Bula Merpan 500 WP - Adama
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Bula Merpan 500 WP

Captana
3606
Adama

Composição

Captana 500 g/kg

Classificação

Terrestre
Fungicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Não sistêmico, Preventivo

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura)

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Diaporthe citri (Podridão penducular)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum orbiculare (Antracnose)

Conteúdo: 250; 500 g; 1; 5 e 25 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO

MODO DE APLICAÇÃO

Preparação da calda

O MERPAN 500 WP apresenta-se sob a formulação de pó molhável e, deve-se inicialmente fazer uma diluição prévia em um balde apropriado, com água (4 a 5 litros de água), mexer vigorosamente com uma espátula ou pedaço de madeira limpo até ocorrer a total dispersão do produto. Após este procedimento, colocar esta solução dentro do pulverizador e completar com água até o volume desejado. Manter sempre a calda em agitação durante o preparo e aplicação do produto.

Aplicação e volume de calda

O MERPAN 500 WP deve ser aplicado através de pulverização, utilizando a água como veículo. Para cultura de melão e cebola utilizar 500 a 1.000 L de calda/ha dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas; para citros utilizar 2.000 L de calda/ha. A aplicação deverá ser realizada de modo que se consiga uma cobertura de todas as partes vegetais visto que o produto é um fungicida de contato.
Seguir as recomendações técnicas, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA
Cebola e citros: 7 dias.
Melão: 1 dia.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Uso exclusivo para culturas agrícolas.
Quanto à época de aplicação: O produto deve ser aplicado preventivamente ao aparecimento dos sintomas da doença. Iniciar as aplicações quando ocorrer condições climáticas propícias ao desenvolvimento dos fungos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungos devem ser encaminhados para o FRAC-BR (www.frac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Corrosivo ao ferro e latão.