Bula Gamit 360 CS

acessos
Clomazone
1798
FMC - Campinas

Composição

Clomazone 360 g/L Isoxazolidinona

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não Classificado
Não Classificado
Suspensão de Encapsulado (CS)
Sistêmico, Pré-emergência, Seletivo condicional
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2,1 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2,1 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2,8 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
2,1 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2,1 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,7 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,7 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea nil)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Erva palha
(Blainvillea latifolia)
1,7 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,7 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
1,1 a 1,7 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,1 a 1,7 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim arroz
(Echinochloa colona)
1,1 a 1,7 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,1 a 1,7 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,1 a 1,7 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
3 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2,2 a 2,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,2 a 2,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2,2 a 2,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,2 a 2,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2,2 a 2,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2,2 a 2,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2,2 a 2,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,2 a 2,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2,8 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2,8 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2,8 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
2,8 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2,8 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2,8 a 3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e da cultura

Frasco Plástico/COEX/PET/PEAD/Polietileno com barreira de poliamida: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3 e 5 Litros
Bombona plástico/ COEX/PET/PEAD: 5; 10; 20; 25 e 50 Litros
Lata folha de flandres: 1; 5 e 10 Litros
Balde folha de flandres: 20 e 50 Litros
Balde aço: 50 litros
Tambor fola de flandres/aço: 100 e 200 litros
Tambor plástico/metálico/ COEX/PET/PEAD/ Polietileno com barreira de poliamida/polietileno: 0,1; 0,2; 0,25; 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300 e 400 Litros
Contentor intermediário IBC plástico com estrutura metálica/COEX/PET/PEAD: 100; 200; 300; 400; 500; 945 e 1.000 Litros
Bulk plástico com estrutura metálica/COEX/PET/PEAD/ferro revestido com resina epóxi: 500; 1.000; 2.000; 3.000; 4.000; 5.000 e 10.000 Litros
Mini bulk com estrutura metálica/COEX/PET/PEAD: 100; 200; 300; 400 e 500 Litros
Container plástico e metálico: 945 e 1.000 Litros
Container plástico com estrutura metálica/COEX/PET/PEAD: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 946 e 1.000 Litros
Farm-pack(retornavel) plástico com estrutura metálica/COEX/PET/PEAD: : 100; 200; 300; 400; 500; 945; 946 e 1.000 Litros
Farm-pack(retornavel) plástico e metálico: 945 e 1.000 Litros
Isocontainer metálico/plástico/COEX/PET/PEAD/aço: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 946; 1.000; 5.000; 10.000; 20.000; 25.000 e 30.000 Litros
Isotanque metálico/plástico/COEX/PET/PEAD/aço: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 946; 1.000; 5.000; 10.000; 20.000; 25.000 e 30.000 Litros
Bag in Box(Jerry Box) Fibra de papel com bolsa plástica interna: 1; 5; 10; 20; 50; 100; 200; 500; 650 e 1.000 Litros

DOSES: As doses menores são recomendadas para a utilização do produto em solos leves e as doses maiores para solos mais pesados. A recomendação da dose em faixa também ocorre em função do nível de infestação de plantas daninhas.

daninhas indicadas. MODO DE APLICAÇÃO:
• Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas daninhas e à cultura, podendo ainda na cultura do arroz irrigado ser aplicado logo após o início da emergência do arroz.
O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem.
• No fumo, a aplicação de Gamit 360 CS pode ser feita em faixa sobre o camalhão ou em área total, antes ou logo após o transplante das mudas. Nas entrelinhas a aplicação pode ser realizada, após o último cultivo mecânico das plantas daninhas (capina).
• No algodão, antes do plantio, as sementes devem ser previamente tratadas com o inseticida fosforado disulfoton ou com a aplicação do mesmo no solo (sulco de plantio) nas doses indicadas na bula do produto, que funciona como "safener" (protetor), conferindo seletividade ao Gamit 360 CS para a cultura do algodão.
• Na cultura do Eucalipto, aplicar o produto somente em solos leves e médios na pré-emergência das plantas daninhas, respeitando as doses indicadas no quadro de acordo com a infestação na área. Efetuar o controle das plantas daninhas Grama-seda (Cynodon dactylon) e Capim-colchão (Digitaria horizontalis) somente em solos leves. Aplicar o produto GAMIT 360 CS aos 3 (três) dias antes do plantio ou transplante das mudas da cultura
Gamit 360 CS para sua ativação precisa de uma quantidade mínima de umidade no solo. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10 mm) para sua ativação. Neste caso, se houver mato já germinado, o mesmo deve ser eliminado através de um cultivo superficial (tratonzado ou manual) nas entrelinhas, evitando-se o movimento intenso do solo para manter Gamit 360 CS na camada superficial.


PREPARO DA CALDA: Colocar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar Gamit 360 CS na dose previamente calculada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto não se faz necessário usar o agitador.

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas no rótulo.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Não é especificado devido à modalidade de uso do produto ser a aplicação antes da emergência das plantas daninhas e da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não deve ocorrer a reentrada de pessoas nas culturas antes de 24 horas após aplicação, a menos que se use roupa protetora.

LIMITAÇOES DE USO: Culturas de inverno (trigo, aveia, centeio) subsequentes à aplicação de Gamit 360 CS poderão apresentar leve clorose em locais se houver erro de aplicação como doses duplicadas ou sobreposição de barra. Entretanto, estas plantas recuperam-se normalmente, não afetando a produção nestas condições. Aguardar um período mínimo de 150 dias após a última aplicação do Gamit 360 CS para a instalação de culturas subsequentes. O uso de Gamit 360 CS na cultura de algodão só poderá ser feito caso as sementes tenham sido previamente tratadas com disulfoton, ou com a aplicação do mesmo no solo (sulco de plantio).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: A aplicação de GAMIT 360 CS poderá ser efetuada através de pulverizadores manuais (costais), tratorizados e aeronaves agrícolas (arroz irrigado).

EQUIPAMENTOS TERRESTRES: Bicos: bicos de jato plano (leque) com ângulo de jato de 110° e dos tipos (LP, DG, TK, TF ou ADI). Para a cultura do fumo, recomenda-se utilizar bicos tipo leque 80.04 ou 110.04. Todos os bicos da barra de aplicação deverão se manter à mesma altura em relação ao topo das plantas. Pressão: pulverizadores manuais e tratorizados: de 20 a 40 psi. Equipamentos com bicos de jato plano convencional: não ultrapassar a pressão de 40 psi. Não utilizar bicos de jato plano uniforme (ex: 11002 E) a não ser em aplicações exclusivamente na linha de plantio ou de uma única faixa. Volume de calda: 150 a 300 l/ha. Diâmetro e densidade de aotas: DMV de 450 micras e densidade mínima de 20 gotas/cm2. Faixa de deposição: utilizar distância entre bicos na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou excesso.

AERONAVES AGRÍCOLAS (arroz irrigado): Na cultura do arroz irrigado a aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições: bicos de jato plano da série 8010 ou 8015. Diâmetro e densidade de aotas: DMV de 420 a 480 micras e densidade mínima de 20 gotas/cm2. Número de bicos: Aviões IPANEMA: 40 a 42 bicos, fechando de 4 a 5 em cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximo à fuselagem, mantendo em operação os oito bicos sob a fuselagem (barriga), e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas. Outros modelos de aeronaves agrícolas: utilizar a deposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas. Altura de vôo: 3 a 5 metros em relação ao topo da cultura. Volume de aplicação: 30 a 40 l/ha. Faixa de deposição:. Aviões IPANEMA e similares: faixa máxima de 15 m. Aviões grandes: não deverá exceder 22 m. Ângulo da barra: entre 120 e 135° (UR > 70%). Aumentar o ângulo com a redução da umidade relativa do ar (UR).

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Temperatura ambiente: máximo 30°C. Umidade relativa do ar (UR): mínima 55%. Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.

Se houver erro de aplicação ou aplicação fora das recomendações acima descritas, que possibilite a deriva do produto para culturas sensíveis (girassol, milho, hortas, pomares, viveiros, casas de vegetação (estufas), jardins, videiras, arboredos, vegetações ribeirinhas e outras nativas), poderá ocorrer branqueamento das partes atingidas, em função do modo de ação do produto.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Clomazone foi rapidamente absorvido quando administrado por via oral a ratos. A observação dos dados de absorção indica claramente que o clomazone é bem absorvido após a administração oral. A maior parte do produto (63-79% da dose administrada) foi excretada na urina. A maioria dos metabólitos foi eliminada na urina e fezes dentro das primeiras 24 horas. As principais reações são hidroxilação aromática e do C-5. Não ocorre praticamente retenção de resíduos nos tecidos, principalmente dos rins e fígado, órgãos ativamente envolvidos no metabolismo, distribuição e excreção de substâncias estranhas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Os efeitos agudos, ou seja, sintomas de alarme são aqueles causados pela intoxicação por xileno, ou seja, dor de cabeça, náuseas, vômito, desconforto epigástrico, tonturas, fadiga, sonolência, distúrbios cardiovasculares, dispnéia, conjuntivite e hemorragias nasais; em casos graves pode ocorrer coma e morte. Os efeitos do CLOMAZONE não são cumulativos. Aumento no fígado e nas taxas de colesterol foram notados em animais de laboratório que ingeriram altas doses de CLOMAZONE durante toda a vida. Em estudos realizados em animais de laboratório o CLOMAZONE não demonstrou efeitos neurotóxicos, mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos.

EFEITOS COLATERAIS: por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente. Veja PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e veja PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO PROPRIAMENTE DITA: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina; use máscara apropriada cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, luvas, chapéu de aba larga, botas, óculos ou viseira facial e avental impermeável.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas de proteção separado das roupas domésticas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Não dar nada via oral, nem induzir vômito a uma pessoa inconsciente. Não administrar leite, álcool, gordura animal ou vegetal, pois podem aumentar a absorção. Olhos: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procurar local arejado. Se houver dificuldade na respiração, vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO: Grupo químico: Piretróide sintético (Éster do ácido crisantêmico); Ação tóxica: Hiper-sensibilizante, irritante de mucosas. A ingestão de grandes quantidades requer lavagem gástrica, com cuidado para se evitar aspiração intrapulmonar. Tratamento: anti-histamínico, tratamento sintomático.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: ZETACYPERMETHRIN é rapidamente absorvido, distribuído e excretado, principalmente via urina e fezes. Os mecanismos primários na decomposição do ZETACYPERMETHRIN incluem hidrólise ou clivagem da ligação éster e hidroxilação aromática. Os produtos de degradação são mais solúveis em água e menos tóxicos do que o ZETACYPERMETHRIN. Estas informações referem-se às observações do estudo em ratos.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Em casos de severa exposição à pele durante o manuseio, uma sensação típica pode ocorrer na pele exposta (especialmente na face) descrita como formigamento, queimação e dormência. Com o aparecimento de quaisquer sintomas durante a manipulação do produto, o intoxicado deverá procurar o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto. Os efeitos do ZETACYPERMETHRIN não são cumulativos. ZETACYPERMETHRIN não tem demonstrado nenhum potencial neurotóxico, mutagênico, teratogênico ou carcinogênico.

EFEITOS COLATERAIS: Não aplicável por não se tratar de produto para uso humano.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize o equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC Química do Brasil Ltda, pelo telefone de emergência 90xx34 3319-3000. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções: Piso pavimentado: coloque material absorvente (p.ex. serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado e recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens contaminadas. O Armazenamento das embalagens vazias, até a devolução nas Unidades de Recebimento, deve ser em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no próprio local das embalagens cheias, seguindo as instruções de armazenamento.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida, no ato da compra. A devolução deve ser feita no prazo de até um ano da data da compra ou, até o prazo de validade do produto. O usuário deve guardar o comprovante de devolução pelo prazo mínimo de um ano.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. O transporte de agrotóxicos, seus componentes e afins e sobras de produtos está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO:

O produto pode ser desativado por hidrólise alcalina (hidróxido de sódio a 10%) até atingir pH 14 ou decomposição térmica em incineradores industriais com temperatura de 1000(C, com um tempo mínimo de permanência nas câmaras de combustão de 2-3 segundos. Para a desativação do produto entre em contato com a Empresa.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas devidamente registrados para a cultura, com diferentes mecanismos de ação. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.