Bula ImperadorBR

acessos
Carbendazim
1111
Ouro Fino

Composição

Carbendazim 500 g/L Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium moniliforme)
80 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Não determinado. Realizar a aplicação em tratamento de sementes
Fusariose
(Fusarium pallidoroseum)
80 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Não determinado. Realizar a aplicação como tratamento de sementes
Podridão de raiz
(Lasiodiplodia theobromae)
80 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Não determinado. Realizar a aplicação como tratamento de sementes
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
80 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Não determinado. Realizar a aplicação como tratamento de sementes
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
50 mL p.c./100L água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar no máximo duas aplicações por safra, com intervalo de 30 dias. 7 dias. Aplicar quando 2/3 das pétalas da florada principal tiverem caído. Em variedades suscetíveis e quando período for chuvoso, recomenda-se nova aplicação após 30 dias
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
500 mL p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar o produto após 14 dias da primeira aplicação. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente por volta de 30 dias após a emergência
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Não determinado. Realizar a aplicação como tratamento de sementes
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Não determinado. Realizar uma aplicação como tratamento de sementes
Fusariose
(Fusarium pallidoroseum)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL p.c./100 kg de sementes - Realizar uma aplicação. Não determinado. Realizar uma aplicação como tratamento de sementes
Mancha parda
(Septoria glycines)
500 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. 14 dias. A primeira aplicação deve ser feita quando a cultura estiver na fase de florescimento à formação da vagem (estádio R 5.1)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
500 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar nmáximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. 14 dias. A primeira aplicação deve ser feita quando a cultura estiver na fase de florescimento à formação da vagem (estádio R 5.1)
Podridão seca
(Phomopsis sojae)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL p.c./100 kg de sementes - Realizar uma aplicação. Não determinado. Realizar a aplicação como tratamento de sementes

INSTRUÇÕES DE USO:

CARBENDAZIM 500 SC OURO FINO é um fungicida sistêmico do grupo químico dos benzimidazóis, com ação protetora, curativa e erradicativa indicado no controle de doenças da parte aérea nas culturas de citros, feijão e soja, e no tratamento de sementes de algodão e soja conforme quadro abaixo:

CULTURAS, DOENÇAS CONTROLADAS, MODALIDADE DE EMPREGO E DOSES:
Vide seção "Indicações de uso/doses".

ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO ENTRE APLICAÇÕES:

APLICAÇÃO FOLIAR

CITROS:
Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura.
Aplicar quando 2/3 das pétalas da florada principal tiverem caído. Em variedades suscetíveis e quando o período for chuvoso, recomenda-se nova aplicação após 30 dias.

FEIJÃO:
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações preventivamente por volta de 30 dias após a emergência e repetir se necessário após 14 dias, conforme condições climáticas e pressão da doença.

SOJA:
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.
A primeira aplicação deve ser feita quando a cultura estiver na fase de florescimento à formação de vagem (estádio R 5.1) e repetir após 14 dias.

MODO, EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA:

É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL

APLICAÇÃO FOLIAR VIA TERRESTRE

FEIJÃO E SOJA
Utilizar equipamento pulverizador tratorizado com barras dotadas de bicos da série D ou similar, velocidade de 6 km/h, pressão de trabalho entre 80 a 120 lb/pol2, tamanho de gotas entre 200 a 400 micra e densidade de 60 gotas/cm2. Utilizar um volume de calda de 300 a 600 L/ha na cultura de feijão e volume de calda de 300 a 400 L/ha na cultura de soja.

CITROS
Utilizar tubo atomizador acoplado ao trator. Velocidade de km/h, pressão de trabalho entre 200 a 300 lb/pol2, com tamanho de gotas entre 200 a 400 micra e densidade de 60 gotas/cm2. Utilizar um volume de calda de 5 a 15 L/planta.

APLICAÇÃO FOLIAR VIA AÉREA

FEIJÃO E SOJA
Para aeronaves tipo Ipanema, utilizar barras dotadas de bicos cônicos série D ou similar, com disco (core) com ângulo inferior a 45º ou micronair com 4 atomizadores, seguindo a tabela do fabricante para ajuste do regulador de vazão (VRV), pressão e ângulo de pá.
Volume de calda: 30 a 50 L/ha.
Altura do vôo: 2 a 3 metros da cultura.
Largura da faixa de deposição efetiva: 15 metros.
Tamanho das gotas: 200 a 400 micra.
Densidade de gotas: 60 gotas/cm2.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura: Máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: Mínima de 50%.
Velocidade do vento: Máxima de 10 km/h (3 m/s).

O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.

TRATAMENTO DE SEMENTES

ATENÇÃO: O tratamento de sementes com CARBENDAZIM 500 SC OURO FINO deve ser feito em máquinas apropriadas para este fim, como por exemplo, tambor giratório ou betoneira.
No tratamento de sementes de algodão e soja destinados ao plantio, deve-se adicionar corante específico para tratamento de sementes.

O corante denominado Vermelho Sun, na dosagem de 15 mL/100 kg de sementes, deve ser adicionado em água com o fungicida, misturando-se com as sementes logo em seguida.
Misturar homogeneamente o produto às sementes durante um período mínimo de 10 minutos.

As sementes tratadas destinam-se exclusivamente para o plantio, não devem ser utilizadas para o consumo humano ou animal.

ALGODÃO
Sementes sem linter:
Diluir a dose recomendada em 400 mL de água e proceder conforme indicado anteriormente, misturando homogeneamente em 100 kg de sementes.
Sementes com linter:
Diluir a dose recomendada em 900 mL de água e proceder conforme indicado anteriormente, misturando homogeneamente em 100 kg de sementes.

SOJA
Diluir a dose recomendada em 400 mL de água e proceder conforme indicado anteriormente, misturando homogeneamente em 100 kg de sementes.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Citros: 7 dias.
Feijão: 14 dias.
Soja (aplicação foliar): 14 dias.
Algodão (tratamento de sementes): Não determinado devido à modalidade de emprego.
Soja (tratamento de sementes): Não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Para aplicação foliar:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Para tratamento de sementes:
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO:

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Não é recomendado efetuar o tratamento de sementes com uso de ferramentas manuais ou com o uso de lonas plásticas.
Não utilizar as sementes tratadas para consumo humano ou animal.
As embalagens utilizadas para acondicionar as sementes tratadas devem ser consideradas flexíveis e contaminadas, devendo seguir as orientações descritas em DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS FLEXÍVEIS.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro quím" o contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; e luva e nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada,
utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:

procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR CARBENDAZIM

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo guímico: Benzimidazol.
Classe toxicológica: II - Altamente tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória e dérmica.
Toxicocinética: O carbendazim é bem absorvido por todas as vias principalmente pela via oral
(80-85%), e em menor extensão pela via cutânea. Quando absorvido é metabolizado formando vários metabólitos, os principais são: 5-HBC e os óxidos do 5,6-HOBC-N e em menor quantidade os metabólitos 5,6-DHBC-S e 5,6-DHBC- G. A distribuição nos tecidos demonstrou a ausência de bioconcentração. Em estudos com ratos, a maior concentração de carbendazim e seus metabólitos após a administração oral foi encontrada no fígado. O Carbendazim é excretado na urina e fezes após 72h da absorção oral.
Mecanismos de toxicidade: O carbendazim tem interação com os microtúbulos celulares inibindo funções vitais, como a divisão celular. Como os outros benzimidazóis, ele demonstrou ter toxicidade seletiva nas várias espécies. Esta seletividade toxicológica é explicada
pelo menos em parte pelo fato que a substância não se liga da mesma maneira à
tubulina das espécies alvo e não alvo.
Sintomas e sinais clínicos: O produto pode causar dermatite alérgica e irritação nos olhos. Em estudos realizados com animais de laboratório foram observaodos sinais de hepatotoxicidade.
Diagnóstico: Nos casos-de exposição excessiva o diagnóstico clínico pode ser feito pelo monitoramento das funções hepáticas.
Tratamento: As medidas abaixo relacionadas, devem ser implementadas concomitantemente
ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Utilizar luvas e avental durante a descontam inação. Remover roupas e acessórios e descontaminar a , pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico, como a lavagem gástrica, poderão ser realizados e com especial atenção visando prevenir a aspiração pulmonar, em virtude do risco de pneumonite química. O carvão ativado deverá ser administrado em doses múltiplas em intervalos de 4 ou 6 horas, para diminuir a absorção gastrintestinal do ativo. Laxantes salinos como o sulfato de sódio ou magnésio deverão ser associados. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo, medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico seguida de encaminhamento para avaliação oftamológica.
Contra-Indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite Química.
Efeitos sinérgicos: Não se conhecem efeitos sinérgicos para esse produto.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 08000111767

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:

Em animais de laboratório, estudos mostraram que o produto é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal e rapidamente eliminado pelas fezes (21%) e urina (65%) em 72 horas. Não há afinidade do produto com tecidos e apenas pequenas quantidades do ingrediente ativo e seus metabólitos são encontrados nos órgãos excretores. A desintoxicação ocorre através da hidroxilação e hidrólise do carbendazim. Resultados de estudos indicam que a administração do carbendazim em doses de 1000 ppm ou maiores, em camundongos, ocorreu uma moderada indução de enzimas específicas de fase I, associada com algumas alterações histopatológicas em fígado.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos:
O valor da DLsD oral aguda para ratos fêmeas foi estimado ser 5000 mg kg•1 de peso corpóreo. A DLsD cutânea aguda para ratos machos e fêmeas foi maior que 4000 mg kg-1 de peso corpóreo. O valor da CLSD para ratos machos e fêmeas foi maior que 1,311 mg/L, a máxima concentração atingível na atmosfera da câmara. O produto foi levemente irritante para os olhos de coelhos e não causou irritação para a pele de coelhos. O produto não produziu sensibilidade dérmica quando aplicado em cobaias.

Efeitos crônicos:
Não há relatos na literatura disponível de efeitos em seres humanos por exposição crônica ao produto. Os estudos crônicos realizados em animais de laboratório com diferentes centrações do ingrediente ativo carbendazim demonstraram que os animais apresentaram elevado teor colesterol no soro e atividade fosfatase alcalina, redução no consumo alimentar e menor ganho de peso.

- Este produto é: Perigoso ao Meio Ambiente - Classe III
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OURO FINO QUÍMICA LTDA. - telefone de Emergência: 08000111767.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenas ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de lllna.p<l:> e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE PÓ QUÍMICO SECO (PQS), CO2 ou NEBLINA DE ÁGUA, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado Em local cobelio, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transpoliadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalageJ vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto Oll no local indicado na nota fiscal, emitida pelo esta I elecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS COM IMPERADORBR)

AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS.

AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER LAVADAS

ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS

O armazenamento das embalagens - SACARIAS - vazias, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio das sacarias.
As embalagens - SACARIAS - vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS - SACARIAS VAZIAS

Devem ser devolvidas, em conj unto, com a embalagem do agrotóxico IMPERADORBR oU no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.
Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico IMPERADORBR e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuanos, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.

A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.

TRANSPORTE DE AGRITÓXICOS, COMPONENTES E AFINS

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.