Bula Premis

acessos
Triticonazole
8295
Basf

Composição

Triticonazol 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
IV - Pouco tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Contato, Sistêmico

Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Drechslera teres)
225 mL p.c./kg de semente - - Única. Não determinado por referir-se a tratamento de sementes. Tratamento de sementes, única aplicação antes do plantio
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Carvão
(Ustilago tritici)
225 mL p.c./kg de semente - - Única. Não determinado por referir-se a tratamento de sementes. Trat. sementes, única aplicação antes do plantio
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
225 mL p.c./kg de semente - - Única. Não determinado por referir-se a tratamento de sementes. Trat. sementes, única aplicação antes do plantio
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
225 mL p.c./kg de semente - - Única. Não determinado por referir-se a tratamento de sementes. Trat. sementes, única aplicação antes do plantio

Embalagens plásticas de 1 Litro, contendo 900 m/L;
Bombonas ou baldes plásticos de 5 Litros, contendo 4,5 Litros.

INSTRUÇÕES DE USO: Fungicida sistêmico e de contato para tratamento de sementes, destinado ao controle de doenças das sementes e da parte aérea.

INÍCIO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Tratamento de sementes, uma única aplicação antes do plantio.

MODO DE APLICAÇÃO:
O produto deverá ser misturado diretamente às sementes. Utilizar tambores rotativos manuais ou motorizados, betoneiras ou máquinas especialmente desenvolvidas para tal finalidade. Adicionar o produto parceladamente de maneira contínua e lenta, visando completo envolvimento da semente.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Não determinado por tratar-se de tratamento de sementes antes do plantio.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS TRATADAS: Zero (0) dias, devido a tratar-se de tratamento de sementes antes do plantio.

LIMITAÇÕES DE USO: Sementes tratadas com Premis, não devem ser utilizadas como alimento humano ou em rações animais.

PRECAUÇÕES GERAIS: Uso exclusivamente agrícola. Ao abrir a embalagem, faça de maneira a evitar respingos. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo nariz e boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas e máscara provida de filtro adequada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. Não reutilize a embalagem vazia. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas e máscara provida de filtro adequado.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance das crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas. Não reutilize as embalagens vazias.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: em caso de ingestão acidental, PROVOQUE VÔMITO e procure imediatamente o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Não provoque vômitos em pessoas inconscientes. Pele: lave com água em abundância e procure logo um médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos: lave os olhos com água em abundância durante 15 minutos e procure um médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: procure local arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

SINTOMAS DE ALARME (Efeitos agudos e crônicos): O produto apresentou baixa toxicidade aguda, não mostrou efeito de irritação e sensibilização em animais de laboratório. Não apresentou efeitos teratogênicos e nem na reprodução em ratos e coelhos.

TRATAMENTO MÉDICO E ANTÍDOTOS: (informações para uso médico): ANTÍDOTOS: Não tem antídoto específico. Tratamento: Se ingerido recomenda-se esvaziamento estomacal dentro de 4 horas após a ingestão: O método escolhido para o esvaziamento estomacal é a lavagem gástrica com controle adequado para prevenir a aspiração de algum fluido para os pulmões. A administração de "xarope de Ipeca", sob supervisão médica, é o método mais utilizado para a indução de vômito, mas seu uso em primeiros socorros deveria ser restrito a centros de saúde ocupacional. Não deve ser recomendado em primeiros socorros. A dose de xarope de Ipeca para adultos é de 10-20 ml e se necessário, repetir uma dose similar depois de 20 minutos. Estimulação da faringe não deve ser o método preferido devido não ser efetivo em causar vômito em adultos. Administração de soluções de sais é definitivamente contra-indicado. Não provoque vômitos em pessoas inconscientes.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: O produto é rapidamente absorvido e eliminado e seu metabolismo é extensivo.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Para as culturas que, durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações, recomenda-se:
· realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, visando prevenir o aparecimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas na agricultura; utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados na bula;
· incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados
· consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.