Bula Mandarim - Sinon

Bula Mandarim

CI
Carbendazim
5303
Sinon

Composição

Carbendazim 500 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea/Tratamento de sementes
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Garrafa HDPE: 0,25, 0,3, 0,5, 1, 3, 5, 10, 20, 50, 100, 200 e 250 L.

Tambor HDPE: 0,25, 0,3, 0,5, 1, 3, 5, 10, 20, 50, 100, 200 e 250 L. IBC HDPE: 1000 L.

Isotanque HDPE: 5000, 10000 e 20000 L.

Frasco plástico de 1 L.

Bombona plástica líquido de 5, 10 e 20 L.

Galão plástico de 50 L.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO

O produto Mandarim é um fungicida sistêmico, de amplo espectro de rápida absorção pela planta, indicado para aplicação por pulverização nas seguintes culturas: algodão, citros, feijão (antracnose), soja (doenças de final de ciclo), e no tratamento de sementes de soja.

MODO DE APLICAÇÃO

Mandarim é indicado para aplicação em mistura com água. Recomenda-se agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda. Para o uso nas culturas de feijão, e soja, o produto deve ser utilizado na forma de pulverização via terrestre aérea nas culturas de feijão, soja. No tratamento de sementes de soja deve-se diluir 100 ml do produto em 400 ml de água e distribuir homogeneamente em 100 kg de sementes.
PULVERIZAÇÃO VIA TERRESTRE:
ALGODÃO: Utilizar pulverizador tratorizado com barra, equipado com bicos apropriados, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas/cm² e uma pressão de 40 a 60 libras.
CITROS: Para aplicação do produto utilizar um atomizador ou pulverizador acoplado ao trator, com uma pressão de trabalho entre 200 e 300 lb/pol².
FEIJÃO: Pulverizador tratorizado com bicos cônicos.
SOJA: Barras dotadas de bicos cônicos da série D ou similar; Velocidade do Trator: em torno de 6 km/h; Pressão de trabalho: 80 a 120 lb./pol²; Tamanho de gotas: 200 a 400 micra; Densidade de gotas: em torno de 60 gotas/cm².

PULVERIZAÇÃO VIA AÉREA:
ALGODÃO: Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação. Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 µm, e um mínimo de 60 gotas/cm². O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros/há, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gota desejada.
FEIJÃO: Altura do voo: com barras: 2 a 3 m; Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m; Tamanho das gotas: 200 a 400 micra.
SOJA: Densidade de gotas: em torno de 60 gotas/cm²; O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.

TRATAMENTO DE SEMENTES:
Misturar homogeneamente o produto às sementes de soja durante um período mínimo de 10 minutos em tambor giratório, betoneiras ou equipamentos específicos para esse fim.
ATENÇÃO: No tratamento de sementes de soja destinadas ao plantio, deve-se adicionar ao Mandarim, um corante específico para tratamento de sementes. O corante denominado Vermelho Sun deve ser adicionado na água com o fungicida, misturando-se com as sementes que serão plantadas logo em seguida. Recomenda-se utilizar 15 ml de corante / 100 kg de sementes.
As sementes tratadas destinam-se única e exclusivamente para o plantio, não podendo ser utilizadas para o consumo humano ou animal.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão, Feijão e Soja: 14 dias;
Citros: 07 dias;
Sementes de soja: não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivo para culturas agrícolas.
- As sementes de soja tratadas não devem ser utilizadas como alimento humano ou rações animais.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis e etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRACBR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO B1 FUNGICIDA

O produto fungicida Mandarim é composto por Carbendazim, que apresenta mecanismo de ação da montagem de ß-tubulina na mitose, pertencente ao Grupo B1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).