Panther 120 EC
| Geral | ||
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Nome Técnico:
quizalofope-P-tefurílico
Registro MAPA:
2499
Empresa Registrante:
UPL |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Quizalofope-P-tefurílico | 120 g/L | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Herbicida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de Ação:
Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Algodão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Brachiaria decumbens (Capim braquiária) | veja aqui | |||
| Brachiaria plantaginea (Papuã) | veja aqui | |||
| Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) | veja aqui | |||
| Digitaria horizontalis (Capim colchão) | veja aqui | |||
| Eleusine indica (Capim pé de galinha) | veja aqui | |||
| Citros | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Digitaria insularis (Capim amargoso ) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Brachiaria plantaginea (Papuã) | veja aqui | |||
| Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) | veja aqui | |||
| Digitaria horizontalis (Capim colchão) | veja aqui | |||
| Digitaria insularis (Capim amargoso ) | veja aqui | |||
| Eleusine indica (Capim pé de galinha) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
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INSTRUÇÕES DE USO:
PANTHER 120 EC é um herbicida seletivo sistêmico destinado ao controle de gramíneas em pós-emergência nas culturas de algodão, feijão, soja e citros e aplicação em área total na modalidade dessecação (pré-plantio da cultura e pós emergência do Milho RR voluntário) na cultura da soja, conforme as doses na bula.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Panther 120 EC deve ser aplicado uma vez quando a maioria da sementeira das gramíneas tenha germinado. A aplicação pode ser feita em qualquer estágio de crescimento da cultura, porém, antes da competição das gramíneas com a cultura.
Em dessecação do milho voluntário (entressafra), a partir do estádio V5 (quinta folha desenvolvida) em aplicação única.
Em área onde ocorram infestações mistas, o tratamento deverá ser complementado com um herbicida para o controle de ervas de folhas largas.
Condições ideais de aplicação: Panther 120 EC deve ser aplicado em gramíneas em fase ativa de crescimento, no caso de gramíneas anuais no estádio de 4 folhas até 4 perfilhos, e no caso de gramíneas perenes no estádio de 20 a 40 cm. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas daninhas em estádio de crescimento maior.
Para controle satisfatório é necessário observar as condições de umidade do solo, temperatura média entre 20 35°C e boa umidade do ar (acima de 60%). Em períodos de seca prolongada recomenda-se não aplicar o produto.
MODO DE APLICAÇÃO / EQUIPAMENTOS:
É essencial a adição de óleo mineral emulsionável a calda de pulverização na concentração de 0,5% v/v.
Para controle do milho voluntário, utilizar a dosagem de 0,3 L/ha para plantas até o estádio V4 (quarta folha desenvolvida) e 0,4 L/ha para plantas até o estádio V6 (sexta folha desenvolvida).
Em dessecação do milho voluntário na entressafra, utilizar a dosagem de 0,4 L/ha a partir do estádio V5 (quinta folha desenvolvida).
Para controle do Capim Amargoso (Digitaria insularis) no estádio de 3 a 4 perfilhos na cultura do citros, utilizar a dosagem de 1,0 L/ha.
Pulverização terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque com indução de ar, visando à produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Pulverização Aérea: Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para "Via Terrestre", como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Preparo de calda: Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador
estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto no tanque ou no pré-misturador. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições climáticas:
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30°C.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco inversão térmica
Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma cultura ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
7 dias após a pulverização.
LIMITAÇÕES DE USO:
Aplique somente a dose recomendada.
Em condições de stress hídrico intenso, o produto não terá uma ação de controle eficiente.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
poderão aparecer pontuações claras (cloróticas) sobre as folhas. Estas contudo são reversíveis em 3-4 semanas, não afetando o desenvolvimento das plantas nem a produção de grãos.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Infestantes, quando disponível.
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO A HERBICIDA
O produto herbicida Panther é composto por QUIZALOFOPE-P-TEFURÍLICO, que apresentam mecanismos dos Inibidores da enzima acetil coenzima A carboxilase (ACCase), pertencentes ao Grupo A, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).