Bula Karmex

acessos
Diuron
1198902
Adama

Composição

Diuron 800 g/kg Uréias substituídas

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dis. Em pré-emergência e pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 180 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré-emergência e pós-emergência

Sacos multifoliados, metálicos, de plástico, de papel, de nylon/poli, caixas e barricas de papelão, bombonas plásticas e tambores metálicos contendo 1, 2, 3, 4, 5, 10, 15, 20, 25 e 50 kg. Embalagens tipo "minibulk" e "bulk" metálicas, de fibra, de plástico contendo 100, 200, 300, 400, 500, 1000, 2000, 5000 e 10000 kg.Sacos metálicos e de plástico contendo sacos hidrossolúveis de 100, 200, 250 e 500 g, 1; 2; 2,5 e 3 kg.

DOSE UTILIZADA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Abacaxi: Aplicar 2,0 a 4,0 kg/ha após o plantio, em pré emergência das plantas infestantes. Se necessário realizar mais uma ou duas aplicações nas doses de 1,0 a 2,0 kg/ha, antes da diferenciação floral, nas entrelinhas ou em área total, com intervalo mínimo de 2 meses entre as aplicações. Caso seja necessário realizar um aplicação adicional após a diferenciação floral, na dose de 1,0 a 2,0 kg/ha nas entrelinhas. Nunca aplicar mais que 10 kg/ha por ciclo da cultura. Áreas tratadas poderão ser plantadas com abacaxi ou cana de açúcar um ano após a última aplicação.

Algodão: Aplicar 1,5 a 2,5 kg/ha em pré emergência imediatamente após a semeadura. A aplicação em uma única safra não deve exceder 1,5 kg/ha em solos leves, 2,0 kg/ha em solos médios, e 2,5 kg/ha em solos pesados. Aplicar 1,0 a 2,0 kg/ha em pós emergência inicial, em jato dirigido quando as plantas infestantes tiverem no máximo 2 a 4 folhas, e o algodão no mínimo 30 cm de altura. Evitar aplicações sobre a cultura, bem como o plantio de outras culturas 1 ano após a última aplicação.

Café: Realizar 2 aplicações na dose de 2,0 a 4,0 kg/ha por ano, sendo a primeira após a arruação e a segunda após a esparramação. As doses recomendadas referem-se a hectare tratado e deve-se descontar a área ocupada pelas saias dos cafeeiros. Aplicar em cafezais a partir de 2 anos, evitando-se o plantio de cultura intercalar (ex.: feijão, arroz), salvo recomendação especial. Não aplicar mais que 8 kg/ha por ciclo da cultura.

Cana-de-açúcar: Aplicar 2,0 a 4,0 kg/ha em pré-emergência das plantas infestantes, na cana planta e cana soca. Karmex® também pode ser aplicado em pós-emergência inicial da cultura e das plantas infestantes, quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento, sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC. Karmex® deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido afim de se evitar o efeito "guarda-chuva". Não aplicar mais que 4,0 kg/ha por ciclo da cultura.

Citros: Aplicar 2,0 a 4,0 kg/ha em pré ou pós emergência inicial em pomar a partir de um ano de idade, evitando-se atingir folhas e frutos das plantas. Não aplicar mais que 4,0 kg/ha de Karmex® por período de 12 meses.

MODO DE APLICAÇÃO:

Karmex® pode ser aplicado ao solo em pré-emergência das plantas infestantes. O grau de controle e a duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo e microrganismos. A umidade é necessária para uma boa ação do produto.

- Em pós-emergência usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante e aplicar logo após a germinação das plantas infestantes para o controle de gramíneas ou até o primeiro par de folhas para o controle de folhas largas. As plantas infestantes devem estar em pleno desenvolvimento, sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC.

- As doses acima são expressas para aplicação em área total. Para tratamento em faixas use proporcionalmente menos.

- Usar doses menores para aplicações em solos leves e doses maiores para solos pesados. Em pós-emergência usar doses mais baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para plantas infestantes maiores.

- Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir.

* Tanto nas aplicações de pós como de pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das plantas infestantes e/ou solo, são fundamentais para se obter um bom controle das invasoras.

INTERVALOS DE SEGURANÇA:

CULTURA DIAS

Cana-de-açúcar 150
Citros 60
Algodão 120
Café 30
Abacaxi 140

EQUIPAMENTEOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:

* Aplicação terrestre
*equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 à 50 lb/pol2)
* altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
* tipos de bico: na pré e pós emergência usar bicos de jato plano (ex.: Teejet, XR Teejet, TK, DG ou Twinjet); ou de jato cônico (ex.: Fulljet, Conejet), de acordo com as recomendações do fabricante.
* volume de aplicação: 250 à 400 L de calda/ha em pré-emergência 350 à 800 L de calda/ha em pós-emergência

Obs.: É necessário contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar a sobreposição das faixas de aplicação.

Aplicação aérea:
* equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
* tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45
* volume de aplicação: 30 à 50 L de calda/ha
* ângulo dos bicos em relação à direção de voo: 135o
* altura de vôo: 2 a 4 metros sobre o solo
* largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
* Evite a sobreposição das faixas de aplicação.
Condições climáticas:
* temperatura : inferior à 25oC
* umidade relativa do ar: superior à 70%
* velocidade do vento: inferior à 10 Km/h

Karmex® somente poderá ser aplicado via aérea na cultura da cana-de-açúcar em pré-emergência da cultura.

*Preparo da calda:

* O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 3/4 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto previamente misturado com água em um balde, completando por fim o volume com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado a calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

Nota: antes da aplicação de Karmex® o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.

*Recomendações para evitar a deriva:

Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.

O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

*Importância do diâmetro de gota:

A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e grau de infestão das plantas daninhas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão térmica.

*Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais

Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

*Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea

Número de bicos: Use o menor número de bicos com a maior vazão possível, e que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcione os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, o que produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do motor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
*Altura da barra

Regule a barra na menor altura possível para se obter cobertura uniforme, reduzindo desta forma a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura com o mínimo de solavancos.

*Ventos

O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 Km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

*Temperatura e umidade

Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

*Inversão térmica

O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; se a fumaça é rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicações de um bom movimento vertical do ar.

*Limpeza do equipamento de aplicação:

Antes da aplicação, comece com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos as culturas posteriores.

1. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis de produtos.
2. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AJAX AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvazie o tanque.
3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4. Repita o passo 2.
5. Enxague completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água limpa diversas vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento de tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
-Culturas tratadas com Karmex® não devem ser usadas para alimentação animal.
-Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.
-A tolerância de novas variedades ou novos porta-enxertos de no caso de citros deve ser determinada antes de se adotar Karmex® como prática.
-Para rotação de cultura observar o período mínimo de 1 ano após a última aplicação para o plantio das culturas para as quais o produto está registrado.
-Não aplicar através de sistemas de irrigação.
-Não utilizar o produto em desacordo às especificações do rótulo e bula.
-Não se recomenda o plantio de culturas intercalares em áreas tratadas com Karmex®

MEDIDAS GERAIS E PRIMEIROS SOCORROS: Leia e siga as instruções do rótulo. Durante a manipulação, preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, Botas e chapéu. Mantenha o produto afastado de crianças e animais domésticos. Evite comer, beber ou fumar durante o manuseio ou aplicação do produto. Mantenha o produto afastado de alimentos ou de ração animal. Não contamine lagos, fontes, rios e demais coleções de água lavando as embalagens ou aparelhagem aplicadora bem como lançando-lhes seus restos. Mantenha a embalagem original sempre fechada e em lugar seco e ventilado. Inutilize e enterre profundamente as embalagens do produto. Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de 7 dias após a aplicação do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações, etc., com a boca. Uso exclusivamente agrícola. Após a utilização do produto remova as roupas protetoras e tome banho.

Não dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Distribua o produto da própria embalagem, sem contato manual. Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso de suspeita de intoxicação. Aplique somente as doses recomendadas. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas: use luva impermeáveis. Mantenha a embalagem longe do fogo. Em caso de ingestão acidental provoque vômito, e procure imediatamente o médico levando a embalagem ou o rótulo do produto. Evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso aconteça procure local arejado e se houver sinais de intoxicação, chame o médico. Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave imediatamente as partes atingidas com água e sabão em abundância, e se houver sinais de irritação procure um médico. Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos e se houver irritação procure um médico levando a embalagem ou o rótulo do produto. Manuseie o produto em local arejado. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.

SINTOMAS: Não há descrição de sintomas típicos causados por intoxicação por "DIURON".

ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS: Não existe um antídoto específico. No caso de ocorrer uma eventual ingestão do produto, deve-se proceder a um tratamento sintomático sob supervisão médica.

Não avaliado pelo IBAMA - Registro Decreto nº 24.114/34.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

*Qualquer agente de controle de plantas infestantes pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se as plantas alvo desenvolverem algum mecanismo de resistência.
*Qualquer produto para controle de plantas infestantes da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas.
*Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
*Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo sobre as recomendações locais para o manejo de resistência de plantas infestantes
*Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (Ex. controle cultural, mecânico, etc) dentro do programa de Manejo de Plantas Infestantes quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.