Bula MSMA 720 Dow AgroSciences

acessos
MSMA
8795
Dow AgroSciences

Composição

MSMA 720 g/L Organoarsênico

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Seletivo
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2,7 a 4 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 43 dias. Pós-emergência, das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 43 dias. Pós-emergência, das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2,5 a 4 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 43 dias. Pós-emergência, das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
até 2,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 43 dias. Pós-emergência, das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 43 dias. Pós-emergência, das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 43 dias. Pós-emergência, das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 43 dias. Pós-emergência, das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 43 dias. Pós-emergência, das plantas daninhas
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 43 dias. Pós-emergência, das plantas daninhas
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2,7 a 4 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Pós-emergência, das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Pós-emergência, das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2,5 a 4 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Pós-emergência, das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Pós-emergência, das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Pós-emergência, das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Pós-emergência, das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Pós-emergência, das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Pós-emergência, das plantas daninhas
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Pós-emergência, das plantas daninhas

Frascos plásticos de 1 L; Bpmbona plástica de 5, 10 e 25 L; Tambores de aço de 100 e 200 L e Farm pack de 420 L.

INSTRUÇÕES DE USO: Culturas: MSMA SANACHEM 720 SL, é um herbicida pós-emergente de contato, seletivo, indicado para o controle de plantas infestantes (mono e dicotiledôneas) na cultura da cana-de-açúcar e algodão.

NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Aplicar em pós-emergência das ervas infestantes, quando estiverem com menos de 20 cm de altura, evitando períodos de "stress" hídrico. Reaplicar quando houver reinfestação de erva antes do fechamento da cultura.
Para o controle de tiririca (Cyperus rotundus) é necessário um programa de aplicação dentro do mesmo ciclo da cultura para se obter redução do número de plantas de tiririca por área:

1a aplicação - Aplicar 3,5 l/ha de MSMA SANACHEM 720 SL, quando as ervas estiverem com 8 a 12 folhas (imediatamente antes da floração da erva). A cultura deve estar com 50 cm de altura. Aplicar com jato dirigido.

2a aplicação - De 3 a 5 semanas após a 1a aplicação, quando já existirem ervas verdes presentes, aplicar 2,5 l/ha em jato dirigido.

Repetir este programa de aplicação em anos seguintes até a eliminação da planta infestante.

Para o controle do Capim colonião a aplicação é feita em pontos específicos (manchas de mato), pontos estes decorrentes do escape que ocorre após a aplicação de herbicida residual. Desta forma a dosagem recomendada é dada em porcentagem de produto na calda de aplicação. (p.c/100 L de água).

O MSMA SANACHEM 720 SL deve ser utilizado na cultura da cana, objetivando controlar as plantas infestantes problema no período crítico de competição, salientando que ele não necessariamente, erradicará essas ervas, dando porém, oportunidade à cultura de se desenvolver sem essa competição, com a vantagem de ser um produto seletivo a cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:
MSMA SANACHEM 720 SL deve ser aplicado no controle de plantas infestantes em pós-emergência inicial, em jato dirigido, procurando atingir as ervas da forma mais perfeita possível. Usar equipamentos costais (manual ou pressurizado) ou equipamentos tratorizados com barra usando um volume de 250-400 litros de calda/ha. Utilizar bicos tipo leque.

INTERVALO DE SEGURNÇA: Algodão: 43 dias. Cana-de-açúcar: Cana-de-açúcar: não especificado por ser de uso em pós-emergência até a cultura atingir 60 dias da germinação ou corte.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana- ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas recomendadas: desde que seguidos as doses recomendadas e a forma de aplicação, o produto não é fitotóxico a cultura indicada.
Outras restrições a serem observadas:
Temperatura: não recomendada a aplicação do MSMA SANACHEM 720 SL com temperatura média abaixo de 20° C. Temperaturas altas estão associadas a um melhor funcionamento do produto.
Luminosidade: evitar aplicação com dias nublados associados a baixas temperaturas, que poderá resultar em uma menor eficiência do MSMA SANACHEM 720 SL.
Chuva: observar um período de 6 horas sem chuvas após a aplicação.

PRECAUÇÕES GERAIS: Mantenha o produto afastado de crianças e animais. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Caso o produto seja aspirado ou inalado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCOROS. Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar espinhos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, botas e protetor ocular.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. A aplicação produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, botas e protetor ocular.

PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado longe do alcance das crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: É muito importante realizar as primeiras medidas de descontaminação imediatamente após a exposição, e em seguida, encaminhar o paciente para avaliação médica. Se ocorrer derramamento de produto na pele remover roupas e sapatos contaminados, lavar com água e sabão. Se o produto cair nos olhos, lavar com água limpa durante 15 minutos. No caso de ingestão do produto, somente se o paciente estiver consciente, dar dois copos de água ou leite e induzir o vômito. Sendo possível administrar logo após o carvão ativado e transportar o paciente para o hospital. Se inalado, remover o indivíduo para fora do ambiente. Fornecer ar puro ou oxigênio, observando o aparecimento de sintomas. Não há relato de intoxicação por essa via.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO MÉDICO: Se o paciente estiver inconsciente e não tiver sido induzido ao vômito, logo após a ingestão realizar lavagem gástrica com 6 litros de soro fisiológico. Se o paciente estiver inconsciente proceder entubação endotraqueal antes da lavagem gástrica. Em seguida administrar o carvão ativado 100 g para adultos e 1/Kg de peso em crianças, diluído em 100 ml de água. Se o paciente não apresenta diarréia ou cólicas uma hora após o carvão, administrar sulfato de sódio 20 g para adultos e 250 mg/Kg de peso em crianças, diluído em água pela sonda nasogástrica. Administrar líquidos e eletrólitos via endovenosa para manter a hidratação. Combater o choque com transfusões se necessário e administrar oxigênio a 100% . Controlar o balanço hídrico. Pressão venosa central e diurese por sonda vesical, devido ao risco de anúria e para evitar sobre carga hídrica. Nas intoxicações graves, principalmente quando ocorre insuficiência renal aguda, pode ser necessário utilizar hemodiálise para remover o complexo BAL - arsênico do sangue. A hemoperfusão pode ser útil, mas sua eficácia não é comprovada. ANTÍDOTO - Administrar dimecaprol e penicilamine para acelerar a excreção do arsênio. BAL - Dose de 3 a 5 mg, via IM a cada 4 horas até melhora da diarréia e dor abdominal, até o aparecimento do carvão ativado nas fezes. Substituir o BAL pela penicilamine na dose de 0,5 g de 6/6 h para adultos e 100 mg/Kg de pesp para crianças, via oral durante 5 dias. Se o paciente for alérgico a penicilina, continuar a terapia com BAL 3-5 mg/Kg a cada 6 horas em 4 doses, posteriormente a cada 12 h por 2 doses e a cada 24 h por 10 doses. Efeitos colaterais do BAL - hipertensão, taquicardia, náuseas, cefaléia, parestesias, lacrimejamento, sudorese, ansiedade. Podem ser utilizados antihistamínicos para controlar estes sintomas. A penicilina geralmente é melhor tolerada que o BAL. Seus efeitos colaterais são - rush cutâneo, febre, leucopenia, trombocitopenia, eosinofilia, atrlgia e linfoadepatia.

METABOLISMO E VIAS DE EXCREÇÃO BEM COMO A MEIA VIDA BIOLÓGICA, DO PRODUTO TÉCNICO: Os compostos arsenicais metilados são rapidamente absorvidos pelo trato gastro-intestinal ou por inalação pelos mamíferos, incluindo o homem, também pode ser absorvido pela pele íntegra e ultrapassar a barreira placentária. A distribuição do arsênico depende da distribuição da duração da administração e o tipo de composto, envolvido. Deposita-se principalmente no fígado, rins coração, pulmão, pequenas quantidades são encontradas nos músculos e sistema nervoso. Altas concentrações podem ser encontradas em cabelos e unhas, devido à elevada quantidade de sulfidrila da queratina. Parece que os compostos arsenicais são metilados pelo homem e o principal produto de biotransformação é o Dimetilarsênico, que e rapidamente formado e excretado. O arsênico reage com grupos sulfidrila de enzimas celulares, impede a ação das enzimas mitocondriais e a respiração tecidual. O arsênio é eliminado por várias vias - fezes, urina, suor, leite, cabelo, pele, pulmões, embora a principal via e a renal. A meia-vida de excreção urinária do arsênico é de 3 a 5 dias.

DADOS CLÍNICOS E LABORATORIAIS DE PESSOAS EXPOSTAS: Os sintomas aparecem geralmente entre 30 minutos a 1 hora após a ingestão, mas podem ser retardados por várias horas devido a presença de alimento no estômago. O paciente apresenta gosto metálico e adocicado, odor aliáceo de fezes e respiração, constrição na garganta, dificuldade para a deglutição, dor e queimação no esôfago e no estomago, vômitos diarréia profusa associada a cólicas intensas, característica das fezes em "água de arroz", semelhante ao cólera que posteriormente tornam-se sanguinolentas. Desidratação, com sede intensa e câimbras musculares, que podem evoluir para o choque. Podem ser observadas alterações cardíacas, inicialmente taquicardia sinusal, na fase terminal convulsões, paralisias, coma, fibrilação ventricular e óbito. Quando o paciente sobrevive a fase aguda, pode persistir neuropaia periférica com envolvimento sensitivo e motor. Na fase de recuperação, a fraqueza e a diarréia podem persistir por semanas. Também podem aparecer sintomas característicos da intoxicação crônica. Alterações de exames laboratoriais - elevação de enzimas hepáticas, hematúria, albunúria e glicosúria.

INTOXICAÇÃO CRÔNICA: Descamação e pigmentação da pele, hiperqueratose, polineurite, anorexia, febre baixa, cefaléia persistente, palidez e fraqueza. Alteração de hematopoiese, de fígado e rins.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos dágua. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula. Em caso de acidente siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES PARA ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. Coloque placa de advertência com os dizeres CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebida ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais. Siga as instruções: Piso pavimentado - Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água; Solo - Retirar as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para o recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água - Interromper imediatamente o consumo humano e animal e contatar o centro de emergência da empresa , visto que as medidas a serem adotadas dependem da proporção do acidente, das características do recurso hídrico e da quantidade de produto envolvido; Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens deverão ser enxaguadas três vezes e a calda resultante acrescentada a preparação para ser pulverizada. Não reutilize as embalagens vazias.

PROCEDIMENTOS PARA A DESTINAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. TRÍPLICE LAVAGEM(LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em sua caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens contaminadas. O Armazenamento das embalagens vazias, até a devolução nas Unidades de Recebimento, deve ser em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, ter piso impermeável, ou no próprio local das embalagens cheias, seguindo as instruções de armazenamento.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, onde foi adquirido o produto, ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial, no ato da compra. A devolução deve ser feita no prazo de até um ano da data da compra ou, até o prazo de validade do produto. O usuário deve guardar o comprovante de devolução pelo prazo mínimo de 01 ano.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. O transporte de agrotóxicos, seus componentes e afins e sobras de produtos está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência em plantas daninhas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar devidamente registrados para cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.