Bula Pausato

acessos
Abamectina
2211
Sinon

Composição

Abamectina 18 g/L Avermectina

Classificação

Acaricida, Inseticida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
300 a 600 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar até quatro aplicações por safra. 21 dias. Usar a maior dose quando as condições favorecerem o desenvolvimento das pragas e/ou quando a cultura atingir sua maior densidade foliar
Curuquerê
(Alabama argillacea)
300 a 600 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar até quatro aplicações por safra. 21 dias. Usar a maior dose quando as condições favorecerem o desenvolvimento das pragas e/ou quando a cultura atingir sua maior densidade foliar
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
100 a 125 mL p.c./100L água 800 L p.c./ha - Realizar até quatro aplicações por safra, com intervalos de 7 - 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações tão logo se constate a presença da praga na cultura, sinalizada pelo aparecimento de pontuações nas folhas ou de adultos
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
20 a 30 mL p.c./100L água 5 a 8 L de calda / planta - Realizar até 3 aplicações, com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações tão logo fique evidenciado o aparecimento da praga
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
50 a 75 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar até 3 aplicações, com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
50 a 100 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Aplicar no início da infestação. 3 dias. Aplicar no início da infestação. Fazê-lo de modo a cobrir toda a planta
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
75 a 100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar até 3 aplicações, com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento da praga

INSTRUÇÕES DE USO:
Abamectin 18 EC Sinon é inseticida/acaricida que age por contato e ingestão.

CULTURAS/PRAGAS/DOSES:
Vide Indicações de Uso/Doses.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ALGODÃO:
Usar a maior dose quando as condições favorecerem o desenvolvimento das pragas e/ou quando a cultura atingir sua densidade foliar.
Usar um volume de calda de 100 a 400 L/ha. Limitar o número de aplicações em 4 por safra.

BATATA:
Iniciar as aplicações tão logo se constate a presença da praga na cultura, sinalizada pelo aparecimento de pontuações nas folhas ou de adultos. Utilizar a maior dose em lavouras com desenvolvimento mais avançado. As aplicações poderão ser feitas, se necessário, até quatro vezes po safra, em intervalos de 7 a 10. Usar um volume de calda de 800 L/ha.

CITROS:
Iniciar as aplicações tão logo fique evidenciado o aparecimento da praga. Utilizar um volume de calda de 5 a 8 litros/planta e procurar obter uma cobertura uniforme de calda de pulverização. Evitar o escorrimento. Aplicar, se necessário, até 3 vezes em intervalos de 7 dias.

MORANGO:
Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Fazer até três aplicações com intervalo de uma semana entre elas. Aplicar de modo a fazer uma cobertura total da planta. Volume de calda: 1000 L/ha.

PIMENTÃO:
Aplicar no início da infestação. Fazê-lo de modo a cobrir toda a planta. Volume de calda: 800 L/ha.

TOMATE:
Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Fazer até quatro aplicações, se necessário, com intervalo de uma semana entre elas. Usar um volume de calda de 800 a 1000 L/ha.

MODO DE APLICAÇÃO:
Equipamentos de aplicação terrestre. O ABAMECTIN 18 EC SINON pode ser aplicado com equipamentos manual ou motorizado, costal, estacionário ou tratorizado equipado com barra e bicos de jato em cone, séries X ou D, tipo JÁ-2, D2 ou similares.
A pressão dos bicos deverá ser regulada entre 80 a 200 lb/pol2, com gotas entre 110 a 250 micrômetros/diâmetro e densidade mínima de 40 gotas/cm2. Não aplicar com ventos fortes, nas hoas mais quentes do dia e quando a umidade relativa do ar estiver abaixo de 50%.

INTERVALOS DE SEGURANÇA:
Algodão: 21 dias
Batata: 14 dias
Citros: 7 dias
Morango: 3 dias
Pimentão: 3 dias
Tomate: 3 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas inidcadas.
No período que vai entre 10 dias antes e 10 dias após a aplicação, não devem ser utilizados nas culturas produtos que possuam os princípios ativos Captan, Folpet e Enxofre.
A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. A utilização da mesma preparada de um dia parao outro reduz a eficiência do produto.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante aos olhos.
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; touca árabe; avental impermeável; máscara com filtro para vapores orgânicos, cobrindo o nariz e a boca e óculos de proteção.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; touca árabe; avental impermeável; máscara com filtro para vapores orgânicos, cobrindo o nariz e a boca e óculos de proteção.
- Manuseie o produto em local arejado.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Não reutilize a embalagem vazia.
- Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24h).
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
Ingestão: Em cado de ingestão, não provoque vômito.
Olhos: Produto extremamente irritante aos olhos. Em caso de contato, lave com muita água corrente em abundância durante 15 minutos.
Pele: Em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância.
Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para local arejado. Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o para assistência médica mais próxima.
Antídoto: Não existe antídoto específico.

INTOXICAÇÕES POR AVERMECTINAS
- INFORMAÇÕES MÉDICAS -

Grupo Químico:
Avermectinas

Classe Toxicológica:
Classe I – EXTREMAMENTE TÓXICO

Vias de absorção:
Vias oral, dérmica e inalatória.

Sintomas e sinais clínicos:
Irritação ocular foi descrita após contato com os olhos. A Abamectina induziu efeitos agudos no sistema nervoso central (tremores, ataxia e midríase). Ingestão de doses elevadas de avermectinas pode estar associada à coma e hipotensão.
Embora não existam dados sobre a ação da abamectina em humanos, há informações disponíveis acerca da ação da ivermectina: nas intoxicações humanas relatadas, os sinais e sintomas foram vômitos, taquicardia, alteração da pressão sanguínea, efeitos no sistema nervoso central (sonolência, ataxia) e distúrbios visuais (midríase). Doses elevadas podem levar a morte por parada respiratória.

Toxicocinética:
Após administração oral de doses de 0,14 ou 1,4 mg/Kg/dia de abamectina ou 1,4 mg/kg/dia do isômero delta-8,9 em ratos, obteve-se após 11 dias 0,3-1% de excreção na urina da dose e administrada de abamectina e 0,4% de excreção do isômero. Os animais eliminaram 69-82% da dose de abamectina e 94% da dose do isômero nas fazes.
Em estudo com animais, o composto de origem, inalterado, contabilizou mais de 50% do total de resíduos radioativos encontrados nos tecidos. Foram encontrados os derivados 24-hidroximetil e 3" -O-demetil em animais tratados com abamectina e com o isômero delta-8,9. Amostras de tecidos selecionados (fígado, rins, músculo e tecido adiposo) foram analisadas quanto a presença de avermectina B1a inalterada contabilizaram a maioria dos resíduos: 24-hidroximetil-avermectina B1a (24-OHMe-B1a) e 3"-desmetil avermectina B1a (3"-DM-B1a). Um metabólito em menor quantidade foi identificado como ß-alfa-hidroxi-avermectinaB1a.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
Não há antídoto específico. O tratamento deve ser direcionado ao controle dos sintomas clínicos e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação que visam limitar a absorção e os efeitos locais. Se a intoxicação progredir a ponto de causar grave ocorrência de vômito, o grau de desequilíbrio eletrolítico deve ser avaliado. Suporte apropriado de líquido perdido deve ser administrado por via parenteral, junto a outras medidas de suporte exigidas (como acompanhamento de pressão sanguínea, respiração, ritmo cardíaco), conforme indicado por sinais clínicos, sintomas e medidas.
Em casos graves, as observações deverão continuar pelo menos por alguns dias até que a condição clínica fique favorável e normal. Sintomas de alarme: midríase, incoordenação muscular e tremores.

Contra-indicações:
Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração. Uma vez que a abamectina estimula a liberação do ácido gama aminobutírico — GABA — em animais, é prudente que se evitem drogas que estimulem o efeito do GABA (barbitúricos, benzodiazepinas, ácido valpróico) em pacientes com risco de estarem contaminados com a abamectina.

Atenção:
As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o iagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência para INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT — ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: TOXICLIN 0800 0141149

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
A absorção, excreção, distribuição e metabolismo de tritium-ivermectim radiomarcado foi estudado em alvos de espécies produtoras de alimentos (gados, ovelhas e suínos) e em espécies de laboratório (ratos). O produto foi absorvido rapidamente via subcutânea, intra¬rumen ou rotas orais.
Excreção fecal é a maior via de eliminação do produto em todas as espécies estudadas. Somente 2% da dose é excretada pela urina. As mais altas concentrações de radioatividade de tecidos residuais estão presentes no fígado e nos tecidos gordurosos, enquanto níveis mais baixos são observados no cérebro. O metabolismo da abamectina radiomarcada no fígado e gorduras de gados, ovelhas e ratos é similar. Algumas diferenças são notadas nos suínos. Não se conhecem dados sobre o metabolismo em seres humanos.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos: testes realizados com ratos apresentaram sintomas tais como midríase, incoordenação muscular, tremores e irritação ocular.
DL50 oral (mg/kg): 316(machos) e 271(fêmeas)
DL50 Dérmica (mg/kg):> 2150
CL50 Inalatória (mg/L): 29,18(machos) e 18,13(fêmeas)
Irritação Dérmica: Irritação leve<3
Irritação Ocular: Irritação persistente e opacidade irreversível em até 14 dias.
Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
Efeitos crônicos: estudos com ratos na dieta não demonstraram efeitos crônicos adversos até 1,5 mg/kg/dia. A dose de 2,0 mg/kg/dia mostrou sinais clínicos de toxicidade caracterizados como tremores. Não foram encontradas evidências de efeito potencial de carcinogenicidade ou alterações histopatológicas. Casos de intoxicação crônica com seres humanos não são conhecidos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
X - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental
- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SINON DO BRASIL LTDA – telefone de emergência: TOXICLIN: 0800 0141 149.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´’agua. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora, e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre o MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de ácaro/inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o ácaro/inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Inseticidas - IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a acaricidas/inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
- Qualquer produto para controle de ácaro/inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
Incluir outros métodos de controle de ácaros/insetos (ex. Controle cultural, biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Inegrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.