INSTRUÇÕES DE USO
LOOPER PROTECTION: Em qualquer cultura com ocorrência do alvo biológico Chrysodeixis includens (Lagarta falsa medideira).
MODO DE APLICAÇÃO
Preparo da calda: Fazer a diluição de uma dose do produto comercial em um litro de água antes de introduzir no tanque mantendo a agitação da calda durante a aplicação. Usar 150 litros de calda por hectare, com o pH da calda superior a 3 e inferior a 8.
Modo e equipamentos de aplicação: O produto deve ser aplicado diretamente sobre a praga alvo, podendo ser aplicado com equipamentos terrestres (pulverizador costal ou tratorizado).
Época de aplicação: O produto deverá ser aplicado quando forem identificados focos da praga alvo no campo. Uma possível segunda aplicação deve ser realizada entre 17 e 22 dias após a primeira aplicação.
Recomendações de uso:
- Realizar a limpeza do pulverizador quando este estiver com algum resíduo de produtos químicos.
- Recomenda-se que se inicie a aplicação logo após o preparo da calda.
- É recomendado que as aplicações sejam realizadas sempre no final do dia, nas horas frescas, ou em dias nublados (umidade relativa de 70 %) ou ainda com chuva fina.
- Recomenda-se não armazenar o produto em temperatura maior que 25°C.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
- Intervalo de Segurança não determinado devido à característica microbiológica do ingrediente ativo.
RESTRIÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
- Não aplicar em período de chuva intensas;
- Não é recomendada a aplicação conjunta do produto com outros produtos;
- Não fazer aplicação com umidade relativa do ar menor que 70%.
INFORMAÇÕES REFERENTES Á COMPATIBILIDADE COM OUTROS PRODUTOS:
Não é recomendada a mistura, devido à falta de informações em condições de campo, sobre a interação entre o Baculovírus Chrysodeixis includens multiple nucleopolyhedrovirus (ChinMNPV) e outros agrotóxicos.
Precauções quanto a saúde humana
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
Precauções quanto ao meio ambiente
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Manejo integrado
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
Manejo de resistência
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido o desenvolvimento de resistência.
O comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
- Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico etc.) dentro do Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.