Bula Pilon WG

acessos
Propanil
3602
UPL

Composição

Propanil 600 g/kg Anilida

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Seletivo
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
6 kg p.c./ha 350 a 600 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Deve ser pulverizado através de pulverizadores tratorizados ou aeronaves de uso agrícola em cobertura total, evitando-se a deriva para outras culturas. Sendo o produto de ação de contato, é importante haver superfície foliar das plantas infestantes, suficiente para poder agir
Beldroega
(Portulaca oleracea)
6 kg p.c./ha 350 a 600 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Deve ser pulverizado através de pulverizadores tratorizados ou aeronaves de uso agrícola em cobertura total, evitando-se a deriva para outras culturas. Sendo o produto de ação de contato, é importante haver superfície foliar das plantas infestantes, suficiente para poder agir
Capim arroz
(Echinochloa colona)
6 kg p.c./ha 350 a 600 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias Deve ser pulverizado através de pulverizadores tratorizados ou aeronaves de uso agrícola em cobertura total, evitando-se a deriva para outras culturas. Sendo o produto de ação de contato, é importante haver superfície foliar das plantas infestantes, suficiente para poder agir
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
6 kg p.c./ha 350 a 600 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Deve ser pulverizado através de pulverizadores tratorizados ou aeronaves de uso agrícola em cobertura total, evitando-se a deriva para outras culturas. Sendo o produto de ação de contato, é importante haver superfície foliar das plantas infestantes, suficiente para poder agir
Capim arroz
(Echinochloa cruz-pavonis)
6 kg p.c./ha 350 a 600 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Deve ser pulverizado através de pulverizadores tratorizados ou aeronaves de uso agrícola em cobertura total, evitando-se a deriva para outras culturas. Sendo o produto de ação de contato, é importante haver superfície foliar das plantas infestantes, suficiente para poder agir
Capim mimoso
(Eragrostis pilosa)
6 kg p.c./ha 350 a 600 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Deve ser pulverizado através de pulverizadores tratorizados ou aeronaves de uso agrícola em cobertura total, evitando-se a deriva para outras culturas. Sendo o produto de ação de contato, é importante haver superfície foliar das plantas infestantes, suficiente para poder agir
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
6 kg p.c./ha 350 a 600 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Deve ser pulverizado através de pulverizadores tratorizados ou aeronaves de uso agrícola em cobertura total, evitando-se a deriva para outras culturas. Sendo o produto de ação de contato, é importante haver superfície foliar das plantas infestantes, suficiente para poder agir
Erva lanceta
(Eclipta alba)
6 kg p.c./ha 350 a 600 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Deve ser pulverizado através de pulverizadores tratorizados ou aeronaves de uso agrícola em cobertura total, evitando-se a deriva para outras culturas. Sendo o produto de ação de contato, é importante haver superfície foliar das plantas infestantes, suficiente para poder agir
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
6 kg p.c./ha 350 a 600 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Deve ser pulverizado através de pulverizadores tratorizados ou aeronaves de uso agrícola em cobertura total, evitando-se a deriva para outras culturas. Sendo o produto de ação de contato, é importante haver superfície foliar das plantas infestantes, suficiente para poder agir
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
6 kg p.c./ha 350 a 600 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Deve ser pulverizado através de pulverizadores tratorizados ou aeronaves de uso agrícola em cobertura total, evitando-se a deriva para outras culturas. Sendo o produto de ação de contato, é importante haver superfície foliar das plantas infestantes, suficiente para poder agir

Sacos laminados aluminizados, de plástico, de papel multifoliado, de nylon/poli; Caixas ou barricas de papelão e tambores metálicos de 4, 5, 6, 10, 15, 20, 25 e 50 kg.
Big-bag, "minibulk" e "bulk" metálicas, de fibra, de plástico de 100, 200, 300, 400, 500, 1000, 2000 e 5000 kg.
Sacos laminados, aluminizados, de plástico contendo sacos hidrossolúveis de 100, 200, 250 e 500 gramas e 1; 2; 2,5 e 3 kg.

MODO DE APLICAÇÃO:
Pilon WG deve ser pulverizado através de pulverizadores tratorizados ou aeronaves de uso agrícola em cobertura total, evitando-se a deriva para outras culturas. Sendo o produto de ação de contato, é importante haver superfície foliar das plantas infestantes, suficiente para poder agir.
Equipamentos de Aplicação: Aplicação terrestre
2
Equipamentos: pulverizador tratorizado de barra, com pressão constante (15 à 50 lb/pol ).
Altura da barra: deve permitir boa cobertura das plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
Tipos de bico: usar bicos de jato plano (ex.: Teejet, XR Teejet, TK, DG ou Twinjet); ou de jato cônico (ex.: Fulljet, Conejet), de acordo com as recomendações do fabricante.
Volume de aplicação: 350 à 600 L de calda/ha
Obs.: É necessário contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar a sobreposição das faixas de aplicação.
Aplicação aérea
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos
Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45
Volume de aplicação: 30 à 50 L de calda/ha
Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135°
Altura de vôo: 2 a 4 metros sobre o solo
Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Evite a sobreposição das faixas de aplicação.
Condições climáticas: temperatura inferior à 25°C
umidade relativa do ar superior à 70%
velocidade do vento inferior à 10 Km/h

Preparo da calda:
Abasteça o tanque do pulverizador enchendo-o até 3/4 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então adicionando o produto previamente misturado com água em um balde. Complete por fim o volume com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação.
Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
1.4 INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de segurança (dias)
Arroz 80
1.5 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Recomenda-se a não entrada em áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual até 7 dias após a pulverização.
1.6 LIMITAÇÕES DE USO:
- Pilon WG quando pulverizado, não pode ser misturado a inseticidas organofosforados, carbarriàtás¬e fertilizantes foliares. Para pulverização de Organofosforados, respeitar 15 dias antes e/ou depois‘de Pilon WG, e 40 dias no caso de Carbamatos.
- Não aplicar o produto em plantas cujas sementes foram tratadas com Carbofuran.
- Fitotoxicidade: Não apresenta se o produto for utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.
- Evitar deriva durante a aplicação. Plantas de algodão, milho, soja e hortaliças são suscetíveis ao produto.
- Plantas de algodão, milho, soja e hortaliças são altamente sensíveis aos Pilon WG. Observar recomendações para evitar deriva da aplicação.
Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 pm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estágio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais
Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 (75%) da asa ou do comprimento do motor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.

Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos.

Ventos:
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER VENTOS FORTES OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade:
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

1.7 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

1.8 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

1.9 DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

1.10 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

1.11 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

1.12 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas infestantes nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas infestantes, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas infestantes podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementear, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas infestantes resistentes a herbicidas.

AVISO AO COMPRADOR
PILON WG deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula e do rótulo A PROPHYTO COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA. não se responsabiliza por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente nesta bula e no rótulo. Consulte sempre um engenheiro agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS:

PRECAUÇÕES GERAIS
Agrotóxico irritante aos olhos e a pele
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Ao utilizar o equipamento de aplicação, verifique seu estado de conservação. Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Não transporte este produto juntamente com alimentos, medicamentos, bebidas, rações, animais e pessoas.
Use todos os equipamentos de proteção individual (EPI) abaixo qualificados. Não utilize EPIs danificados.
Uso exclusivamente agrícola.

PRECUÇÕES NO MANUSEIO
No carregamento e descarregamento de embalagens cheias fechadas use: macacão impermeável com mangas compridas, avental impermeável, luvas e botas impermeáveis.
Ao abrir a embalagem, faça-o com cuidado de modo a evitar que o produto se espalhe.
Na abertura de embalagens, na manipulação de embalagens cheias em uso, no preparo e manuseio da calda use: macacão impermeável com mangas compridas, capuz/chapéu, avental impermeável, luvas e botas impermeáveis, óculos protetores/viseira e respiradores com filtros específicos.
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO
Não aplique o produto contra o vento.
Na aplicação tratorizada use: macacão com mangas compridas, capuz/chapéu, luvas e botas impermeáveis, óculos protetores/viseira, respirador com filtro especifico.
Durante a sinalização nas aplicações aéreas use: macacão impermeável com mangas compridas, capuz/chapéu, avental impermeável, luvas e botas impermeáveis, óculos protetores/viseira e respirador com filtro específico.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Evite o máximo o contato com a área já aplicada até o término do intervalo de reentrada.
Não entre na área em que o agrotóxico foi aplicado antes de transcorrido no mínimo 7 dias, porque há risco de contaminação.
Após a aplicação, retire imediatamente os EPIs, tome banho, troque e lave suas roupas (não misture com roupas de uso diário).
Na limpeza e manutenção de equipamentos de aplicação contaminados use: macacão impermeável com mangas compridas, avental impermeável, luvas e botas impermeáveis e óculos protetores/viseira. Na lavagem de roupas e EPIs contaminados use: macacão impermeável com mangas compridas, avental impermeável, luvas e botas impermeáveis.
Caso necessite entrar no local aplicado antes do término do intervalo de reentrada use: macacão impermeável com mangas compridas, luvas e botas impermeáveis.
Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto em sua embalagem original adequadamente fechada em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Observação: todos os equipamentos de proteção individual indicados deverão ser específicos/qualificados.

PRIMEIROS SOCORROS:
• Em caso de ingestão acidental, se a vítima estiver consciente, administre 1-2 copos de água, PROVOQUE VÔMITO e procure imediatamente o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Nunca dê nada a uma pessoa inconsciente.
• Em caso de contato com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente em abundancia por 15 minutos e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
• Em caso de contato com a pele, remova roupas e sapatos contaminados e lave imediatamente com água e sabão em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
• Em caso de inalação, remova o paciente para local arejado, se a vítima estiver com dificuldade respiratória, administre respiração artificial, preferencialmente boca a boca. Procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA MÉDICOS)
Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico.
A ingestão de grande quantidade do produto pode causar depressão do SNC. Realizar lavagem gástrica, administração de carvão ativado e catártico. Na ingestão ocorrida a mais de 1 hora realizar somente administração de carvão ativado.
Neo ha antídoto específico conhecido.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO
O Propanil é absorvido pelo trato gastrointestinal através de ingestão, pela pele e por inalação. Ocorre intensa metabolização hepática em metabólitos derivados da anilina Estes metabólitos são responsáveis pela formação da metahemoglobinemia. Em estudos em animais de laboratório verificou-se que a maior parte do propanil administrado pela via oral (78 a 90%) foi excretado através da urina em um período de 24 horas, sendo apenas 2 a 13% eliminado através das fezes.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS
Em animais de laboratório o produto apresentou DL50 aguda oral (ratos) = 3377 mg/kg massa corporal; DL50 aguda dérmica (ratos) > 5000 mg/kg massa corporal e CL50 aguda inalatória (ratos) > 2,13 mg/L. Alguns sintomas de intoxicação aguda observados em animais de laboratório incluem depressão do sistema nervoso central, diminuição dos reflexos, cianose e morte. O contato prolongado com a pele pode causar leve irritação. Dermatites e sensibilização podem ocorrer. Exposições repetidas a altas doses podem provocar anemia devido a formação de metahemoglobinemia e causar lesões/danos hepáticos e alterações sanguíneas.

SINTOMAS DE ALARME
Os sintomas de intoxicação observados no ser humano após ingestão do produto incluem depressão do sistema nervoso central (dor de cabeça, tontura, sonolência e confusão), metahemoglobinemia, cianose (sensação de ardência na boca, esôfago e estômago), náuseas e vômito. A inalação pode causar irritação do nariz e da garganta. Em contato com os olhos pode causar moderada irritação ocular.

TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800 701 0450

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhen¬tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - telefone de emergência: Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, Óculos protetor e mascara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxica��ão.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada¬mente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparen¬te (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um ano a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padroni¬zadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

*Qualquer agente de controle de plantas infestantes pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se as plantas alvo desenvolverem algum mecanismo de resistência.
*Qualquer produto para controle de plantas infestantes da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas.
*Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
*Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo sobre as recomendações locais para o manejo de resistência de plantas infestantes
*Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (Ex. controle cultural, mecânico, etc) dentro do programa de Manejo de Plantas Infestantes quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Vide a seção Aplicação/Uso