Bula Lorsban 480 BR

acessos
clorpirifós
2298596
Dow AgroSciences

Composição

clorpirifós 480 g/L ectoparasiticidas

Classificação

Acaricida, Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. 40 % das plantas com sinais de ataque
Broca do algodoeiro
(Eutinobothrus brasiliensis)
0,8 a 2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 21 dias. 20 dias após a germinação
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 a 14 dias. 21 dias. Quando encontradas 2 lagartas/planta
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. Quando houver 10 % das plantas atacadas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. Primeiros sintomas de infestações
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 30 a 45 dias. 21 dias. 20 % das folhas estiverem contaminadas
Broca do café
(Hypothenemus hampei)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 20 a 30 dias. 21 dias. Grau de infestação maior ou igual a 5 % nos grãos provenientes da primeira florada
Cochonilha
(Planococcus minor)
1 a 1,5 L p.c./ha 1000 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 21 dias. Início da infestação
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 14 dias. Primeiros focos de infestação
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 14 dias. Primeiros focos de infestação
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 14 dias. Primeiros focos de infestação
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 a 150 mL p.c. / 100 L de calda 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Início da infestação
Cochonilha pardinha
(Selenaspidus articulatus)
100 a 150 mL p.c. / 100 L de calda 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Início da infestação
Cochonilha parlatoria
(Parlatoria cinerea)
100 a 150 mL p.c. / 100 L de calda 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Início da infestação, com calda dirigida
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
200 mL p.c. / 100 L de calda 400 a 500 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Assim que os frutos começam a amadurecer
Psilideo
(Diaphorina citri)
100 a 150 mL p.c. / 100 L de calda 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Início da infestação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,8 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 25 dias. Aparecimento da praga
Lagarta das vagens
(Etiella zinckenella)
1,25 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 25 dias. Aparecimento da praga
Lagarta das vagens
(Michaelus jebus)
1,25 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 25 dias. Aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 25 dias. Aparecimento da praga
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta enroladeira
(Bonagota cranaodes)
100 a 150 mL p.c. / 100 L de calda 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. Início da infestação
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. Após a germinação, até no máximo 35 cm de altura
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Após a germinação, até 60 - 70 dias de idade da cultura
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Após a germinação, até 60 - 70 dias da idade da cultura
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. Após a germinação, até no máximo 30 dias
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 13 dias. Aparecimento da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das axilas
(Epinotia aporema)
0,8 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 a 14 dias. 21 dias. 20 % das plantas com ponteiras danificadas
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,25 a 1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Encontradas 20 lagartas/m linear
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Após a germinação até 60 - 70 dias de idade da cultura
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 a 14 dias. 21 dias. Frutos pequenos
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 21 dias. Primeiros sintomas de infestação
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
1,25 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 a 14 dias. 21 dias. Fase inicial da cultura
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,75 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Primeiros focos de infestação
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
0,7 a 1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Primeiros focos de infestação
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 a 14 dias. 21 dias. Primeiros sintomas da infestação
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Mais de 10 pulgões / espiga
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
0,3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. 10 % das plantas com colônias em formação
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
0,2 a 0,3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Até 10 pulgões / perfilho

Frasco plástico: 1L
Embalagem de plástico (BETTIX): 1L
Frasco polietileno co-extrusado: 1L
Embalagem de metal: 5L
Balde metálico: 10 e 20L
Frasco metálico: 1L
Balde metálico 5,25 e 50L
Bombona de plástico: 5,10,20,25,50 e 250L
Tambor metálico: 100,200 e 250L
Tambor de plástico: 100,200 e 250L
Mini Bulks metálico: 420 e 1000L
Mini Bulks plástico: 420 e 1000L
Isocontainer plástico: 15000 e 20000L
Isocontainer metálico: 15000 e 20000L
Isocontainerplástico: A granel
Isocontainer metálico: A ganel

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS, PRAGAS, DOSES:
Lorsban* 480 BR é um inseticida-acaricida para controle de pragas em diversas culturas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Vide quadro acima


MODO DE APLICAÇÃO:
EQUIPAMENTOS
Aplicar através de equipamentos tratorizados com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho e sorgo onde se recomenda bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura) procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2.

Volume de Aplicação: 100 a 300 l/ha com pressão de 150 a 300 lb/pol.
Velocidade de Aplicação: 4,5 km/h.
Temperatura: < 30ºC
Umidade Relativa: > 50%

Outros equipamentos sugeridos para aplicação: aeronave agrícola equipada com barra ou "micronair" e através de equipamentos de irrigação tipo pivot central. Para aplicação aérea utilizar equipamento GPS, não utilizar balizamento com bandeirinhas.

Procurar obter uma boa cobertura de pulverização das plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Feijão: 25 dias
Pastagens: 13 dias
Cevada e maçã: 14 dias
Demais Culturas: 21 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Lorsban 480 BR* quando utilizado de acordo com as doses e recomendações de rótulo e bula não causará fitotoxicidade


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
(Vide Modo de Aplicação).


DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)



INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

MINISTERIO DA SAUDE — AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEPAO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro mecânico classe P2 ; Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICÃO:

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na nevoa de produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APOS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “ROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos ate o final do período de reentra.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de protege° individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
- Tome banho imediatamente apos a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faca a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.


PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço medico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.


INTOXICAÇÕES POR LORSBAN 480 BR — INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico - Clorpirifós .......... Organofosforados
Hidrocarboneto aromático pesado derivado do petróleo .......... (solvente)

Vias de Exposição - Dérmica, inalatória, oral e ocular.

Toxicocinética - O mecanismo de ação a por inibição da enzima Acetilcolinesterase, o que impede a inativação do neurotransmissor acetilcolina (ACh), permitindo assim, sua ação mais intensa e prolongada nas sinapses nervosas (superestimulação colinérgica).
Isso afeta a transmissão dos estímulos nervosos causando efeitos muscarínicos (SN parassimpático), nicotínicos (SN simpático e motor) e no sistema nervoso central (SNC). A duração dos efeitos e determinada pelas propriedades do produto (solubilidade em lipídeo, estabilidade da união a acetilcolinesterase e se o envelhecimento da enzima já ocorreu). A inibição da Ach é feita no inicio por uma ligação iônica temporária, mas a enzima e gradativamente fosforilada por uma ligação covalente, em 24 a 48 horas ("envelhecimento da enzima") e quando isso ocorre, a enzima não mais se regenera, desaparecendo os sintomas. Recentes estudos sugerem que a exposição a Clorpirifós produz uma diminuição progressiva na capacidade neuronal associada a alteração da síntese e/ou função dos mocrotúbulos afetando as proteínas associadas aos microtubulos (microtubule - associated proteins — MAP), fundamentais para a divisao celular e manutencao da estrutura celular.

Mecanismos de Toxicidade - O mecanismo de ação e por inibição da enzima Acetilcolinesterase, o que impede a inativação do neurotransmissor acetilcolina (ACh), permitindo assim, sua ação mais intensa e prolongada nas sinapses nervosas (superestimulação colinérgica). lsso afeta a transmissão dos estímulos nervosos causando efeitos muscarínicos (SN parassimpático), nicotínicos (SN simpático e motor) e no sistema nervoso central (SNC). A duração dos efeitos e determinada pelas propriedades do produto (solubilidade em lipídeo, estabilidade da união a acetilcolinesterase e se o envelhecimento da enzima já ocorreu). A inibição da Ach e feita no inicio por uma ligação iônica temporária, mas a enzima e gradativamente fosforilada por uma ligação covalente, em 24 a 48 horas ("envelhecimento da enzima") e quando isso ocorre, a enzima não mais se regenera, desaparecendo os sintomas. Recentes estudos sugerem que a exposição a Clorpirifós produz uma diminuição progressiva na capacidade neuronal associada a alteração da síntese e/ou função dos microtúbulos afetando as proteínas associadas aos microtúbulos (microtubule-associated proteins — MAP), fundamentais para a divisão celular e manutenção da estrutura celular.


Sintomas e Sinais Clinicos

Óbito: Deve-se à insuficiência respiratória (secundária a broncoconstrição, hipersecreção pulmonar, paralisia da musculatura e depressão do centro respiratório), depressão do SNC, crises convulsivas e arritmias. Mortalidade tardia é associada à insuficiência respiratória secundária a infecção (pneumonia/sepse), complicações da ventilação mecânica prolongada e tratamento intensivo ou por arritmia ventricular tardia.

Toxicidade crônica:
Síndrome intermediária - Aparece 1-4 dias após a resolução da crise aguda. É caracterizada por paresia dos músculos respiratórios, face, pescoço e porções proximais dos membros, pares cranianos, e, hiporreflexia. A crise cede após 4-21 dias de assistência ventilatória, mas pode durar meses.
Neuropatia retardada (rara) - Aparece em 14-28 dias após exposições agudas e intensas e é desencadeada por dano aos axônios de nervos periféricos e centrais. Ocorrem paresias ou paralisias simétricas de extremidades, sobretudo inferiores (dura semanas a anos).
Outros efeitos sobre o SNC - Pode ocorrer um déficit residual de natureza neuropsiquiátrica, com depressão, ansiedade, irritabilidade, comprometimento da memória, concentração e iniciativa.


Outros Componentes

Mistura de Hidrocarbonetos aromáticos pesados: são bem absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente (em minutos atingem o sistema nervoso central (SNC) produzindo depressão.

Exposição Respiratória - Sinais e Sintomas:
Altas concentrações de vapor/aerosol irritam os olhos e as vias respiratórias. Podem causar transtornos no SNC (cefaléia, vertigem, efeitos anestésicos, sonolência, confusão, perda de consciência) e em menor proporção, arritmias cardíacas. Altas doses podem levar a óbito.
Exposição Oral - Sinais e Sintomas:
Quando ingeridos, não causam toxicidade sistêmica importante devido à pobre absorção, a exceção de pneumonia aspirativa que pode progredir, em alguns casos, até o óbito. Devido à presença de naftaleno, quando ingerido em grandes concentrações, pode causar hemólise (poderá produzir les��es renais) e cataratas.
Dérmico - Sinais e Sintomas:
O contato freqüente ou prolongado pode causar leve irritação e dermatite. Pode agravar uma lesão pré-existente.
Ocular - Sintomas e Sinais:
Leve Irritante.


Diagnóstico

O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível, associados ou não a queda na atividade da enzima COLINESTERASE
no sangue (Duvidoso = 30%, deve ser repetido; Intoxicação leve = 50-60%; moderada = 60-90%; grave = 100%).
•Dosagem do ácido metilhipúrico na urina (biomarcador do xileno)
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
A dosagem basal e periódica da colinesterase sangüínea em manipuladores do produto é obrigatória. A atividade de colinesterase é derivada da ação de duas enzimas: a) Colinesterase Eritrocitária ou autil-colinesterase —AchE ou "Colinesterase Verdadeira" (na membrana dos eritrócitos; correlaciona mais com a clínica); b)
Colinesterase Plasmática ou butiril-colinesterase —BuChE ou "Pseudocolinesterase (mais sensível)".


Tratamento

As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser realizadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
•Desde que o produto atua rapidamente, interromper a exposição tão logo os sintomas apareçam, pode prevenir a intoxicação grave.
1.Remover roupas e acessórios; descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com abundante água fria e sabão.
2.Após exposição ocular irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, no mínimo 15 minutos, evitando contato com pele e mucosas.
•Lavagem gástrica: não está indicada pela presença de xilol e risco de aspiração.
3.Carvão ativado: 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e
1g/Kg em < 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g carvão ativado: 240 mL água.
4.Não induzir vômito pelo risco de aspiração.
5.Endoscopia: considere em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
6.Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV (Diazepam (adultos: 5-10 mg; crianças: 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10 a 15 minutos) ou Lorazepam (adultos:
2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol se há recorrência das convulsões.
7.Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas permeáveis, usar intubação oro-traqueal quando necessário, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Quando necessário instituir respiração assistida. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, etc.

Antídotos:
•Sulfato de Atropina: só deverá ser administrada na vigência de sintomatologia e por pessoal qualificado. Age apenas nos sintomas muscarínicos, agudos ou crônicos. A atropina não reativa a enzima colinesterase nem acelera a metabolização do produto, mas é um bom agente em intoxicações por organofosforados e carbamatos.
Dose em Adultos: 2-5 mg cada 10-15 minutos; Crianças: 0,05 mg/ kg a cada 10-15 minutos; via IV ou IM (se a IV não é possível), ou via tubo endotraqueal. Utiliza-se nebulização com atropina para tratar angústia respiratória (diminui as secreções bronquiais e melhora a oxigenação).
A atropinização poderá ser requerida por horas ou dias.. A Antropina não de ve ser suspensa abruptamente, pelo risco de recirculação do produto e retorno da sintomatologia, devendo ser espaçada até a retirada total.
•Oximas-Pralidoxima (2-PAM): é o antídoto específico para organofosforados,
mas deve ser usado somente associado à atropina. Trata intoxicações moderadas/graves sendo mais efetivo se administrado nas primeiras 48 horas. Administrar até 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Os organofosforados inibem a Achase por fosforilação. A pralidoxinna reativa a Achase por remover o grupo fosforil deslocando o organofosforado, o que justifica coleta de amostra de sangue heparinizado prévia a sua administração, para estabelecimento da efetividade do tratamento. Age nos sítios afetados (muscarínicos, nicotínicos e no SNC).
Dose em adultos: bolo de 1-2 g de 2-PAM/100 ml de solução salina 0,9%, em 15 a
30 minutos. Seguir com infusão de 0,5-1 g/h em solução ao 2,5%.
Dose em crianças: iniciar com 20-50 mg/kg (Max: 2g/dose) em solução salina 0,9% ao 5%
e seguir com infusão de 10-20 mg/kg/h.
A dose inicial pode ser repetida em 1 hora e logo a cada 3-8 horas se persistirem as fasciculações/fraqueza (recomendável infusão contínua).
É indicada hospitalização do paciente por pelo menos 24 horas para observar por recorrências de sintomas durante a atropinização.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
•EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
•Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.


Contra - Indicações

O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
As seguintes drogas são contra-indicadas: outros agentes colinérgicos, succinilcolina, morfina, teofilina, fenotiazinas e reserpina. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas apenas quando há marcada hipotensão.


Efeitos Sinérgicos

Com outros organofosforados ou carbamatos.


Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (11) 4449.3222/4449.1616.

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Produto formulado):
DL50 oral para ratos: 332 a 366 mg/kg
DL50 dermica para ratos: 3.254 a 4.131 mg/kg
Irritabilidade dérmica: o produto foi considerado irritante para pele de coelhos, com edema fraco, reversível em 7 dias e eritema fraco.
Irritabilidade ocular: inflamação das mucosas reversíveis até o 4o dia do teste.

Efeitos crônicos: ratos de laboratório, tratados diariamente com Clorpirifós, em níveis de até 3 mg/kg/dia via oral, durante dois anos, mostraram uma moderada depressão na atividade da colinesterase, primariamente a plasmática e secundariamente a eritrocitária. Nesse estudo os animais não apresentaram efeitos dignos de nota quanto ao seu comportamento, aparência, crescimento, mortalidade, hematologia, análises urinárias, de química sangüínea, histopatológicas de tecidos e órgãos ou incidência de neoplasias.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: Muito perigoso ao Meio Ambiente (Classe II).
Este produto A ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Este produto A ALTAMENTE TÓXICO para aves.
Este produto A ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes, evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais cropos d água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades agrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvnaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Assossiação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual municipal.

INSTRUÇÕES EM CAOS DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL LTDA - telefone de Emergência: (0xx 11 4449 3222).
Utilize equipamento de proteção individual (EPI) - macacão, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtors.
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto corn serragem ou areia, recolha o material corn auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante atraves do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores em forma de neblina ou CO2 ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

ORIENTAÇÕES PARA A EMBALAGEM

EMBALAGEM RÍGIDA LAVAVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Triplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguinte procedimentos:
Esvazie cmpletamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos.
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume.
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressào
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque pulverizador;
Unutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

1) lmediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
2) Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
3) Toda a agua de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
4) lnutilize a embalagem plastica ou metalica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Triplice Lavagem au Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
0 armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de ate urn ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto näo tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTAÇÕES PARA A EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuado, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.

DEOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTAÇÕES PARA A EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento da embalagem vazia, ate a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e corn piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigartória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTAÇÕES PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGEM:

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto e feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por Orgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

0 transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos näo podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

"De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis."

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br)

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:

• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
• Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.