Bula Procimidone 750 WG

CI
Procimidona
33921
Sumitomo

Composição

Procimidona 750 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 1 - 50 kg.

Tipo: Caixa (contendo sacos internos aluminizados ou de plástico ou hidrossolúveis)
Material: Fibra celulósica
Capacidade: 0,1 - 50 kg.

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,1 - 20 kg.

Tipo: Saco (com ou sem sacos internos hidrossolúveis ou plástico)
Material: Aluminizado/Plástico
Capacidade: 0,1 - 50 kg.

Tipo: Saco
Material: Hidrossolúvel
Capacidade: 0,1 - 5 kg.

Tipo: Tambor
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 25 - 100 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um fungicida com ação sistêmica e com alta eficiência para controle de doenças nas culturas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Soja e Feijão

O controle de mofo-branco deve ser realizado através de pulverizações foliares preventivas, ou seja, antes do início de aparecimento do mofo-branco. As aplicações devem iniciar no surgimento das primeiras flores (estádio da cultura: R1 - soja e R5 - feijão), repetindo-se a cada 10 dias. Aplicar doses maiores em área com histórico de alta infestação da doença e/ou em locais com condições propícias ao desenvolvimento do fungo. Realizar, no máximo, 2 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura, intercalando com outros produtos de grupo químicos diferentes.

MODO DE APLICAÇÃO

Pode ser aplicado em pulverização terrestre ou aérea para as culturas de Feijão e Soja. Considerando que o mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) é um fungo de solo, deve-se fazer as pulverizações com alta pressão para que o fungicida atinja toda a parte aérea das plantas, inclusive o solo.

Preparo da Calda

Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do produto em um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida, encher o reservatório do pulverizador até a metade da capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador e completar com água limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento. Aplicar a calda imediatamente após o preparo.

Pulverização Terrestre

Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual, utilizando bicos de jato leque que produzam gotas de diâmetro adequado. Recomenda-se utilizar 400 litros de calda por hectare na cultura do feijão e 200 litros de volume de calda por hectare na cultura da soja. É importante que se consiga boa cobertura de toda a planta. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Não sobrepor as faixas de aplicação.

Aplicação Aérea

Deve ser aplicado com um volume de calda de 20 a 40 L/ha. Para um volume de aplicação de 20 L/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas dotadas de barra com bicos tipo cônico ou com bicos rotativos. A altura de voo, largura da faixa de deposição efetiva e volume de calda deve ser de acordo com o bico utilizado. Não sobrepor as faixas de aplicação. Condições climáticas: Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento de 3 a 15 km/h, temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não realizar aplicações em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de vento ou em condições sem vento. Caso sejam utilizados outros tipos de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade

Não há, para as culturas indicadas e nas doses recomendadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

GRUPO E3 FUNGICIDA

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E3 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).




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