Bula Hopper - Koppert
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Bula Hopper

Trichogramma galloi
6015
Koppert

Composição

Trichogramma galloi 2400 Parasitóides/cápsula

Classificação

Terrestre
Agente Biológico de Controle
Não determinada devido à natureza do produto (inimigo natural).
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Insetos vivos
Vespa endoparasitóide

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico

Calda Terrestre Dosagem
Diatraea saccharalis (Broca do colmo)

Cápsula (Polpa moldada poliestireno) - 2000 parasitoides

INSTRUÇÕES DE USO

HOPPER (Trichogramma galloi) é um agente biológico de controle utilizado no controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), em pós-emergência, na forma inundativa. Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Número de aplicação: pode-se liberar o equivalente a 200.000 parasitoides/ha, dividida em até 4 aplicações.
Época: as liberações devem ser realizadas no início da manhã, em pelo menos 25 pontos por ha.
Intervalo de aplicação: será realizada nova aplicação em intervalos de 7 dias.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Aplicação terrestre: as liberações de Trichogramma galloi devem ser realizadas quando se observarem os primeiros ovos de Diatraea saccharalis na cultura.
Utilizando-se meios indiretos, como armadilhas luminosas e armadilhas com feromônios, pode-se determinar o nível populacional da praga. As liberações devem ser realizadas no início da manhã.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não se aplica para o caso de agentes biológicos de controle (organismos vivos).

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS

Não se aplica para o caso de agentes biológicos de controle (organismos vivos).

LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças.

Não há registro de desenvolvimento de resistência ao parasitismo e a predação por inimigos naturais.