Oriusibi
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Orius insidiosus
Registro MAPA:
40417
Empresa Registrante:
Vivus |
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| Composição | ||
|---|---|---|
| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Orius insidiosus | 500 Indivíduos/mL | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Insetos vivos
Modo de Ação:
Agente biológico de controle, Biológico
Agricultura Orgânica:
Sim |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Frankliniella occidentalis (Tripes) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|
INSTRUÇÕES DE USO
O produto é um agente biológico (Orius insidiosus) de controle utilizado no controle da Tripes (Franklinelia occidentalis) em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.
TRANSPORTE E ARMAZENAMENTO DO PRODUTO
Transporte sem acondicionamento especial. Produto viável por 5 dias após o recebimento, se armazenado em temperatura entre 25°C e 30°C.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Aplicar no início da infestação. Reaplicação em 15 dias.
MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO
Para a cultura do crisântemo, plantado diretamente no solo, sob cultivo protegido, recomenda-se a dose de 1,5 a 2 predadores/m2 (= 1,5 x 104 a 2 x 104 predadores/ha), aplicada no inicio da infestação. Para a cultura da gérbera, em vasos, sob cultivo protegido, recomenda-se a dose de 19,2 predadores/m2 ou 19,2 x 104 predadores/ha.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS
Não se aplica em função das características do agente biológico de controle (organismos vivos).
INFORMAÇÕES REFERENTES A SUA COMPATIBILIDADE COM OUTROS PRODUTOS
Produto incompatível com aplicação de inseticidas químicos seletivos a este organismo.
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rotulo e bula.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
- Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultura por ex.) dentro do programa de manejo integrado de pragas (MIP), quando disponíveis.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de cultivares resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismo de ação distinta.
Não há relatos de desenvolvimento de resistência a fungos entomapatogênicos. Porém, para evitar o surgimento de insetos com resistência, o Comitê Brasileiro de Resistência à Inseticidas - IRAC-BR -recomenda algumas estratégias:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula do produto.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento das recomendações locais.
- Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultura por ex.) dentro do programa de manejo integrado de pragas (MIP), quando disponíveis.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de cultivares resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismo de ação distinta.