Bula Poquer

acessos
Clethodim
8510
Adama

Composição

Cletodim 240 g/L Oxima ciclohexanodiona

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. No estágio de 4 folhas a 2 perfilhos das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. No estágio de 4 folhas a 2 perfilhos das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. No estágio de 4 folhas a 2 perfilhos das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. No estágio de 4 folhas a 2 perfilhos das plantas infestantes
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. No estágio de 4 folhas a 2 perfilhos das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. No estágio de 4 folhas a 2 perfilhos das plantas infestantes
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Pós-emergência
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - Uso não alimentar. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - Uso não alimentar. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - Uso não alimentar. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - Uso não alimentar. Pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - Uso não alimentar. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - Uso não alimentar. Pós-emergência
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 53 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 53 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 53 dias. Pós-emergência
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 23 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 23 dias. Pós-emergência
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Pós-emergência
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pré-plantio: 2 perfilhos ao florescimento
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 60 dias. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Pós-emergência
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pré-plantio: 2 perfilhos ao florescimento
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 23 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 23 dias. Pós-emergência

Frasco metálico ou plastico: 0,20;0,25;0,30;0,40;0,5;0,6;1,0;1,5;2,0 e 2,2 Litros.
Bombona ou balde metálico ou plástico: 2,5;3,0;5,0;10;15;20;25;30;40 e 50 Litros.
Tambor metálico ou plástico: 50;100;150;200;250;400 e 500 Litros.
Sacos Plásticos: 0,20;0,25;0,30;0,40;0,5;0,8;1,0;1,5;2,0;5,0;10;20;500 e 1000 Litros.
Container Polietileno internamente: 500 e 1000 Litros.
Tanque Portatil metálico: 1000; 2000 ; 5000; 10000; 20000 e 30000 Litros.

MODO DE APLICAÇÃO:

A aplicação do herbicida POQUER poderá ser efetuada através de pulverização terrestre (manual ou tratorizada) e aeronaves agrícolas.

POQUER apresenta maior atividade sobre gramíneas anuais ou perenes que estejam em fase ativa de crescimento. O produto deve ser emulsionado em água e aplicado em pulverização uniforme da parte aérea das plantas infestantes. Pulverizar sob agitação constante.

APLICAÇÃO TERRESTRE

O produto POQUER deve ser aplicado na parte aérea das plantas infestantes através de pulverizador costal manual ou tratorizado de barra, equipado com pontas de pulverização (bicos) de jato tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas:

- Pressão de trabalho: 30 – 45 lb/pol2.
- Tamanho de gotas: 200 – 400 micra
- Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm²
- Volume de calda: 100 – 300 L/ha

Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas médias a grandes a fim de reduzir a deriva.

A calibração do pulverizador deve ser aferida diariamente. Poderá ser utilizada a seguinte fórmula para calibragem do pulverizador:

Litros/hectare = 60.000 x litros/minuto km /h x E

E = espaçamento entre bicos na barra (cm); Litros/minuto= vazão do bico; Km/h = velocidade do pulverizador.

Ao esvaziar a embalagem, é obrigatório realizar a TRÍPLICE LAVAGEM, sempre vertendo no pulverizador, a calda resultante da tríplice lavagem.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

APLICAÇÃO AÉREA

O produto POQUER deve ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos ou atomizadores rotativos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média a grande. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.

A largura da faixa de deposição efetiva deve ser previamente determinada, em função do modelo de aeronave, altura de vôo, equipamento e diâmetro das gotas.

O volume da calda deve ser estabelecido em função do diâmetro de gotas e da densidade de gotas (gotas / cm2) utilizados.

Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 5 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.

Largura da faixa de deposição: Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.

Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas. Empregar equipamentos que produzam espectro de gotas estreito, de forma a minimizar a formação de muitas gotas pequenas, afastadas do diâmetro médio.

Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.

Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, se usar gotas da ordem de 250 micra, para obter a densidade recomendada de gotas, em condições favoráveis, serão necessários cerca de 10 litros/ hectare. Se usar gotas de 400 micra, para atingir o número mínimo de gotas será necessário aplicar 25 a 30 litros/hectare. Em geral, as gotas menores são mais eficazes, porém sofrem mais com a evaporação e deriva.


CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como:
- Temperatura média entre 20-32ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
- Velocidade do vento de 3 a 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.


INTERVALO DE SEGURANÇA:

Algodão ....................................................... 50 dias
Alho, batata, cebola, cenoura e feijão.......... 40 dias
Café, melancia e tomate .............................. 20 dias
Fumo ........................................................... UNA
Girassol ........................................................ 53 dias
Maçã ............................................................ 23 dias
Mandioca ..................................................... 180 dias
Milho ............................................................ (1)
Soja ............................................................. 60 dias
Trigo ............................................................ (1)
Uva .............................................................. 23 dias

UNA - Uso Não Alimentar
(1) Não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).


LIMITAÇÕES DE USO:

• Não fazer aplicações em áreas onde culturas de gramíneas possam ser atingidas.
• Em períodos de seca prolongada recomenda-se não aplicar o produto.
• Fitotoxicidade ausente se aplicado de acordo com as recomendações. Em soja poderá ocorrer uma pequena redução do porte quando as condições ambientais forem adversas, mas a cultura se recupera durante a fase vegetativa.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

Evite o máximo possivel o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).

Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro quimico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APOS A APLICAÇÃO

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do periodo de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.

Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da familia. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.

Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.

No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

INTOXICAÇÕES POR CLETODIM e INTOXICAÇÕES POR NAFTA LEVE
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: Cletodim = Ciclohexanodiona e Nafta leve = Solvente aromático.
Classe toxicológica: I - Extremamente tóxico.
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Clethodim é moderadamente tóxico por via oral e praticamente não tóxico pela
dérmica ou inalatória EXTOXNET, 1996 .
Toxicocinética: Clethodim é moderadamente tóxico por via oral e praticamente não tóxico pela
dérmica ou inalatória EXTOXNET, 1996 .

O clethodim é um herbicida rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal. Aproximadamente 90% da dose administrada é absorvida. É rapidamente metabolizado e' eliminado, principalmente como metabólitos sulfóxidos, aproximadamente 63%. Cerca de
87 - 93% é eliminado na urina, 9 -17% eliminado nas fezes e 0,5 - 1 % é expirado como
dióxído de carbono. Menos de 1% do clethodim é eliminado inalterado.
NAFTA LEVE
Absorção: atravessam as membranas celulares e barreíras biológícas. Atravessam a membrana alveolar para a corrente sanguínea e são transportados dentro de poucos minutos para todo o organismo, incluindo SNC. Atravessam a superficie da pele ou folículos pilosos e caem na corrente sanguínea. São pobremente absorvidos pelo trato gastrintestinal, mas alguma absorção sistêmica ocorre.
Distribuição: altamente distribuídos por sua característica lipofilica. Foram encontrados no leite de todas as lactantes.
Eliminação: principalmente através do trato respiratório.
Mecanismos de toxicidade: Não é conhecido o mecanismo de toxicidade em humanos. são constituintes dos lipidios das membranas de células e organelas. Esta enzima também é encontrada em prokariotes e mamíferos, entretanto, a ACCase em humanos não é sensível a ação das ciclohexanodionas (Shaner DL, 2003). A ACCase encontrada em parasitas como o T oxoplasma gondii é sensível à ação das ciclohexanodionas.
Sintomas e sinais clínicos: Não são relatados sintomas de alarme em humanos, sendo recomendada a suspensão dai manipulação ou aplicação do produto, se surgirem quaisquer sintomas.
I
!
Sinais e sintomas agudos:
Olhos: o produto é moderadamente irritante em contato com os olhos e produzir Visãoj borrada que podem durar por algumas semanas.
Pele: é levemente irritante em contato com a pele. Inalação: inalação por spray pode causar irritação faringeo e pulmonar produzindo tosse dificuldade respiratória, rinorréia e dor.
Ingestão: pode acusar náusea, irritação gastrointestinal, vômitos e diarréia. Ingestão de 10 ml ou mais pode ser perigoso.
Efeitos retardados: c1ethodim em altas doses em animais levou ao aumento do tamanhoi do fígado, diminuição de peso corporal e anemia (EPA, 1997). Evidências de malformações esqueléticas em animais, mas parecem ser improváveis em humanos (EXTONET, 1996). Não há evidências de carcinogenicidade, teratogenicidade ou mutagenicidade em humanos.
NAFTA LEVE - EFEITOS AGUDOS
Ingestão aguda: Náuseas, vômitos, diarréia e dor abdominal. Pode causar miocardite e discretas alterações degenerativas das miofibrilas do coração. Resultam em evidências! eletrocardiográficas e vetorcardiográfica de infarto do miocárdio. São sensibilizantes do miocárdio às catecolaminas. Causam hemólise intravascular e dano renal, que geralmentei consiste de discretas alterações degenerativas dos túbulos renais, mas raramente pode resultar em necrose tubular aguda. São comuns os riscos de aspiração, dano pulmonar, depressão do SNC transitória ou excitação, e os efeitos secundários de hipóxia, formação de infecção, pneumatocele, e crônica do pulmão disfunção. Complicações cardiacas são raras. Estes hidrocarbonetos são mal absorvidos a partir do trato gastrintestinal e não. causam sensivel toxicidade sistêmica por esta via, a menos que a aspiração ocorra. i Contato com a pele: é um irritante das membranas mucosas e do trato respiratório. Podei resultar em queimaduras cutâneas e ocasionalmente, efeitos sistêmicos. Contato com os olhos: irritação ocular de leve a moderada e lesão ocular reversível pode ocorrer após o contato com a maioria dos hidrocarbonetos. . Sintomas: subjetivos provenientes do sistema nervoso central, como dor de cabeça, fadiga, falta de concentração, instabilidade emocional, dificuldade de memória e outras! funções intelectuais e desempenho psicomotor prejudicado. Alguns efeitos são de curto ou médio prazo, outros são potencialmente persistentes. Em alguns estudos, relações dose•resposta foram observadas entre os sintomas e duração da exposição (duração e intensidade) a solventes. Vapor de nafia é um depressor do SNC, bem como um irritante das membranas mucosas e trato respiratório. A aspiração resulta em pneumonite quimica.; Broncoespasmo, hiperemia, edema e atelectasia são notados. Alveolite hemorrágicai difusa com infiltrado granulocitica ocorre logo após a aspiração e picos de cerca de 3 dias. Necrose dos tecidos dos brônquios, bronquiolar e alveolar podem ocorrer, juntamente com trombose vascular e formação de micro abscessos. Um processo proliferativo tardio com espessamento alveolar pode ocorrer em 10 dias. As complicações tardias podem incluir a pneumonia bacteriana, anormalidades residuais de pequenas vias aéreas e! pneumatoceles. Complicações cardíacas são raras. . ABUSO: inalação de alguns hidrocarbonetos pode resultar em morte súbita, encefalopatia, residual comprometimento neurológico, nefrotoxicidade, hepatotoxicidade, distúrbios ácido-base e rabdomiólise. Injeção de nafia resultou em reações febris, inflamação doi tecido local, necrose e trombose com amputação necessária 60% a 80% dos casos e efeitos sistêmicos, incluindo edema pulmonar, pneumonia e CNS depressão leve.
Os casos graves resultaram em síndrome de falência de múltiplos órgãos. Dérmica
NAFTA LEVE - EFEITOS CRÔNICOS A longo prazo ou exposição repetida pode resultar em reações hematológicas, hepatotóxicas, renais, neuropsiquiátricas, neurológicas e cancerígenas.
Diagnóstico: O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível.
Para confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas inesespecificos sugere-se a pesquisa dos metabólitos na urina.
Tratamento: Antídoto:Não há antídoto específico.
Tratamento sintomáticoe de prevenção de absorção:
A descontaminação do paciente como em casos de derramamento com risco de contaminação do profissional da saúde deve ser realizada preferencialmente utilizando-se avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrilica. Em caso de contato ocular, proceder a lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica.
Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados. Carvão ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido a provável adsorção dos princípios ativos pelo carvão ativado.
O tratamento sintomático deverá compreender especialmente medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória.Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração pulmonar.
Efeitos sinérgicos: Não se conhecem em humanos.
ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.

Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da em resa 0800 400 7505

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: estudos de metabolismo em ratos, plantas coletadas, cabras e galinhas demonstraram que c1etodim é rapidamente metabolizado e excretado. Devido a que o c1etodim e seus metabolitos são rapidamente excretados, o potencial de toxicidade aguda é baixo. Os principais metabolitos foram testados para avaliação da toxicidade do c1etodim (imino sulfona e 5-hidroxi-sulfona). Em geral, esses metabolitos são menos tóxicos que o cletodim em estudos de toxicidade oral aguda, de reprodução, de teratogenicidade e mutagênicos. Em um estudo em ratos para a avaliação do metabolismo, o ingrediente ativo foi administrado via oral em doses baixas, doses elevadas e doses repetidas. Após 7 dias foi encontrado nos tecidos menos de 1 % da dose administrada. Cerca de 87,2 ¬93,2% da dose administrada foi excretada na urina, 9,3 - 17% da dose administrada foi excretada nas fezes e 0,5 - 1 % foi expirado como dióxido de carbono. A eliminação do produto foi rápida, cerca de 93,5 - 98,2% da dose administrada foi eliminada em 48 horas. Os principais metabólitos excretados foram: sulfóxido de c1ethodim (48 - 63%), S-metil sulfóxido (6 - 1L%), imine sulfóxido (7 -10%) e 5-0H sulfóxido (3-5%).

Efeitos crônicos: Cletodim tem sido testado em estudos crônicos em camundongos, ratos e cães. Em um estudo de um ano em cães, a doses de 75 mg/kg/dia, o c1ethodim produz hipertrofia e aumento do peso relativo e absoluto do fígado e anemia. Em um estudo realizado em dois anos em ratos, a altas doses de 100 mg/kg/dia, nenhum efeito foi observado na estrutura, peso e função hepática. Em outro estudo, a doses de 350 mg/kg/dia, mas não a dose de 100 mg/kg/dia, por periodo não especificado, foi observada redução do ganho de peso corporal em ratos.
Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento: em um estudo em ratos sobre toxicidade reprodutiva, a altas doses de 263 mg/kg/dia, não foram observados efeitos na fertilidade, duração da prenhêz ou no desenvolvimento dos filhotes. Quanto aos efeitos teratogênicos, reduções no peso corporal fetal e incremento em anormalidades esqueléticas foram observados em ratos a doses de 350 mg/kg/dia ou maiores. Em outro estudo em ratos, houve redução significativa no peso corporal e tamanho fetal e incremento das deformações nas costelas cervicais a doses de 700 mg/kg/dia, mas não em doses menores. Em coelhos, não foram vistos efeitos teratogênicos ou no desenvolvimento da prole a doses de até 300 mg/kg/dia. As evidências disponiveis até o momento sugerem que enquanto efeitos teratogênicos em modelos animais têm sido documentados, tais efeitos parecem improváveis em humanos sob condições normais de exposição (EXTONET, 1996).
Mutagenicidade, genotoxicidade, carcinogenicidade:não existem evidências in vitro de mutagenicidade nem de genotoxicidade (ensaios Ames). Uma débil resposta no ensaio in vitro para aberrações não foi confirmada quando c1etodim foi testado para citogenese in vivo até a máxima dose tolerada. Ensaios em animais não demonstram efeitos de carcinogenicidade (ensaios em camundongos a doses de 24 mg/kg/dia por um periodo de 18 meses; estudo de 2 anos em ratos a doses de 100 mg/kg/dia). Com base nos dados disponiveis até o momento não há evidências de efeitos carcinogênicos pelo cletodim.
Efeitos endócrinos: existe uma ampla base de dados sobre estudos subcrônicos e crônicos sobre o cletodim que não mostram efeitos de desregulação endócrina ou estrogênica.

Este produto é: Perigoso ao meio ambiente(Classe III).
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subtelTâneas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminaçã.o da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impem1eável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S.A. -
telefone de Emergência: (0800 111 767 ou 0800 7071 767).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílo
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e Identificado devidamente. O produto derramado nao deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado, Contate a empresa registrante confonne indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores "" (INFORMAR O TIPO DE EXTINTOR RECOMENDADO PARA CONTROLE DE INCÊNDIO ENVOLVENDO O PRODUTO, Ex': DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 , PÓ QUÍMICO, ETc'), ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.


• Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento, do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes intemas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigi da diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ARMAZENAGEM E DESTINAÇAO DE EMBALAGENS

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM V AZIA. I
. . I
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco. plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.