Bula Galop M

acessos
Picloran + 2,4 D - trietanolamina
5914
Adama

Composição

2,4-D-trietanolamina 406 g/L Ácido ariloxialcanóico
Equivalente ácido de 2,4-D 240 g/L Ácido ariloxialcanóico
Equivalente Ácido de Picloram 64 g/L Picloram derivado dos piridinocarboxílicos e 2,4-D derivado dos ariloxialcanóicos
Picloran 103 g/L Ácido piridinocarboxílico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação durante a safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Reforma de pastagem: Aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas, após a pastagem já estar totalmente germinada, e iniciado seu perfilhamento
Assa peixe roxo
(Vernonia westiniana)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação durante a safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Reforma de pastagem: Aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas, após a pastagem já estar totalmente germinada, e iniciado seu perfilhamento
Buva
(Conyza bonariensis)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação durante a safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Reforma de pastagem: Aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas, após a pastagem já estar totalmente germinada, e iniciado seu perfilhamento
Erva de santiago
(Ambrosia elatior)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação durante a safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Reforma de pastagem: Aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas, após a pastagem já estar totalmente germinada, e iniciado seu perfilhamento
Gervão branco
(Croton glandulosus)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação durante a safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Reforma de pastagem: Aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas, após a pastagem já estar totalmente germinada, e iniciado seu perfilhamento
Guanxuma
(Sidastrum micranthum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação durante a safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Reforma de pastagem: Aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas, após a pastagem já estar totalmente germinada, e iniciado seu perfilhamento
Guanxuma
(Sidastrum paniculatum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação durante a safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Reforma de pastagem: Aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas, após a pastagem já estar totalmente germinada, e iniciado seu perfilhamento
Joá bravo
(Solanum aculeatissimum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação durante a safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Reforma de pastagem: Aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas, após a pastagem já estar totalmente germinada, e iniciado seu perfilhamento
Lobeira
(Solanum lycocarpum)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação durante a safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Reforma de pastagem: Aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas, após a pastagem já estar totalmente germinada, e iniciado seu perfilhamento
Malva branca
(Sida cordifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação durante a safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Reforma de pastagem: Aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas, após a pastagem já estar totalmente germinada, e iniciado seu perfilhamento
Malva branca
(Waltheria indica)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação durante a safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Reforma de pastagem: Aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas, após a pastagem já estar totalmente germinada, e iniciado seu perfilhamento
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação durante a safra da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Reforma de pastagem: Aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas, após a pastagem já estar totalmente germinada, e iniciado seu perfilhamento

Frasco - Metálico/Plástico - 0,25; 0,5; 0,6; 0,8; 1; 1,2; 1,5; 1,6; 1,8; 2 e 2,2L
Bombona/Balde - Metálico/Plástico - 2; 2,2; 2,4; 2, 5; 3; 4; 5; 10; 15; 20; 25; 30; 40 e 50L
Tambor - Metálico/Plástico - 20; 25; 30; 50; 100; 150; 200; 250; 400 e 500L
Sacos - Hidrossolúveus/Plástico - 0,25; 0,5; 1,0; 1,5 e 2L
Container - Interno polietileno/ externo maderite - 1000L
Tanque portatil - Metálico - 500; 1000; 1500; 2000; 2500; 3000; 4000; 5000; 10000; 15000 e 20000L

MODO DE APLICAÇÃO:
É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL

APLICAÇÃO TERRESTRE: Deverá ser utilizado pulverizador tratorizado de barra (Condor Pec Jacto) ou, pulverizadores de turbina de fluxo de ar (Jatão), munidos de pontas que proporcionem
gotas grandes, aplicando a calda sobre a folhagem das plantas daninhas de maneira uniforme em toda a área.
- Volume de aplicação: 200 a 300 L de calda/ha.

APLICAÇÃO AÉREA (aviões, helicópteros e ultraleves):
a) Bicos: utilizar bicos de jato cônico vazio ou cheio
adequada de ponta, e difusor (core) 46 ou 56.
b) Número de bicos na barra de pulverização: para aviões do tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar entre 38 a 40 bicos, fechando sempre os bicos situados próximos às pontas das asas e três intermediários junto ao corpo (fuselagem) do avião, nas extremidades internas das asas. Manter em funcionamento os oito bicos originais existentes sob a “barriga” (fuselagem) do avião e deverão ser posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
NOTA: O fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a largura da faixa de deposição recomendada para a aeronave em uso, ao contrário, reduz o arraste das gotas pelos vórtices de ponta das asas e danos ao ambiente e áreas vizinhas. Avaliações práticas confirmam uma perda mínima de 30% da pulverização quando as gotas são arrastadas pelos vórtices de ponta das asas.
c) Altura de vôo: 8 a 10 metros acima do topo das plantas mais altas. O controle da deriva deverá
ser efetuado pela alteração do ângulo das pontas de pulverização e do diâmetro das gotas.
d) Volume de aplicação: 20 a 50 litros de calda/ha.
e) Densidade de gotas: mínimo de 30 a 40 gotas/cm2.
O DMV (VMD): 250 a 400 g (micrômetros).
f) Faixa de deposição: máxima de 15 metros para aviões do tipo IPANEMA.

OUTRAS ORIENTAÇÕES:
- Para aviões de maior porte, a faixa de deposição será sempre limitada às características técnicas
operacionais comprovadas do modelo/tipo do avião, e pela densidade e diâmetro de gotas requeridas e recomendadas sobre o alvo desejado.
- Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente, reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perdas de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
- Em pastagens, deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo. Para urna maior eficiência do produto deve-se adotar os parâmetros abaixo durante aplicação:
- Temperatura: abaixo de 32° C
- Umidade relativa do ar: mínima de 60%
- Velocidade de ventos: 2 a 10 km/hora (0,5 a 2,8 metros/segundo)
Esses parâmetros (medidos através de um termohigrômetro) normalmente são obtidos realizando-se as aplicações no período de 6:00 às 10:00 horas da manhã e, recomeçando às 4:00 horas da tarde. Observações: Considerar sempre a umidade relativa do ar como um dos fatores mais importantes e de maior atenção e monitoramento durante todo o processo de aplicação dos produtos, pois determinará a maior ou menor velocidade de evaporação e perda das gotas, com uma maior ou menor deriva ou arraste pelos ventos.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Pastagem - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há limitações de uso, desde que sejam seguidas as recomendações.
Não é fitotóxico à cultura indicada.
Outras restrições a serem observadas:
O produto só deverá ser aplicado, quando não houver perigo das espécies úteis a ele sensíveis, tais como dicotiledôneas em geral, a serem atingidas.
Caso GALOP M seja utilizado no controle de plantas daninhas em área total, o plantio de espécies suscetíveis ao produto só deve ser feito de 2 a 3 anos após a última aplicação do produto.
No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário à sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas
tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após a aplicação do produto.
Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis suscetíveis ao herbicida. Não utilizar o equipamento que foi usado para aplicação de GALOP M para aplicar outros produtos nas culturas sensíveis.
Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado com o produto, imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
• PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorreèelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- É proibida a aplicação com equipamentos manuais ou costais.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas. _
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento ,hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e- animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte, ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronómico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR PICLORAM E 2,4-D
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupos químicos: Ácido piridinocarboxílico e Ácido ariloxialcanóico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética: Picloram: O Picloram foi rapidamente absorvido do trato gastrointestinal (meia-vida de 0,5 horas) e rapidamente excretado não modificado pela Urina; mais que 76% do produto aplicado oralmente foi excretado na urina durante as primeiras 6 horas e mais que 87% foi excretado na urina em 72 horas. Por comparação, Picloram foi leveniente absorvido através da pele (meia-vida de 12 horas) e baseando-se quantidade de Picloram excretado na urina, somente uma pequena fração (0,18%) do Picloram aplicado à pele foi absorvido. Em resumo, estes dados demostram que Picloram é rapidamente excretado e apresenta baixo potencial para acumular no homem durante exposições repetidas ou prolongada.
2,4-D: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do 2,4-D administrado) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D foi encontrado nos tecidos e na carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais clínicos: O produto apresentou-se levemente irritante à pele, reversível em 24 horas, e irritante aos olhos. Efeito adverso não é esperado pela exposição inalatória. A exposição ocular pode causar irritação severa com injúria da córnea. A Ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos mínimos no trato gastrointestinal e no fígado.
Picloram:
Exposição Aguda
Dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados. Pode ocorrer náusea após a exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor torna a toxicidade inalatória improvável. O picloram não é descrito como sendo um sensibilizante. O seu pó pode ser irritante aos olhos, pele, nariz, garganta e trato respiratório. É improvável que ocorra dano à córnea.
Respiratório
O pó do Picloram é irritante ao trato respiratório.
Neurológico
Embora não tenham sido relatados ataques epiléticos em humanos, eles ocorreram em animais expostos Gastrointestinal
Pode ocorrer náusea após a ingestão de' grande quantidade de picloram. O picloram é rapidamente tbsorvido pelo trato gastrointestinal.
Hematológico
Os níveis de leucócitos podem diminuir.
Dermatológico
O picloram é moderadamente irritante para a pele. O picloram é absorvido lentamente através da pele. 2,4-D:
Exposição Aguda
Ingestão
Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito, taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficência respiratória, edema pulmonar e rabdomiólise.
anormalidades no eletrocardiograma, assistoli a, outras disritmias e hipotensão.
Respiratório
Ingestão de grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação, ou edema pulmonar.
Neurológico
Exposição a baixas doses: podem ocorrer dependendo do composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.
Exposições a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, -contrações musculares, espamos, fraqueza profunda, isolineurite e perda da consciência.
Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas. . Gastrointestinal
Foram relatados náusea, vômito, diarréia e necrose da mucosa gastrointestinal.
Hepático
Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase, ASAT e ALAT.
Genitourinário
Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida à rabdomiólise também é possível. Hidro-eletrolítico
A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.
Hematológico
A trombocitopenia é o efeito hematológico primário. A leucopenia também já foi relatada.
Dermatológico
O contato direto pode causar irritação na pele. Musculoesquelético
Podem ocorrer espamos musculates, rigidez muscular, elevação da creatina quinase e rabdomiólise.
Endócrino
Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-D. Estudos com animais mostraram decréscimo nos níveis T3 e T4, mas esse efeito não foi relatado em humanos.
Tratamento: Sintomático, a critério médico, em resposta às reações do paciente.
Contra-indicações: O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos sinérgicos: Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações
especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
- Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica - RENACIAT — ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-400-7505
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que picloram e 2,4-D são excretados principalmente através da urina (69 a 86% do administrado de picloram e 84 a 94% do administrado de 2,4-D) e a eliminação feCal como via secundária de excreção (5 a 25% para picloram e 2 a 11% para 2,4-D). Não foram encontrados níveis de picloram nos tecidos e carcaça após 72 horas. Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrada foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Dose letal oral em ratos - DL5doral (mg/kg): > 2000 mg/kg p.c.
Dose letal dérmica em ratos - DL50 dérmica (mg/kg): > 2000 mg/kg p.c.
Concentração letal inalatória em ratos - CL50 inalatória: > 0,95 mg/L de ar, em 4h de exposição. Irritação/corrosão ocular em coelhos: Extremamente irritante para os olhos de coelhos. Irritação/corrosão dérmica em coelhos: Pouco irritante para a pele de coelhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não causou sensibilização cutânea em cobaias.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Picloram: Um estudo crônico realizado em ratos durante 2 anos apresentou NOEL de 20 mg/kg/dia. O principal efeito relacionado ao tratamento foi o aumento dos pesos absoluto e relativo do fígado e propriedades tintoriais dos hepatócitos centrilobulares. Não houve. mortalidade ou incidência de tumores durante o estudo (EPA RED, 1995). Em estudos reprodutivos em ratos e em camundongos o picloram não apresentou efeitos na gestação e na fertilidade dos animais. Em estudos em animais o picloram também não apresentou efeitos teratogênicos (EXTOXNET, 1996). Estudos de 12 meses em cães, os efeitos observados foram aumento no tamanho e peso do fígado. O NOEL foi de 35 mg/kg/dia. Em um estudo em fatos de 2 gerações, os efeitos observados foram toxicidade renal nos machos e fêmeas FO e F1 da maior dose administrada; nenhum efeito foi observado sobre a fertilidade ou desenvolvimento neonatal. O NOEL foi de 200 mg/kg/dia e o NOEL para fertilidade e desenvolvimento neonatal-foi de 1000 mg/kg/dia.
2 4-D: Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia. Em doses de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo, tiveram aumento de peso. Os resultados de alguns estudos epidemiológicos sugeriram uma associação entre a exposição aos fenoxi hêrbicidas, aumento na incidência de tumores malignos e aumento da mortalidade, porém esta associação ainda não está confirmada (WHO, 1984).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO-AO MEIO AMBIENTE
Este produto é:

( X ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)

- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinaçáo inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S/A - telefone de emergência: 0800 111 767 ou 0800 7071 767.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxilio de uma pa coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser removido
Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medica animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.