Bula Panther 120 EC - UPL

Bula Panther 120 EC

CI
quizalofope-P-tefurílico
2499
UPL

Composição

Quizalofope-P-tefurílico 120 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Frascos de plático (polietileno) de 1, 5 e 10 L. Bombonas de plástico de 5, 10, 20, 25, 50 e 100 L. Lata de folha de flandres de 1, 2 e 5 L. Balde de folha de flandres de 10 L.

INSTRUÇÕES DE USO

PANTHER® 120 EC é um herbicida seletivo sistêmico destinado ao controle de gramíneas em pós-emergência nas culturas de algodão, feijão, soja e citros e aplicação em área total na modalidade dessecação (pré-plantio da cultura e pós-emergência do Milho RR voluntário) na cultura da soja.


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Panther 120 EC deve ser aplicado uma vez quando a maioria da sementeira das gramíneas tenha germinado. A aplicação pode ser feita em qualquer estágio de crescimento da cultura, porém, antes da competição das gramíneas com a cultura.
Em dessecação do milho voluntário (entressafra), a partir do estádio V5 (quinta folha desenvolvida) em aplicação única. Em área onde ocorram infestações mistas, o tratamento deverá ser complementado com um herbicida para o controle de ervas de folhas largas. Condições ideais de aplicação: Panther 120 EC deve ser aplicado em gramíneas em fase ativa de crescimento, no caso de gramíneas anuais no estádio de 4 folhas até 4 perfilhos, e no caso de gramíneas perenes no estádio de 20 a 40 cm. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas daninhas em estádio de crescimento maior. Para controle satisfatório é necessário observar as condições de umidade do solo, temperatura média entre 20 – 35ºC e boa umidade do ar (acima de 60%). Em períodos de seca prolongada recomendase não aplicar o produto.

MODO DE APLICAÇÃO / EQUIPAMENTOS

É essencial a adição de óleo mineral emulsionável a calda de pulverização na concentração de 0,5% v/v. Para controle do milho voluntário, utilizar a dosagem de 0,3 L/ha para plantas até o estádio V4 (quarta folha desenvolvida) e 0,4 L/ha para plantas até o estádio V6 (sexta folha desenvolvida). Em dessecação do milho voluntário na entressafra, utilizar a dosagem de 0,4 L/ha a partir do estádio V5 (quinta folha desenvolvida). Para controle do Capim Amargoso (Digitaria insularis) no estádio de 3 a 4 perfilhos na cultura do citros, utilizar a dosagem de 1,0 L/ha.

Pulverização terrestre

A pulverização terrestre pode ser tratorizada, costal manual ou costal motorizada. Adotar a classe de gota Média a Grossa. Recomenda-se manter o ritmo das bombadas em cadência com os passos do aplicador visando obter uma pulverização uniforme. Volume da calda: 300 a 500 L/ha.

Pulverização aérea

- Adotar a classe de gota Média a Grossa.
- Adotar um volume de calda de 15 a 30 L/ha.
- A faixa de deposição do produto será pré-determinada pelo tipo de aeronave.
- A altura do voo deverá ser de 3 a 5 metros acima da cultura.
- Visando uma aplicação uniforme, deve-se utilizar recursos adequados para demarcar a largura exata da faixa de pulverização.

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO

- A ponta de pulverização e os parâmetros operacionais (velocidade e espaçamento entre bicos) deverão ser escolhidos de acordo com a classe de gota recomendada acima. Evitar o excesso de velocidade, excesso da altura do voo, alta pressão e elevada altura da barra de aplicação;
- Não aplicar na presença de ventos fortes ou condição sem vento, sob baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas. A critério do Eng. Agr. Responsável esses limites podem ser flexibilizados, mediante uso de tecnologia adequada;
- Promover sempre boa cobertura das gramíneas e evitar aplicação sob condição de seca.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
- A critério do Engenheiro Agrônomo as condições de aplicação podem ser alteradas.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão, citros, feijão: 30 dias
Soja: 47 dias
Soja (aplicação no solo): Não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

7 dias após a pulverização.

LIMITAÇÕES DE USO

- Aplique somente a dose recomendada.
- Em condições de stress hídrico intenso, o produto não terá uma ação de controle eficiente.
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas: poderão aparecer pontuações claras (cloróticas) sobre as folhas. Estas, contudo, são reversíveis em 3 a 4 semanas, não afetando o desenvolvimento das plantas nem a produção de grãos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Infestantes, quando disponível.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.