Bula Intruder

acessos
Picloran
7014
Dow AgroSciences

Composição

Picloram 114.76 g/L Ácido piridinocarboxílico
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D) 447.22 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico

Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Assa peixe roxo
(Vernonia westiniana)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado. Época quente, quando as plantas daninhas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Buva
(Conyza bonariensis)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado. Época quente, quando as plantas daninhas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Erva de santiago
(Ambrosia elatior)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado. Época quente, quando as plantas daninhas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Gervão branco
(Croton glandulosus)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado. Época quente, quando as plantas daninhas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado. Época quente, quando as plantas daninhas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sidastrum micranthum)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado. Época quente, quando as plantas daninhas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sidastrum paniculatum)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado. Época quente, quando as plantas daninhas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Joá bravo
(Solanum aculeatissimum)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado. Época quente, quando as plantas daninhas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Lobeira
(Solanum lycocarpum)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado. Época quente, quando as plantas daninhas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Malva branca
(Waltheria indica)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado. Época quente, quando as plantas daninhas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Malva branca
(Sida cordifolia)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado. Época quente, quando as plantas daninhas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado. Época quente, quando as plantas daninhas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo

Frasco plástico ou metálico para 1 litro. Bombona plástica para 5, 10, 20 e 50 litros. Balde metálico para 5, 10, 20, 25 e 50 litros. Tambor plástico ou metálico para 100, 200 e 250 litros. Mini bulks metálico ou plástico para 420 e 1000 litros. Isocontainer metálico ou plástico para 10000, 15000, 20000 litros e a granel.

qINSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
Lancelot* é um herbicida seletivo e sistêmico, recomendado para o controle plantas infestantes de folhas largas, de porte herbáceo, semi-arbustivo e arbustivo em áreas de pastagens de gramíneas forrageiras.

CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS E DOSES RECOMENDADAS:

Aplicação Foliar Localizada:
Adicionar espalhante adesivo não iônico a 0,3% v/v.Utilizar as doses mais altas para as plantas adultas que, por possuírem sistema radicular mais desenvolvidos, são mais resistentes ao produto.

Aplicação Foliar em Área Total (Tratorizada e Aérea):
Para as plantas invasoras Maria-mole – Senecio brasiliensis*; Losna-do-campo – Ambrosia elatior* e Buva – Conyza bonariensis* adicionar espalhante adesivo não iônico a 0,50 % v/v; para as demais adicionar espalhante adesivo não iônico a 0,3% v/v. Efetuar o controle de plantas daninhas nas pastagens de Panicum maximum (capim-colonião) e Brachiaria decumbens (capim-braquiária)

Aplicação no Toco:
Utilizar as doses mais altas para plantas com roçadas anteriores, que são mais resistentes ao produto.

NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALOS DAS APLICAÇÕES:
Em pastagens deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo. Para uma maior eficiência do produto, deve-se adotar os seguintes parâmetros na aplicação:
•Temperatura máxima = 32ºC
•Umidade relativa do ar maior que 60%
Esses parâmetros (medidos através de um termohigrômetro) normalmente são obtidos realizando-se as aplicações no periodo de 6:00 às 10:00 horas da manhã e, recomeçando às 4:00 horas da tarde.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
1)Reforma de Pastagem: para se obter melhores resultados com Lancelot* em reforma de pastagem, aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas e após a pastagem já estar totalmente germinada e iniciado seu perfilhamento. Isso ocorre normalmente entre os 35 e 45 dias após o plantio do capim. Nesta fase as plantas daninhas encontram-se menos resistentes.

2)Manutenção (Limpeza) de Pastagem: a aplicação de Lancelot* deve ser realizada quando as plantas daninhas estiverem crescendo ativamente, bem enfolhadas e antes do florescimento. Se as plantas estiverem adultas, de grande porte ou florescidas, roçá-las e aplicar o produto quando estiverem novamente bem enfolhadas. Plantas daninhas adultas ou espécies lenhosas necessitam das maiores doses de Lancelot* para seus controles.

- Para aplicação foliar localizada, aplicar o produto com pulverizador costal manual diretamente sobre a folhagem das plantas daninhas até atingir seu ponto de escorrimento.

- Para aplicação foliar em área total (Equipamento tratorizado) utilizar pulverizadores de barra (Condor Pec Jacto) ou, pulverizadores de turbina de fluxo de ar (Jatão), aplicando a calda sobre a folhagem das plantas daninhas de maneira uniforme em toda a área.

- Para aplicação com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros e ultra leves):
. Bicos: Utilizar bicos de jato cônico vazio ou cheio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta, e difusor (core) 46 ou 56, com uma densidade mínima de gotas depositadas de 50 a 60 gotas/cm2 e um DMV (VMD) entre 240 a 420 ? (micrômetros). Não utilizar bicos rotativos do tipo MICRONAIR ou similares.

. Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar entre 38 a 40 bicos, fechando sempre os bicos situados próximos as pontas das asas e três intermediários junto ao corpo (fuselagem) do avião, nas extremidades internas das asas.. Manter em funcionamento os oito bicos originais existentes sob a ‘barriga’ (fuselagem) do avião e deverão ser posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.

NOTA: O fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a largura da faixa de deposição recomendada para a aeronave em uso, ao contrário reduz o arraste das gotas pelos vórtices de ponta das asas e danos ao ambiente e áreas vizinhas. Avaliações práticas confirmam uma perda mínima de 30% da pulverização quando as gotas são arrastadas pelos vórtices de ponta das asas.

. Altura de vôo: Sendo o vôo da aeronave definido e efetuado em função da altura das árvores, é recomendável para a segurança do vôo, melhor uniformidade e geração das gotas e distribuição das gotas sobre o alvo desejado que a aeronave mantenha um nível de vôo entre 8 a 10 metros acima do topo das plantas mais altas, qualquer que seja o tipo ou modelo de aeronaves utilizadas. A altura de vôo recomendada, deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações climáticas locais que ocorram. O controle da deriva deverá ser efetuado sempre pela alteração do ângulo dos bicos de pulverização e do diâmetro das gotas e nunca pela variação da altura de vôo.

. Volume de aplicação: Utilizar sempre vazões de 30 a 50 litros/ha.

. Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA ou similares utilizar a faixa de deposição máxima de 15 metros. Para aviões de maior porte, a faixa de deposição será sempre limitada às características técnicas operacionais comprovadas do modelo/tipo do avião, e pela densidade e diâmetro de gotas requeridas e recomendadas sobre o alvo desejado.

. Condições Climáticas: Qualquer que seja o equipamento de pulverização em uso e durante toda a aplicação, deverão ser observadas as seguintes condições climáticas:
•Temperatura ambiente (local da aplicação): abaixo de 32 ºC
•Umidade relativa do ar (local da aplicação): mínima de 60 %
•Velocidade de vento: entre 2 e 10 km/hora (0,5 a 2,8 metros/segundo).
Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente.

OBSERVAÇÕES: Considerar sempre a umidade relativa do ar como um dos fatores mais importante e de maior atenção e monitoramento durante todo o processo de aplicação dos produtos, pois determinará a maior ou menor velocidade de evaporação e perda das gotas, com uma maior ou menor deriva ou arraste pelos ventos. O uso de espalhante adesivo, misturado à calda de pulverização aquosa, como adjuvante para reduzir a evaporação das gotas, deverá ser usado na concentração indicadas acima, porém, considerar sempre o acréscimo de custo para o usuário, tolerância ao mesmo da cultura a ser aplicada e as características físicas das folhas (pilosas, cerosas ou coriáceas) das culturas e do alvo a ser atingido

Para aplicações no toco utilizar pulverizador costal manual em aplicação dirigida no toco, utilizando-se bico tipo cone, sem o core interno (jato cone cheio).
. Modo de aplicação: Roce com foice a planta daninha a ser controlada o mais próximo possivel do solo. Em plantas com roçadas anteriores, faça o novo corte abaixo do engrossamento da raiz (nó) da última roçada. Em caules mais grossos, rache em cruz o toco cortado, para uma maior absorção do produto. Após realizada a roçada da planta daninha, aplique o produto imediatamente após o corte, molhando todo o toco até atingir o ponto de escorrimento.

NOTA: Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas daninhas.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade para a cultura indicada: Lancelot* quando utilizado nas doses recomendadas não causará danos às pastagens.

- Outras Restrições a Serem Observadas:
•Lancelot* só deverá ser aplicado, quando não houver perigo das espécies úteis a ele sensíveis, tais como dicotiledôneas em geral, serem atingidas.
•Caso o Lancelot* seja utilizado no controle de plantas daninhas em área total, o plantio de espécies susceptíveis ao produto só deve ser feito de 2 a 3 anos após a última aplicação do produto.
•No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do inicio da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário à sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após a aplicação do produto.
•Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida. As aplicações com pulverizadores costais manuais só deverão ser feitas quando não houver perigo de atingir as espécies acima mencionadas.
•Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas susceptíveis, o equipamento que foi utilizado para aplicação de Lancelot*.
•Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto.

2. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇOES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS;
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- É PROIBIDA A UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO MANUAL OU COSTAL
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo d reentrara, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para p uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais

- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EM), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e aventais impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR PICLORAM E 2,4-D
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupos químicos:
Acido piridinocarboxíliço e Acido ariloxialcanóico

Vias de exposição:
Oral, inalatória, ocular e dérmica

Toxicocinética:
Picloram: O Picloram foi rapidamente absorvido do trato gastrointestinal (meia-vida de 0,5 horas) e rapidamente excretado não modificado pela urina; mais que 76% do produto aplicado oralmente foi excretado na urina durante as primeiras 6 horas e mais que 87% foi excretado na urina em 72 horas. Por comparação, Picloram foi levemente absorvido através da pele (meia-vida de 12 horas) e baseando-se na quantidade de Picloram excretado na urina, somente urna pequena fração (0,18%) do Picloram aplicado à pele foi absorvido. Em resumo, estes dados demonstram que Picloram é rapidamente excretado e apresenta baixo potencial para acumular no homem durante exposições repetidas ou prolongadas.
2,4-D: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente Através da urina (84.a 94% do 2,4-D administrado) e a eIininação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D foi encontrado nos tecidos e na carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.

Mecanismos de toxicidade:
Os mecanismos dê toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas e sinais clínicos:
O produto apresentou-se levemente irritante à pele,
reversível em 24 horas, e irritante aos olhos. Efeito adverso não é esperado pela exposição inalatória. A exposição ocular pode causar irritação severa com injúria da córnea. A Ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos mínimos no trato gastrointestinal e no fígado.

Picloram:
Exposição Aguda
Dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados. Pode ocorrer náusea após a exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor torna a toxicidade inalatória improvável. O picloram não é descrito como sendo um sensibilizante. O seu pó pode ser irritante aos olhos, pele, nariz, garganta e trato respiratório. E improvável que ocorra dano à córnea.

Respiratório
O pó do Picloram é irritante ao trato respiratório. Neurológico
Embora não tenham sido relatados ataques epiléticos em humanos, eles ocorreram em animais expostos a doses fatais.

Gastrointestinal
Pode ocorrer náusea após a ingestão de grande quantidade de picloram. O picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal.

Hematológico
Os níveis de leucócitos podem diminuir. Dermatológico
O picloram é moderadamente irritante para a pele. O picloram é absorvido lentamente através da pele.

2,4- D:
Exposição Aguda
Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto.

Ingestão
Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, Vômito, taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficiência respiratória, edema pulmonar e rabdomiólise.

Patofisiologia
Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso central.

Cardiovascular
Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia,anormalidades no eletrocardioarama, assistolia, outras disritmias e hipotensão.

Respiratório
Ingestão de grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar.

Neurológico
a)Exposição a baixas doses: podem ocorrer dependendo do composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.
b)Exposições a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, contrações musculares, espamos, fraqueza profunda, polineurite e perda da consciência.
c)Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas.

Gastrointestinal
Foram relatados náusea, vômito, diarréia e necrose da mucosa gastrointestinal.

Hepático
Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenasé, ASAT e ALAT.

Genitourinário
Podem ocorrer albuminúria e partiria; falência renal devida à rabdomiólise também é possível.

Hidro-eletrolítico
A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.

Hematológico
A trombocitopenia é o efeito hematológico primário. A.leucopenia também já foi relatada.

Dermatológico
O contato direto pode causar irritação na pele.

Musculoesquelótico
Podem ocorrer espamos musculates, rigidez muscular, elevação da creatina quinase e rabdomiólise.

Endócrino
Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-D. Estudos ,cpm animais mostraram decréscimo nos níveis T3 e T4, mas esse efeito não foi relatado em humanos

Diagnósticos:
Não existe método diagnóstico para exposição.

Tratamento:
Sintomático, a critério médico, em resposta às reações do paciente.

Contra-indicações:
0 vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.

Efeitos sinérgicos:
Nenhum efeito sinérgico é conhecido.

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e
Assistência Toxicolágica - RENACIAT - ANVISNMS.
Notifique ao sistema de informação de agravos notificação (SI NAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 08007710032

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção:
Picloram: Para definir o destino de Picloram no homem, seis voluntários saudáveis receberam doses orais únicas de 5,0 e 0,5 mg/kg, e uma dose dérmica de 2,0 mg/kg. Picloram foi administrado oralmente como o sal de sódio em suco de laranja e a dose dérmica foi aplicada às costas dos voluntários como ácido livre dissolvido em etanol. Os dados indicaram que Picloram foi rapidamente absorvido do trato gastrointestinal (meia-vida de 0,5 hora) e rapidamente excretado não modificado pela urina; mais que 76% do produto aplicado oralmente foi excretado na urina durante as primeiras 6 horas e mais que 87% foi excretado na urina em 72 horas. Por comparação, Picloram foi levemente absorvido através da pele (meia-vida de 12 horas) e baseando-se na quantidade de Picloram excretado na urina, somente uma pequena fração (0,18%) do Picloram aplicado à pele foi absorvido. Em resumo, estes dados demonstram que Picloram é rapidamente excretado e apresenta baixo potencial para acumular no homem durante exposições repetidas ou prolongadas. Adicionalmente, Picloram foi muito pouco absorvido através da pele e é improvável que quantidades tóxicas agudas sejam absorvidas por esta via.

2,4D:
Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do administrado de 2,4-O) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrado foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que a LANCELOT* é extremamente irritante aos olhos e pouco irritante para a pele; DL50 oral aguda observada em estudo com animais de laboratório foi maior que 2500 mg/kg e DL50 dérmica aguda foi maior que 2000 mg/kg. O produto não é sensibilizante.

Efeitos crônicos:
Picloram: Um estudo crônico realizado em ratos durante 2 anos apresentou NOEL de 20 mg/kg/dia, O principal efeito relacionado ao tratamento foi o aumento dos pesos absoluto e relativo do fígado e propriedades tintoriais dos hepatócitos centrilobulares. Não houve mortalidade ou incidência de tumores durante o estudo (EPA RED, 1995). Em estudos reprodutivos em ratos e em camundongos o picloram não apresentou efeitos na gestação e na fertilidade dos animais. Em estudos em animais o picloram também não apresentou efeitos teratogênicos (E)(TOXNET, 1996). Estudos de 12 meses em cães, os efeitos observados foram aumento no tamanho e peso do fígado. O NOEL foi de 35 mg/kg/dia. Em um estudo em ratos de 2 gerações, os efeitos observados foram toxicidade renal nos machos e fêmeas FO e Fi da maior dose administrada; nenhum efeito foi observado sobre a fertilidade ou desenvolvimento neonatal. O NOEL foi de 200 mg/kg/dia e o NOEL para fertilidade e desenvolvimento neonatal foi de 1000 mg/kg/dia.

2,4-D: Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia. Em doses de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo tiveram aumento de peso.
O ingrediente ativo 2,4-O também foi testado em camundongos por período de dezoito meses não apresentando evidências de carcinogênese. O ingrediente ativo de 2,4-D não apresentou evidência de teratogênese ou efeitos reprodutivos sobre a prole quando testado em animais, bem como não foi considerado mutagênico tanto In vivo" quanto In vitro".
A Ingestão Diária Aceitável (IDA) do 2,4-D é 0,01 mg/Kg/dia, baseado no NOEL de 1,0 mg/kgldia encontrado no estudo dietário em cães e no fator de segurança de 100.

3. DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA / MMA).

4. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
"De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis."

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA 1— EXTREMAMENTE TÓXICO

Número, Épocas e Intervalos das Aplicações:
Em pastagens, deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo. Para uma maior eficiência do produto, deve-se adotar os seguintes parâmetros na aplicação:
• Temperatura máxima = 32°C
• Umidade relativa do ar maior que 60%
Esses parâmetros (medidos através de um termohigrômetro) normalmente são obtidos realizando-se as aplicações no período de 6:00 às 10:00 horas da manhã e, recomeçando às 4:00 horas da tarde.

Modo / Equipamento de Aplicação:
Reforma de Pastagem: para se obter melhores resultados com Lancelot* em reforma de pastagem, aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas e após a pastagem já. estar totalmente germinada e iniciado seu perfilhamento. Isso ocorre normalmente entre os 35 e 45 dias após o plantio do capim. Nesta fase as plantas daninhas encontram-se menos resistentes.
Manutenção (Limpeza) de Pastagem: a aplicação de Lancelot* deve ser realizada quando as plantas daninhas estiverem, crescendo ativamente, bem enfolhadas e antes do florescimento. Se as plantas estiverem adultas, de grande porte ou florescidas, roçá-las e aplicar o produto quando estiverem novamente bem enfolhadas. Plantas daninhas adultas ou espécies lenhosas necessitam das maiores doses de Lancelot* para seus controles.

Para aplicação foliar em área total (Equipamento tratorizado) utilizar pulverizadores de barra (Condor Pec Jacto) ou, pulverizadores de turbina de fluxo de ar (Jatão), aplicando a calda sobre a folhagem das plantas daninhas de maneira uniforme em toda a área.

Para aplicação com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros e ultra leves):
Bicos: Utilizar bicos de jato cônico vazio ou cheio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta, e difusor (core) 46 ou 56, com uma densidade mínima de gotas depositadas de 50 a 60 gotas/em2 e um DMV (VM) entre 240 a 420 g (micrômetros). Não utilizar bicos rotativos do tipo MICRONAIR ou similares.
Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPAN EMA, qualquer que seja o modelo, utilizar entre 38 a 40 bicos, fechando sempre os bicos situados próximos as pontas das asas e três intermediários junto ao corpo (fuselagem) do avião, nas extremidades internas das asas. Manter em funcionamento os oito bicos originais existentes sob a 'barriga' (fuselagem) do avio e deverão ser posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.

NOTA: O fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a largura da faixa de deposição recomendada para a aeronave em uso, ao contrário reduz o arraste das gotas pelos vórtices de ponta das asas e danos ao ambiente e áreas vizinhas. Avaliações práticas confirmam uma perda mínima de 30% da pulverização quando as gotas são arrastadas pelos vórtices de ponta das asas.
Altura de vôo: Sendo o vôo da aeronave definido e efetuado em função da altura das árvores, é recomendável para a segurança do vôo, melhor uniformidade e geração das gotas e distribuição das gotas sobre o alvo desejado que a aeronave mantenha um nível de vôo entre 8 a 10 metros acima do topo das plantas mais altas, qualquer que seja o tipo ou modelo de aeronaves utilizadas. A altura de vôo recomendada deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações climáticas locais que ocorram. O controle da deriva deverá ser efetuado sempre pela alteração do ângulo dos bicos de pulverização e do diâmetro das gotas e nunca pela variação da altura de vôo.

Volume de aplicação: Utilizar sempre vazões de 30 a 50 litros/ha.

Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA ou similares utilizar a faixa de deposição máxima de 15 metros. Para aviões de maior porte, a faixa de deposição será sempre limitada às características técnicas operacionais comprovadas do modelo/tipo do avião, e pela densidade e diâmetro de gotas requeridas e recomendadas sobre o alvo desejado.
Condições Climáticas: Qualquer que seja o equipamento de pulverização em uso e durante toda a aplicação, deverão ser observadas as seguintes condições climáticas: • Temperatura ambiente (local da aplicação): abaixo de 32 °C
• Umidade relativa do ar (local da aplicação): mínima de 60 %
• Velocidade de vento: entre 2 e 10km/hora (0,5 a 2,8 metros/segundo).
Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente.

OBSERVAÇÕES: Considerar sempre a umidade relativa do ar como um dos fatores mais importante e de maior atenção e monitoramento durante todo o processo de aplicação dos produtos, pois determinará a maior ou menor velocidade de evaporação e perda das gotas, com uma maior ou menor deriva ou arraste pelos ventos.

NOTA: Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas daninhas.

Intervalo de segurança: Não determinado devido à modalidade de emprego.

Intervalo de reentrada de pessoas nas culturas e áreas tratadas:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

Limitações de Uso:
Fitotoxicidade para a cultura indicada:
Lancelot* quando utilizado nas doses recomendadas não causará danos às pastagens.

Outras Restrições a Serem Observadas:
• Lancelot* só deverá ser aplicado, quando não houver perigo das espécies úteis a ele sensíveis, tais como dicotiledôrieas em geral, serem atingidas.
• Caso o Lancelot* seja utilizado no controle de plantas daninhas em área total, o plantio de espécies susceptíveis ao produto só deve ser feito de 2 a 3 anos após a última aplicação do produto.
• No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do inicio da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário à sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após a aplicação do produto.
• Evitar que o produ.to atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida.
• Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas susceptíveis, o equipamento que foi utilizado para aplicação de Lancelot*,
• Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto.

Informações sobre os Equipamentos de Proteção Individual a serem utilizados:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISAIMS)
Informações sobre os Equipamentos de Aplicação a serem usados: Vide Modo de A51icação.
Descrição dos Processos de Tríplice Lavagem da Embalagem ou Tecnologia Equivalente:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - 1 BAMA/MMA)
Informações sobre os Procedimentos para a Devolução, Destinação, Transporte, Reciclagem, Reutilização e Inutilização das Embalagens Vazias:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMAIMMA)
Informações sobre os Procedimentos para a Devolução e Destinação de Produtos Impróprios ou em Desuso:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMAIMMA)

Informações Sobre Manejo de Resistência:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.


Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Vide Aplicação/Uso