Bula Okay

acessos
Cyflumetofen
1214
Iharabras

Composição

Cyflumetofen 200 g/L acylacetonitrila

Classificação

Acaricida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
600 a 800 mL p.c./ha 600 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar o produto, realizando no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar a aplicação foliar no início da infestação da praga
Ácaro vermelho
(Oligonychus ilicis)
600 a 800 mL p.c./ha 600 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar o produto, realizando no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar a aplicação foliar no início da infestação da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
40 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Infestação máxima de 10 % dos frutos ou ramos
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da macieira
(Panonychus ulmi)
60 a 80 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 3 dias. Realizar a aplicação foliar no início da infestação do ácaro ou quando for encontrada a presença de duas formas móveis do ácaro por folha

Frasco plástico para 0,2; 0,25; 0,3; 0,35; 0,4; 0,45; 0,5; 0,8; 1; 2; 3; 4; 5 e 6 litros. Bombona plástica para 5, 6, 10, 15, 20, 30, 40, 50, 100, 200, 300, 400 e 500 litros. Container plástico para 1.000, 2.000, 3.000, 4.000 e 5.000 litros. Tanque de fibra ou tanque em aço carbono para 1.000, 2.000, 3.000, 4.000 e 5.000 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
OKAY é um acaricida de contato, do grupo químico Acylacetonitrila, usado para controle de ácaros na cultura do citros.
CULTURA, PRAGA, DOSE:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Ácaro-da-leprose: Iniciar a aplicação quando for constatada infestação de no máximo 10% dos frutos ou ramos.(Gravena, 2005). Utilizar volume de calda de 2000 L/ha, ou de acordo com o tamanho da planta assim como um volume de calda que garanta o bom molhamento dos frutos e ramos.
Ácaro-purpúreo: Através do monitoramento de 1% das plantas do talhão, iniciar as aplicações ao constatar 30% das folhas com 5 ou mais ácaros. (Gravena, 2004). Utilizar volume de 10 L de calda/ planta, ou de acordo com o tamanho da planta, assim como um volume de calda que garanta o bom molhamento da planta.
Para as instruções acima, deve ser alternado com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e manejo da resistência e de controle.

MODO DE APLICAÇÃO:
- Via terrestre: utilizar turbo atomizador ou pistola equipado com bicos apropriados, e procurar através de volume de calda e tamanho de gotas obter uma aplicação com cobertura uniforme da toda a parte aérea da planta.
- Via aérea: uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3.000;
- Volume de aplicação: com barra: 20 - 30 L/ha. - com Micronair: 20 - 30 L/ha.
- Altura do vôo: com barra: 2 - 3 m com Micronair: 3 - 4 m.
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m.
- Tamanho/densidade de gotas: 100 - 120 micra com mínimo de 40 gotas/cm².
- Condições Climáticas: o diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/ha), para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura inferior à 27° C e umidade relativa acima de 70%, visando reduzir ao mínimo, perdas por deriva ou evaporação.
- No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 a D12, disco (core) inferior a 45°.
- Usando Micronair, o número de atomizadores devem ser quatro, onde para o ajuste do regulador de vazão (VRU), pressão e ângulo da pá, seguir a tabela sugerida pelo fabricante.
- O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

Observação: Seguir as condições de aplicação acima indicadas e consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Citros: 7 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrada na lavoura ou áreas tratadas antes deste prazo, usar macacão de algodão hidro-repelente de mangas compridas, luvas e botas de borracha.

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (Elpi) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. .
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo á evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento, de modo a não entrar na névoa do produto. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA"
e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR CIFLUMETOFEM (Cyflumetofem)
CAS: 400882-07-7
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Benzoilacetonitrila
Vias de
exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxicocinética A absorção do Ciflunnetofem em ratos ocorreu entre 35% (dose 250 mg/kg) e 78% (dose 3 mg/kg). Foi amplamente distribuído principalmente no fígado e rins. A excreção foi de 90% em 72h, pelas fezes e urina. Foi extensivamente metabolizado por clivagem, hidrólise e conjugação. Não houve evidências de bioacumulação.
Mecanismos de
toxicidade Os mecanismos de toxicidade em humanos não são bem conhecidos. Em insetos, atua por inibição do complexo 'II da cadeia de transporte de elétrons nas mitocôndrias. Entretanto, essa atividade é pobre em mamíferos. Estudos mecanísticos mostraram redução significativa da enzima Lipase sensível a hormônio (HSL) a doses altas e repetidas de Ciflumetofem, o que pode levar a depósito de colesterol nas adrenais e nos ovários.
clínico compatível.
• Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
Sintomas e sinais clínicos: Toxicidade aguda: os dados de intoxicação em humanos são muito limitados. A toxicidade para mamíferos é baixa.
Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: tratamento sintomático e de suporte; remoção da fonte de
exposição, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias. Exposição Oral: em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas durante o procedimento.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora)
Suspensão: (30 g de carvão/240 ml de água). Dose: (25 a 100)9 em
adultos; (25 a 50)g em crianças de (1 a 12 anos) e (1 g/kg) em < 1
ano;
• Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5-10
mg; crianças = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou
Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar
Fenobarbital ou Propofol na recorrência das convulsões em >5 anos.
• Reação alérgica
1. Leve / moderada: anti-histamínicos com ou sem I32-agonistas via
inalatória; corticosteróides ou epinefrina via parenteral.
2. Grave: oxigênio, suporte respiratório vigoroso, epinefrina (Adulto: 0,3-
0,5 ml de solução 1:1000 via SC; Criança: 0,01 ml/kg, 0,5 ml no máximo; pode-se repetir em 20 a 30 minutos), corticosteróides, anti-histaminicos, ECG e fluidos I.V.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido.
Fluidos intravenosos e monitorização de oxigenação (oximetria/gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Em estudos com animais observou-se que é sensibilizante dérmico e é nocivo por inalação.
Toxicidade crônica: pode causar sensibilização dérmica.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos
sinérgicos Não observados em humanos.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT -- ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos: (Produto Formulado)
DL50 oral: no estudo de toxicidade oral aguda em ratos, o produto OKAY® apresentou
dose letal oral (DL50) superior a 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica: no estudo de toxicidade dérmica aguda em ratos, o produto OKAY®
apresentou dose letal dérmica (DL50) superior a 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória: a concentração inalatória letal (CL50) em ratos foi superior a 5,01 g/m3
(4 horas).
Irritação dérmica: no estudo de irritação dérmica em coelhos, o produto OKAY® causou leve eritema, reversível em 24 horas.
Irritação ocular: após a aplicação nos olhos de coelhos, o produto OKAY® causou vermelhidão, secreção e quemose nas conjuntivas, retornando à normalidade após 24 horas.
Sensibilização cutânea: o produto. OKAY® não foi sensibilizante dérmico, quando aplicado na pele de porquinhos-da-índia.
Efeitos crônicos: (Produto Técnico)
Após administração oral crônica de Ciflumetofem observou-se hipertrofia hepatocelular e adrenal difusa (ratos, camundongos) e vacuolização de glândulas nos ovários (ratos). Em cães produziu vacuolização das células corticais adrenais.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
x PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- Pouco perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. -Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-1Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-1 Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, ebidas, rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-,f O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-, Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
-7 Contate as autoridades locais competentes e a Empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS — Telefone de Emergência: (0XX15) 3235-7700.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de Iporracha, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em Ipueiros, drenas ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; „
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. ,
ÀRMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
1
pEvoLuçÃo DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, om tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local ndicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
aso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o érmino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada peia Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente pessoas. causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
Transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação e pacífica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

•Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

•Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
•Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
•Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade