Bula Hz-NPV CCAB

acessos
VPN-HzSNPV
7315
CCAB Agro

Composição

VPN-HzSNPV 404 g/L Biológico

Classificação

Inseticida biológico
III - Medianamente tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Ingestão, Inseticida biológico
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Aipo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Alfafa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Canola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Chicória Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Espinafre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Gérbera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Linhaça Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Milheto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Pêra Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Rúcula Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação com lagartas pequenas ( 7 mm ) ou entre 7 e 13 mm

Bombona Plástico, coex ou PAD - 1, 5, 10 e 20 L
Frasco Plástico, coex ou PAD - 1, 5, 10 e 20 L
Bombona Plástico, coex ou PAD - 50, 100, 200, 250 L
ISO contêiner Aço - inox/fibra/metálico - 500, 1000, 2000, 3000, 4000, 5000 L

INSTRUÇÕES DE USO: O Hz-NPV CCAB é um inseticida biológico de ingestão recomendado para o controle de Helicoverpa armigera em sua fase larval.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar a pulverização do Hz-NPV CCAB no início de infestação quando as lagartas ainda estão pequenas (até 7mm). Hz-NPV CCAB não deve ser utilizado para controlar lagartas maiores do que 13 mm de comprimento. O produto apresenta bom controle em infestações de até 4 lagartas por metro linear.
Utilizar as menores doses quando as lagartas ainda estão pequenas até 7mm (10 e 20 instar), as maiores doses devem ser utilizadas quando as lagartas apresentarem entre 7mm até 13mm de comprimento (3° instar). Reaplicar em caso de reinfestação.
Hz-NPV pode ser utilizado como parte do Manejo Integrado de Pragas (MIP).

MODO DE APLICAÇÃO:
A ação do Hz-NPV CCAB se dá pela ingestão do produto pela lagarta. Sendo assim, é fundamental que a pulverização proporcione uma boa cobertura sobre todas as partes das plantas.
A faixa de temperatura ideal para ação do produto é de 18 a 35°C. Recomenda-se realizar a aplicação após as 16 horas (Umidade acima de 40%). Não aplicar o produto com temperaturas abaixo de 18°C, durante dias quentes e chuvosos.
O nível de controle e a velocidade da morte após a ingestão do Hz-NPV CCAB dependerá das condições ambientais e do comportamento alimentar das lagartas, podendo levar de 3 a 8 dias.
Preparo da Calda:
• Dissolver o produto em um recipiente (frasco ou saco plástico limpo) com um pouco de água e agitar.
• Colocar a solução no tanque de pulverização mantendo-o em agitação. Fazer a tríplice lavagem no frasco ou saco utilizado para diluição do produto.
• O pH da água a ser utilizada na calda deve ser neutro. pH acima de 8 afeta o vírus reduzindo sua eficiência. Em casos de pH fora da faixa neutra, ajustá-lo, preferencialmente para pH 6 - 7.
• Manter a calda em agitação durante a aplicação.
• Recomenda-se aplicar o produto o mais rápido possível após o preparo da calda.

Temperatura e Umidade: em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores reduzindo o efeito da evaporação. As gotas têm um diâmetro de 250 a 300 pm, com 30 a 40 gotas/cm2. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação para adequar a densidade. Observações locais devem ser feitas, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva e evaporação.
Aplicação terrestre:
Pulverizador Costal: Utilizar volume de calda entre 100 a 2000 litros/ha, de acordo com a prática adotada para a cultura, com pontas/bicos que proporcionem boa cobertura e minimizem as perdas por deriva. Recomenda-se a utilização de pontas do tipo leque (série 80 ou 110), com pressão de 30 a 60 lb/pol2, ou do tipo cônico (X2, X3, D2-23, D2-25, ou equivalente), com pressão de 60 a 90 lb/pol2.
Pulverizador de barra tratorizado: Utilizar volume de calda entre 100 a 2000 litros/ha, de acordo com a prática adotada para a cultura, com pontas/bicos que proporcionem boa cobertura e minimizem as perdas por deriva. Recomenda-se a utilização de pontas do tipo leque (série 80 ou 110), com pressão de 40 a 60 lb/pol2, ou do tipo cônico (X2, X3, 02-23, D2-25, ou equivalente), com pressão de 60 a 90 lb/pol2.
HzNPV CCAB também pode ser aplicado através de sistema de irrigação com equipamento para Ferti-irrigação.
Aplicação Aérea:
Volume de calda: utilizar, no mínimo, 30 litros/ha.
Recomenda-se a adição de óleo mineral na concentração de 3 litros/ha
Recomenda-se fazer as pulverizações nas seguintes condições:
• Umidade relativa do ar acima de 55%
• Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h
• Temperatura abaixo de 30°C
• Diâmetro de gotas: 250 a 300 pm. Use bico apropriado para obter uma boa cobertura das plantas e evitar derivas. A aplicação poderá ser com avião acoplado de barra aplicadora, com pressão de 25 lb/pol2, com bicos cônicos, com pontas D6 a D12 e providos de caracóis e placas com orifícios, em ângulo de 901. A altura do voo deve ser de 2 a 3m, com faixa de deposição de 12 a 15m.
• Temperatura abaixo de 30°C

Diâmetro de gotas: use bico apropriado para obter uma boa cobertura das plantas e evitar derivas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervalo de segurança não determinado devido à característica microbiológica do ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda evitando-se, sempre que possível, que pessoas alheias ao tratamento com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada. Caso haja necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada, utilizar os EPI's indicados para uso durante a aplicação no item "DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA".
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: o produto não causa fitotoxicidade segundo as recomendações de uso indicadas na bula.
Para um bom controle, a aplicação deve ser realizada no início da infestação das lagartas, quando estas estão em tamanho pequeno. Para a cultura do algodão o produto somente é efetivo no controle de lagartas menores que 7mm.
O produto deve ser armazenado em temperatura abaixo de 4°C. Para fins de transporte o produto pode ser armazenado entre 4 a 27°C em períodos curtos (menor que uma semana). Para assegurar um bom desempenho do produto devem-se seguir as recomendações de uso e observar as condições de temperatura, umidade, tamanho do alvo e as recomendações adequadas para aplicação.

MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamenté agrícola.
• Não coma, nâp beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser, vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara com filtro, óculos, touca árabe e. luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados -
• Não utilize equiparnentps com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifíciós e válvulas com a boca.
• Não transporte ,o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DACALDA
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médicô de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI) macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas. e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, mascara com filtro clase P2
ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLIÇAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato coma área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique o produto de modo a evitar que o aplicador entre na
névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
• Utilize equipamento' de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA". Manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite de entrar antes dessa período, utilize os equipamentos de proteção individual EPIs) recomendados para o, uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em, local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas - para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e mascara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção é lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do
produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque Vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água dê lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se q produto for inalado, “respirado", leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
ANTIDOTO: Não há antídoto especifico

INFORMACÕES MÉDICAS
Nome Técnico - Helicoverpa zea nucleopolyhedrovirus - HzSNVP
Classe Toxicológica - III - MEDIANAMENTE TÓXICO (em função de irritação ocular)
Vias de exposição - Oral, inalatória, ocular e dérmica. Baculovírus estão amplamente presentes no meio ambiente e têm sido utilizados para o controle de insetos por mais de 100 anos.
Mecanismo de Toxicidade - Não é esperado nenhum efeito toxigênico causado pela exposição ao Helicoverpa zea nucleopolyhedrovirus - HzSNVP.
Sintomas e Sinais Clínicos - Evidencias circunstanciais para a segurança do Baculovírus emergem da história, do contato entre baculovírus e humanos sem efeito prejudicial.
Diagnóstico - Nenhum membro da família Baculoviridae é infeccioso para plantas vertebrados.
Tratamento Médico - tratamento para o caso de irritação ocular deve ser sintomático ,e de suporte.
Contraindicações - A indução de vômito é contra indicado em razão do risco de aspiração.

ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravo de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da Empresa 0800 70 10 450

MECANISMO DE AÇÃO ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORÀTÓRIO: Hz-NPV CCAB é específico para invertebrados, não há registro de qualquer vertebrado que tenha sido infectado O vírus não possui capacidade de infectar e se replicar em células de mamíferos e em contato com temperaturas acima de 50°C é inativado.
Efeitos Agudos:
• DL­50 dermal aguda: Baixa toxicidade dérmica.
• Irritação Dérmica: Pode ser levemente irritante para a pele.
• Irritação Ocular Pode ser levemente irritante para os olhos
• Sensibilização Cutânea: Pode causar sensibilização dérmica em indivíduos susceptíveis.
• Toxicidade/ Patogenicidade Oral Aguda: O produto foi classificado, como não tóxico, não patogênico e não infectante.
• Toxicidade/Patogenicidade Pulmonar Aguda - O produto foi classificado como hão tóxico, não patogênico e não infectante. -
• Toxicidade/Patogenicidade Intravenosa ou lntraperitoneal Aguda:- O produto foi classificado como não tóxico, não patogênico e não infectante.
Efeitos Crônicos:
Testes para avaliar o potencial de carcionogenicidade de Hz-NPV CAB foram conduzidos em camundongos (10 x 10^9 a 4,0 x 10^11 poliedros/kg) e ratos (3,5 x 10^12 poliedros/kg), o teste de teratogenicidade foi conduzido em ratos na dose de 109 poliedros/kg Não foi evidenciado efeitos de carcinogenicidade e teratogenicidade nos animais testados (lgnoffo, 1975)

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
(X) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O produto deve ser armazenado em temperatura abaixo de 4°C, porém para ser transportado pode ser armazenado entre 4 a 27°C em períodos curtos.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CCAB AGRO S/A, pelo
telefone de Emergência 0800 0111 767, 0800 7071 767 ou 0800 707 7022.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia; recolha o produto com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo no contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência
da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, PÓ químico, etc., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI5 - Equipamentos de Proteção Individual, recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
• Tampe bem as embalagens e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação 3 vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado ao funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização em posição vertical durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as partes internas da embalagem, por
30 segundos;
• Toda água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sobre pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente
das embalagens não lavadas;
O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto, ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra;
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade;
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDARIA (NAO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

• E PROIBIDO AO USUARJO A REUTILIZAÇAO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTJNAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto pode ser feita à temperaturas e tempos significativamente abaixo das condições convencionais de esterilização de material biológico (Martignoni e lwai, 1997). Hipoclorito de sódio e formaldeído podem ser utilizados para a descontaminação química.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de doenças (ex,: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência Inseticidas - IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos.
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas.
• Incluir outros métodos de controle de insetos (ex: Controle Cultural, biológico, químico,
etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.