Bula Impulse - Nufarm
CME MILHO (DEZ/20) US$ 4,112 (0,05%)
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Bula Impulse

Etefom
3202
Sumitomo

Composição

Etefom 480 g/L

Classificação

Aérea
Regulador de crescimento
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não Classificado

Cana-de-açúcar

Dosagem
Saccharum officinarum (Cana de açúcar)

Embalagens de material plástico de formato cilíndrico com tampa superior de rosca, com lacre e fundo plano, contendo 1; 2; 2,5 e 5 L. Embalagens de material plástico de formato quadrangular com tampa superior de rosca, com lacre, fundo plano e alça resistente incorporada contendo: 10, 12, 15, 20 e 25 Litros. Bombonas plásticas de formato cilíndrico com tampa superior com lacre, fundo plano contendo: 50, 100, 200 e 500 L.

INSTRUÇÕES DE USO

IMPULSE é um regulador de crescimento, do grupo químico do Etileno (precursor de), que contém 480 g/Litro do ingrediente ativo ETEFOM, na forma de Concentrado Solúvel.

FINALIDADE DE USO DOSE

• Induzir o perfilhamento em cana-soca;
• Acelerar a maturação da cana-de-açúcar e inibir o florescimento permitindo o adequado manejo da cana-de-açúcar na colheita.

MODO DE APLICAÇÃO

IMPULSE deve ser pulverizado através de aeronaves de uso agrícola em área total.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.

Preparo da calda

• Para a preparação da calda, recomenda-se fazer uma pré diluição, em recipiente menor. Abasteça o tanque do pulverizador enchendo-o até 3/4 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então adicionando o produto previamente misturado com água em um balde. Complete por fim o volume com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação.

Cuidados durante a aplicação

Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.

Recomendações para evitar a deriva

��� Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja locais não desejados. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
• O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando decidir realizar a aplicação.

EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

lnversão térmica

• O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. lnversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. lnversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; se a fumaça é rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicações de um bom movimento vertical do ar.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS

Aplicação aérea

• Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos;
• Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45;
• Volume de aplicação: 30 a 50 L de calda/ha;
• Ângulo dos bicos em relação a direção de vôo: 135°;
• Altura de voo: 2 a 4 metros sobre o solo;
• Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura;
• Evite a sobreposição das faixas de aplicação.

Condições Climáticas

Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30°C;
• Umidade relativa do ar acima de 70%;
• Velocidade média do vento inferior a 10km/h.

Diâmetro de gota

• A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de Vento, Temperatura, Umidade e lnversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais

• Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando as necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
• Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior em vez de aumentar a pressão.
• Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Aplicação aérea
• Número de bicos: menor número de bicos com a maior vazão possível, que proporcione uma cobertura uniforme.
• Orientação dos bicos: direcione os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, o que produzirá gotas maiores que outras orientações.
• Tipo de bico: de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
• Comprimento da barra: não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do motor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
• Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

Altura da barra
• Regular a barra na menor altura possível para se obter cobertura uniforme. Reduz-se assim a exposição das gotas a evaporação e aos ventos.

Ventos
• O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
• Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade
• Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores, reduzindo o efeito da evaporação.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.


INTERVALO DE SEGURANÇA
Cana-de-açúcar: 70 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Aguardar a secagem das partes das plantas atingidas pela aplicação

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
• Não pulverizar em plantas sob stress hídrico prolongado.
• Fitotoxicidade: Não apresenta se o produto for utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.
• Evitar deriva durante a aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se a praga-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando-se as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Em caso de dúvidas, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI);
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.