Bula MONTANA 480 - TradeCorp

Bula MONTANA 480

Glifosato
38219
TradeCorp

Composição

Glifosato 480 g/L
Equivalente ácido de Glifosato 360 g/L

Classificação

Herbicida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico, Não seletivo

Arroz

Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Chamaesyce hirta (Erva de Santa Luzia)
Conyza bonariensis (Buva)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)

Café

Avena sativa (Aveia)
Brachiaria decumbens (Capim braquiária)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Cynodon dactylon (Grama seda)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Imperata brasiliensis (Sapé)
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho)
Panicum maximum (Capim colonião)
Sorghum halepense (Capim massambará)

Cana-de-açúcar

Avena sativa (Aveia)
Brachiaria decumbens (Capim braquiária)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Cynodon dactylon (Grama seda)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Imperata brasiliensis (Sapé)
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho)
Panicum maximum (Capim colonião)
Saccharum officinarum (Cana de açúcar)
Sorghum halepense (Capim massambará)

Citros

Avena sativa (Aveia)
Brachiaria decumbens (Capim braquiária)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Cynodon dactylon (Grama seda)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Imperata brasiliensis (Sapé)
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho)
Panicum maximum (Capim colonião)
Sorghum halepense (Capim massambará)

Eucalipto

Avena sativa (Aveia)
Brachiaria decumbens (Capim braquiária)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Cynodon dactylon (Grama seda)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Imperata brasiliensis (Sapé)
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho)
Panicum maximum (Capim colonião)
Sorghum halepense (Capim massambará)

Milho

Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Chamaesyce hirta (Erva de Santa Luzia)
Conyza bonariensis (Buva)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)

Pinus

Avena sativa (Aveia)
Brachiaria decumbens (Capim braquiária)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Cynodon dactylon (Grama seda)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Imperata brasiliensis (Sapé)
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho)
Panicum maximum (Capim colonião)
Sorghum halepense (Capim massambará)

Soja

Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Chamaesyce hirta (Erva de Santa Luzia)
Conyza bonariensis (Buva)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)

Trigo

Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Chamaesyce hirta (Erva de Santa Luzia)
Conyza bonariensis (Buva)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 1,0 - 20 L
Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 1,0 - 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O MONTANA 480 é um herbicida pós-emergente, sistêmico, de ação total, não seletivo. O produto é absorvido pelas folhas das plantas. Atua sobre a atividade enzimática, inibindo a fotossíntese, a síntese dos ácidos nucléicos e estimulando a produção de etileno. Os sintomas característicos são o amarelecimento e a consequente morte das folhas e talos, normalmente observado entre 4 a 10 dias após a aplicação do produto.

CULTURAS

O uso do MONTANA 480 é indicado para aplicação nas seguintes culturas e situações:
a) Pós-emergência da cultura e das plantas daninhas para capina química através de jato dirigido nas entrelinhas das culturas de café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto e pinus.
b) Pós-emergência das plantas daninhas em aplicação de área total no pré-plantio (plantio direto) nas culturas de algodão, arroz, milho, soja e trigo.
c) Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho resistente a Glifosato.
d) Eliminação de soqueira de cana-de-açúcar.
e) Maturador de cana-de-açúcar, visando a maximização do manejo varietal e aumento no teor de sacarose.
NÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA OU INTERVALO DE APLICAÇÃO: No caso de eliminação de plantas daninhas perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração, enquanto que para as plantas daninhas anuais o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Aplicação nas entrelinhas: De modo geral esta aplicação é realizada quando ocorre a presença de plantas daninhas. Se utilizado no período adequado e conforme as recomendações, o produto controlará as plantas daninhas em uma única aplicação. Pré-plantio: aplicar 08 a 10 dias antes da semeadura. Normalmente é feita uma aplicação. Maturador de cana-de-açúcar: no caso de maturação de cana de açúcar, o produto deve ser aplicado de 40 a 50 dias antes da colheita. MONTANA 480 pode ser aplicado em qualquer época da safra, visando a melhoria da qualidade da matéria prima, ou seja, elevar ou manter o teor de sacarose. Inicio de safra: visa antecipar a maturação de cana-de-açúcar, visto que a maturação natural, mesmo das variedades precoces, não é atingida devido às condições desfavoráveis. Meio de safra: visa antecipar a maturação para liberação das áreas de renovação para o preparo do solo, plantio de cana de ano ou plantio das culturas de rotação, bem como maximizar o teor de sacarose. Final da safra: visa manter o teor de sacarose, visto que existe uma tendência natural de queda, principalmente devido a ocorrência de chuvas neste período.

OBSERVAÇÕES

- Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura.

- Em plantações de café e citros aplicar MONTANA 480 sobre as plantas infestantes em área total da rua e carreadores, em faixas ou coroamento ou então, somente onde houver manchas de mato, evitando-se atingir as folhas das culturas.
- Em cana-de-açúcar, no caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total, quando a soqueira estiver entre 0,5 e 1,0 metro, e antes da formação dos colmos, usando a dose de 5,0 - 6,0 L/ha.
- Para as culturas de arroz irrigado, milho e soja, em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura. - No caso de reflorestamento MONTANA 480 deve ser aplicado de forma dirigida a fim de não prejudicar as espécies florestais (pinus e eucaliptos). Aplicar no pré-plantio na implantação ou limpeza das entrelinhas apos sua implantação.
- Maturador de cana-de-açúcar: quanto maior a dose, mais rápida será resposta e menor será a flexibilidade da colheita, portanto as doses de 0,5 e 0,6 L/ha somente deverão ser aplicadas em áreas com alta produção de massa verde, solos de boa fertilidade e disponibilidade de água, sendo a colheita realizada 40 dias apos a aplicação. A dose de 0,6 L/ha somente deverá ser aplicada em soqueiras de último corte. As doses de 0,3 e 0,4 L/ha podem ser utilizadas nas demais áreas, realizando-se colheita de 40 a 50 dias apos a aplicação. Após o corte, realizar as operações de aplicação de vinhaça, cultivo e adubação.

MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

O MONTANA 480 deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização; este deve ser aplicado de forma dirigida a fim de não atingir as culturas sensíveis.

Pulverizador costal manual: o volume de calda a ser aplicado depende da pessoa que executa a operação, uma vez que este equipamento não possui regulador de pressão. A calibração deve ser feita individualmente, a uma velocidade de 01 metro/segundo, aproximadamente. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo da bomba, combinado com vazão do bico. Pode-se usar, por exemplo, bicos leques 80.02-110.02 ou similares. O volume de calda esta em torno de 400 L/ha.

Pulverizador tratorizado com barra: na aplicação com equipamento tratorizado com barra, dispender um volume de 100 a 500 litros de calda/ha trabalhando-se a uma pressão de 30 a 60 lb/pol² com bicos tipo leque observando-se uma boa cobertura das plantas infestantes.

Aplicação aérea: MONTANA 480 poderá ser aplicado via aérea, no caso de aplicação em préplantio (dessecação), eliminação de soqueira e maturador de cana-de-açúcar, seguindo os seguintes parâmetros:
- Fazer estudo do local e demarcar as áreas para aplicação.
- Deixar, entre as faixas efetivas de aplicação uma faixa de aproximadamente 2 metros, como margem de segurança, pois a deriva cobrirá esta área.
- Fechar 03 a 04 bicos em cada extremidade das asas do avião para evitar sobreposição.
- Utilizar bicos que proporcionem gotas com D.M.V. entre 250 - 400 µm.
- Aplicar somente com condições climáticas favoráveis: temperatura máxima de 25ºC; vento de 03 - 10 Km/h e U.R. mínima do ar de 60%. - Volume de aplicação: 30 - 40 L/ha.
- Mantenha bordaduras, principalmente em áreas próximas de cana nova e outras culturas.
- No caso do uso como maturador de cana-de-açúcar, deixar uma área sem aplicação do produto, como testemunha, para acompanhar os resultados.

Intervalo de Segurança

Algodão: Intervalo de segurança não determinado quando aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Algodão OGM: O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergências das plantas infestantes e da cultura;
Arroz: Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego;
Café: 15 dias
Cana-de-açúcar: Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
Cana-de-açúcar (maturador): é de 30 dias;
Citros: 30 dias.
Pinus: Uso não alimentar;
Milho: O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura;
Soja: Não determinado quando aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e préemergência da cultura;
Soja OGM: O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura;
Soja: soja (dessecante): intervalo de segurança de 7 dias;
Trigo: Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivo para culturas agrícolas.
- Evitar contato do produto com as culturas, pois trata-se de um herbicida não seletivo. No caso de uso do produto nas entrelinhas, a aplicação deve ser feita dirigida às plantas daninhas, com equipamentos que evitem o contato com as folhas da cultura. - Evitar aplicação sobre plantas daninhas sob “stress” provocado por seca e geada.
- Aplicar sobre plantas sem orvalho e com umidade relativa do ar acima de 50%, devendo evitar as horas mais quentes do dia.
- O produto tem sua ação reduzida quando misturado com formulações pós-molháveis de elevada concentração. - Evitar o uso de água barrenta, de rios e lagos, bem como o armazenamento da calda herbicida no tanque do pulverizador.
- Sob ameaça de chuva, suspender a aplicação.
- O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

O produto deve ser aplicado na forma de pulverização com equipamentos terrestres.
Bicos: série 80 ou 110.
Vazão: Bicos de baixa vazão: 70 a 150 L/ha.
Bicos de vazão intermediária: 200 a 300 L/ha.
Bicos de alta vazão: 400 a 600 L/ha.
Para bicos de baixa vazão recomenda-se peneiras com malha 100.
Tamanho de gotas: 100 a 200 micrômetros.
Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm².
Pressão: 30 a 45 Ib/pol2 ou conforme especificação do fabricante dos bicos.
Velocidade de trabalho: 06 a 08 km/hora.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G HERBICIDA

O produto herbicida MONTANA 480 é composto por Glifosato que apresenta mecanismo de ação dos Herbicidas Sistêmicos, pertencente ao Grupo Glicina substituída, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).