Bula Hz-NPV CCAB

CI
VPN-HzSNPV
7315
CCAB Agro

Composição

VPN-HzSNPV 404 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida biológico
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Ingestão

Abóbora

Dosagem Calda Terrestre
Helicoverpa armigera (Helicoverpa) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Dosagem Calda Terrestre
Helicoverpa armigera (Helicoverpa) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aipo

Dosagem Calda Terrestre
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Alface

Dosagem Calda Terrestre
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Alfafa

Dosagem Calda Terrestre
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Algodão

Dosagem Calda Terrestre
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Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
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Arroz

Dosagem Calda Terrestre
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Batata

Dosagem Calda Terrestre
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Berinjela

Dosagem Calda Terrestre
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Beterraba

Dosagem Calda Terrestre
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Brócolis

Dosagem Calda Terrestre
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Café

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Canola

Dosagem Calda Terrestre
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Chicória

Dosagem Calda Terrestre
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Citros

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Couve

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Couve-flor

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Ervilha

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Espinafre

Dosagem Calda Terrestre
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Feijão

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Feijão vagem

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Gérbera

Dosagem Calda Terrestre
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Girassol

Dosagem Calda Terrestre
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Linhaça

Dosagem Calda Terrestre
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Maçã

Dosagem Calda Terrestre
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Melancia

Dosagem Calda Terrestre
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Melão

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Milheto

Dosagem Calda Terrestre
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Milho

Dosagem Calda Terrestre
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Morango

Dosagem Calda Terrestre
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Pepino

Dosagem Calda Terrestre
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Pera

Dosagem Calda Terrestre
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Pimenta

Dosagem Calda Terrestre
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Repolho

Dosagem Calda Terrestre
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Rosa

Dosagem Calda Terrestre
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Rúcula

Dosagem Calda Terrestre
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Soja

Dosagem Calda Terrestre
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Sorgo

Dosagem Calda Terrestre
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Tomate

Dosagem Calda Terrestre
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Trigo

Dosagem Calda Terrestre
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Uva

Dosagem Calda Terrestre
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Bombona Plástico, coex ou PAD - 1, 5, 10 e 20 L

Frasco Plástico, coex ou PAD - 1, 5, 10 e 20 L

Bombona Plástico, coex ou PAD - 50, 100, 200, 250 L

ISO contêiner Aço - inox/fibra/metálico - 500, 1000, 2000, 3000, 4000, 5000 L

INSTRUÇÕES DE USO

O Hz-NPV CCAB é um inseticida biológico de ingestão recomendado para o controle de Helicoverpa armigera em sua fase larval conforme especificado na bula.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Realizar a pulverização do Hz-NPV CCAB no início de infestação quando as lagartas ainda estão pequenas (até 7mm). Hz-NPV CCAB não deve ser utilizado para controlar lagartas maiores do que 13 mm de comprimento. O produto apresenta bom controle em infestações de até 4 lagartas por metro linear.
Utilizar as menores doses quando as lagartas ainda estão pequenas até 7mm (1º e 2º instar), as maiores doses devem ser utilizadas quando as lagartas apresentarem entre 7mm até 13mm de comprimento (3º instar). Reaplicar em caso de reinfestação.
Hz-NPV pode ser utilizado como parte do Manejo Integrado de Pragas (MIP).

MODO DE APLICAÇÃO

A ação do Hz-NPV CCAB se dá pela ingestão do produto pela lagarta. Sendo assim, é fundamental que a pulverização proporcione uma boa cobertura sobre todas as partes das plantas.
A faixa de temperatura ideal para ação do produto é de 18 a 35°C. Recomenda-se realizar a aplicação após as 16 horas (Umidade acima de 40%). Não aplicar o produto com temperaturas abaixo de 18°C, durante dias quentes e chuvosos.
O nível de controle e a velocidade da morte após a ingestão do Hz-NPV CCAB dependerá das condições ambientais e do comportamento alimentar das lagartas, podendo levar de 3 a 8 dias.
Preparo da Calda:
• Dissolver o produto em um recipiente (frasco ou saco plástico limpo) com um pouco de água e agitar.
• Colocar a solução no tanque de pulverização mantendo-o em agitação. Fazer a tríplice lavagem no frasco ou saco utilizado para diluição do produto.
• O pH da água a ser utilizada na calda deve ser neutro. pH acima de 8 afeta o vírus reduzindo sua eficiência. Em casos de pH fora da faixa neutra, ajustá-lo, preferencialmente para pH 6 - 7.
• Manter a calda em agitação durante a aplicação.
• Recomenda-se aplicar o produto o mais rápido possível após o preparo da calda.
Temperatura e Umidade: em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores reduzindo o efeito da evaporação. As gotas têm um diâmetro de 250 a 300 µm, com 30 a 40 gotas/cm². O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação para adequar a densidade. Observações locais devem ser feitas, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva e evaporação.

Aplicação terrestre:
Pulverizador Costal: Utilizar volume de calda entre 100 a 2000 litros/ha, de acordo com a prática adotada para a cultura, com pontas/bicos que proporcionem boa cobertura e minimizem as perdas por deriva. Recomenda-se a utilização de pontas do tipo leque (série 80 ou 110), com pressão de 30 a 60 lb/pol², ou do tipo cônico (X2, X3, D2-23, D2-25, ou equivalente), com pressão de 60 a 90 lb/pol².
Pulverizador de barra tratorizado: Utilizar volume de calda entre 100 a 2000 litros/ha, de acordo com a prática adotada para a cultura, com pontas/bicos que proporcionem boa cobertura e minimizem as perdas por deriva. Recomenda-se a utilização de pontas do tipo leque (série 80 ou 110), com pressão de 40 a 60 lb/pol², ou do tipo cônico (X2, X3, D2-23, D225, ou equivalente), com pressão de 60 a 90 lb/pol².
Hz-NPV CCAB também pode ser aplicado através de sistema de irrigação com equipamento para Ferti-irrigação.

Aplicação Aérea:
Volume de calda: utilizar, no mínimo, 30 litros/ha.
Recomenda-se a adição de óleo mineral na concentração de 3 litros/ha.
Recomenda-se fazer as pulverizações nas seguintes condições:
• Umidade relativa do ar acima de 55%
• Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h
• Temperatura abaixo de 30°C
• Diâmetro de gotas: 250 a 300 µm. Use bico apropriado para obter uma boa cobertura das plantas e evitar derivas. A aplicação poderá ser com avião acoplado de barra aplicadora, com pressão de 25 lb/pol², com bicos cônicos, com pontas D6 a D12 e providos de caracóis e placas com orifícios, em ângulo de 90º. A altura do voo deve ser de 2 a 3m, com faixa de deposição de 12 a 15m.
• Temperatura abaixo de 30°C
• Diâmetro de gotas: use bico apropriado para obter uma boa cobertura das plantas e evitar derivas.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Intervalo de segurança não determinado devido à característica microbiológica do ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda evitando-se, sempre que possível, que pessoas alheias ao tratamento com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada. Caso haja necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada, utilizar os EPI’s indicados para uso durante a aplicação no item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: o produto não causa fitotoxicidade segundo as recomendações de uso indicadas na bula.
Para um bom controle, a aplicação deve ser realizada no início da infestação das lagartas, quando estas estão em tamanho pequeno. Para a cultura do algodão o produto somente é efetivo no controle de lagartas menores que 7mm.
O produto deve ser armazenado em temperatura abaixo de 4ºC. Para fins de transporte o produto pode ser armazenado entre 4 a 27°C em períodos curtos (menor que uma semana).
Para assegurar um bom desempenho do produto devem-se seguir as recomendações de uso e observar as condições de temperatura, umidade, tamanho do alvo e as recomendações adequadas para aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas.
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex: Controle Cultural, biológico, químico e etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo Integrado de Doenças.




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