Bula Metarhizium Probio

acessos
Metarhizium anisopliae
8416
Probio

Composição

Metarhizium anisopliae cepa IBCB 425 1.52 X 10^9 . 80 g/kg Inseticida biológico

Classificação

Inseticida microbiológico
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado (GR)
Inseticida microbiológico
Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
10,5 kg p.c./ha 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Duas aplicações por ciclo de cultura e por ano. Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto. Monitorar a presença de ninfas no campo após as primeiras chuvas. Iniciar a aplicação após a detecção da praga (espumas com ninfas na base das touceiras)
Cigarrinha das pastagens
(Zulia entreriana)
660 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Duas aplicações por ciclo de cultura e por ano. Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto. Monitorar a presença de ninfas no campo após as primeiras chuvas. Iniciar a aplicação após a detecção da praga (espumas com ninfas na base das touceiras)
Cigarrinha das raízes
(Mahanarva fimbriolata)
660 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Duas aplicações por ciclo de cultura e por ano. Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto. Monitorar a presença de ninfas no campo após as primeiras chuvas. Iniciar a aplicação após a detecção da praga (espumas com ninfas na base das touceiras)

Tipo de embalagem: Saco
Material: Plástico de polietileno
Capacidade: 5 Kg

INSTRUÇÕES DE USO:

METARHIZIUM PROBIO (Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425) é um agente microbiológico de controle utilizado no controle da cigarrinha-da-raiz (Matianarva fimbriolata), cigarrinha-das-pastagens; cigarrinha-dos-capinzaís (Deois flavopicta) e no controle da cigarrinha-das-pastagens (Zulla entre dana)

CULTURA: Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura da cana-de- açúcar.

Alvo biológico: Nome comum (Nome científico): - Cigarrinha-da-raiz (Mahanarva fimbriolata)

Dose (p.c./há). Número e intervalo de aplicações: Dose de aplicação: 660 g p c/há (equivalente a 1x 10^12 conídios/ha. Realizar duas aplicações por ciclo de cultura.

Época: Monitorar a presença de ninfas no campo após as primeiras chuvas. Iniciar a aplicação após a detecção da praga (espumas com ninfas na base das touceiras)

CULTURA: Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada em pastagens.

Alvo biológico: Nome comum (Nome científico): Cigarrinha-das-pastagens (Zulia entrerlana)

Dose (p.c./há). Número e intervalo de aplicações: Dose de aplicação: 660 g p c/há (equivalente a 1x 10^12 conídios/ha. Realizar duas aplicações por ano

Época: Monitorar a presença de ninfas no campo após as primeiras chuvas. Iniciar a aplicação após a detecção da praga (espumas com ninfas na base das touceiras)

CULTURA: Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada em pastagens.

Alvo biológico: Nome comum (Nome científico): Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais (Deois flavopicta)

Dose (p.c./há). Número e intervalo de aplicações: Dose de aplicação: 10.500g (10,5 Kg) p.c/há (equivalente a 16 x 10^12 conídios/há), com volume de calda de 300L/há

Época: Monitorar a presença de ninfas no campo após as primeiras chuvas. Iniciar a aplicação após a detecção da praga (espumas com ninfas na base das touceiras)

p.c = produto comercial.


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Número de aplicação: Cana-de-açúcar: 2 aplicações por ciclo da cultura
Pastagens: 2 aplicações por ano
Época: Iniciar a aplicação após a detecção da praga (espumas com ninfas na base das touceiras após as primeiras chuvas).
Intervalo de aplicação: 2 aplicações por ciclo de cultura e por ano.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Aplicação terrestre e aérea.
METARHIZIUM PROBIO deve ser aplicado na presença de pragas na forma liquida ou solida. As aplicações na forma líquida deverão ser realizadas através de jato dirigido, e aplicação aérea com o uso de pulverizadores. Já as aplicações na forma sólida (granulado), através de granuladeiras ou de avião, inserindo o produto direto no respectivo equipamento, sem a necessidade de preparação de calda para aplicação. Para aplicação terrestre, a aplicação do produto deverá ser relizada, através da pulverização do mesmo jato dirigido na base das plantas.

Aplicação líquida - (Preparo de calda); O produto deve ser levado ao campo, abrir a embalagem e colocar em uma peneira sobre um balde, com água (pH menor que 7) deve-se fazer a extração dos esporos, após o preparo da pré calda, a mesma é despejada no tanque do pulverizador ou no hopper do avião devidamente limpo. Essa limpeza deve ser feita com água limpa e sabão neutro, longe de rios e nascentes. Completar o tanque com água. Em aplicação terrestre usar um volume de calda de 200LIha e aplicação aérea 30L/ha.

Aplicação sólida - O produto deve ser colocado no equipamento de aplicação sem nenhum processo de preparo (de forma direta). Na aplicação aérea acoplar na aeronave o equipamento para distribuição do produto (difusor chamado comumente de pé-de-pato, ‘swathmaster' ou similar) que permita regulagem de acordo com a dose (de 8 a 10 kg/ha). Abastecer o reservatório do avião agrícola (hopper) com o produto. A altura do vôo deve ser em torno de 2 metros da cultura e a velocidade do vento não poderá ultrapassar os 6 km/h. A largura da faixa de aplicação deve ser de 15 a 18 metros. As aplicações do produto são realizadas nos meses de chuva e calor, podendo ser aplicado de uma a duas vezes durante o ciclo da cultura, obedecendo a um intervalo de 45 dias entre as aplicações.
Aplicação aérea: Aplicar preferencialmente ao entardecer em dias nublados ou se houver previsões consistentes de chuva para as próximas horas. É imprescindível observar as condições climáticas sendo que as mais adequadas são temperaturas de 250 a 27°C e umidade relativa do ar superior a 60%. Outro ponto a ser observado com rigor é o estágio de desenvolvimento da praga.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
4 horas ou até a secagem da calda. Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO: Aplicar somente com umidade acima de 80% na ausência de raios ultravioletas, ou seja, em dias nublados ou à noite. O pH ideal é menor que 7. Manter o produto sob refrigeração, e temperatura mínima para armazenamento 4°C e máxima 25°C.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, no beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem. os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara cobrindo nariz e boca com filtro mecânico, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto potencialmente- irritante para os olhos. -
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI:- macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas: botas de borracha; óculos de segurança com proteção lateral, máscara, cobrindo nariz e boca com filtro, mecânico classe P2 ou P3 e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado;

PRECAUÇÕES DURANTE A APLIÇAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal se utilizar trator (ou avião), aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual -. EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; óculos: de segurança, dom proteção lateral máscara cobrindo nariz e boca com filtro mecânico classe P2 ou P3, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção-individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado dás demais roupas da família ao lavar as roupas utilizar luvas.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente, as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual: luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS; procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto (se houver).
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado, não dê nada para beber ou comer:
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos evite que a água de lavagem entre no outro olho produto potencialmente irritante para olhos, procure um serviço médico,
Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Procure um serviço médico, se necessário.

-RISCOS ASSOCIADOS A Metarhizium anisopli
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Nome técnico: METARHIZIUM PROBIO
Nome científico: Metarhizium anisopliae, isolado IBCB.425 1"
Classe toxicológica: IV POUCO TÓXICO
Vias de exposição: Oral, Inalatória, ocular e dérmica. Metarhizium anisopliae é um fungo entomopatogônico facilmente encontrado na natureza em especial no solo.
Mecanismos de toxicidade: A infecção em insetos de Metarhizium anisopliae ocorre, normalmente via tegumento do inseto, onde o fungo germina em 12 a 18 horas dependendo da presença de nutrientes, representados por glucose, quitina, nitrogênio, etc. A infecção oral pode ocorrer para alguns insetos, sendo também possível a penetração via sistema respiratório pelo espiráulo. A penetração tegumentar ocorre devido a uma ação mecânica e química (enzimática), o que leva cerca de 12 horas. Decorridas 72 horas da inoculação o inseto apresenta-se totalmente colonizado, sendo o tecido gorduros bastante atacado, seguido pelo tecido intestinal, tubos de Malpighi, etc., advindo a morte em função da falta de nutrientes- e do acúmulo de substâncias tóxicas.
•Os insetos atacados tornam-se duros e cobertos por uma camada de micélio
branco que posteriormente se transforma em conidióforos, que dão origem a massas pulverulentas de conídios esverdeados. No final da conidiogênese, o cadáver pode mostrar tons de verde que variam de claro a escuro, acinzentados ou ainda esbranquiçados com pontos verdes.
•A infecção oral pode acontecer para alguns insetos, como no caso de
Solenopsis spp. sendo também, possível a penetração via sistema respiratório pelo espiráculo.
A penetração tegumentar ocorre devido a uma atuação mecânica química
enzimátíca),que leva, cerca de 12 horas. Decorridas 72 horas, de inoculação, o inseto apresenta-se totalmente colonizado, advindo a morte
de nutrientes por falta de e acúmulo de toxinas, conforme explicado anteriormente.
Não é esperado, em mamíferos, efeito toxigênico causado pela exposição
ao Metarhizium anisopliae, contudo há registros de infecção em pessoas
imunossuprimidas e quadros de ceratites.

Sintomas e sinais clínicos: o presente momento não foram observados problemas em função da aplicação deste patógeno nas unidades de proteção ou em campo foram observadas reações alérgicas em pessoas que trabalham em laboratórios como febre e problemas pulmonares. Um pesquisador, apresentou sensibilidade alguns meses após realizar pesquisas com esse fungo sem proteção (luvas ou máscara) Apesar destes problemas, testes de segurança com exposição oral e intraocular não resultaram em efeitos adversos
Diagnóstico: Existem relatos em literatura médica de Metartiizium anisopliae como causador de infecção oportunista em indivíduos imunossuprimidos. O diagnóstico pode ser feito com a confirmação da exposição e com o isolamento e identificação macroscópica ou molecular a partir de cultura microbiana. Os estudos de patogenicicidade desenvolvidos com o microrganismo não demonstraram capacidade patogênica.

Tratamento: O tratamento e de suporte e a maioria das exposições casuais requer apenas, descontaminação O tratamento para o caso de irritação ocular deve ser sintomático e de suporte O tratamento para o caso de infecção fúngica deve ser feito com antimicóticos sistêmicos conforme definido em protocolo específicos para infecção fúngica.

Exposição Oral: Não há antídoto, específico para ingestão de Metarhizium anisopliae. O tratamento e sintomático e de suporte e inclui o monitoramento para o desenvolvimento de possíveis reações de hipersensibilidade.

Exposição Inalatória
A) Remova o intoxicado para um local arejado
B) Monitore para alterações respiratórias Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, ou bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário.

Tratamento Exposição Ocular
A) Irrigue com agua corrente ou solução salina a`0,9% por pelo menos 15 minutos
B) Um anestésico tópico pode ser necessário para alivio da dor.
C) Assegure que não haja partículas remanescentes na conjuntiva
D) Se os sintomas não forem solucionados pós a descontaminação ou se
for detectada uma anormalidade significante durante o exame, encaminhe para um oftalmologista

Exposição Dérmica
1) Remova as roupas contaminadas e lave a pele exposta com água e sabão
2) Institua tratamento sintomático e medidas de suporte conforme necessário.
Contraindicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.

ATENÇÃO: ligue pata o Disque-Intoxicação 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.

Rede Nacional de Centros de informação e Assistência Toxicológica

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SNAN / MS)
Telefone de emergência da empresa (82) 3274-5170
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos e não são esperados por se tratar de produto composto por conídios fúngicos e arroz.

Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado com Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425 e arroz

• DL50 dermal aguda > 4.000 mg/kg de peso corpóreo.
• Irritação dérmica em coelhos albinos, não causou irritação e/ou lesão dérmica
• Irritação ocular em coelhos albinos mostrou se extremamente irritante para os olhos causando opacidade de córnea, irite, hiperemia e quemose em todos os animais, havendo reversão total das reações oculares em até 14 dias A irritação ocular verificada foi atribuída ao arroz presente na formulação e não especificamente ao AMC.
• Sensibilização cutânea em cobaias, o AMC não foi considerado sensibilizante
• Toxicidade/Patogenicidade Oral Aguda neste teste nenhuma evidência de patogenicidade e toxicidade foram encontradas durante a necropsia dos animais tratados entretanto foi realizado o isolamento de UFC em fezes, órgãos e fluidos, o que demonstra capacidade de transpsiço de barreira intestinal e outras barreiras biológicas. Embora os sinais clínicos e a necropsia não tenha m evidenciado potencial patogênico a presença de colônias encontradas nas placas de cultura semeadas com amostras de tecidos dos animais demonstra que os conídios do fungo podem permanecer viáveis em tecidos de ratos podendo sinalizar potencial de infectividade
• Toxicidade/Patogenicidade Pulmonar Aguda neste teste, nenhuma evidência de patogenicidade, e toxicidade foram encontradas durante a necropsia dos animais tratados. Entretanto o fungo foi isolado de amostras de órgãos tais como fígado e baço de animais tratados com o fungo A presença de colônias encontradas nas placas semeadas com amostras de tecidos dos animais demonstra que os conídios do fungo podem permanecer viáveis em tecidos de ratos, podendo sinalizar, potencial de infectividade -
• Toxicidade/Patogenicidade intravenosa Aguda neste teste foram observadas pra necropsia dos animais tratados, alterações macroscópicas no fígado, baço e estômago (congestão, aumento de tamanho aderência e microabcesso moderados), esplenomegalia e aderência do baço, intestinos (aderência ou com conteúdo sanguinolento) nos pulmões (congestão) e fígado (congestão e áreas pálidas) Nenhum dos achados confirma a capacidade de toxicidade ou patogenicidade, mas novamente a presença de colônias encontradas nas placas semeadas com amostras de diversos tecidos dos animais tratados demonstra que os conídios do fungo podem permanecer viáveis em tecidos de ratos podendo sinalizar potencial de infectividade
Existem diversos relatos em literatura medica de Metarhizium anisopliae (Metsch) como causador de infecção oportunista em indivíduos imunossuprimidos. Sendo assim orienta-se a afastar pessoas com imunodeficiência ou imunossuprimidos da manipulação direta desses produtos
Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em humanos

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
X - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre recipientes disponíveis, para envolver embalagens rompidas.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe a legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES AMBIENTAIS:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize Equipamentos de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtro).
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa PROBIO - Produtos Biológicos Ltda.
Telefone de Emergência: (82) 3274-5170
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, ou de CO2, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Embalagem FLEXÍVEL.
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados

Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fitopatógenos