Bula FortalezaBR - Ouro Fino

Bula FortalezaBR

acessos
Tebuthiuron
1011
Ouro Fino

Composição

Tebutiurom 500 g/L Uréia

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Malva branca
(Sida cordifolia)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Cana-de-açúcar (Soca) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Malva branca
(Sida cordifolia)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré-emergência das plantas infestantes

Conteúdo: 0,1; 0,5; 1; 5; 10; 20; 100; 200 e 1.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

FORTALEZABR é um herbicida seletivo com ação sistêmica, aplicado em pré-emergência, recomendado para controle de plantas infestantes na cultura de cana-de-açúcar.

INDICAÇÕES, USO E DOSES: Vide seção "Indicações de uso/doses".

ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

CANA-DE-AÇÚCAR (Planta e Soca)

Realizar apenas 1 aplicação durante o ciclo da cultura.
O produto deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou após o corte (cana-soca) em pré¬emergência das plantas infestantes
O produto pode ser aplicado em qualquer época do ano. Quando aplicado em solo úmido, atuará imediatamente no controle das plantas infestantes que começam a germinar. Quando aplicado em solo seco, permanecerá na superfície do solo até a ocorrência de chuvas para começar a atuar no controle das plantas infestantes.
O uso de cultivadores mecânicos, de dentes ou de discos não interfere na atividade do produto, desde que realizado após a ocorrência de chuvas (30 mm).

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

FORTALEZABR pode ser aplicado por via aérea ou pulverizações terrestres (costais ou tratorizadas).
Via terrestre: Para aplicação tratorizada, utilizar equipamento dotado de barras com bicos espaçados de 50 a 60 cm, tipo Teejet 110.04 ou 11.06, à pressão de 30 a 45 libras/poF. A distância dos bicos e o volume de calda devem ser ajustados ao espaçamento da cana-de-açúcar para evitar a superposição da faixa de aplicação, principalmente na linha da cultura. A altura da barra de aplicação deve ser de 45 a 50 em. Não aplicar o produto nas horas mais quentes do dia com velocidade do vento inferior a 8 km/hora. Em condições de ventos com velocidade entre 8 km/hora e 14 km/hora, utilizar bicos Raindrop. Em aplicações normais, devem ser distribuídas gotas com 200 a 300 micra de diâmetro médio, de modo a cobrir toda a área pulverizada. Utilizar um volume de calda de 250 a 350 Llha.
Para aplicação costal, utilizar equipamento dotado com 1 ou 2 bicos tipo leque Teejet 80.03 ou 80.04 ou bico Floodjet tipo TK-2 ou TK-3, com pressão entre 25 e 30 lb/poI2, preferencialmente com pressão constante que permita uma homogênea distribuição da calda de aplicação. Não pulverizar quando a velocidade do vento estiver acima de 10 km/hora. Utilizar um volume de calda de 250 a 350 Llha.

Via aérea: A aeronave deve estar equipada com barras fixas com 40 a 42 bicos Teejet 80.15 ou 80.20, sendo o volume de calda por hectare de 30 a 50 litros. A faixa de aplicação deve ser de no máximo 15 m, voando a altura de 4,0 a 5,0 metros acima do nível do solo ou do topo da cultura. A velocidade do vento deve ser de no máximo 10 km/h, a temperatura ambiente deve ser no máximo 32°C e a umidade relativa do ar no mínimo 55%. O diâmetro médio de gotas deve ser de 200 a 250 micra e a densidade de gotas de 80 a 120 gotas/cm2•
O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cana-de-açúcar (pré-emergência): Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. Culturas intercalares ou rotacionais à cana-de-açúcar podem ser implantadas após 24 meses da última aplicação.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em prImeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com O produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contam inação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas
utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descmte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão com tratamento
hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR TEBUTIUROM

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico: Uréia
Classe toxicológica:Classe II
Vias de exposição:Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética: Estudos de toxicocinética com Tebutiurom foram conduzidos em ratos, camundongos, cães e patos. O produto foi rapidamente absorvido e extensamente metabolizado. Os maiores metabolitos de Tebutiuron foram formados mediante n-demetilação da cadeia lateral da uréia e oxidação do grupo dimetiletil. A excreção foi rápida (24-72 horas) principalmente pela urina (84 a 95% da dose; 0,4 a 0,7% foi como composto parental não modificado) e minimamente pelas fezes, dependendo da espécie. Não foi observada bioacumulação do Tebutiurom ou de seus metabolitos.
Mecanismos de toxicidade: Tebutiurom é um herbicida inibidor da fotosíntese em plantas.
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são completamente conhecidos. Ação oxidativa da hemoglobina nos eritrócitos pode ocorrer com formação de metahemoglobina. A ação é reversível.
Sintomas e sinais clínicos: Exposição aguda: este agente parece ter baixa toxicidade aguda. A severidade da intoxicação deve ser baseada nos achados clínicos. Entretanto, a intoxicação maciça pode levar a óbito.
Os órgãos alvo são: fígado, sistema sanguíneo e imune. Após exposição oral podem ocorrer:
• náusea, vômito e diarréia;
• metahemoglobinemia após ingestão de grandes quantidades, caracterizada por: depressão do SNC e hipoxemia, Clanose não responsiva à terapia de oxigênio em pacientes com metemoglobinemia devida à absorção de quantidades excessivas desses agentes.
• Pode-se causar irritação da mucosa respiratória após contato prolongado,
irritação ocular, da pele e do trato urinário.
Caso sejam evidentes sintomas severos outros além da metahemoglobinemia, deve-se suspeitar de ação alternativa ou adicional de algum outro tóxico.
Efeitos crônicos: podem ocorrer alterações do metabolismo proteico, moderado enfisema e perda de peso. Baseados em estudos em animais não parece ser carcinogênico para humanos.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
• Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
• Dosagem de metahemoglobina deve ser feito em todos os pacientes com cianose.
Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte de exposição ao produto, descontam inação do paciente, proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
EXR2-sição Oral:
Em casos de ingesta de grandes quantidades do produto:
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir
a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão. Em geral não atua com metais ou ácidos.
Q. Dose: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico;
2. O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância específica.
3. Considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes.
4. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
• Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
• Metahemoglobinemia: Administre 1 a 2 mg/kg de uma solução de Azul de Metileno a 1 %, lentamente, via intravenosa, em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser necessárias.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis, se necessário através de intubação oro-traqueal, aspirar secreções e administrar oxigênio. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário; uso de PEEP pode ser requerido. Monitorar temperatura corporal e tratar se necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
• Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV (Diazepam (adultos: S-IO mg; crianças: 0,2-0,S mg/kg, e repetir a cada 10 a IS minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; cnanças: O,OS-O,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol se há recorrência das convulsões em maiores de S anos.
• Irritação: Observe os pacientes que ingeriram a substância quanto a possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimadura esofágica, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano.
Exposição Inalatória
Descontam inação: Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com beta¬2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos IS minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica:
Descontam inação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistir.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento.
• Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o
produto durante o processo.
Contra-Indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Não relatados em humanos.
ATENÇÃO: Ligue para o J)jsque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN I MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7010450

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos agudos:

O valor da DLso oral aguda em ratos fêmeas foi estimado ser 500 mg kg-' de peso corpóreo. A DLso dermal para ratos machos e fêmeas foi maior que 4.000 mg kg-' de peso corpóreo. CLso inalatória para ratos machos c fêmeas foi maiol 4ut: 0,806 mg/L. O produto foi levemente irritante quando aplicado a pele e olhos em coelhos e não produziu sensibilidade dénnica quando aplicado em cobaias.

Efeitos crônicos:

Em ratos, a administração oral de Tebutiurom por 3 meses causou diminuição no ganho de peso e número de hemácias, efeitos leves no pâncreas. Não houve indicação de toxicidade cumulativa em estudos de 2 anos em ratos. Estudo crônico em cães, a doses de 50 mg/kg, mostrou que o Tebutiurom provocou aumento das transaminases, retenção nitrogenada, incremento no peso do fígado, da tireóide e dos rins (fêmeas) e trombocitose.
Estudos em camundongos e cães não mostraram efeitos tóxicos ou reprodutivos nos animais ou nos filhotes. Não foi observado efeito teratogênico.
Estudo com células de ovário de hamster chinês mostrou incremento das aberrações cromossômicas. Não há evidencias carcinogenicidade.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é: Muito Perigoso ao Meio Ambiente - Classe II
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para para algas.
- Evite a contaminação ambiental
- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais 9t.l.e_nt~s. 10
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e ve¬getação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Ouro Fino Química Ltda. - telefone de emergência: 08000111767.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante co indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI¬NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedime'nto de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu es¬vaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até % do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedi¬mentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar o equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos.
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Triplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
o armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida .no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS

o transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRiÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNiCípIO:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.