Envelope - Ihara - Zeus 24/04- Peça Esq

IN-24-32 CI

Geral
Nome Técnico:
Beauveria bassiana; Metarhizium anisopliae
Registro MAPA:
33325
Empresa Registrante:
Inflora Biociência
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Beauveria bassiana Isolado IBCB 66 (4 x 10³ UFC/g p.c.) 100 g/kg
Metarhizium anisopliae Isolado IBCB 425 (4 x 10³ UFC/g p.c.) 100 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea, Drone
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Agente biológico de controle, Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Sim

Indicações de Uso

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Recomendação Dosagem Produtos Similares
Deois flavopicta (Cigarrinha das pastagens) veja aqui
Euschistus heros (Percevejo marrom) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

INSTRUÇÕES DE USO:

IN-24-32 é um inseticida de origem microbiológica que pode ser usado em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico de Cigarrinha-das-pastagens/Cigarrinha-dos-capinzais (Deois flavopicta) e Percevejo-marrom (Euschistus heros).

MODO DE APLICAÇÃO:

O produto pode ser aplicado por meio de aplicação terrestre e aérea. Utilizar pontas de pulverização adequadas, conforme as recomendações do fabricante e atentar-se para as condições edafoclimáticas no momento da aplicação, sendo este um fator importante para a eficiência e eficácia do produto.
IMPORTANTE: As aplicações deverão ser realizadas de acordo com as recomendações desta Bula.

Aplicação terrestre:
Indica-se a utilização tanto de pulverizadores do tipo costal (manual ou motorizados), barra e autopropelido. Utilizar volume de calda de acordo com a cultura e tamanho das plantas, de forma a obter uma boa cobertura.

Aplicação aérea:
Indica-se a utilização de aeronaves agrícolas e drones. Utilizar volume de calda de acordo com a cultura e tamanho das plantas, de forma a obter uma boa cobertura. O volume de aplicação deve ser, no mínimo, de 30-40 litros de calda por hectare.
A boa cobertura é fundamental para o sucesso da aplicação, independente do equipamento utilizado. Desta forma o tipo e calibração do equipamento, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
PREPARO DA CALDA:
- Preparar a calda imediatamente antes da aplicação;
- Garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas de pulverização estejam devidamente limpos;
- Verificar a necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada;
- Encher o tanque até um terço de seu nível;
- Iniciar a agitação do tanque e adicionar, aos poucos, a quantidade necessária do IN-24-32;
- Completar o volume do tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização;
- A agitação do tanque deverá ser constante desde a preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção;
- A prática da pré-diluição é recomendada;
- Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza, tanto do tanque como de todo o sistema por onde passou a calda de aplicação. O descarte dos efluentes, resultantes da lavagem, deve atender a legislação local.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:

Com relação às condições climáticas, deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, preferencialmente no fim da tarde ou em dias nublados, evitando-se ventos acima de 10 km/h (3 m/s), temperaturas superiores a 30°C e umidade relativa inferior a 70%. Atentar-se para a umidade do solo, sendo este um fator importante para a eficiência e eficácia do produto.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS:

Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO:

Recomenda-se aplicar nos horários mais frescos do dia, preferencialmente no fim da tarde ou em dias nublados. Não aplicar sob vento forte. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas.
Para beneficiar a atuação do IN-24-32, protegendo o inóculo dos fatores climáticos e melhorando as condições microclimáticas, são recomendadas as seguintes práticas culturais:
- Usar a calda no mesmo dia do seu preparo.
- Aplicar com solo úmido ou realizar leve irrigação após aplicação do produto.
- Após a aplicação, evitar a limpeza mecânica ou química do piquete, pois essas práticas podem diminuir a quantidade de inóculo;
- Conservar o produto sob refrigeração ou lugar fresco e arejado. Nunca deixar o produto exposto ao sol;
- Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos;
- Não aplicar em período de chuvas intensas

AVISO AO USUÁRIO:

IN-24-32 deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula. A INFLORA BIOCIÊNCIA LTDA não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre Manejo Integrado de Pragas (MIP), provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. O MIP envolvendo os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, uso de variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto visam o melhor equilíbrio do sistema.

Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fitopatógenos a cepa IBCB 66 e IBCB 425.
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O uso repetido de produtos do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade dos produtos, como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto.
• Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do IN-24-32 ou outros produtos, quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

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