Graduate A+
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Azoxistrobina; Fludioxonil
Registro MAPA:
10520
Empresa Registrante:
Syngenta |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Azoxistrobina | 239 g/L | |
| Fludioxonil | 239 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Abacate | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Abacaxi | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Ceratocystis paradoxa (Podridão da coroa) | veja aqui | |||
| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Anonáceas | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Azeitona / Oliveira | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Banana | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum musae (Antracnose) | veja aqui | |||
| Cacau | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Citros | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Penicillium digitatum (Bolor verde) | veja aqui | |||
| Cupuaçu | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Guaraná | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Lichia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Macadâmia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Mamão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Asperisporium caricae (Varíola) | veja aqui | |||
| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Manga | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Maracujá | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Melancia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Fusarium oxysporum (Podridão basal) | veja aqui | |||
| Melão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Fusarium oxysporum (Podridão basal) | veja aqui | |||
| Fusarium solani (Fusariose) | veja aqui | |||
| Noz-pecã | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Pitaia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Plantas ornamentais | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Botrytis cinerea (Mofo cinzento) | veja aqui | |||
| Romã | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Rosa | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Botrytis cinerea (Mofo cinzento) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
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| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 1000 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Metálico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 1000 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Metálico | Rígida | Líquido | 1000 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico | Rígida | Líquido | 1000 L |
INSTRUÇÕES DE USO
MODO DE APLICAÇÃO
O produto deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.
Aplicação por imersão
Utilizar um equipamento que possibilite a imersão completa dos frutos em uma calda contendo o produto durante 2 minutos. Em seguida, mover os frutos para uma câmara de secagem, evitando assim o excesso de umidade que pode causar condições propícias para o desenvolvimento de outros fungos patogênicos durante o transporte e armazenamento.
Aplicação por pulverização
Aplicar a calda contendo o produto a fim de assegurar uma cobertura homogênea e uniforme das frutas com um sistema de aplicação localizado dentro da linha de processo, contendo uma câmara fechada, através da qual passa o fruto, usando bicos de fluxo controlado, evitando vazamentos da câmara de aplicação. Em seguida, mover os frutos para uma câmara de secagem, evitando assim o excesso de umidade que pode causar condições propícias para o desenvolvimento de outros fungos patogênicos durante o transporte e armazenamento.
Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada, a fim de assegurar uma boa cobertura foliar da cultura. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a cultura, de acordo com a forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual, motorizado, tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre
150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1.000 kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora.
Modo de preparo de calda:
1. Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem.
2. O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida e em seguida adicionar o adjuvante recomendado pelo fabricante, caso necessário. Após isso, proceder com a homogeneização e completar o volume do tanque com água.
A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
3. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação.
4. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Intervalo de Reentrada não determinado devido à modalidade de emprego.
LIMITAÇÕES DE USO
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas
Quando utilizado de acordo com as recomendações da bula, GRADUATE A+ não causa fitotoxicidade para as culturas do Abacate, Abacaxi, Anonáceas, Azeitona, Banana, Cacau, Citros, Cupuaçu, Guaraná, Lichia, Maçã, Macadâmia, Mamão, Manga, Melão, Melancia, Nozpecã, Pitaya, Plantas ornamentais, Romã e Rosa. Entretanto, devido ao grande número de espécies e variedades de culturas que podem vir a ser afetadas pela doença, recomenda-se que o usuário aplique preliminarmente o produto em uma pequena área paraverificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visando o melhor equilíbrio do sistema.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C3 e do Grupo E2 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRACBR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO E2 FUNGICIDA
O produto é um fungicida composto por uma estrobilurina, azoxistrobina, e um Fenilpirrol, o fludioxonil. Estes ingredientes ativos apresentam dois diferentes modos de ação, a azoxistrobina é um inibidor do complexo III: citocromo bc 1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo do grupo C3 e o Fludioxonil que atua na síntese das enzimas do grupo das quinases, do grupo E2. Esta combinação de diferentes ativos faz parte de uma estratégia de gerenciamento de resistência.