Bula Oregon - FMC

Bula Oregon

acessos
Novaluron
16412
FMC

Composição

Novalurom 100 g/L Éter difenílico

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 93 dias. 2 lagartas / planta ou 25 % de desfolha do ponteiro
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 mL p.c./ha 150 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 83 dias. 20 % de plantas com folhas raspadas até o 30º dia após o plantio, e de 10 % do 40º ao 60º dia
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
50 a 75 mL p.c./ha 150 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 53 dias. Antes da floração: 30 % de destruição da área foliar ou 40 lagartas grandes por amostragem. Após a floração até desenvolvimento da vagens: 15 % de desfolha com 40 lagartas grandes por amostragem
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
20 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Constatado presença de adultos na área

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar uma única aplicação de OREGON para as culturas de algodão, milho e soja, e reaplicar somente se o nível populacional das pragas atingir novamente o nível de controle. Para o algodão realizar no máximo 3 aplicações e para milho e soja realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
Na cultura do algodão, o nível crítico é atingido ao ser constatado 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha do ponteiro. Na cultura do milho, o nível crítico é atingido ao serem constatadas “folhas raspadas” no cartucho das plantas. Na cultura da soja, o nível crítico é atingido quando forem constatadas 40 lagartas maiores que 1,5 cm/amostragem.
Para a cultura do tomate, realizar aplicações semanais, a partir do início da infestação da praga. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.

VOLUME DE CALDA/HA
Algodão: 200 L/ha
Milho: 300 L/ha
Soja: 120 L/ha
Tomate: 1000 L de calda/ha.


MODO DE APLICAÇÃO:

OREGON é um inseticida fisiológico, de contato e ingestão, recomendado para aplicação em pós-emergência, através de pulverização foliar. Deve ser aplicado através de pulverizadores costais ou tratorizados, utilizando bicos do tipo cônico, proporcionando uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.

Equipamentos de aplicação
Aplicação Terrestre.
Vide modo de aplicação.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 93 dias
Milho: 83 dias
Soja: 53 dias
Tomate: 7 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há limitações de uso para as culturas e doses recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide dados relativos à proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vide dados relativos à proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide dados relativos à proteção do Meio Ambiente.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES. DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto de uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendadOs.
OS equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidoi na seguinte ordem: macacão, botas, avental, Máscara, óculos,- touca árabe e luvas.
Não utilize equipaMentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas, com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
PRODUTO CORROSIVO PARA OS OLHOS.
Caso ocorra, contato acideQtal da pessta com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico da emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (fltro químico conta vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necesário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato Com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia\
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não-entrar na névoa do produto.
Aplique 'o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individuak,- EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas ,passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filiro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P3 quando necesSário); óculos de segurança comproteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

Sinalizar a área tratada com os dlieres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o' produto antes do térMino do intervalo de reentrada, utilize 6i equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a apliaçáo. . Mantenha o restante do prOduto adequadamente fechado em sua ,embalagem origl4ial em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. •
Antes de retirar os equipamentos de proteção' individual (EPI), lave,as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.

Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retiradOs na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, matação, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicâção do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. AO lavar as roupas utilizàr luvas, e avental Impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após ceda aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações 'do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual -EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: proçure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronednico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso, de contato, lave com .muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele:. Em caso de contato; tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a petsoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvffi- e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR NOVALUROM
INFORMAÇÕES IVIéOlCAS

GRUPO QUÍMICO: Benzoiluréia.

VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, inalatória, ocular e dérmica.

TOCICOCINÉTICA: Não há estudos em 'seres humanos com .o Novaluron. Em animais Novaluron foi muito pouco absorvido pela via oral: Não foi metabolizado facilmente e acumulou-se como molécula inalterado no tecido adiposo Inalterado-devido "á sua propriedade lipofílica e em menor proporção no fgado, bile, rins, pâncreas e nódulos linfáticos. gol' excretado inalterado e lentamente nas fezes (76-95%) e na urina (0,0-19,0%), permaneéendo 0,1-4,3%) no corpo. Apóá 72 horas da odministtação, os níveis de concentração do produto no platma, sangue e tecidos foram reduzidos a aproXimadamente meta4 daquela atingida 5 horas depois da administração. A via metabólica, principal é a hidrólise da união amido 'entre-o anel clórofenil e o anel difluorofenil. Foi pouco absorvido pela pele.

MECANISMOS DE TOXIDADE: Nos insetos atua inibindá, a Síntese de -quitina, que o ser humano não possui. Os mecanitmOs de' toxicidade em humanos não são completamente conhecidos. Ação oxidativa reversível da hemoglobina nos eritrócitos foi evidente pele presença de metahemoglobina, sulfahemoglobina e corpos de Heinz.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Exposicão aguda: há poucos relatos' em humanos. Em animais, observou-se:
DÉRMICA: Não é irritante nem sensibilizante dérmico.
OCULAR: Irritação leve transitória.
INALATÓRIA: Tosse.
Oral: Baixa tocidade a menos que grandes quantidades tenham sido ingeridas.
SISTÊMICA: metahemoglobinemia, sulfahemoglobinemia
Efeitos crônicos: o órgão alvo é o eritrócito. Em animais metahemoglobinemia, perda de peso, alteração do metabolismo, protéico, moderado enfisema e toxicidade do baço e fígado. Não há evidências de efeitos carcinogêhicos, endócrinos, na reprodu0o ou sobre o desenvolvimento.

DIAGNÓSTICO: O diagnóstico'é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. bbs.:
Em se apresentando sin(ais,e sintomas Indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
Dosagem de metahemoglobina deve ser feito em todos os 'adentes com cianose.

TRATAMENTO: Antídoto: não há antídoto específico.
Em caso de Metaliemoglobinernia: Administr 1 a 2 mg/kg de uma solução de Azul de Metileno a 1% lentamente via intravenosa em pacierites sintomátidos. Doses adicionais podem ser necessárias'.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descOntarninação; proteção ds vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
EXPOSIÇÃO ORAL:
Lavagem gástrica: na maioria ,dos casos não é necessário.
1.Considere logo/ após ingestão de uma grande quantidade do
/produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de
Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou 'por intubação
endotraqueal.
2.Contra-indicações; perda de reflexos protetores das' vias
reápirátórias ou alteraçãO de consciência em pacientes' -não-
intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia bu
perfuração gastrointestinal. -
• Carvão ativado: se liga à maioria dósagentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se aCiministrado-logo,após a ingestão (1 h)" 1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 1 cio_
g em adultos, 25 a 50 g èrn crianças de (1-12)a e 1 g/kg em < 1 a. Não provocar vômito.
Irritação: considere endotcopla em casos de irritação gastrointestinal /esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica. Fiuidos intravenosos e morfitorização laboratorial. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
EXPOSIÇÃO INALATÓRIA: Se ocorer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneilmonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate bronco-espasmos com beta-agonistas 'via inalatória e corticosteróides via oral, ou p renteral.
EXPOSIÇÃO OCULAR: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9% à temperatura ambiente, por pelo menos 15 ' minutos. Se os sintomas persistirem,
encaminhar' o paciente para o especialista.
EXPOSIÇÃO DÉRMICA: Remova.as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração- boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com produto.

CONTRA-INDICAÇÕES: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

EFEITOS SINÉRGICOS: Não são conhecidos.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de InformaçãO e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de riotificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-343545 e (34) 3319-3019

Mecanismo de acão, absorcão e excreção para animais de laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos para animais de laboratório:
DL50 oral para ratos: >2000mg/kg
DL50 dérmica para ratos: > 4000mg/kg
Concentração letal inalatória em ratos: >14,859 mg/L.
Irritabilidade dérmica em coelhos: levemente irritante.
Irritabilidade ocular em coelhos: PRODUTO CORROSIVO PARA OS OLHOS.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.

Efeitos crônicos:
O alvo da toxidade do Novalurom é o eritrócito maduro. Em estudos crônicos realizados em ratos, camundongos e cães com altas doses foram observadas alterações hematológicas (metahemoglobinemia, anemia e alterações eritrocitárias), incremento na incidência de hemosiderose no bagaço, de pigmentação tubular renal e de células de Kupffer no fígado. O produto não apresentou atividade genotóxica, mutagênica, carcinogênica ou teratogênica.

TELEFONE DE EMERGÊNCIA:
FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA: 0800 343545 e (34) 33193019

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
[X] - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE(CLASSE II).

-Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. - Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Fmc Química do Brasil Ltda. - telefone de emergência: (0XX34) 3319-3000.
-Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS P UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equi mentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até do seu volume; ]
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As émbalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou‘ no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o regi através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambient competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:

É recomendado o manejo integrado das pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, assim como o uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
- Não utilizar consecutivamente para a mesma praga produtos para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação.
- Somente utilizar doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre que possível e apropriado, incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico etc.), visando um programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP).
- Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.