Bula Lobster 50 EC

acessos
Lambda-cialotrina
2412
Rotam

Composição

Lambda-Cialotrina 50 g/L Piretróide sintético

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. 10 dias. Realizar a aplicação quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
50 a 100 mL p.c./100L água 100 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações, caso necessário, reaplicar com intervalo de 7 dias. 3 dias. Realizar a aplicação visando a diminuição da população de insetos adultos
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
600 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 15 dias. Realizar a aplicação após constatada a infestação, observando-se níveis de dano econômico recomendado
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 15 dias. Realizar a aplicação no início da infestação, na fase de folhas raspada
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
75 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 20 dias. Realizar a aplicação quando forem constatados 30% de desfolha (antes do florescimento), ou 15% de desfolha (após o florescimento) ou 40 lagartas por batida de pano
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
30 a 50 mL p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, caso necessário, reaplicar com intervalo de 10 - 14 dias. 3 dias. Realizar a aplicação no inicio da infestação e uma segunda aplicação 10 a 14 dias após a primeira
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 15 dias. 15 dias. Realizar a primeira aplicação no aparecimento da praga. Realizar a segunda aplicação 15 dias após a primeira aplicação

Embalagens de Plástico de formato cilíndrico com tampa superior de rosca, com lacre e fundo plano, contendo 250 mL, 500 mL e 1 Litro.
Embalagens de Plástico de formato quadrangular com tampa superior de rosca, com lacre, fundo plano e alça resistente incorporada contendo 5 e 10 Litros.
Bombonas Plásticas de formato cilíndrico com tampa superior com lacre, fundo plano contendo 20 Litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
LOBSTER® 50 EC deve ser emulsionado em água na dose recomendada. É um inseticida não sistêmico, com ação de contato e ingestão; do grupo químico dos Piretróide, indicado para o controle de pragas em aplicações foliares nas culturas de algodão, milho, soja e tomate. Atua primariamente nos canais de sódio das células nervosas do sistema nervoso central e periférico dos insetos. Deve ser aplicado sob a forma de pulverização com equipamentos terrestres, costal e/ou tratorizados e através de aeronaves agrícolas. Realizar a pulverização procurando obter uma cobertura uniforme da folhagem das plantas; utilizando as recomendações dos fabricantes dos equipamentos de pulverização quanto ao seu tamanho, espaçamento e pressão de trabalho.

CULTURA: Algodão, Batata, Citros, Feijão, Milho, Soja, Tomate e Trigo.

CULTURA/PRAGAS /DOSES: Vide Sessão Indicações de Uso/Doses

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ALGODÃO:
Realizar no máximo 3 (três) aplicações do produto durante o ciclo da cultura. Para o controle de Alabama argillacea (curuquerê-do-algodoeiro), realizar a aplicação de LOBSTER 50 EC quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha.

BATATA:
Realizar no máximo 5 (cinco) aplicações do produto durante o ciclo da cultura. Para o controle de Lyriomyza huidobrensis (Larva-minadora), realizar a aplicação de LOBSTER 50 EC visando a diminuição da população de insetos adultos. Realizar de uma a cinco aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 dias entre as aplicações.

CITROS:
Realizar no máximo 1 (uma) aplicação do produto durante a safra da cultura. Realizar a aplicação de LOBSTER 50 EC para o controle de Dilobopterus costalimai (Cigarrinha-da-CVC) quando a praga for detectada nas brotações.

FEIJÃO:
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações do produto durante o ciclo da cultura. Para o controle de Bemisia tabaci raça B (Mosca-branca) Realizar a aplicação de LOBSTER 50 EC preventivamente. Aplicar LOBSTER em alternância com outros produtos. Iniciar o tratamento aos 28 dias após a emergência.

MILHO:
Realizar no máximo 1 (uma) aplicação do produto durante o ciclo da cultura. Realizar a aplicação de LOBSTER 50 EC para o controle de Spodoptera Frugiperda (lagarta-militar) no início da infestação, na fase de folhas raspada.

SOJA:
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações do produto durante o ciclo da cultura. Para o controle de Anticarsia gemmatalis (lagarta-da-soja) realizar a aplicação de LOBSTER 50 EC seguindo as recomendações da Comissão Oficial de Pesquisa da Soja; quando forem constatados 30% de desfolha (antes do florescimento), ou 15% de desfolha (após o florescimento) ou 40 lagartas por batida de pano.

TOMATE:
Realizar no máximo 5 (cinco) aplicações do produto durante o ciclo da cultura. Para o controle de Neoleucinodes elegantalis (Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro ). Fazer a primeira aplicação de LOBSTER 50 EC no inicio da infestação e uma segunda aplicação 10 a 14 dias após a primeira. Caso seja necessário realizar uma terceira aplicação 10 a 14 dias após a segunda.

TRIGO:
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações do produto durante o ciclo da cultura. Realizar a aplicação de LOBSTER 50 EC para o controle de Pseudaletia sequax (lagarta-do-trigo) realizar a primeira aplicação no aparecimento da praga. Realizar segunda aplicação 15 dias após a primeira aplicação.


MODO DE APLICAÇÃO:
O produto LOBSTER 50 EC deve ser emulsionado em água na dose recomendada. Deve ser aplicado sob a forma de pulverização com equipamentos terrestres, costal e/ou tratorizados e através de aeronaves agrícolas. Realizar a pulverização procurando obter uma cobertura uniforme das plantas; obtendo uma cobertura total da folhagem. A calda preparada deve ser aplicada na forma de pulverização com equipamentos terrestres e aéreos.

Aplicação Terrestre:
Costal manual ou motorizado: Usar pulverizador equipado com bicos de jato leque ou equivalentes, calibrados corretamente. Ajustar a velocidade do equipamento para uma vazão / volume de calda de acordo com cada cultura. Para milho usar 150 a 200 L/ha; citros usar 2000 L/há; tomate usar 600 a 800 L/ha.

Tratorizado: Utilizar equipamentos providos de barra com bicos cônicos vazios (Conejet) das séries D, ou equivalentes com pressão de trabalho normalmente de 80 a 120 lb/pol² (533 a 88 kPa). O ângulo de jato deve variar de 60º a 80º. O espaçamento dos bicos deve ser de 50 cm. A altura da barra no momento da aplicação deve ficar a 50 cm, em relação ao topo das plantas. Recomenda-se uma vazão total de 100 a 150 L de calda/ha. No caso específico do tomate rasteiro, utilizar um volume de calda de 400 a 800 L/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento da cultura.

Aplicação Aérea:
Usar barra equipada com bicos de jato cônico vazio da série “D” com difusor “45º”. O jato deve ser realizado para trás com um ângulo de 45º; para aviões IPANEMA, são recomendados de 40 a 42 bicos para cultivos anuais, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e 3 intermediários de cada ponta interna das asas e próximos a fuselagem do avião. A altura de vôo deve ser de 4 a 5 m, em relação ao alvo desejado. A largura da faixa de aplicação para este modelo de aeronave é de 15 m. Para outros modelos ou tipos de aviões, as barras poderão apresentar mais bicos, mas com a exigência dessa nova disposição de bicos apresentarem uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influencia e perda das gotas resultantes dos vórtices das pontas das asas. A altura de vôo deve variar de 3 a 4 m acima do alvo desejado. A largura da faixa de aplicação para outros modelos de aeronave varia de 15 a 25m dependendo da aeronave utilizada. A pressão da bomba deve variar entre 30 a 50 lb/pol². A vazão deve de ser de 10 a 20 L/ha para aplicação com micronair (atomizador rotativo) e de 20 a 40 L/ha quando se emprega barra com largura da faixa de deposição de 15 a 18 m, e densidade mínima de 80 gotas/cm².

Observação: Para outros tipos de aparelhos, para que se tenha uma distribuição uniforme da calda aplicada, é recomendado realizar na aplicação um deslocamento e pressão constante, verificando se as plantas estão recebendo a calda de pulverização de modo uniforme e total cobertura da folhagem das plantas.

Nota: O fechamento de bicos e da extensão das barras de pulverização nas pontas das asas evitará o arrasto e perdas das gotas de pulverização, pelo efeito dos vórtices. Esta técnica não influenciará no aumento ou redução da faixa de deposição proporcionada no momento da aplicação, pelo contrário, se deixará de perder produto, diminuindo os riscos de poluição ambiental.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS:
As condições climáticas mais favoráveis e recomendáveis ao bom resultado de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos de pulverização, são:
- Umidade relativa do ar: Mínimo 55%
- Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora. Ultra baixo volume: 15 km/hora
- Temperatura: abaixo de 30 ºC
Em condições de orvalho não há restrições nas aplicações com aviões. Evitar aplicações com máquinas terrestres nas mesmas condições (orvalho).

LARGURA DA FAIXA DE APLICAÇÃO:
A largura de deposição efetiva adequada escolhida será determinada em função do tipo de aeronave, das pontas utilizadas, e as condições climáticas do momento da aplicação. Deve-se evitar sobreposição incorreta das faixas de aplicação, proporcionando uma cobertura uniforme na faixa de deposição total escolhida.

PREPARO DA CALDA:
Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Para o abastecimento do tanque do pulverizador, deve-se encher 1/3 da capacidade do tanque com água. Acionar e manter o agitador em funcionamento e então adicionar o produto, completando por fim o volume do tanque com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado à calda. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Considerar todos os fatores de interação relativos a equipamento de pulverização e de clima, que determinam o potencial de deriva, para a tomada de decisão de realizar a pulverização. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente. Evite que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.

IMPORTÂNCIA DO DIÂMETRO DE GOTA:
Gotas finas ou mais leves: Essas gotas demonstram, de modo geral, depositarem melhor e mais facilmente nos alvos ou superfícies de deposição verticais e estreitas. Penetram melhor dentro das culturas. São mais sujeitas à deriva mais longas e perdas por evaporação. O bico que melhor proporcionam este tipo de gota é o bico ou ponta de jato cônico vazio.
Gotas grossas ou mais pesadas: Essas gotas demonstram, de modo geral, depositarem melhor, em área mais largas e posicionadas mais horizontalmente. Apresentam uma maior facilidade de depósito na parte externa das plantas e grande dificuldade de penetração dentro das culturas. Apresentam menor perda por evaporação e deriva (dependendo da velocidade do vento). Mas apresenta grandes riscos por perda por escorrimento. O bico que melhor proporcionam este tipo de gota é o bico ou ponta de jato plano.

DETERMINAÇÃO DO DIÂMETRO DE GOTAS:
Aplicação geral da técnica de aplicação – para se obter gotas mais finas, recomenda-se a aplicação com bicos de orifícios finos e volumes de aplicação reduzidos, sob altas pressões. Inversamente a este processo, com a utilização de bicos com orifícios maiores, volumes altos e pressões baixas, apresenta a tendência de se obter gotas maiores.



ALTURA DA BARRA PARA APLICAÇÃO:
Utilize a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Quando utilizados bicos cônicos vazios em aplicação terrestre, em pós-emergência, usar o espaçamento de 50 cm entre bicos na barra, a uma altura de no mínimo 50 cm de altura em relação ao topo das plantas.
Na pulverização aérea a altura do vôo não deve passar dos 4,0 m, dependendo do tipo de aeronave utilizado, para evitar problemas com a deriva. O número de bicos utilizados deve ser o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme, sendo orientados de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar.

FATORES AMBIENTAIS:
VENTOS:
A velocidade dos ventos influencia o potencial de deriva. A velocidade do vento abaixo de 2 km/hora permite a formação e ocorrência do fenômeno climático denominado de inversão térmica (associado também a temperatura). No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento, como já citados nos itens anteriores.
Evitar aplicar o produto em condições de calmaria, ou seja, com velocidade do vento inferior a 2 km/h e acima de 10 km/hora em aplicação terrestre e 15 km/hora em aplicação aérea.

UMIDADADE RELATIVA DO AR E TEMPERATURA:
A umidade relativa do ar determina a velocidade de evaporação de uma gota, consequentemente influencia no volume de aplicação atuando diretamente no rendimento da aplicação. Em condições ambientais de seca, recomenda-se obter um diâmetro de gotas grandes, conforme descrito em determinação do diâmetro de gotas.
Já quando a temperatura é muito elevada, associadas a uma evapotranspiração muito elevada causam a formação de correntes térmicas ascendentes (correntes de convecção) que prejudicam a deposição adequada das gotas.
Em condições de orvalho não há restrições nas aplicações com aviões. Evitar aplicações com máquinas terrestres nas mesmas condições (orvalho).
Evitar também realizar as pulverizações em condições de ocorrência de correntes térmicas ascendentes ou de convecção.

INVERSÃO TÉRMICA:
É a condição climática de algumas regiões da Terra nas quais uma camada de ar quente se sobrepõe a uma camada de ar frio, impedindo a subida do ar que está próximo da superfície. Se a temperatura do ar for bastante baixa, a umidade se condensa, formando nevoeiro. Indicativo da ocorrência deste fenômeno pode ser observado quando as partículas de fumaça, poeira e mesmo da pulverização, se mantém em suspensão durante muito tempo no ar. A inversão térmica pode ser notada com formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral, enquanto se a fumaça é rapidamente dispersada e com movimento ascendente indicam um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 10 dias
Batata: 03 dias
Citros: 21 dias
Feijão: 15 dias
Milho: 15 dias
Soja: 20 dias
Tomate: 3 dias
Trigo: 15 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Se seguida as recomendações de instrução de uso do produto apresentadas na bula, não há outras limitações a serem observadas.
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
•Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculo de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
•Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
•Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA"
emanter os avisos até o final do período de reentrada.
•Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
•Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
•Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
•Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo. corretamente as especificações do fabricante.
•Não reutilizar a embalagem vazia.
•No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
•Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
•Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
•Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
•Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto
eventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usado luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR LAMBDA-CIALOTRINA (Lambda Cyhalothrin)
Informações Médicas

Grupo Químico PIRETRÓIDE
Classe Toxicológica I —ALTAMENTE TÓXICO (Produto Formulado)
Vias de Exposição - Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética - A absorção, distribuição, excreção e metabolismo foram estudados em animais (ratos, bovinos, cães) Absorção: Após a administração oral do produto, a sua absorção, é da ordem de 50% da dose inicial. Distribuição: os produtos de metabolismo da administração oral. ;foram distribuídos pela maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo com uma meia vida de eliminação de 30 dias (ratos). Metabolismo: a maior parte do produto absorvido é rapidamente 1 metabolizado em mamíferos através de hidrólise da ligação éster, I oxidação e conjugação, e excretado rapidamente. Excreção: Os metabólitos da clivagem éster e seus conjugados são rapidamente excretados pela urina em forma de conjugados polares. A sua excreção é rápida sendo mais de 92% nas primeiras 72 horas (40-65% nas fezes; 20-40% na urina).
Piretrinas: substâncias orgânicas derivadas das plantas do ' gênero "chrysanthemum".
Piretróides: substâncias sintéticas ou semi-sintéticas. A dose tóxica aguda oral em mamíferos varia entre 100-1000 mg/Kg. ¡Pequena absorção digestiva e rápida metabolização. A toxicidade i aguda em humanos está mais associada a reações de hipersensibilidade do que às propriedades intrínsecas da substância. Estão associadas também aos solventes usados ,como veículos. Crianças são mais suscetíveis, em razão da incapacidade de hidrolisar os ésteres de "pirethrum" eficientemente.
Mecanismos de Toxicidade - Baseado nos sinais de toxicidade para mamíferos e invertebrados, os piretróides podem ser classificados em dois tipos:
Tipo I: atuam em SNC e periférico, prolongando o influxo dos íons nos canais de sódio da membrana das células nervosas, o que causa prolongada despolarização e inibição. Desta maneira ¡causam estimulação de SNC.
Tipo II: (com grupo alfa-ciano) são mais potentes e tóxicos, e podem produzir bloqueio da condução nervosa, com despolarização persistente e redução da amplitude do potencial
de ação e colapso na condução axo 1. Interferem também com o receptor GABA, com supressão do anais de cloro.
Os piretróides sintéticos em gerak retardam o fechamento dos canais de sódio, resultando em uma corrente caracterizada por um lento influxo de sódio durante o final da despolarização, denominada de "corrente residual de sódio". Isso diminui o limiar para a ativação de mais potenciais de ação, conduzindo a uma excitação repetitiva das terminações sensoriais nervosas e podendo progredir para uma hiperexcitação de todo o sistema nervoso. Em concentrações elevadas de piretróides, esse processo pode ser suficientemente elevado para despolarizar completamente a membrana nervosa, gerando a abertura de mais canais de sódio e eventualmente causando bloqueio de condução.
A Lambda-Cialotrina (Lambda cyhalothrin) é uma mistura altamente ativa de isómeros da cialotrina e pertence ao grupo dos' piretróides do Tipo II (com grupo alfa-ciano).
Os piretróides deste grupo produzem correntes residuais de sódio mais prolongadas que os outros (permetrina, bioresmetrina), causando mais sensações cutâneas: Uma vez que o mecanismo responsável pela geração e condução dos impulsos nervosos é basicamente o mesmo em todo o sistema nervoso, os piretróidesi podem agir de forma similar em várias partes do SNC
A baixa toxicidade em mamíferos pode ser explicada pela capacidade de metabolizar rapidamente estes compostos tornando-os deste modo menos ativos e conseqüentemente diminuindo a toxicidade. Em doses muito altas, despolarizam completamente a membrana da célula nervosa e bloqueiam a excitabilidade. Podem causar danos permanentes ou por longo! tempo em nervos periféricos.

Sintomas e Sinais Clínicos: A toxicidade por Lambda cialotrina em geral é baixa. Seus efeitos; na saúde do ser humano dependem muito da apresentação doi produto, da duração e freqüência da exposição, assim como da saúde do indivíduo. Populações em especial risco são indivíduos portadores de doenças respiratórias crônicas, especialmentei asma, doenças de pele, desordens alérgicos e crianças (devido a incapacidade de hidrolizar o piretróide eficientemente). Sugere-se que as sensações cutâneas faciais referidas por pessoas que manipulam o produto são desencadeadas por estímulos repetitivos nas terminações sensitivas nervosas na pele, e podem ser consideradas um sinal precoce de que a exposição ocorreu. Os sintomas começam 30 minutos após a exposição e duram pelo menos 6 horas a 2 dias. Todos os.: acidentes têm ocorrido com produtos contendo lambda cialotrina pura ou concentrada.
Nos indivíduos que trabalham no campo tem sido relatados sintomas de irritação dérmica, sensação de queimação ou exantema que se apresentaram 45 minutos a 48 horas após a exposição com duração de 5 horas a vários dias. Geralmente ' ocorre com manipulação de produtos concentrados de lambda¡" cialotrina.
A exposição da população em geral é muito baixa, pois os resíduos em alimentos geralmente são mínimos.

Intoxicação Aguda
Exposições dérmicas e por inalação são assintomáticas ou associadas usualmente a leves efeitos adversos.
Pode haver, embora raramente, reações anafiláticas (hipotensão e taquicardia), broncoespasmo, edema de glote, choque em, indivíduos sensíveis, crises de asma, reações de hipersensibilidade com pneumonite e edema pulmonar.

Exposição Dérmica
Essa é a via mais usual de exposição a piretróides. Os sintomas mais comuns são: formigamento, prurido, eritema e ardor na face ou em outras áreas expostas. Os efeitos adversos se manifestam primariamente como neurotoxicidade periférica com hiperatividade reversível das fibras sensoriais nervosas (parestesia). A parestesia ocorre mais freqüentemente na face e os sintomas são exacerbados por estimulação sensorial: calor,
exposição ao sol, fricção, sudorese. A parestesia geralmente ocorre de 30 minutos a 2 horas após a exposição, atingindo o
pico em aproximadamente 6 horas. A recuperação geralmente é
completa em 24 horas. Pode ocorrer toxicidade sistêmica após
exposição considerável. Exposição Ocular
Pode ocorrer irritação ocular com lacrimação e conjuntivite transitória. Exposição I nalatória
Exposição Breve: irritação do trato respiratório com tosse, dispnéia moderada, espirros e rinorréia.
Exposição elevada e prolongada: pode sobrevir toxicidade sistêmica com pneumonite. Exposição oral
A ingestão geralmente ocasiona náusea, vômito e dor abdominal. Sintomas neurológicos e outros efeitos sistêmicos podem ocorrer após exposição elevada. Toxicidade Sistêmica
Sintomas sistêmicos podem se desenvolver geralmente de 4 a 48 horas após extensa exposição dérmica, inalação prolongada ou ingestão. Os sintomas incluem dor de cabeça, vertigem, anorexia e sialorréia. A intoxicação grave não é comum e esta normalmente ocorre após ingestão considerável, causando alterações de consciência, fasciculações musculares, convulsões e, raramente, edema pulmonar não cardiogênico.
•Toxicidade Gastrintestinal
Irritação gastrintestinal é comum após a ingestão de piretróides. Pode ocorrer vômito e anorexia.
•Neurotoxicidade
Pode ocorrer vertigem, dor de cabeça, fadiga, salivação elevada
evisão turva. Fasciculações musculares, coma e convulsões podem complicar as intoxicações agudas graves por piretróides, e têm ocorrido 20 minutos após a ingestão.

•Toxicidade Cardiovascular
Foi relatado palpitação em casos de intoxicação aguda por piretróides.

•Toxicidade Pulmonar
Tem sido descrito rigidez torácica após ingestão acidental ou deliberada de piretróides. Também tem sido relatado edema pulmonar não cardiogênico após ingestão substancial,geralmente em associação com complicações neurológicas severas, o que pode contribuir para um desenlace fatal.
•Hemotoxicidade
Foi relatado leucocitose em alguns casos de intoxicação aguda com piretróides. Provavelmente essa resposta foi não-especifica.

Diagnóstico: Clínico: o diagnóstico baseia-se fundamentalmente no antecedente de exposição e quadro clínico compatível.
Laboratorial: não há testes laboratoriais específicos para dosar resíduos ou efeitos de piretróides no organismo humano ou animal. Outros testes incluem eletrólitos, glicemia e gasometria.

Tratamento: Antídoto: Não existe antídoto específico.
Tratamento sintomático e de suporte é indicado. O tratamento visa limitar a absorção (descontaminação) e tratar os efeitos tóxicos.

I Dérmico
1 — Remova as roupas sujas e lave a pele contaminada com água e sabão.
2 — Institua tratamento sintomático e medidas de suporte, I conforme necessário. A vitamina E tópica (acetato de tocoferoly tem mostrado reduzir a irritação da pele se aplicada logo após a exposição.
3 — Os sintomas geralmente cessam dentro de 24 h, sem tratamento específico.
Ocular
1 — Lave com água corrente ou salina a 0,9 % por pelo menos 10 minutos.
2 — Um anestésico tópico pode ser necessário para o alívio da dor ou para superar o blefaroespasmo.
3 — Assegure que não fiquem partículas na conjuntiva.
4 — Em caso de suspeita de dano à córnea, empregue Auoresceína.
5 — Se os sintomas não cessarem após descontaminação ou se for detectada alguma anormalidade significante durante o exame obtenha a opinião de um oftalmologista.

Inalação
1 — Remova o intoxicado das proximidades da fonte d contaminação. Leve-o para local aberto e ventilado.
2 — Sintomas moderados de rinite respondem a antihistamínicos orais. Outros tratamentos sintomáticos e medidas de suporte; devem ser instituídos de acordo com as condições do paciente.

Ingestão
1 — Não provoque vômito nem proceda à lavagem gástrica porque há o risco de pneumonia por aspiração.
2 - Institua tratamento sintomático e medidas de suporte conforme necessário.
3 - — A administração de atropina pode ser útil se o excesso de salivação for preocupante (0,6 — 1,2 mg para adultos e 0.02 mg/kgi para crianças), mas deve-se tomar cuidado para evitar] administração em excesso.
4 — Deve ser instituída ventilação mecânica se ocorrer edema pulmonar não-cardiogênico.
5 — Convulsões transitórias isoladas não requerem tratamento, mas deve ser administrado diazepam se os transtornos forem prolongados ou recorrerem freqüentemente. Raramente pode ser necessário administrar fenitoína intravenosa.

Toxicidade Sistêmica
1 A maioria dos pacientes expostos à piretróides requer somente cuidados de suporte simples. A toxicidade sistêmica é rara, mas, 1 nestes pacientes, a presença de salivação excessiva, fasciculações musculares e edema pulmonar podem dificultar o diagnóstico, uma vez que sintomas semelhantes também estão presentes em intoxicações severas por organofosforados. Medida da atividade da colinesterase das células vermelhas (que está reduzida nas intoxicações agudas por organofosforados, mas não] nas intoxicações por piretróides) possibilita o esclarecimento, mas pode não estar disponível rapidamente.
Convulsões transitórias isoladas não requerem tratamento, mas deve ser administrado diazepam intravenoso (5-10) mg se os transtornos forem prolongados. O diazepam também é útil no tratamento de fasciculações musculares. Atropina intravenosa] pode ser útil (0,6 — 1,2 mg em adultos e 0.02 mg/kg para crianças) para controlar o excesso de salivação e edema pulmonar, mas; deve-se tomar cuidado para evitar administração em excesso.

Contra Indicações: É contra-indicado provocar vômito em razão do risco potencial de aspiração e de pneumonite química.

Efeitos Sinérgicos: Não se conhecem informações a respeito de efeitos sinérgicos relacionados ao produto no organismo humano.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Informações de Emergência Toxicológica 0800-7010450 (24 horas)

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
Estudos efetuados em animais de laboratório mostraram que a principal via de absorção foi a oral, sendo as demais secundárias. Após a administração oral, a absorção foi de 50% da dose
administrada, o produto se distribuiu pela maioria dos tecidos, e os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. O lambda-cyhalothrin foi principalmente metabolizado através de hidróliseda ligação de éster, oxidação e conjugação e foi excretado pela urina quase na sua idade, após 48 horas, na forma de conjugados polares. A eliminação foi precedida pela clivagem da ligação éster.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS:
•DL50 oral em ratos: 187 mg/Kg
•DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/Kg
•CL50 inalatória: 0,7856 mg/L/4horas
•Irritação dérmica: o produto foi levemente irritante para a pele de coelhos.
•Irritação ocular: produto extremamente irritante, podendo causar úlcera e opacidade de córnea, irite, hiperemia, quemose e secreção com regressão das reações em 14 dias.
•Sensibilização dérmica: Não sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS:
Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se detectou efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos nas avaliações crônicas. Foram notados aumento no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de carcinogenicidade.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
[ X ] - ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhen-tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de manaciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PRE-VENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e. da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI-NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes proce-dimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire-cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena-da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP provenientes da pesquisa publica ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implantados

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado