Bula Graolin 500 EC

acessos
EEA 406
515
Syngenta

Composição

Pirimifós-metílico 500 g/L Organofosforado

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Fumigante
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gorgulho
(Sitophilus zeamais)
8 a 16 mL p.c. / tonelada - - Único. 45 dias. Tratamento de grãos a granel no início do armazenamento
Gorgulho
(Sitophilus oryzae)
8 a 16 mL p.c. / tonelada - - Único. 45 dias. Tratamento de grãos a granel no início do armazenamento
Traça
(Sitotroga cerealella)
8 a 16 mL p.c. / tonelada - - Único. 45 dias. Tratamento de grãos a granel no início do armazenamento
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gorgulho
(Sitophilus zeamais)
8 a 16 mL p.c. / tonelada - - Único. 45 dias. Tratamento de grãos a granel no início do armazenamento
Traça
(Sitotroga cerealella)
8 a 16 mL p.c. / tonelada - - Único. 45 dias. Tratamento de grãos a granel no início do armazenamento
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gorgulho
(Sitophilus zeamais)
8 a 16 mL p.c. / tonelada - - Único. 45 dias. Tratamento de grãos a granel no início do armazenamento

Frasco PET com capacidade para 1 litro;
Frasco PEAD com capacidade para 250 mL e 1 litro;
Balde de aço com capacidade para 20 litros;
Frasco plástico com capacidade para 0,1; 0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0 litros;
Bombona de plástico rígida lavável com capacidade para 5; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 50; 55; 60; 100; 180; 190; 200 e 220 litros
Lata metálica rígida lavável com capacidade para 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2; 5 e 10 litros
Balde metálico 5; 10; 15; 25; 40; 45; 50; 55 e 60 litros
Contentor intermediário IBC plástico com capacidade para 500; 550; 600; 680; 750; 937,5; 1.000; 5.000; 18.000; 20.000; 25.000; 26.000 e 28.000 litros
Isotanque de aço com capacidade para 5.000; 18.000; 20.000; 25.000; 26.000 e 28.000 litros
tambor metálico/plástico com capacidade para 100; 180; 190; 200 e 220 litros
Tanque metálico/ plástico com capacidade para 5.000; 18.000; 20.000; 25.000; 26.000 e 28.000 litros

INSTRUÇÕES DE USO:
Controle de pragas em grãos armazenados:
Trigo:Caruncho-dos-cereais (Sitophilus zeamais);
Arroz: Caruncho-dos-cereais (Sitophilus zeamais e Sitophilus oryzae) e Traça-dos-cereais (Sitotroga cerealella);
Milho: Caruncho-dos-cereais / gorgulho (Sitophilus zeamais) e Traça-dos-cereais (Sitotroga cerealella);
Cevada: Traça-dos-cereais (Sitotroga cerealella).

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Para grãos a granel
Deve-se misturar a calda diretamente aos grãos no início do armazenamento.

Para grãos ensacados
Aplicar a calda diretamente sobre a sacaria por ocasião de seu empilhamento.

MODO DE APLICAÇÃO:

•Tratamento dos grãos armazenados

Grãos a granel:
Utilizar os equipamentos próprios para pulverização sobre os grãos nas esteiras transportadoras.

Utilizar de 8 a 16 mL de GRAOLIN 500 EC por tonelada de grãos, diluídos em 1 litro de água ou menos, dependendo do equipamento.

Observar uma boa cobertura de pulverização sobre cereal.

Grãos ensacados:
Utilizar 0,5 mL de GRAOLIN 500 EC diluído em 50 mL de água para cada metro2 de superfície de saco.

Aplicar com pulverizador costal manual. Tratar cada fileira de sacos, e quando a pilha estiver formada, pulverizar lateralmente.

Obs: Os cereais deverão ser expurgados antes do tratamento, se houver infestação.

•Desinfestação de silos e armazéns
Aplicar o produto no armazém vazio, por meio de pulverizador, atingindo toda a superfície das paredes, teto e chão. Usar de 100 a 200 mL, por 100 m² de superfície aplicada, diluídos em 2 a 25 litros de água, dependendo da porosidade da superfície.


INTERVALO DE SEGURANÇA:

Arroz(**), Cevada(**), Milho e Trigo ..................... 30 dias (*)

(*) O intervalo de segurança refere-se ao período de tratamento dos grãos armazenados e sua comercialização.
(**) Não beneficiados e com casca para as culturas de arroz e cevada.

Obs.: Os grãos armazenados, após o intervalo de segurança, pode ser utilizado para consumo humano.

Outras restrições a serem observadas
Os grãos armazenados só poderão ser utilizados para consumo humano após observância do período de carência.

LIMITAÇÕES DE USO:

Nenhuma, se o produto for utilizado conforme a recomendação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE modo de aplicação

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRÈCAUÇÕES GERAIS:
. Produto para uso exclusivamente agrícola.
. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
. Não Manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
o ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
. Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
. Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). -
. Utilize equipamento de proteção individual-EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
. Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA. E manter os
avisos até o final do período de reentrada.
. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. ..
. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
. Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
. Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
. Tome banho, imediatamente após a aplicação do produto.
. Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilize luvas e avental impermeável.
. Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos proteção após cada aplicação do produto.
. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
. Não reutilizar a embalagem vazia.
. No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Organofosforados
Classe III- Medianamente tóxico
toxicolóqica
Mecanismos de Inibem permanentemente a enzima acetilcolinesterase através de sua
toxicidade fosforilação, causando acúmulo de acetilcolina e consequente
superestimulação das terminações nervosas, tornando inadequada a
transmissão de seus estímulos às células musculares, glandulares,
ganglionares e do Sistema Nervoso Central (SNC).
Vias de Oral, Inalatória, dérmica e mucosas.
absorção
Sintomas e Os efeitos podem ocorrer minutos ou horas após exposição.
sinais clínicos As manifestações agudas são classificadas como:
Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou
colinérgica): vômito, diarréia, cólicas, abdominais, broncoespasmo, miose
puntiforme e paralítica, bradicardia, hipersecreção (sialorréia,
lacrimejamento, broncorréia e sudorese), cefaléia, incontinência urinária,
visão borrada. Diaforese severa pode provocar desidratação e
hipovolemia graves, resultando em choque.
. Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial,
fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral,
indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura
respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão arterial podem
manifestar-se, e serem alteradas pelo efeito muscarínico.
Efeitos em SNC (síndrome neurológica): ansiedade, agitação, confusão
mental, ataxia, depressão de centros cardio-respiratórios, convulsões e
coma.
Também podem ocorrer manifestações tardias:
Síndrome intermediária: aparece 1-4 dias após a exposição e a resolução
da crise colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos
respiratórios e debilidade muscular que acomete principalmente a face, o
pescoço e as porções proximais dos membros. Também pode haver
comprometimento de pares cranianos e diminuição de reflexos tendinosos.
A crise cede após 4-21 dias de assistência ventilatória adequada, mas
pode prolongar-se, às vezes, por meses após a exposição.
Neuropatia retardada Induzida por Organofosforados: ela aparece em 14
a 28 dias após a exposição e é desencadeada por dano aos axônios de
nervos periféricos e centrais. A crise se caracteriza por paresias ou
paralisias simétricas de extremidades, sobretudo inferiores, podendo
persistir durante semanas ou anos.
São casos raros, após exposições agudas e intensas.
Outros efeitos sobre o Sistema Nervoso Central: um déficit residual de
natureza neuropsiqüiátrica, com depressão, ansiedade, irritabilidade,
comprometimento da memória, concentração e iniciativa podem
observar-se.
Toxicocinética Após absorção, os Organofosforados são distribuídos por todos os tecidos
do organismo, atingindo altas concentrações no fígado, onde são
metabolizados, e nos rins, que os excretam. A meia-vida destes inseticidas
varia muito, dependendo da natureza do composto. Alguns metabólicos
são mais tóxicos que a substância que os originou.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro
clínico compatível, associados ou não a queda na atividade das
colinesterases. Queda em 25% ou mais de sua atividade original indica
exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada com
exposição interna. A pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não
específico. Ambas podem demorar de 3-4 meses para se normalizar. A
identificação das substâncias e seus metabólitos em sangue e urina pode
evidenciar exposição, mas não são facilmente realizáveis. Outros controles
incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas
hepáticas, gasometria, ECG (prolongamento de QT), RX tórax(edema
pulmonar e aspiração). Convém considerar a possibilidade de associação
do organofosforado a outros tóxicos, o que pode alterar ou potencializar o
perfil clínico esperado. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de
intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do
tratamento a confirmação laboratorial.
Tratamento As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a
adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas
concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas,
cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
2- Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico
ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. 3. Em caso de ingestão recente, proceder a lavagem gástrica. Atentar para
nivel de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g
em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
4- Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas
permeáveis, se necessário através de entubação oro-traqueal, aspirar
secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza de musculatura
respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias
cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.
Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar
pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no
mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Específico e antídotos:
ANTIDOTO
Sulfato de Atropina é o antídoto de emergência em caso intoxicação. Nunca
administre Sulfato de Atropina antes do aparecimento dos sintomas de
intoxicação. A pralidoxima é o antídoto específico para os organofosforados.
A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de
sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver
assintomático.
Atropina - agente antimuscarínico - é usada para reverter os sintomas
muscarinicos, não os nicotínicos, na dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque
(adultos), e 0,05 mg/Kg em crianças, EV. Repetir se necessário a cada 5 a 10
minutos. As preparações de Atropina disponíveis no mercado, normalmente
têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg/ml. O parâmetro para a manutenção
ou suspensão do tratamento é clínico, e se baseia na reversão da ausculta
pulmonar indicativa de broncorréia e na constatação do desaparecimento da
fase hipersecretora, ou sintomas de intoxicação atropínica (hiperemia de
pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia. Alcançados sinais de
atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas
ou mais. A presença de taquicardia e hipertensão não contra-indica a
atropinização.
Manter em observação por 72 horas, com monitorização cardio-respiratória e
oximetria de pulso. A ação letal dos organofosforados pode ser comumente
atribuída a insuficiência respiratória, pelos mecanismos de: broncoconstrição,
secreção pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e
consequente depressão do centro respiratório por hipóxia. Devido a esta
complicação, manter a monitoração e tratamento sintomático.
É indicada supervisão do paciente por pelo menos 48 horas
Oximas-Pralidoxima - é um antídoto especifico para organofosforados.
Sua ação visa restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica coleta de
amostra de sangue heparinizado prévia a sua administração, para
estabelecimento da efetividade do tratamento. Age em todos sítios afetados
(muscarínicos, nicotínicos e provavelmente em SNC). Não reativa
a colinesterase plasmática.
Dose de ataque:
Adultos: 1-2 g preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC, em
doses não maiores que 200 mg/minuto, diluídos em Soro Fisiológico, podendo
ser repetida a partir de 2 horas após a primeira administração, não
ultrapassando a dose máxima de 12 g/dia.
Crianças: 20 a 40 mg/kg preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC
(não exceder 4 mg/kg/min).
Deve ser iniciada nas primeiras 24 hs, para ser mais efetiva, mas pode ser
realizada mais tarde, em especial para compostos lipossolúveis.
Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com Benzodiazepínicos sob
orientação médica.
Contra A diálise e a hemoperfusão são contra-indicadas.
indicações O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas, devido à
possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca(morfina, succinilcolina, teofilina,
fenotiazinas e reserpina).
Efeitos Com outros organofosforados ou carbamatos.
sinérgicos
Atenção Ligue para o Disque-intoxicação: 0800-7226001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT-
ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7044304.
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
A norma geral internacionalmente não contempla a realização desses estudos no ser humano. Todavia estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre o mecanismo de ação, absorção e excreção.
A administração do produto por via oral excretou cerca de 80% do material radioativo por via urinária e 7,5% pelas fezes, no intervalo de 24 horas. Os principais metabólitos foram detectados na urina, no intervalo de 120 horas após o tratamento.
EFEITOS AGUDOS:
Dados de toxicidade aguda da formulação:
DL 50 oral em ratos: 2 mL/Kg
DL50 dérmica em ratos: 4 mL/Kg
Irritação ocular em coelhos: irritação moderada
Irritação dérmica em ratos: irritação suave
A intoxicação pelo produto tem como conseqüência os sintomas característicos da inibição da colinesterase, como exaustão, diarréia, salivação excessiva e corrimento nasal, vômito, paralisia e dores estomacais, dores de cabeça, sudorese excessiva, tremores, falta de coordenação motora, contração muscular, fraqueza, confusão mental, visão borrada, dificuldade de respirar, taquicardia, enrubecimento e amarelecimento da pele e
lacrimejamento.
EFEITOS CRÔNICOS:
Ratos submetidos às doses diárias, por via oral, de O, 10, 50 e 300 ppm do princípio ativo durante o período de 2 anos, apresentaram os seguintes efeitos adversos significativos relacionados ao tratamento: inibições da colinesterase plasmática (50 e 80%) e das colinesterases eritrocitária cerebral (30-40%) nos animais alimentados ao nível dose de 300 ppm e inibição da taxa da colinesterase plasmática (50 e 65%) de uma fêmea alimentada à dose de 50 ppm. Não foram observadas alterações significativas que se pudessem
relacionar ao tratamento, quando da realização das análises macro e microscópica dos tecidos. Na dose de 10 ppm não houve efeito tóxico adverso.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
• Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRAVEL em peixes.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos do solo.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇAO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. -
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada. -
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇAO DE CULTIVOS LTDA - telefone de emergência: 0800-704-4304.
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas
botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, etc, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDARIA (NAO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Embalagem SACARIAS (utilizadas para acondicionar sementes tratadas com GRAOLIN 500
EC)
- AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS.
- AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER LAVADAS.
- ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
O armazenamento das embalagens - SACARIAS- vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio das SACARIAS.
As embalagens - SACARIAS - vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS - SACARIAS - VAZIAS
Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico GRAOLIN 500 EC ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.
Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico GRAOLIN 500 EC e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.
- PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO
FEDERAL OU DO MUNICIPIO: (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos
responsáveis).

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
•Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
•Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
•Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhadas para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).