Bula Metarhizium Oligos

acessos
Metarhizium anisopliae
7716
Oligos Biotecnologia

Composição

Metarhizium anisopliae 50 g/kg Inseticida biológico

Classificação

Inseticida microbiológico
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado (GR)
Contato
Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
15 kg p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não definido, devido a natureza microbiológica do ingrediente ativo. Aplicar após a detecção da presença da praga
Cigarrinha das pastagens
(Zulia entreriana)
930 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar apenas duas aplicações. Não definido, devido a natureza microbiológica do ingrediente ativo. Aplicar após a detecção da presença da praga
Cigarrinha das raízes
(Mahanarva fimbriolata)
930 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar apenas duas aplicações. Não definido, devido a natureza microbiológica do ingrediente ativo. Aplicar após a detecção da presença da praga

Tipo: Saco plástico
Material:Polietileno
Capacidade de acondicionamento: 4 Kg

INSTRUÇÕES DE USO:
1.1 Alvos Biológicos
Metarhlzlum Oligos é um bioinseticida de contato que penetra no corpo do inseto através da cutícula paralisando os órgãos internos.
O produto é, indicado para o controle das seguintes pragas agrícolas, em todas as culturas nas quais ocorram:

ALVO BIOLÓGICO

NOME COMUM: Cigarrinha-da-raiz
NOME CIENTÍFICO: Mahanarva fimbriolata

NOME COMUM: Cigarrinha-das-pastagens
NOME CIENTÍFICO: Zulia entreriana

NOME COMUM: Cigarrinha-das-pastagens;cigarrinha-dos-capinzais
NOME CIENTÍFICO: Deois flavopicta

12 NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar o controle quando a praga atingir uma população superior a 1 ninfa/metro linear de média no talhão e em áreas historicamente potenciais da praga. Com este procedimento evitam-se riscos de aumentos populacionais. As ninfas começam a aparecer cerca de 15-25 dias após o início das primeiras chuvas. O levantamento deve ser feito com intervalos nunca superiores a 15 dias para variedades mais susceptíveis e 30 dias para variedades menos susceptíveis em 8pontos/há de 1 metro, totalizando 8 metros/ha. Realizar duas aplicações ao ano.

1.3 MODO DE APLICAÇÃO:
Preparar a calda com no máximo 1 hora antes da aplicação pode ser feita via aérea ou terrestre. O equipamento deve estar limpo e sem resíduos de agrotóxicos, tem alta incompatibilidade com fungicidas. Levar ao campo somente a quantidade a ser utilizada na aplicação.
Preparo da calda fazer uma pré-calda em um balde com água (pH menor que 70), misturando bem o produto com uma espátula grande, de modo a retirar o máximo de esporos dos grãos de arroz. Passar a mistura por urna peneira de 100 mesh e transferir para o tanque pulverizador sem resíduos de agrotóxicos. Completar o tanque com água para um volume de calda de 200 a 300 i/ha. Não há recomendações; especiais para o descarte da água de lavagem por não ser produto tóxico.
Para aplicação via sólida, aplicar o produto seco contra o vento.
A aplicação pode ser terrestre ou aérea.
Para preparo e aplicação do produto, utilize equipamentos de Proteção individual: Macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas da calça por cima das botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro P2 ou P3, óculos de segurança, touca árabe e luvas de nitrila.

1.4 INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não definido, devido à natureza microbiológica do ingrediente ativo.

1.5 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
4 horas ou até a secagem completa da calda. Caso necessite entrar antes deste período. Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

1.8 LIMITAÇOES DE USO;
Armazenar o produto em freezer (-8 C). O produto não é compatível com inseticidas, herbicidas e fugicidas químicos. Aplicar preferencialmente com umidade acima de 80% e em horários onde não haja altas incidências de radiação ultra-violeta (após as 16 h ou em dias nublados). Evitar ambientes com temperaturas elevadas. Utilizar equipamentos limpos para a aplicação. O pH ideal da calda deve ser menor que 7,0.

1.12 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA;
Não há relatos de desenvolvimento de resistência a fungos entomopatogênicos. Porém para evitar o surgimento de insetos surgimento de insetos com resistência a Inseticidas - IRAC-BR – recomenda algumas estratégias.
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo e bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento das recomendações locais.
Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultural, por ex.) dentro do programa de Manejo integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis

1.13 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO ECOLÓGICO DE PRAGAS

Recomende-se, de maneira geral, o maneio integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e meios disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de cultivares resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, óculos/viseira facial e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros procure rapidamente um serviço médico de emergência -
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mancas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara tom filtro mecânico óculos de segurança com proteção lateral e luvas
Manuseie o produto em local aberto e ventilado

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Se utilizar distribuidor costal, não aplique o produto contra o vento.
Se utilizar trator (Ou avião), aplique o produto contra o vento de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; viseira facial e luvas.

PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO

Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI5) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do: produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, na temperatura determinada pelo fabricante longe do alcance de crianças e animais
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPI5) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso ô vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que- a água de lavagem entre no outro olho. Caso haja irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo e bula do produto.
Pele: lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo e bula do produto.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

INTOXICAÇÕES POR Metarhizium anisopliae -

INFORMAÇÕES MÉDICAS
Nome comercial: Metarhizium Oligos GR
Nome científico: Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425
Classe toxicológica: IV - Pouco Toxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Mecanismos de Toxicidade/patogenicidade: Não é esperado efeito toxigênico, em mamíféros, por exposição ao Metarhiziur anisophae, contudo se o produto atingir os olhos pode ocasionar ceratite. Também existem relatos, em literatura médica, de Metarhizium anisopliae causar infecção oportunista em indivíduos imunbssuprimidos.

Sintomas e sinais clínicos: Em testes de irritação/corrosão ocular este produto causou irritação leve da conjuntiva, reversível em até 72 horas.
Não foi sensibilizante dérmico.

Diagnóstico: O diagnóstico pode ser realizado através da confirmação de exposição e pelo isolamento e identificação macroscópica ou molecular a partir de cultura microbiana.
Tratamento: O tratamento para o caso de irritação ocular deve ser sintomático e de suporte. O tratamento para o casa de infecção fúngica deve ser feito com antimicóticos sistêmicos, conforme definido em protocolos clínicos específicos para infecção fúngica.
Contraindicações-A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
-Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISNMS
ATENÇÃO
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (17) 3237-0561 (horário comercial)

- Este produto é:

X - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre recipientes disponíveis, para envolver embalagens rompidas.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas -
ABNT
- Observe a legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES AMBIENTAIS:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize Equipamentos de Proteção Individual.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa TZ BIOTECH LTDA. Telefone de Emergência: (16) 3441-5680.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM FLEXIVEL:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomende-se, de maneira geral, o maneio integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e meios disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de cultivares resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

Não há relatos de desenvolvimento de resistência a fungos entomopatogênicos. Porém para evitar o surgimento de insetos surgimento de insetos com resistência a Inseticidas - IRAC-BR – recomenda algumas estratégias.
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo e bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento das recomendações locais.
Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultural, por ex.) dentro do programa de Manejo integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis