Bula JUPI

acessos
Nicosulfuron
9011
ISK

Composição

Nicossulfurom 40 g/L Sulfoniluréia

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência

Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas de 2 a 4 folhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem nos seguintes estádios: - 2 a 4 folhas (1,25 L p.c./ha ) e de 4 a 6 folhas (1,50 L p.c./ha )
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 130 a 200 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 1 folha a 2 perfilhos
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem nos estádios do perfilhamento (1,25 L p.c./ha ) até 2 perfilhos (1,50 L p.c./ha )
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem nos estádios do perfilhamento (1,25 L p.c./ha ) até 2 perfilhos (1,50 L p.c./ha )
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem nos estádios do perfilhamento (1,25 L p.c./ha ) até 2 perfilhos (1,50 L p.c./ha )
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas até o perfilhamento
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 130 a 200 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 1 folha a 4 perfilhos
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem nos estádios do perfilhamento (1,25 L p.c./ha ) até 2 perfilhos (1,50 L p.c./ha )
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem nos estádios do perfilhamento (1,25 L p.c./ha ) até 2 perfilhos (1,50 L p.c./ha )
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem nos seguintes estádios: - 2 a 4 folhas (1,25 L p.c./ha ) e de 4 a 6 folhas (1,50 L p.c./ha )
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem nos seguintes estádios: - 2 a 4 folhas (1,25 L p.c./ha ) e de 4 a 6 folhas (1,50 L p.c./ha )
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pósemergência das plantas daninhas quando estiverem nos seguintes estádios: - 2 a 4 folhas (1,25 L p.c./ha ) e de 4 a 6 folhas (1,50 L p.c./ha )
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem nos seguintes estádios: - 2 a 4 folhas (1,25 L p.c./ha ) e de 4 a 6 folhas (1,50 L p.c./ha )
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem nos seguintes estádios: - 2 a 4 folhas (1,25 L p.c./ha ) e de 4 a 6 folhas (1,50 L p.c./ha )
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem nos estádios do perfilhamento (1,25 L p.c./ha ) até 2 perfilhos (1,50 L p.c./ha )
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem nos seguintes estádios: - 2 a 4 folhas (1,25 L p.c./ha ) e de 4 a 6 folhas (1,50 L p.c./ha )
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L p.c./ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem nos seguintes estádios: - 2 a 4 folhas (1,25 L p.c./ha ) e de 4 a 6 folhas (1,50 L p.c./ha )
Rubim
(Leonurus sibiricus)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem nos seguintes estádios: - 2 a 4 folhas (1,25 L p.c./ha ) e de 4 a 6 folhas (1,50 L p.c./ha )
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 45 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas de 2 a 4 folhas

Galão Plástico: 1,0; 3,785 (1,0 galão americano); 5,0; 5,6775 (1,5 galão americano); 9,4625 (2,5 galões americanos); 10,0; 15,14 (4,0 galões americanos); 18,925 (5,0 galões americanos) e 20 Litros.
Galão Metálico: 5, 10 e 20 Litros.
Tambor Plástico/Metálico: 100 (26,42 galões americanos) e 200 (52,84 galões americanos) Litros.

MODO DE APLICAÇÃO:

Com pulverizador tratorizado ou costal manual: Usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 130 a 400 litros por hectare e pressão de serviço de 30 a 60 libras por polegada quadrada (psi).
Sugere-se a utilização de bicos 80.02; 80.03; 110.02 ou 110.03.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Milho: 45 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

• O produto não deverá ser aplicado quando a planta estiver passando por estado de
estresse hídrico.
• Respeitar um período de sete dias entre a aplicação de JUPI e a aplicação de
inseticidas organofosforados ou realização de adubação nitrogenada.
Bula_JUPI_02 (11/2017)
• A ocorrência de chuvas até uma hora após a aplicação do produto poderá diminuir
sua eficiência. Não aplicar em culturas de sorgo, nem em locais onde possa haver
deriva para este cultivo.
• Fitotoxicidade: JUPI é seletivo para a maioria das cultivares comerciais de milho,
mas existem alguns híbridos/variedades que não devem ser tratados com o produto;
por isso, antes de aplicar, consulte a “Lista de Híbridos e Variedades
Recomendados para Tratamento com JUPI", que se encontra junto à embalagem
ou com o fornecedor do produto.
• Para os híbridos/variedades que são recomendados, em alguns casos poderão ser
observados sintomas iniciais de fitotoxicidade, que desaparecem naturalmente sem
interferir na produtividade.
• Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:

• Durante a manipulação e a preparação da calda, use o macacão com mangas
compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental
impermeável e máscara apropriada.
• Durante a aplicação usar macacão de mangas compridas, chapéu de aba larga,
luvas, botas e máscara apropriada.
• Evite comer fumar ou beber durante o manuseio ou aplicação do produto.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não desentupa bicos, orifício, válvulas, tubulações, etc, com a boca.
• Distribua o produto da própria embalagem sem contato manual.
• Após a utilização do produto, remova as roupas protetoras e tome banho.

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU DESUSO:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES A SEGUIR

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
Use protetor ocular:
- O produto é medianamente irritante para os olhos.
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use máscara cobrindo nariz e boca:
- Produto perigoso se inalado ou aspirado.
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use luvas de borracha:
- Produto medianamente irritante para a pele.
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos:
- Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
- O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca.
- Não aplique o produto contra o vento.
- Use macacão de mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Não reutilize a embalagem vazia.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS
Ingestão: Se a pessoa estiver consciente, administre água e provoque vômito. Procure logo um médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Não dê nada a uma pessoa inconsciente.
Olhos: Lave com água corrente por 15 minutos e procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
Pele: Lave com água e sabão a área exposta e procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Lave as roupas utilizadas separadamente.
Inalação: Remova a pessoa para um local arejado. Procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.
TRATAMENTO MÉDICO: Tratamento sintomático.

TELEFONES PARA CASOS DE EMERGÊNCIA:
Centro de Controle de Intoxicações - UNICAMP: (19) 3788-7555 e 3289-2138
ISK BIOSCIENCES DO BRASIL DEF. AGRÍC. LTDA: 0800-7010450
ARYSTA LIFESCIENCE DO BRASIL LTDA.: (15) 3292-1161
FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA - 90 xx (34) 3319-3019 ou 0800-343545

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO
O produto nicossulfurom atua apenas na inibição da síntese da enzima Acetolactato Sintetase (ALS). Esta enzima ALS não é sintetizada em animais. Portanto, nos estudos realizados em laboratório, nicossulfurom, suas conjugações ou metabólitos não provocaram danos nos animais analisados, mesmo quando submetidos as maiores doses administradas.
Nos estudos de metabolismo realizados, cuja administração do produto ocorre via oral, os resultados obtidos evidenciaram que o produto é rapidamente absorvido (taxa de absorção 38 a 42%) e encontrado principalmente no plasma e sangue. Os estudos também mostraram que o produto foi rapidamente eliminado do plasma e sangue (meia vida de 4 a 8 h) e também pelo organismo via urina (> 14%), biles (> 14%) e fezes (> 62%), sendo a última a principal via de excreção.
Insignificantes quantidades do produto foram encontradas no ar expelido, trato intestinal, órgãos/tecidos e na carcaça dos animais analisados.
A taxa de recuperação do produto e seus metabólitos variou de 94,2 a 99,9%, sendo o nicossulfurom o principal produto excretado.
Nenhum caso de intoxicação foi relatado em seres humanos ocupacionalmente expostos.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS
Estudos agudos: Estudos realizados com JUPI mostraram que o produto, mesmo na maior dose testada não causou perda de peso e nenhuma lesão macroscópica em animais de laboratório. JUPI apresenta baixa toxicidade aguda oral, dérmica, inalatória e é medianamente irritante para pele e olhos.
Estudos crônicos: Estudos realizados com animais em laboratório demonstraram que o produto não causou nenhum efeito crônico adverso. Os resultados obtidos também comprovam que o produto não apresenta efeitos mutagênicos, carcinogênicos ou teratogênicos. Não há efeito acumulativo no organismo.
Efeitos colaterais: Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa ISK BIOSCIENCES DO BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. - tel. (15) 3875-7450 ou as empresas: ARYSTA LIFESCIENCE DO BRASIL LTDA.: (15) 3292-1161 e/ou FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - tel.: 90xx (34) 3319-3000.
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante como indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- lnutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deverá guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.