Bula Katana

acessos
Flazasulfuron
297
ISK

Composição

Flazassulfurom 250 g/kg Sulfoniluréia

Classificação

Herbicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico, Pré-emergência, Pós-emergência
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós emergência das plantas daninhas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós emergência das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós emergência das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós emergência das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós emergência das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós emergência das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós emergência das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós emergência das plantas daninhas
Tiririca
(Cyperus rotundus)
0,2 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós emergência das plantas daninhas
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
0,2 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,2 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
0,2 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência

Sacos de filme hidrossolúvel contendo 100 g ou 200 g, embalados em sacos plásticos ou sacos laminados de poliester alumínio e polietileno, com 1, 2, 3, 4, 5 ou 10 unidades cada. Frascos de PEAD para 0,1 kg, 0,2 kg, 0,4 kg, 0,8 kg, 4 kg, 8 kg ou 17 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
Herbicida seletivo para aplicação em pré e pós-emergência na cultura de cana-de-açúcar e em pós-emergência nas culturas de café e tomate.

CULTURAS, PLANTAS DANINHAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Vide " Indicações de Uso/Doses"
OBSERVAÇÃO: No momento da aplicação a Cana-de-açúcar deverá estar, no máximo, com 4 folhas e o Tomate com 4 a 6 folhas.
MODO DE APLICAÇÃO:

Pré-Emergência

•Cana-de-açúcar
Com pulverizador tratorizado ou costal: Usar barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando em área total com volume de calda de 200 a 400 litros por hectare e pressão de serviço de 30 a 60 libras por polegada quadrada (30 a 60 psi). Sugere-se a utilização de bicos 80.02, 80.03, 110.02 ou 110.03.
- O sistema de agitação do produto no tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.

Pós-Emergência

•Café:
Com pulverizador tratorizado ou costal: Usar barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando em área total com volume de calda de 200 a 400 litros por hectare e pressão de serviço de 30 a 60 libras por polegada quadrada (30 a 60 psi). Sugere-se a utilização de bicos 80.02, 80.03, 110.02 ou 110.03.
O produto pode ser aplicado em área total, quando o café estiver em formação.

•Cana-de-açúcar:
Com pulverizador tratorizado ou costal: Usar barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando em área total com volume de calda de 200 a 400 litros por hectare e pressão de serviço de 30 a 60 libras por polegada quadrada (30 a 60 psi). Sugere-se a utilização de bicos 80.02, 80.03, 110.02 ou 110.03.
No momento da aplicação, a cana-de-açúcar deverá estar com no máximo, 4 folhas. A 2ª aplicação contra Cyperus rotundus (Tiririca) deverá ser feita em jato dirigido às plantas daninhas, evitando-se atingir as folhas da cultura.

•Tomate:
Com pulverizador tratorizado: Usar barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando em área total com volume de calda de 200 a 400 litros por hectare e pressão de serviço de 30 a 60 libras por polegada quadrada (30 a 60 psi). Sugere-se a utilização de bicos 80.02, 80.03, 110.02 ou 110.03.No momento da aplicação, o tomateiro deverá estar com 4 a 6 folhas.
Não realizar a aplicação do produto com pulverizador costal - vide item limitações de uso.

Obs.: Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Café 60 dias
Cana-de-açúcar : 60 dias
Tomate: 60 dias



INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -ANVISA/MS).


LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Não é recomendada a aplicação do Katana em condições de seca ou de baixa umidade do solo.
A aplicação do produto é recomendável em condições de alta umidade no solo, visando o controle mais efetivo das plantas daninhas.
Rotação de culturas: Não realizar o plantio de outras culturas antes de 180( cento e oitenta) dias após a aplicação do Katana. Observar que durante este período ( 180 dias ) deverá ocorrer na área aplicada uma precipitação ou irrigação de no mínimo 500 mm.
Café – Nas aplicações a serem realizadas no café em formação, em pós-emergência e em área total, poderão ocorrer sintomas iniciais de fitotoxicidade dependendo das condições climáticas nomomento da aplicação. No entanto, as plantas se recuperarão normalmente, e os sintomas desaparecerão naturalmente não afetando a produtividade.
Cana-de-açúcar - Para aplicações em pós-emergência em área total a cana-de-açúcar deverá estar no máximo com 4 folhas. Poderão ocorrer sintomas iniciais de fitotoxicidade que desaparecem naturalmente não afetando a produtividade.
Tomate - Não aplicar o produto em tomate envarado.

PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos. orificios e válvulas com a boca
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; averltal impermeável, máscara com filtro mecãnico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possivel o contato com a área tratada .
.. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
- Utilize equipamento de proteção individual- EPI. macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com preteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

- Sinalizar a área tratada com os dizeres :” PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais

- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação
- Os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho Imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar

luvas e avental impermeável.

- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto

- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante

- Não reutillzar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão hidrorrepelente com
mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR KATANA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Sulfoniluréia
Classe toxicologica: IV - Pouco tóxico
Vias de exposição: Oral, ocular e dérmica.
Toxicocinética: Nos experimentos realizados com animais de laboratório, o produto foi pouco absorvido através do trato gastrintestinal e foi rapidamente excretado, principalmente através da urina e fezes, sendo a urina sua principal via de excreção.
Não apresenta efeito acumulativo no organismo.
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais clínicos: A toxicidade sistêmica não é esperada a menos que grande quantidade tenha sido ingerida. Muitas uréias substituidas são irritantes para os olhos, pele e membranas mucosas. A exposição ocular ao fizassulfuron pode causar irritação ocular com desconforto e lacrimejamento.
Também pode ocorrer :
- Tosse e dificuldade respiratória.
- Náusea, vômito, diarréia, dor de cabeça, confusão e depleção eletrolítica.
- Distúrbios do metabolismo protéico, enfisema moderado, e perda de peso em exposições crônicas.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido. O tratamento deve ser direcionado ao controle dos sintomas clínicos.
Contra indicações: A indução do vômito é contra indicada em razão do risco potencial de aspiração.
Atenção: Ligue para o DISQUE INTOXICAÇÃO: 0800 - 722- 6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação ( SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa:
Ishihara Brasil defensivos agrícolas Ltda.: (19) 3875 7450
Iharabras S.A. Ind. Químicas (15) 3235 7700
FMC química do Brasil Ltda.: 90xx(34) 3319 3019 ou 0800 343545

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE. (CLASSE III). Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa ISHIHARA BRASIL COMERCIAL LTDA. - telefone (19) 3875-7450 ou as empresas: IHARABRAS S.A. IND. QUÍM. – telefone: (15) 3235-7700 ; BASF S.A. – telefone: (12) 3128-1357 / 0800-112273 e/ou FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA – telefone: 90 xx (34) 3319-3000. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado - recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante ou as empresas: Iharabras S.A. Ind. Químicas ; Basf S.A. e/ou FMC Química do Brasil Ltda, pelos telefones indicados no rótulo para sua devolução e destinação final; Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante ou as empresas: Iharabras S.A. Ind. Químicas; Basf S.A. e/ou FMC Química do Brasil Ltda, conforme o indicado acima. Corpos d’água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO ficando a favor do vento para evitar intoxicação.





PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGENS RÍGIDAS LAVÁVEIS: Lavagem da embalagem: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
a)Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
b) Lavagem sob pressão:
1. Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. 2. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
EMBALAGENS FLEXÍVEIS:
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
EMBALAGENS RÍGIDAS LAVÁVEIS: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
EMBALAGENS FLEXÍVEIS:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.Use luvas no manuseio desta embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada, separadamente das lavadas, em sacos plásticos transparentes (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificadas e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida, no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE: EMBALAGENS RÍGIDAS LAVÁVEIS: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGENS FLEXÍVEIS: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela empresa registrante, pela empresa Iharabras S.A. Ind. Químicas, pela empresa Basf S.A., pela empresa FMC Química do Brasil Ltda ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante ou as empresas: Iharabras S.A. Ind. Químicas e/ou Basf S.A, através dos telefones indicados no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração, em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO D.F. E MUNICIPAIS: Não apresenta restrições de uso nos estados onde o produto foi cadastrado.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.