Bula Gesaprim GrDa

acessos
Atrazine
5496
Syngenta

Composição

Atrazina 880 g/kg Triazina

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pré-emergência e pós-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pré-emergência e pós-emergência
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pós-emergência
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
3 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pré-emergência e pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pré-emergência e pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pré-emergência e pós-emergência
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
3 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pré-emergência
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pré-emergência e pós-emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pré-emergência e pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pré-emergência e pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pré-emergência e pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pré-emergência
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pré-emergência e pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pré-emergência e pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender a necessidades das culturas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicado em pré-emergência e pós-emergência

Lata de fibra:
1kg;
Frasco de polietileno de alta densidade:
1kg;
Saco plático ou de papel:
1, 2, 5, 10 e 20 Kg;
Barrica de fibra:
2, 5, 10 e 20 kg.

As embalagens acima referida poderão conter sacos hidrossolúveis internamente.

INSTRUÇÕES DE USO:
IMPORTANTE: LEIA COM ATENÇÃO E INTEGRALMENTE AS INSTRUÇÕES DE USO ABAIXO, DE MODO A OBTER A MELHOR EFICIÊNCIA DO PRODUTO GESAPRIM GrDA.

Indicações de uso: GESAPRIM GrDA é um herbicida seletivo, recomendado para o controle de plantas infestantes na pré a pós-emergência precoce a inicial, nas culturas de milho, cana-de-açúcar e sorgo.

Características do modo de ação, áreas de utilização do GESAPRIM GrDA e os objetivos dos tratamentos:
GESAPRIM GrDA caracteriza-se pela sua ação específica sobre as espécies de folhas largas anuais (latifoliadicida por excelência), destacando-se dentre elas, algumas espécies de difícil controle na pré-emergência. Sua ação graminicida é moderada, excetuando-se para algumas espécies.


Modo de Ação:
O ingrediente ativo ATRAZINA é absorvido pelas plantas através das raízes (após a germinação) e se transloca, via xilema, até as folhas (cloroplasto das folhas), onde provoca a inibição da fotossíntese, cujos sintomas se manifestam através da clorose, necrose e morte das invasoras.

Quando o produto é aplicado na pós-emergência das invasoras, é absorvido através das folhas, onde penetra rapidamente nos cloroplastos e, neste caso, atua por contato e praticamente não sofre nenhuma movimentação.

Áreas de utilização:
GESAPRIM GrDA é recomendado para utilização nas seguintes situações e tipos de infestação:
A) Como tratamento básico na pré-emergência logo após o plantio:
Nas infestações exclusivas de folhas largas.
Nas infestações predominantes de folhas largas e presença de gramíneas sensíveis.
B) Como tratamento complementar ou seqüencial, na pós-emergência precoce a inicial das invasoras:
Nas infestações predominantes de folhas largas.

MODO DE APLICAÇÃO:
GESAPRIM GrDA deve ser aplicado na forma de pulverização, com auxílio de pulverizadores terrestres, convencionais (costais, tratorizados), aviões ou helicóptero.

Informações sobre os equipamentos de aplicação:
Aplicações Terrestres:
GESAPRIM GrDA pode ser aplicado com os equipamentos convencionais terrestres. Pulverizadores costais, manual ou pressurizado e pulverizadores tratorizados, adaptados com barras, utilizando-se os bicos leques do tipo Teejet 80.03, 80.04, 110.03, 110.04 ou similares com o volume de calda variando de 250 a 400 Litros/ha.
Em se tratando de aplicação de herbicidas, a pressão de trabalho da bomba deve girar em torno de 30-60 libras por polegada quadrada.
Nas regiões com ventos acentuados, entre 10-14 km/h, as aplicações pré-emergentes poderão ser feitas com uso de bicos anti-deriva do tipo FULL JET, como o FL 5, FL 6.5, FL 8 e com pressão de 20-25 libras por polegada ao quadrado.

Aplicação Aérea:
GESAPRIM GrDA pode ser aplicado também através de aplicação aérea com a utilização de aviões e helicópteros.

Parâmetros para o avião Ipanema:
Bicos: 80.10, 80.15 e 80.20
Volume de calda: 40 a 50 L/ha
Altura de vôo: 3 a 4 m
Temperatura ambiente: até 27º C
Umidade do ar: mínimo de 55%
Velocidade do vento: máxima de 10 km/h
Faixa de aplicação: 15 m
Diâmetro das gotas: pré-emergência das plantas infestantes: maior que 400 micrômetros;
pós-emergência das plantas infestantes: 200 a 400 micrômetros.

OBS.: nas operações com aeronaves, atender às Normas da Portaria 009 de 23.03.83 da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura.

Épocas de aplicação:
Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes:

• Milho: aplicar logo após o plantio na pré-emergência da cultura e das invasoras, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. Neste caso, poderá ser aplicado com auxílio de pulverizador costal ou com equipamento tratorizado através do sistema 3 em 1, no qual em uma operação se aduba, planta e aplica o herbicida. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida.

• Sorgo: aplicar GESAPRIM GrDA logo após o plantio, na pré-emergência da cultura do sorgo e das plantas infestantes, através de tratamento em área total.
OBS.: o produto não deve ser aplicado na pré-emergência da cultura de sorgo, nos solos de textura arenosa.

• Cana-de-açúcar: aplicar GESAPRIM GrDA, na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana-planta após o plantio dos toletes (mudas), e na cana-soca após o corte, cultivo e adubação da soca.

Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes:

• Milho: aplicar GESAPRIM GrDA após a germinação da cultura, com as invasoras na pós-emergência, através de tratamento em área total, observando-se rigorosamente as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados.

• Sorgo: aplicar GESAPRIM GrDA através de tratamento em área total, após a germinação da cultura a partir de aproximadamente 15 cm de altura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados.
OBS.: esta modalidade de aplicação pós-emergente representa uma alternativa recomendável para o sorgo nos solos arenosos. Sintomas leves de fitotoxicidade poderão ocorrer caracterizados por pequenas necroses nos ápices das folhas, sintomas estes que desaparecem em condições normais nos próximos 15 dias.

• Cana-de-açúcar (cana-planta e cana-soca): aplicar GESAPRIM GrDA através de tratamentos em área total, após a germinação da cultura (com porte até 30-40 cm) e das invasoras, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados.
Não há restrições quanto ao estádio de desenvolvimento da cultura da cana para aplicação do produto, porém nas culturas muito desenvolvidas com mais de 50-60 cm de altura, recomenda-se a adaptação de pingentes à barra de pulverização para aplicação dirigida nas entrelinhas, com o que se evita o efeito guarda-chuva e melhor eficiência de controle com o herbicida.

Número de aplicações:
Desde que aplicado nas condições adequadas, através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades da cultura.

Fatores relacionados com a aplicação na pré- emergência:
Preparo do solo:

Plantio Convencional: o solo deve estar bem preparado através das operações de aração, gradeação, nivelamento superficial e livre de torrões, cujas condições são as ideais para o plantio e aplicação do herbicida.

Sistema de Plantio Direto: a área destinada ao plantio deve apresentar condições de pré-emergência das invasoras, após as operações de manejo e dessecação das plantas infestantes ou das culturas de inverno, cujas condições são básicas para o plantio e aplicação do herbicida.
Nesta modalidade de cultivo, GESAPRIM GrDA, é aplicado sempre na presença de material orgânico seco existente na superfície do solo, proveniente de diferentes fontes, tais como:
- Palhada resultante da colheita de culturas de inverno como trigo, cevada, centeio e outras.
- Culturas de inverno dessecadas como aveia, azevem, ervilhaca, tremoço e outras.
- Plantas infestantes dessecadas nas áreas de pousio, portanto, a ocorrência de chuvas após a aplicação do produto é favorável por promover o carreamento do herbicida retido nas palhadas para o solo, assegurando boa atividade de controle das invasoras.

Umidade do Solo: o solo deve estar úmido durante a aplicação do GESAPRIM GrDA. Não aplicar o herbicida com o solo seco, pois o funcionamento do produto poderá ficar comprometido.

Nas regiões que se caracterizam pelo inverno seco, sua utilização deve ser iniciada após a normalização do regime de chuvas e deve-se evitar aplicações nos plantios precoces das culturas, pois estando o solo na fase de reposição hídrica, o pleno funcionamento do produto poderá vir a ser comprometido, na eventual falta de chuvas antes do total restabelecimento da umidade do solo.
A ocorrência de chuvas normais após a aplicação ou a irrigação da área tratada com GESAPRIM GrDA, promove a rápida incorporação do produto na camada superficial favorecendo sua pronta atividade.

Vento: evitar aplicações com vento superior a 10 km/hora.

Fatores relacionados com a aplicação na pós-emergência:
Plantas infestantes e o seu Estádio de Controle:
Para assegurar pleno controle das invasoras na pós-emergência deve-se observar, rigorosamente, as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados.

Influências de Fatores Ambientais na Aplicação:
Umidade do ar: aplicar o produto com umidade do ar (UR) superior a 60%.

Horário de aplicação: recomenda-se aplicar de preferência pela manhã até às 10:00 horas ou à tarde, a partir das 16:00 horas quando as condições climáticas são as mais favoráveis para atividade pós-emergente, principalmente, pela maior UR do ar.
Não há restrições nos dias nublados.

Orvalhos/chuvas: evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação da chuva ou orvalho muito forte.

Umidade do solo: o solo deve estar úmido durante a aplicação. Não aplicar GESAPRIM GrDA com solo seco, principalmente, se antecedeu um período de estiagem prolongado que, predispõe as plantas infestantes ao estado de “stress” por deficiência hídrica, comprometendo o controle com o herbicida.

Vento: evitar aplicações com ventos fortes superiores a 10 km/h.

Adjuvantes – Espalhante adesivo ou óleo mineral: nos tratamentos pós-emergentes, deve-se adicionar adjuvantes (espalhante adesivo ou óleo mineral), nas doses recomendadas pelos fabricantes, que imprimem maior efeito pós-emergente ao GESAPRIM GrDA, aumentando também o espectro de controle das invasoras.

Preparo da calda:
Sem utilização de Adjuvante:
O produto, na quantidade pré-determinada, deve ser despejado diretamente no tanque do pulverizador, contendo ¼ do volume d’água e o sistema de agitação ligado. Em seguida, completar o volume do tanque.

Com utilização de Adjuvante:
(Uso apenas nas aplicações pós-emergentes)

- Espalhante Adesivo: o produto, na quantidade pré-determinada, deve ser despejado diretamente no tanque do pulverizador, contendo ¼ do volume com água e o sistema de agitação ligado. A seguir, acrescentar mais água e, com o tanque praticamente cheio, adicionar o espalhante adesivo como último componente, completando o nível de água.
Doses a serem utilizadas:
Milho: 10 a 20 mL/100 Litros de água (dependendo do volume da calda)
Cana: 10 a 20 mL/100 Litros de água (dependendo do volume da calda)
Sorgo: 10 a 20 mL/100 Litros de água (dependendo do volume da calda)

- Óleo Mineral: quando da utilização de óleo mineral, adicionar este com a metade do tanque cheio d’água e o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida, mantendo a agitação em funcionamento, adicionar GESAPRIM GrDA aos poucos, completando o volume simultaneamente, de maneira a assegurar a formação de uma solução homogênea.
Doses a serem utilizadas:
Milho: 1,5 L/ha
Cana: 1,5 L/ha
Sorgo: 1,5 L/ha

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
1 dia.
Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação do produto.


LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:

Milho e Cana-de-açúcar:
GESAPRIM GrDA é altamente seletivo às culturas de milho e cana-de-açúcar em qualquer estádio de desenvolvimento. A seletividade do produto ocorre através de mecanismos fisiológicos, isto é, particularmente nas plantas de milho que conseguem metabolizar a ATRAZINA.

Sorgo:
A seletividade do GESAPRIM GrDA nesta cultura é uma conseqüência do posicionamento do produto em relação às plantas, na fase inicial de germinação, especialmente, nos solos de textura média a argilosa, nos quais o herbicida permanece estável nas primeiras camadas, absorvido pelos colóides e fora do alcance dos pontos de penetração.
Nos solos arenosos, a estabilidade da ATRAZINA na camada superficial tende a ser menor, devido à menor adsorção e maior lixiviação. Tal situação, predispõe a maiores riscos de fitotoxicidade, a qual se manifesta através da clorose, necrose, morte da planta logo após a germinação. Por isso, GESAPRIM GrDA não é recomendado para aplicação na pré-emergência de sorgo, neste padrão de solo.
A tolerância das plantas de sorgo ao GESAPRIM GrDA aumenta com o desenvolvimento da cultura e a partir de aproximadamente 15 cm de altura se torna viável a aplicação na pós- emergência (da cultura). Entretanto, deve-se atentar para o estádio de desenvolvimento das invasoras.

Outras restrições a serem observadas:
- GESAPRIM GrDA não deve ser aplicados em solos mal preparados com torrões ou em solo seco.
- No sistema de plantio direto, GESAPRIM GrDA não deve ser aplicado em áreas mal dessecadas (manejo inadequado), que não assegurem garantias totais de pré-emergência.
- GESAPRIM GrDA não deve ser aplicado nos tratamentos pós-emergentes, estando o Capim-marmelada com mais de 3 folhas (após iniciado o perfilhamento).
- Antes de aplicar o GESAPRIM GrDA nas linhagens de milho, deve-se efetuar os testes de sensibilidade.
- GESAPRIM GrDA NÃO DEVE SER RECOMENDADO para aplicar na pré-emergência na cultura do Sorgo, em solos arenosos, devido à riscos de fitotoxicidade, quando da ocorrência de chuvas logo após o plantio e aplicação do produto.
- Não aplicar o GESAPRIM GrDA na fase inicial de germinação da cultura do Sorgo; aguardar até que atinja porte aproximado de 15 cm.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

MEDIDAS GERAIS E PRIMEIROS SOCORROS:

(ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES)


PRECAUÇÕES GERAIS:
? Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
? Não utilize equipamentos com vazamentos.
? Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
? Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.


PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
? Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, viseira ocular, luvas, botas e
avental impermeável.
? Use luvas de borracha.
? Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e
VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
? Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS
SOCORROS.
? Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.


PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
? Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
? Não aplique o produto contra o vento.
? Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
? Não reutilize a embalagem vazia.
? Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
? Tome banho, troque e lave suas roupas.
PRIMEIROS SOCORROS:
Se alguma indisposição ocorrer durante a aplicação ou manipulação do produto, desde que as
instruções de precauções no manuseio estejam sendo seguidas, suspenda as atividades
imediatamente. Evite qualquer contato adicional com pesticidas. Retire as roupas de trabalho,
lave cuidadosamente todo o corpo do paciente com água e sabão, lave os olhos com água limpa
em abundância.
Coloque o paciente em local bem arejado.
Caso o produto tenha sido ingerido, não induzir o vômito, ministrar carvão ativado com grande
quantidade de água. Caso grande quantidade de produto tenha sido ingerida, procurar
imediatamente assistência médica.


MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
O produto é na sua maioria excretado via urina e fezes.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Dados Agudos:
Toxicidade aguda oral (ratos): LD50 > 4000 mg/kg.
Toxicidade aguda dérmica (ratos): LD50 > 4000 mg/kg.
Toxicidade aguda inalação (ratos): produto não volátil.
Irritação a olhos (coelhos): não se mostrou irritante.
Irritação a pele (coelhos): não se mostrou irritante.
Dados crônicos:
A dose de não efeito tóxico estabelecida para ratos, para o ingrediente ativo foi de 10 ppm.
11
Efeitos colaterais:
Não conhecidos.


SINTOMAS DE ALARME:
Não conhecidos para seres humanos, porém, em animais de laboratório, os sintomas de
intoxicação observados foram: sedação, dispneia, exoftalmia, posição curvada e pêlo arrepiado.
TERAPIA E ANTÍDOTO (Informações para uso médico):
A terapia no caso de intoxicação deverá ser sintomática, pois o produto não dispõe de antídoto
específico.


TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque Intoxicação: 0800-7226001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: 0800-704-4304 (24 horas)

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:

? Este produto é:
X - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
? Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
? Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
? Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
? Não utilize equipamento com vazamento.
? Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
? Aplique somente as doses recomendadas.
? Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água.
? A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
? Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetíveis a danos.
? Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.


2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
? Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
? O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
? A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
? O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
? Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
? Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
? Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver adequadamente
embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
? Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
? Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
? Isole e sinalize a área contaminada.
? Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
CULTIVOS LTDA - telefone de emergência: 0800-704-4304.
? Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara contra eventuais vapores).
? Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

? Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado.
Neste caso, consulte o registrante, por meio do telefone indicado no rótulo para a sua
devolução e destinação final.
? Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante, conforme indicado acima.
? Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
? Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ
QUÍMICO, etc, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
? Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
? Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
? Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
? Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
? Faça esta operação três vezes;
? Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
. Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
? Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
? Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
? Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
? A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
? Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
? Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;

? Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
? Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
? Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL


- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.


- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento
onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.


TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.


- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.


- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
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agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.


O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes resistentes a produtos com este mecanismo de ação. Como prática de manejo de resistência de plantas espontâneas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o
aumento de população de plantas daninhas (plantas infestantes) a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas daninhas (plantas infestantes) deverão ser
aplicadas herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a
cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.