Bula Impulse - Nufarm

Bula Impulse

acessos
Ethephon
3202
Nufarm

Composição

Etefom 480 g/L Etileno

Classificação

Regulador de crescimento
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não Classificado
Não Classificado
Concentrado Solúvel (SL)
Não Classificado

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
1 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 70 dias. Pulverizar em dose única antes do início da indução floral, para inibir o florescimento (pré-colheita), entre 70 a 90 dias do corte programado. Na região Centro-Sul, aplicar entre 15/02 a 15/03

Embalagens de material plástico de formato cilíndrico com tampa superior de rosca, com lacre e fundo plano, contendo 1; 2; 2,5 e 5 L. Embalagens de material plástico de formato quadrangular com tampa superior de rosca, com lacre, fundo plano e alça resistente incorporada contendo: 10, 12, 15, 20 e 25 Litros. Bombonas plásticas de formato cilíndrico com tampa superior com lacre, fundo plano contendo: 50, 100, 200 e 500 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
ZAZ® é um regulador de crescimento, do grupo químico do Etileno (precursor de), que contém 480 g/Litro do ingrediente ativo ETEFOM, na forma de Concentrado Solúvel.

CULTURA: ZAZ® é recomendado para induzir o perfilhamento em cana-soca, acelerar a maturação da cana-de-açúcar e inibir o florescimento permitindo o adequado manejo da cana-de-açúcar na colheita.

DOSE: 1,0 Litro/ha.
Observação: 1 Litro de ZAZ® contém 480 gramas do ingrediente ativo ETEFOM.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Pulverizar em dose única antes do início da indução floral, para inibir o florescimento (pré-colheita), entre 70 a 90 dias do corte programado. Na região Centro-Sul, aplicar entre 15/02 a 15/03.

MODO DE APLICAÇÃO:
ZAZ® deve ser pulverizado através de aeronaves de uso agrícola em área total.

INTERVALO DE SEGURANÇA: 70 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
- Não pulverizar em plantas sob stress hídrico prolongado.
- Fitotoxicidade: Não apresenta se o produto for utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.
- Evitar deriva durante a aplicação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

· Aplicação aérea
· Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
· Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45
· Volume de aplicação: 30 a 50 L de calda/ha
· Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135º
· Altura de vôo: 2 a 4 metros sobre o solo
· Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
· Evite a sobreposição das faixas de aplicação.
· Condições climáticas: temperatura inferior a 30oC
umidade relativa do ar superior a 70%
velocidade do vento inferior a 10 Km/h

· Preparo da calda:
· Para a preparação da calda, recomenda-se fazer uma pré diluição, em recipiente menor. Abasteça o tanque do pulverizador enchendo-o até 3/4 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então adicionando o produto previamente misturado com água em um balde. Complete por fim o volume com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação.



- Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja locais não desejados. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.

O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

· Diâmetro de gota
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão térmica.

· Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando as necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior em vez de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

· Aplicação aérea
Número de bicos: Menor número de bicos com a maior vazão possível, que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcione os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, o que produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: Não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do motor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

· Altura da barra
Regule a barra na menor altura possível para se obter cobertura uniforme. Reduz-se assim a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura com o mínimo de solavancos.

· Ventos
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

· Temperatura e umidade
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

· Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; se a fumaça é rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicações de um bom movimento vertical do ar.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto coma s mãos desprotegidas. Uso exclusivamente agrícola. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, bebidas, rações, animais e pessoas. Não utilize equipamentos de proteção (EPI's) danificados.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, avental impermeável, chapéu de aba larga, luvas de borracha, botas e máscara provida de filtro adequado.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, avental impermeável, chapéu de aba larga, botas, óculos ou viseira facial, luvas de borracha e máscara provida de filtro adequado.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto em sua embalagem original adequadamente fechada em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave suas roupas (não misture com roupas de uso diário).

PRIMEIROS SOCORROS: INALAÇÃO: Remova a vítima para ambiente arejado. procure um atendimento médico, levando a embalagem, bula, rótulo ou a receita agronômica do produto. CONTATO COM OLHOS: Lave os olhos com água fresca em abundância durante 15 a 20 minutos. Procure um atendimento médico, levando a embalagem, bula, rótulo ou a receita agronômica do produto. CONTATO COM A PELE: Remover roupas e sapatos contaminados. Lavar com grande quantidade de água e sabão. Procure um atendimento médico, levando a embalagem, bula, rótulo ou a receita agronômica do produto. INGESTÃO: Nunca dê nada via oral a uma pessoa inconsciente. Em caso de ingestão acidental dê grande quantidade de leite, ovo branco, solução de gelatina ou se um destes produtos não estiver disponível beber grande quantidade de água. Não Provocar Vômito. Procure imediatamente atendimento médico, levando a embalagem, bula, rótulo ou a receita agronômica do produto.

TELEFONES PARA OS CASOS DE EMERGÊNCIA: 0800- 701 0450.

DADOS ADICIONAIS:

TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO): ZAZ tem as características de um ácido forte, medidas de manutenção devem ser tomadas. Em casos de insuficiência respiratória, remover o paciente para lugar arejado e se necessário, utilizar respiração artificial. Tratamento sintomático. Após ingestão recomenda-se fazer uma lavagem gástrica cuidadosa. Trata-se de um material de caráter ácido, porém é contra-indicado o uso de substância alcalina para a sua neutralização. Em casos de intoxicação inalatória, o paciente deve permanecer sob observação médica por 72 horas para a prevenção de edema pulmonar.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico. Realizar tratamento sintomático.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Estudos realizados em ratos demonstraram que o etefon é absorvido pelo trato gastrintestinal. Foi rapidamente excretado de forma inalterada após administração oral ou endovenosa, principalmente através da urina (48 a 71 %) e cerca de 10 a 20% da dose administrada foi eliminada através do ar exalado na forma de etileno. Quando administrado via oral cerca de7% foi excretado através das fezes. Por ser um derivado do ácido fosfônico, o etefon pode agir inibindo a colinesterase plasmática sem alterar a atividade das colinesterases eritrocitária e cerebral, conforme observado em estudos realizados para o homem.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: DL 50 oral (ratos) >2000 mg/kg de peso corpóreo. DL 50 dérmica (ratos) >2000 mg/kg de peso corpóreo. CL 50 inalatória (ratos) >2.28 mg/L. O produto apresentou baixa toxicidade aguda oral, dérmica e inalatória conforme observado em estudos realizados com ratos. Estudos conduzidos em animais demonstraram que o produto não causou irritação e sensibilização dérmica, entretanto causou moderada irritação para os olhos de coelhos.

O aparecimento dos efeitos tais como início súbito de diarréia, contrações intestinais, cólicas estomacais ou gases, aumento da freqüência e urgência de micção e distúrbios do apetite, não apresentaram relação direta com a atividade das colinesterases. Nos casos em que a atividade da colinesterase plasmática apresentou-se alterada houve reversibilidade em período de 15 dias. De acordo com o quadro clínico e mecanismo de ação do etefon não se justifica a utilização de atropina exceto em casos especiais.

EFEITOS COLATERAIS: por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). Este produto é AL TAMENTE TÓXICO para microrganismos do solo. Evite a contaminação ambienta' -Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d .água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas -ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa GRIFFIN DO BRASIL LTDA - telefone de Emergência: 0800-170 450. Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos. Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume. Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos. Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador. Faça esta operação três vezes. Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador. Acione o mecanismo para liberar o jato de água. Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador. Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos. Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador. Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de
fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se a praga-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando-se as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Em caso de dúvidas, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI);
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.