Bula Palace

acessos
2,4-D
9707
Dow AgroSciences

Composição

2,4-d-triisopropanolamina 447.22 g/L Ácido ariloxialcanóico
Picloram-triisopropanolamina 114.76 g/L Ácido piridinocarboxílico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Assa peixe roxo
(Vernonia westiniana)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Buva
(Conyza bonariensis)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Erva de santiago
(Ambrosia elatior)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Gervão branco
(Croton glandulosus)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sidastrum paniculatum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sidastrum micranthum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Joá bravo
(Solanum aculeatissimum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Lobeira
(Solanum lycocarpum)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Malva branca
(Sida cordifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Malva branca
(Waltheria indica)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo

Tipo: Bag in box
Material: Fibra celulósica com bolsa plástica interna
Capacidade: 0,25;0,5;1,0;1,5;2,0;2,5;3,0;4,0;5,0;6,0;10;15;20;25;30;35;50 L

Tipo : balde
Material: Metálico
Capacidade:20L

Tipo : Balde
Material:Plástico
Capacidade: 1,0;3,8;4,0;5,0;6,0;7,6;9,5;10;15;20;25;30;35;50 L

Tipo : Bombona
Material: PLástico
Capacidade:1,0;1,1;1,6;1,9;2,0;3,0;3,8;4,0;5,0;6,0;7,6;9,5;10;12;15;20;25;30;35;50;60 L

Tipo : Contêiner
Material: metálico/Plástico
Capacidade:420;454;470;560;640;700;800;900;946;1.000;1.040 L

Tipo : Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,1;0,125;0,15;0,25;0,3;0,5;0,6;0,946;1,0;1,1;1,9;2,0;3,0;3,8;4,0;5,0;6,0 L

Tipo :Tambor
Material: Metálico/Plástico
Capacidade:50;100;113;121;200;208;230;250 L

INSTRUÇÕES DE USO:

Culturas indicadas:

GALOP é um herbicida seletivo e sistêmico, recomendado para o controle de plantas infestantes de folhas largas, de porte herbáceo, semi-arbustivo em áreas de pastagens de gramíneas forrageiras.

Plantas Infestantes Controladas e Dosagens Recomendadas:
Aplicação Foliar em Área Total (Tratorizada e Aérea)
* Para as plantas invasoras assinaladas com (*), adicionar espalhante adesivo não iônico a 500 mL/100 L de água; para as demais, adicionar espalhante adesivo não iônico a 300 mL/100 L de água.
Efetuar o controle de plantas daninhas nas pastagens de Panicum maximum (Capim-colonião) e Brachiaria decumbens (Capim-braquiária).

Número, Época e Intervalo de Aplicação:

Em pastagens deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo. Para uma maior eficiência do produto, deve-se adotar os seguintes parâmetros na aplicação:
•Temperatura máxima = 32ºC
•Umidade relativa do ar maior que 60 %.

Esses parâmetros (medidos através de um termohigrômetro) normalmente são obtidos realizando-se as aplicações no período de 6:00 às 10:00 horas de manhã e, recomeçando às 4:00 horas da tarde.

Modo de Aplicação e Informações Sobre os Equipamentos de Aplicação:

Reforma de Pastagem: para se obter melhores resultados com Galop em reforma de pastagem, aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas e após a pastagem já estar totalmente germinada e iniciado seu perfilhamento. Isso ocorre normalmente entre os 35 e 45 dias após o plantio do capim. Nesta fase as plantas daninhas encontram-se menos resistentes.

Manutenção (Limpeza) de Pastagem: a aplicação de Galop deve ser realizada quando as plantas daninhas estiverem crescendo ativamente, bem enfolhadas e antes do florescimento. Se as plantas estiverem adultas, de grande porte ou florescidas, roçá-las e aplicar o produto quando estiverem novamente bem enfolhadas. Plantas daninhas adultas ou espécies lenhosas necessitam das maiores doses de Galop para seus controles.

Aplicação terrestre

O produto Galop deve ser aplicado via terrestre através de pulverizadores tratorizados de barra (Condor Pec Jacto) ou pulverizadores tratorizados de turbina de fluxo de ar (Jatão), aplicando a calda sobre a folhagem das plantas daninhas de maneira uniforme em toda a área. Velocidade do trator de 6 a 8 Km/h e pressão de trabalho de 40 - 60 lb/pol2.
Utilizar bicos de jato leque 110.02, 110.03 ou 110.04, com densidade de gotas de 50 a 60 gotas/cm² e que proporcionem tamanhos de gotas com diâmetro de 240 a 420 µ (micra) VMD, a fim de reduzir a deriva.

Volume de calda: 200 a 400 L/ha.

Aplicação aérea (aviões, helicópteros e ultra leves):

Bicos: Utilizar bicos de jato cônico vazio ou cheio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta, e difusor (core) 46 ou 56, com uma densidade mínima de gotas depositadas de 50 a 60 gotas/cm2. Não utilizar bicos rotativos do tipo MICRONAIR ou similares.

Diâmetro de gotas: 240 a 420 µ (micra) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas. Empregar equipamentos que produzam espectro de gotas estreito, de forma a minimizar a formação de muitas gotas pequenas, afastadas do diâmetro médio.

Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar entre 38 a 40 bicos, fechando sempre os bicos situados próximos as pontas das asas e três intermediários junto ao corpo (fuselagem) do avião, nas extremidades internas das asas. Manter em funcionamento os oito bicos originais existentes sob a ‘barriga’ (fuselagem) do avião e deverão ser posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.

NOTA: O fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a largura da faixa de deposição recomendada para a aeronave em uso, ao contrário reduz o arraste das gotas pelos vórtices de ponta das asas e danos ao ambiente e áreas vizinhas. Avaliações práticas confirmam uma perda mínima de 30% da pulverização quando as gotas são arrastadas pelos vórtices de ponta das asas.

Altura de vôo: Sendo o vôo da aeronave definido e efetuado em função da altura das árvores, é recomendável para a segurança do vôo, melhor uniformidade e geração das gotas e distribuição das gotas sobre o alvo desejado que a aeronave mantenha um nível de vôo entre 8 a 10 metros acima do topo das plantas mais altas, qualquer que seja o tipo ou modelo de aeronaves utilizadas. A altura de vôo recomendada, deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações climáticas locais que ocorram. O controle da deriva deverá ser efetuado sempre pela alteração do ângulo dos bicos de pulverização e do diâmetro das gotas e nunca pela variação da altura de vôo.

Volume de aplicação: Utilizar sempre vazões de 30 a 50 litros/ha.

Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA ou similares utilizar a faixa de deposição máxima de 15 metros. Para aviões de maior porte, a faixa de deposição será sempre limitada às características técnicas operacionais comprovadas do modelo/tipo do avião, e pela densidade e diâmetro de gotas requeridas e recomendadas sobre o alvo desejado.

Condições Climáticas: Qualquer que seja o equipamento de pulverização em uso e durante toda a aplicação, deverão ser observadas as seguintes condições climáticas:
•Temperatura ambiente (local da aplicação): abaixo de 32 ºC
•Umidade relativa do ar (local da aplicação): mínima de 60 %
•Velocidade de vento: entre 2 e 10 km/hora (0,5 a 2,8 metros/segundo).
Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente.

OBSERVAÇÕES: Considerar sempre a umidade relativa do ar como um dos fatores mais importante e de maior atenção e monitoramento durante todo o processo de aplicação dos produtos, pois determinará a maior ou menor velocidade de evaporação e perda das gotas, com uma maior ou menor deriva ou arraste pelos ventos. O uso de espalhante adesivo, misturado à calda de pulverização aquosa, como adjuvante para reduzir a evaporação das gotas, deverá ser usado na concentração indicadas acima, porém, considerar sempre o acréscimo de custo para o usuário, tolerância ao mesmo da cultura a ser aplicada e as características físicas das folhas (pilosas, cerosas ou coriáceas) das culturas e do alvo a ser atingido.

1.5. Intervalo de Segurança:

Não determinado devido à modalidade de emprego.

Intervalo de reentrada de pessoas nas culturas e áreas tratadas:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

Limitações de Uso:

Fitotoxicidade para a cultura indicada:

Galop quando utilizado nas doses recomendadas não causará danos às pastagens.

Outras Restrições a Serem Observadas:

•Galop só deverá ser aplicado, quando não houver perigo das espécies úteis a ele sensíveis, tais como as dicotiledôneas em geral, o qual se destacam o algodão, tomate, batata, feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores, e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas mimetizadores de auxinas.
•Caso o Galop seja utilizado no controle de plantas daninhas em área total, o plantio de espécies susceptíveis ao produto só deve ser feito de 2 a 3 anos após a última aplicação do produto.
•No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do inicio da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário à sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após a aplicação do produto.
•Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida.
•Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas susceptíveis, o equipamento que foi utilizado para aplicação de Galop.
•Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto.

Informações sobre os Equipamentos de Proteção Individual a serem utilizados:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

Informações sobre os Equipamentos de Aplicação a serem usados:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

Descrição dos Processos de Tríplice Lavagem da Embalagem ou Tecnologia Equivalente:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Informações sobre os Procedimentos para a Devolução, Destinação, Transporte, Reciclagem, Reutilização e Inutilização das Embalagens Vazias:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Informações sobre os Procedimentos para a Devolução e Destinação de Produtos Impróprios ou em Desuso:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos e sensibilizante.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada (24 h).
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família
Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável

Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações
do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR PICLORAM E 2,4-D

NFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupos químicos: Ácido piridinocarboxilico e ácido ariloxialcanóico
Classe toxicológica: I - Extremamente tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética: Picloram: Picloram foi rapidamente absorvido do trato gastrointestinal (meia-vida de 0,5 horas) e rapidamente excretado não modificado pela urina; mais que 76% do produto aplicado oralmente foi excretado na urina durante as primeiras 6 horas e, mais que 87% foi excretado na urina em 72 horas. Por comparação, Picloram foi levemente absorvido através da pele (meia-vida de 12 horas) e, baseando-se na quantidade de Picloram excretado na urina, somente uma pequena fração (0,18%) do Picloram aplicado à pele foi absorvido. Em resumo, estes dados demonstram que Picloram é rapidamente excretado tendo um baixo potencial para acumular no homem durante exposições repetidas ou prolongadas.
2,4-0: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-0 é excretado principalmete através da urina (84 a 94% do 2,4-0 administrado) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11 %). Apenas uma equena fração de 2,4-0 foi encontrado nos tecidos carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais clínicos: O produto apresentou-se levemente irritante a pele, extremamente irritante aos olhos e sensibilizante. Efeito adverso não é esperado pela exposição inalatória. A exposição ocular pode causar irritação severa com injúria da córnea. A ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos mínimos no trato gastrointestinal e no fígado.

Picloram

Exposição Aguda

Dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados, Pode ocorrer náusea após exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor torna a toxicidade por via inalatória improvável. O picloram não é descrito como sendo um sensibilizante, O seu pó pode ser irritante aos olhos, pele, nariz, garganta e trato respiratório. É improvável que ocorra dano à córnea.
Respiratório

O pó do picloram é irritante para o trato respiratório.

Neurológico

Embora não tenham sido relatados ataques epilépticos em humanos, eles ocorreram em animais expostos a doses fatais.
Gastrintestinal

Pode ocorrer náusea após ingestão de grande quantidade de picloram.

O picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal.
Hematológico

Os níveis de leucócitos podem diminuir.
Dermatológico

O picloram é moderadamente irritante para a pele. O picloram é absorvido lentamente através da pele.
2,4 D

Exposição Aguda

Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto.
Ingestão

Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito, taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficiência respiratória, edema pulmonar e rabdomiólise, Patofisiologia

Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso central.
Cardiovascular
Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia,eletrocardiograma, assisto lia, outras disritmias e hipotensão.
Respiratório
Ingestão de grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar.
Neurológico
A) Exposição a baixas doses: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.
B) Exposição a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, contrações musculares, espasmos, fraqueza profunda, polineurite e perda de consciência.
C) Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas. Gastrintestinal
Foram relatados náusea, vômito, diarréia e necrose da mucosa gastrintestinal.
Hepático
Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase, ASAT e ALA T.
Genitourinário
Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida à rabdomiólise também é possível. Hidro-eletrolítico
A ingestão de 2,4-0 pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.
Hematológico
A trombocitopenia é o efeito hematológico primário. A leucopenia também já foi relatada.
Dermatológico

O contato direto pode causar irritação na pele. M uscu loesq uelético
Podem ocorrer espasmos musculares, rigidez muscular, elevação da creatina quinase e rabdomiólise.
Endócrino
Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-0. Estudos com animais mostraram decréscimo nos níveis de T3 e T4, mas esse efeito não foi relatado em humanos.
Diagnóstico: Não existe método diagnóstico para exposição.
Tratamento: Sintomático, a critério médico,em resposta às reações do paciente.
Contra indicações: O vômito é contra indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos sinérgicos: Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica. RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 7710032.

Precauções de uso e advertência quanto aos cuidados de proteção ao Meio Ambiente.
Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE ( CLASSE III).
•Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no
solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
•Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
•Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•Não utilize equipamentos com vazamentos.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
•A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.

•Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
•Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernente às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em casos de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
Instruções em caso de acidentes:

•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL L TDA. - telefones de Emergência: (Oxx11) 4449-3222, 4449 2209, 4605 5111.
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscaras com filtros).
•Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água.
Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipente lavrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contacte o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
•Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBILNA, DE CO2 OU PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl's -Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem ( lavagem manual)

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo¬o na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Armazenamento da embalagem vazia

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Devolução da embalagem vazia:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia
Transporte
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RíGIDA NÃO LAVÁ VEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas
• PARA EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
Armazenamento da embalagem vazia
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

Transporte
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão Ambiental competente.

Transporte de agrotóxicos, componentes e afins
o transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Vide