Bula Intrepid 240 SC - Dow AgroSciences

Bula Intrepid 240 SC

acessos
Methoxyfenozide
699
Dow AgroSciences

Composição

Metoxifenozida 240 g/L Diacilhidrazina

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Acelerador de ecdise, Não sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
60 a 90 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Início da infestação
Helicoverpa sp.
(Helicoverpa sp.)
500 a 625 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Início da infestação, as larvas se encontrarem nos primeiros estágios de desenvolvimento
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
625 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Início da infestação, entre a oviposição e a eclosão
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Falsa-Medideira
(Chrysodexis includens)
120 a 180 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 14 dias. Quando o nível de dano econômico for atingido
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
60 a 80 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) O intervalo entre as aplicações será determinado em função da reinfestação, realizar no máximo quatro aplicações. 14 dias. Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 a 180 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Início da infestação, lagartas até terceiro ínstar
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Falsa-Medideira
(Chrysodexis includens)
135 a 150 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com o intervalo sendo determinado em função da reinfestação. 7 dias. Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação, preferencialmente com predominância de lagartas pequenas
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
400 a 600 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações, com o intervalo sendo determinado em função da reinfestação. 7 dias. Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação, preferencialmente com predominância de lagartas pequenas
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
400 a 500 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações, com o intervalo sendo determinado em função da reinfestação. 7 dias. Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação, preferencialmente com predominância de lagartas pequenas
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
60 a 90 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com o intervalo sendo determinado em função da reinfestação. 7 dias. Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação, preferencialmente com predominância de lagartas pequenas
Lagarta das folhas
(Spodoptera eridania)
400 a 500 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações, com o intervalo sendo determinado em função da reinfestação. 7 dias. Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação, preferencialmente com predominância de lagartas pequenas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
6 a 9 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Início do florescimento até a colheita
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
9 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 a 10 dias. 1 dia. Início da frutificação até a colheita
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
50 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Início da infestação, quando as lagartas são pequenas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 a 150 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com o intervalo sendo determinado em função da reinfestação. 14 dias. Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido

Frascos plásticos de 250 ml, 500 ml e 1 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

INTREPID 240 SC (METOXIFENOZIDA) é um inseticida acelerador de ecdise que imita o hormônio natural da muda dos insetos, a ecdisona, e que age especificamente sobre larvas de lepidópteros (lagartas). INTREPID 240 SC atua ligando-se fortemente à proteína receptora de ecdisona, ativando-a e iniciando o processo da muda, denominado ecdise. Imediatamente após a ligação do INTREPID 240 SC com o receptor de ecdisona, as lagartas param de se alimentar e produzem uma nova, porém mal formada cutícula por baixo da antiga, sendo que as lagartas morrem por inanição e desidratação.
Por atuar especificamente sobre as larvas de lepidópteros, por seu alto grau de seletividade e segurança para inimigos naturais, predadores e parasitóides, INTREPID 240 SC é especialmente recomendado para os programas de manejo integrado de pragas. INTREPID 240 SC é recomendado para as culturas de algodão, milho, soja e tomate.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

ALGODÃO
- Curuquerê-do-algodão: INTREPID 240 SC deve ser aplicado no início da infestação até o estágio de floração. Do florescimento em diante aplicar quando o nível de infestação atingir de 1 a 2 lagartas pequenas por planta, não ultrapassando o número máximo de 02 aplicações.
- Lagarta-da-maçã: INTREPID 240 SC deve ser aplicado no início da infestação, entre a ovoposição e a eclosão. Repetir a aplicação se necessário, não ultrapassando o número máximo de 02 aplicações.
- Lagarta Helicoverpa: INTREPID 240 SC deve ser aplicado no início da infestação, quando os índices preconizados pela Embrapa forem atingidos e as larvas encontrarem nos primeiros estadios de desenvolvimento. Repetir a aplicação se necessário, mediante avaliação de performance do produto e seguindo as boas práticas de manejo integrado de pragas, não ultrapassando o número máximo de 02 aplicações.

FEIJÃO
- Lagarta Falsa-medideira: Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. Se necessário, repetir a aplicação. O intervalo entre as aplicações será determinado em função da reinfestação. Aplicar no máximo 2 vezes durante o ciclo da cultura. A menor dose é recomendada para o controle em baixas infestações e a maior dose em altas infestações.


MILHO
- Lagarta-do-cartucho: INTREPID 240 SC deve ser aplicado no início da infestação, em lagartas até o 3º instar (1,5 cm), com no máximo 20% de infestação, não ultrapassando o número máximo de 01 aplicação.

SOJA
- Lagarta- da- soja: INTREPID 240 SC deve ser aplicado no início da infestação. Aplicar a maior dose recomendada quando o nível de infestação for maior (30 lagartas por batida de pano). Repetir aplicação se necessário, não ultrapassando o número máximo de 02 aplicações.
Lagarta-falsa-medideira: Aplicar no início da infestação, preferencialmente com predominância de lagartas pequenas. Aplicar a maior dose recomendada quando o nível de infestação for maior que 10 lagartas por batida de pano. Se necessário, repetir a aplicação não ultrapassando o número máximo de 2 aplicações.

TOMATE
- Broca-pequena-do-tomateiro: INTREPID 240 SC deve ser aplicado do início do florescimento até a colheita, em intervalos de 7 dias, antes que as lagartas penetrem no fruto, não ultrapassando o número máximo de 04 aplicações.
- Traça-do-tomateiro: INTREPID 240 SC deve ser aplicado no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (nos primeiros instares larvais), procurando atingir toda a parte aérea da cultura. As pulverizações devem ser repetidas em intervalos de 7 dias, não ultrapassando o número máximo de 04 aplicações.
- Broca-grande-do-fruto: INTREPID 240 SC deve ser aplicado no início da frutificação até a colheita, em intervalos de 7 a 10 dias dias, antes que as lagartas penetrem no fruto não ultrapassando o número máximo de 04 aplicações.

- Em todas as aplicações na cultura do tomate, adicionar óleo vegetal ou mineral emulsionável na dose de 100 ml /100 litros de água.

TRIGO
- Lagarta-do-trigo: Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. Se necessário, repetir a aplicação. O intervalo entre as aplicações será determinado em função da reinfestação. Aplicar no máximo 2 vezes durante o ciclo da cultura. A menor dose é recomendada para o controle em baixas infestações e a maior dose em altas infestações.

MODO DE APLICAÇÃO:

INTREPID 240 SC, por ser um inseticida fisiológico, não tem atividade imediata e apesar de eficiente contra lagartas em todas as fases de desenvolvimento, as aplicações devem ser realizadas no início das infestações e em lagartas de primeiros ínstares. Doses mais elevadas promovem uma ação mais rápida do produto, devendo ser utilizadas em lagartas em um estágio de desenvolvimento mais avançado.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA:

INTREPID 240 SC é indicado para aplicações terrestres e aéreas. As aplicações terrestres podem ser costais ou tratorizadas. O volume de calda varia de acordo com a cultura, devendo ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas.


a. PULVERIZADORES COSTAIS
Culturas: Algodão, milho e tomate
Velocidade: 1 m/s
Volume de aplicação: 200 L/ha - algodão e milho
400 a 1000 L/ha - tomate
100 a 200 L/há -trigo e feijão
Pressão de trabalho: 40 - 60 psi
Tipos de ponta: jato cônico - D2 a D6 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm2 com VMD de 110 - 120 µm.

b. PULVERIZADORES TRATORIZADOS, DE BARRA OU ESPECÍFICOS :
Culturas: Algodão, milho, soja e tomate.
Velocidade do trator: 6 - 8 km/h
Volume de aplicação: 80 a 200 L/ha – algodão e soja
200 a 400 L/ha - milho.
400 a 1000 L/ha - tomate.
100 a 200 L/há - trigo e feijão
Pressão do manômetro: 80 - 100 psi
Tipos de pontas: - jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor(core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm2 com VMD de 110 - 120 µm para algodão, soja e tomate.
- bicos leque de 80:02 a 80:04 para milho e trigo
Altura / distância da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição.

c. PULVERIZADORES AÉREOS:
Culturas: Algodão, feijão, soja e trigo
Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm2.
Uso de barra com 40 - 42 bicos de jato cônico vazio.
Pressão de trabalho: 15 - 30 psi
Altura de vôo: 4 - 5 metros em relação ao alvo de deposição.
Volume de aplicação: 10 - 12 litros/ha

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO DE INTREPID 240 SC:
Temperatura máxima: 28 ºC
Umidade relativa do ar: 70% (mínima)
Velocidade do vento: máximo de 10 km/h

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Algodão ........................ 7 dias
Feijão ........................... 14 dias
Milho ............................. 7 dias
Soja .............................. 7 dias
Tomate.......................... 1 dia
Trigo ............................. 14 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
Intrepid 240 SC não é fitotóxico às culturas indicadas quando utilizado de acordo com os usos doses e recomendados.
Compatibilidade:
Não há evidência na existência de problemas de incompatibilidade com outros pesticidas ou fertilizantes normalmente utilizados.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha: Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem faça de modo a evitar respingos: Use macacão com mangas compridas, óculos, luvas, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, viseira facial, luvas, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho troque e lave suas roupas (não misture com roupas de uso diário).

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito, beba 2 copos de água e procure o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água em abundância por no mínimo 15 minutos e, se a irritação persistir, procure o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e se houver irritação procure o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Inalação: Procure lugar arejado.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA E ANTÍDOTO:A resposta humana para uma dose oral não-letal não é conhecida, mas deve-se esperar que ocorra náuseas e vômitos. Se for ingerido, o produto deve ser diluído com dois copos de água e deve ser consultado um médico. Embora o METHOXYFENOZIDE seja classificado como praticamente não irritante em estudos com animais, a exposição humana, dérmica ou ocular, pode resultar em irritação leve e transiente, particularmente quando em membranas mucosas. Os olhos devem ser lavados com bastante água. A pele afetada deve ser lavada intensamente com sabão e água. METHOXYFENOZIDE não é um sensibilizante e portanto, não são esperadas reações alérgicas. Como não houveram estudos de toxicidade conduzidos em seres humanos, toda a informação aqui contida é baseada em estudos com animais e todas as recomendações para tratamento são para alívio dos sintomas e terapia de suporte.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Foram conduzidos estudos com animais de laboratório para determinar a farmacocinética do METHOXYFENOZIDE. O composto foi rapidamente depurado e não houve evidências de bioacumulação em nenhum tecido. O produto é pouco metabolizado e é excretado principalmente pelas fezes.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: INTREPID 240 SC possui as seguintes doses letais 50% (DL 50): DL 50 oral: > 5.000 mg/kg em ratos machos e fêmeas. DL 50 dérmica: > 5.000 mg/kg em ratos machos e fêmeas. Estudos de laboratório demonstraram que INTREPID 240 SC é considerado não irritante aos olhos e praticamente não irritante à pele de coelhos. Estudos de longo prazo realizados com o METHOXYFENOZIDE- ingrediente ativo do INTREPID 240 SC, demonstraram que o mesmo não apresenta características teratogênicas ou carcinogênicas, nem tampouco efeitos sobre a reprodução. O composto também não apresenta qualquer atividade mutagênica.

EFEITOS COLATERAIS: Não se conhecem efeitos colaterais, por se tratar de produto indicado para uso fitossanitário.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE. Este produto é Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o equipamento de proteção individual-EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´água. Siga as instruções:

PISO PAVIMENTADO: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água;

SOLO: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;

CORPOS D'ÁGUA - Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da Empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO: O material pode ser incinerado em local apropriado, de acordo com as regulamentações municipais, estaduais ou federais. Por decomposição térmica pode ser gerado isobutileno em temperaturas superiores a 170ºC. Não se espera que ocorra polimerização perigosa. Tempo médio de queima do material: 30 minutos.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS / DOENÇAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc..) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.