnese e se confirma pelos sinais clínicos. Monitor e sinais vitais, funções renal e hepática por meio de testes. Obter dados básicos de uriahálise e monitorar a urina e dados de testes de função pulmonar, raio-x torácico, gasometria e monitorar os valores séricos por diversos dias.
Não existem provas laboratoriais específicos para confirmação da intoxicação. Pode ser efetuada pesquisa de paraquate nos fluidos corporais (sangue e usina) do intoxicado, no caso de confirmação de contato do paciente com o pesticida.
Tratamento - Instituição rápida para uma boa eficácia.
Lavar copiosamente pele e mucosa, se estas forem expostas.
• Se houve ingestão, empregar terra de Füller ou, se não houver,
carvão ativado em suspensão aquosa a 15% (15 g/100 mL), na dose
de 1 a 291kg-de peso corporal. Em ausência desses quelantes e se o
paciente ainda não reagiu ao ernegizante, provocar vômito evitando
imperiosamente, a aspiração do conteúdo gástrico, que aceleraria o
processo de fibrose pulmonar. Manter hidratação e fluxo renal adequados. Hemodiálise e hemoperfusão podem aumentar a eliminação. Reduzir a reação inflamatória pulmonar com corticosteroides. A utilização de compostos que previnam a formação de radicais livres, como vitamina C e vitamina E, pode ser útil.
Não existe antídoto.
Contraindicações - O aporte de oxigênio pode potencializar os efeitos do paraquat só
deve ser realizado nos casos em que a hipôxemina é limitante para a
vida.
As intoxicações por agrotóxicos devem ser notificadas. Ligue para o
- Disque-Intoxicação: 08007226001 para notificar o caso e obter
ATENÇÃO informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção Para Animais de Laboratório:
O PARAQUAT sofre extensas reações de reduções e oxidações cíclicas. Após passar, por uma redução a elétron livre nos tecidos, b radical livre resultante é rapidamente oxidado pelo oxigênio molecular ao composto original. Isto leva a urna excreção principalmente de PARAOUAT não alterado após a administração a ratos.
Quando o produto radioriarcado foi administrado via oral em ratos, na dose de 250 mg/Kg, a analise de tecidos demonstrou a presença de pequenas concentrações de PARAQUAT e
todos os tecidos, com exceção, do cérebro. As maiores quantidades foram encontradas no intestino grosso (3 a 13 µg/g), um nível um pouco inferior no intestino delgado (1,8 a 4,5 µg/g), o estômago e pulmões (1,0 a 2,4µg/g), e no fígado e cérebro (<0,20 µg/g). Após 7 dias depois de suspender a administração de PARAQUAT na ração, o bipiridílio já não poderia ser detectado (4,01 µg/g), em nenhum órgão analisado. -
O produto marcado quando administrado por gavagem em dose única, em ratos, é eliminado, em sua maior parte da dose (93%), pelas fezes.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
• O produto pode ser fatal se ingerido.
• DL50 oral em ratos 500 mg/kg -
DL50 dérmica em ratos: 2937 mg/kg
• CL50 Inalatória: <0,076 mg/L
• Irritação Dérmica: Severamente irritante.
• Irritação Ocular: Severamente irritante.
• Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
Efeitos crônicos:
Em estudos com animais de experimento que foram expostos a doses extremamente altas, de paraquate mostraram sinais de perturbações neurológicas, como atividade motora diminuída, falta de concentração, ataxia e arrastamento dos membros (Clayton & Clayton, 1994).
Não houve evidência de carcinogenicidade em estudos com animais de laboratório.
Foram observados efeitos reprodutivos adversos em humanos e animais experimentais após ingestão de paraquate.
Em estudo conduzido com ratos é camundongos, via peritoneal, foram observadas anormalidades especificas no desenvolvimento do sistema muscular esquelético; modalidade pós-implantação também foi notável em rato e camundongo (RTECS, 1999).
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO Dó MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo, Meio Ambiente - IBAMNMMA)
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OUMUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
( )• Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( )• Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(x)• Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( )• Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Cropchem Ltda. - Telefone da empresa: (OXX5 1)3342-1300.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
• LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA
• ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINACÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANJO DE RESISTÊNCIA:
Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas 'daninhas, de ocorrência, natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes dê plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.