Nat Fungi CI

Geral
Nome Técnico:
Metarhizium anisopliae
Registro MAPA:
22119
Empresa Registrante:
Agropaulo
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Metarhizium anisopliae Cepa IBCB 425 (0,84 x 10⁹ conídios viáveis/g p. c.) 50 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Contato, Biológico
Agricultura Orgânica:
Sim

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

INSTRUÇÕES DE USO

NAT FUNGI é um inseticida microbiológico de contato, indicado para aplicação em pulverização de plantas e solos, para o controle de cigarrinhas.

CULTURAS:

PRAGAS/DOENÇAS/PLANTAS INFESTANTES: Cigarrinha-da-raiz (Mahanarva fi mbriolata), cigarrinha-das-pastagens (Zulia entreriana) e cigarrinha-dos-capinzais (Deois flavopicta) de acordo com especificação de referência publicada através da INC SDA/SDC 02/2013.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Devem ser realizadas aplicações quando da ocorrência da praga e de acordo com o levantamento populacional em área total.

MODO DE APLICAÇÃO:

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 27ºC ou na presença de ventos fortes (velocidade acima de 10km/hora), bem como umidade relativa do ar abaixo de 70%. Durante a aplicação do produto, é necessário a agitação constante da calda no tanque, afim de manter uma boa homogeneização durante toda a operação.

Modo de aplicação terrestre:
Para a aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra ou pingente. O produto não deve ser administrado em volume de calda inferior a 200 L/há. Recomenda-se bico tipo leque com vazão igual ou superior a 0,75 L/min.

Modo de aplicação aérea:
O produto deve ser administrado no campo por meio de aeronaves preparadas para pulverizações agrícolas utilizando altura de voo entre 3 e 4 metros. Recomenda-se volume de calda entre 40 e 60 litros/ha.

Pulverização:
Procedimento 1 - Limpeza do equipamento
Realizar a limpeza de todas as partes do pulverizador retirando todo resíduo dos agroquímicos utilizados anteriormente. A lavagem de todo equipamento de pulverização deve ser feita em local adequado, longe de qualquer corpo hídrico e seguindo as regras de adequação orientadas pelo MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) para destinação dos resíduos provenientes da limpeza.
Para realizar a lavagem, deve-se utilizar uma solução de água com produto saneante apropriado para o defensivo anteriormente utilizado com auxílio de sistema pressurizado de água que possibilite a limpeza sob pressão de todas as partes do pulverizador. Atenção especial deve ser dada para filtros e bicos, onde fica retida grande quantidade de resíduos. Após a lavagem do equipamento, recomenda-se encher com água ¼ do volume do tanque, deixar sob agitação e liberar pelos bicos do pulverizador. Procedimento 2 - Preparação da calda de pulverização
Deve-se misturar o produto com água em um balde na proporção de 5L de água para cada 1kg do produto. Após homogeneizar bem a mistura, aguardar 5 minutos para que o material inerte possa ser depositado no fundo do balde. Decorrido os 5 minutos, o sobrenadante deve ser despejado no tanque do pulverizador, tomando o cuidado de não permitir que o sólido decantado vá junto à suspensão. O mesmo procedimento deve ser realizado por mais 3 vezes.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilizar os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo a radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas.
Para beneficiar a atuação do produto NAT FUNGI, protegendo o inóculo dos fatores climáticos e melhorando as condições microclimáticas, recomenda-se as seguintes práticas culturais: • Usar a calda no mesmo dia do seu preparo;
- Aplicar com umidade relativa do ar acima de 65%;
- Conservar o produto sob refrigeração ou lugar fresco e arejado;
- Nunca deixar o produto exposto ao sol;
- Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agro-químicos;
- Não aplicar em período de chuvas intensas;
- Não aplicar sob vento forte.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de cultivares resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismo de ação distintos.

Não há relatos de desenvolvimento de resistência a fungos entomapatogênicos. Porém, para evitar o surgimento de insetos com resistência, o Comitê Brasileiro de Resistência a Inseticidas – IRAC-BR – recomenda algumas estratégias:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento das recomendações locais.
- Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultura por ex.) dentro do programa de manejo integrado de pragas (MIP), quando disponíveis.

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