Bula Propargite Fersol 720 EC

acessos
Propargito
808910
Ameribrás

Composição

Propargito 720 g/L Sulfito de alquila

Classificação

Acaricida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
1 a 1,5 L p.c./ha - 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 a 14 dias. 30 dias. Densidade populacional da praga atingir o nível de dano econômico
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
1 a 1,5 L p.c./ha - 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 a 14 dias. 30 dias. Densidade populacional da praga atingir o nível de dano econômico
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
100 mL p.c./100L água 5 a 10 L de calda / planta - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Densidade populacional da praga atingir o nível de dano econômico
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
100 mL p.c./100L água 5 a 10 L de calda / planta - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Densidade populacional da praga atingir o nível de dano econômico

PET/COEX: 1 L.
Bombonas plásticas: 5, 10 e 20 L.
Balde de lata de 5, 10 e 20 L.
Tambor de latão de 100 e 200 L.
Plástico COEX* ou PEBD** de 500 mL, contendo saquinhos plásticos: 10 sauquinhos de 50 mL; 5 saquinhos de 100 mL; 2 saquinhos de 250 mL; 1 saquinho de 500 mL.
Plástico COEX* ou PEBD** de 1 L, contendo saquinhos plásticos: 20 saquinhos de 50 mL; 10 saquinhos de 100 mL; 4 saquinhos de 250 mL; 1 saquinho de 1,0 mL.
Plástico COEX* ou PEBD** de 1,5 L, contendo saquinhos plásticos: 10 saquinhos de 150 mL; 3 saquinhos de 500 mL; 1 saquinhos de 1,5 L; 1 saquinho de 1,0 mL.
Plásrico COEX* ou PEBD** de 2,0 L, contendo saquinhos plásticos: 1 saquinho de 2,0 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
Propargite Fersol 720 CE é um acaricida específico de ação ovicida para a cultura de algodão e citros.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
*ALGODÃO: Iniciar a aplicação quando a densidade populacional das pragas atingirem o nível de dano econômico. Repetir se houver reinfestação, 7-14 dias após a primeira aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.
*CITROS: Iniciar a aplicação quando a densidade populacional das pragas atingirem o nível de dano econômico. Repetir se houver reinfestação. Aplicar 5 litros de calda por planta para árvores de porte médio e 10 litros para árvores de porte grande. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.

3. MODO DE APLICAÇÃO:
Pulverização das partes aéreas das culturas de algodão e citros.

Equipamentos de Aplicação:
Via Terrestre: Aplicar o produto com pulverizadores costais ou tratorizados, seguindo os parâmetros abaixo:
Densidade de gotas: 30 gotas/ cm2.
Tamanho de Gotas: 250 ?.
Tamanho de bico: D2-25 cone vazio ou similar.
Ângulo: 90o.
Pressão: 40-200 lb/ pol2.

Via aérea: A aplicação poderá ser efetuada por avião ou helicóptero exclusivamente na cultura de algodão.
Usar micronair ou barra equipada com bico cônico D6 a D12.
Pressão da bomba: 30 a 50 lb/pol2.
Densidade de gotas: 80 gotas/cm2.
Volume de calda/ha: *Micronair = 10 a 20 litros ou *Barra = 20 a 30 litros..
Altura do vôo: 2 a 4 metros.
Largura da faixa efetiva de deposição: 15 a 18 metros.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 30 dias
Citros:7 dias

LIMITAÇÕES DE USO (Fitotoxicidade):

Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico às culturas indicadas dentro do uso e doses recomendadas.
Compatibilidade: O produto é incompatível com produtos alcalinos, como calda bordaleza e calda sulfocálcica e com óleo mineral.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animaiS e pessoas

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão de algodãO hidro¬repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila
Manuseie o produto em local aberto e ventilado

PREUCAÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
Utilize equipamento de proteção indiVidual - EPI macacão de algodão hidro¬repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres "PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituárío agronõmico do produto

Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: em caso de contato, lave com mUita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro

Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR PROPARGITO E XILENO

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Sulfito de alquila

Classe toxicológica:
I - Extremamente tóxico

Vias de exposição:
Dérmica, inalatória, ocular e oral.

Toxicocinética:
Propargito: o propargito é metabolizado em animais através da via de metabolização primária, envolvendo hidrólise do sulfito de propinil, subseqüente oxidação e conjugação da porção t-butil e hidroxilação da porção ciclohexil da molécula A maioria dos resíduos do propargito é excretada na urina e nas fezes, relativamente baixos níveis permanecem na maioria dos tecidos e órgãos. Nos ratos, uma grande porcentagem da dosagem não foi absorvida nem excretada nas fezes via excreção biliar.
Xileno: o xileno é rapidamente absorvido por inalação e ingestão e é amplamente distribuído pelo corpo Uma proporção menor também pode ser absorvida pela pele O xileno é amplamente metabolizado pelo figado e a maior parte dos metabolitos é eliminada pela urina Pequenas frações de xileno não metabolizado são eliminadas pelo ar exalado. Existe um baixo potencial para acumulação.

Mecanismos de toxicidade:
Os mecanismos de toxicidades em humanos não são conhecidos.

Sintomas e sinais clínicos:
Propargito:
Sintomas de alarme: fadiga, sonolência, diarréia, depressão, salivação excessiva e manchas sanguinolentas na pele Propargito apresenta pouca toxicidade sistêmica em animais. Envenenamentos sistêmicos não foram relatados em humanos. Entretanto, mUitos trabalhadores que tiveram contato dérmico com a substância, especialmente durante os meses de verão, apresentaram irritação de pele e, em alguns casos, possível senslbilização. Irritação ocular também foi observada.

Xileno:
Afeta o sistema nervoso central. Causa severas irritações na pele, olhos e trato respiratório. Pode ser danoso se absorvido pela pele
Inalação - Causa irritação ao nariz e garganta Em altas concentrações pode causar náusea, vâmito, dores de cabeça e severas dificuldades de respiração, dores e tosse. Vapor em alta concentração é anestésico.
Ingestão - Causa sensação de queimadura na boca e estâmago, náusea, vâmito e salivação. Pequenas quantidades nos pulmões podem causar severas hemorragias com danos pulmonares ou morte.
Contato com a pele - Causa perda da camada natural de óleo na pele e freqüentemente resulta em dermatites. Contato com os olhos - Os vapores causam irritação. Pode causar queimadura na córnea e danos nos olhos
Exposição crânica - Inalação crânica pode causar dor de cabeça, perda do apetite, nervosismo e palidez Contato repetido ou prolongado pode causar rachaduras na pele. Repetida exposição pode causar danos na medula óssea, causando baixa quantidade de células no sangue Pode, prejudicar o fígado e os rins.
Agravo das condições pré- existentes - Pessoas com desordens de pele ou problemas nos olhos, com falhas no fígado, rim, sangue ou função respiratória falha podem ser mais suscetíveis, aos efeitos da substância.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
Não há antídoto específico. Tratamento sintomático e de manutenção das funções vitais. Descontaminação do paciente segundo quadro de primeiros socorros acima. Se grandes quantidades do produto forem ingeridas e o paciente for atendido dentro de uma hora após a ingestão, considerar descontaminação gastrintestinal
Controlar estado de consciência, anomalias do sistema nervoso, periférico, ionograma sangüíneo, enzimas hepáticas, crase sangüínea e função renal. Eletrocardiograma por 4 a 6 horas após exposição aguda. Administrar oxigenação e ventilação mecânica, se necessánas; em caso de taquicardia, administrar propanolol.
As aminas vasoativas não são recomendadas no tratamento do I coma e alterações cardiovasculares por facilitar o aparecimento de arntmias.

Contra-indicações:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e pneumonite química.

Efeitos sinérgicos:
Não são conhecidos efeitos sinérgicos e/ou potencializadores.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT-ANVISA/MS.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: FERSOL (11) 4246-6200

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
O propargito é metabolizado em animais através da via de metabolização primária, envolvendo hidrólise do sulfito de propinil, subseqüente oxidação e conjugação da porção t-butil e hidroxilação da porção ciclohexil. A maioria dos resíduos do propargito são excretados na urina e nas fezes, e relativamente baixos níveis permanecem na maioria dos tecidos e órgãos Nos ratos, uma grande porcentagem da dosagem não foi nem absorvida nem excretada nas fezes via excreção biliar.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos Agudos:
DL50 via oral: 1292 mg/kg.
DL50 Via dérmica: 646 mg/kg.

IRRITAÇÃO DÉRMICA Nos estudos realizados em coelhos, o produto mostrou-se moderadamente irritante à pele.

IRRITAÇÃO OCULAR Nos estudos realizados em coelhos, o prod extremamente irritante aos olhos.

Efeitos crônicos:
Alterações microscópicas nos pulmões, timo e medula óssea foram observados em cães alimentados com propargite durante um ano. Estes animais também tiveram um decréscimo no consumo de alimentos e no ganho de peso corporal. O nivel sem efeito observável (NOEL) para toxicidade crânica foi 160 ppm Em um estudo de efeitos reprodutivos, duas gerações de ratos machos e fêmeas foram alimentadas com propargite, o que causou um decréscimo no ganho de peso dos animais adultos e filhotes durante a lactação. Entretanto, não foram observados efeitos reprodutivos na maior dose testada e o NOEL foi 500 ppm

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AO CUIDADOS DE PRETEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.- telefone de Emergência: (11) 4026-6200 ou Centro de Controle de Intoxicações: telefone (11 ) 5012-5311.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).

Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de CO2 OU PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DEsTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
PARA EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s ¬Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até "Y4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagera.,de . ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelo ususário, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas lagalmente auorizadas pelos orgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas."

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação fina!.
A desativação do produto é feita através de Incineração, conforme abaixo:
O processo de incineração é realizado em plantas de forno primário rotativo ou estático, câmara de pós-combustão, sistema de tratamento de gases, estação de tratamento de efluentes e sistema de monitoramento e controle de emissões; podem usar como combustível os próprios resíduos, gás natural, óleo combustível os outros. Os resíduos sólidos, líquidos ou pastosos são alimentados em misturas balanceadas tecnicamente, e incinerados no forno primário a temperaturas de 800 a 1100 ° C, com o tempo de residência superior a 30 minutos. Os gases resultantes são incinerados em câmara de pós-combustão a temperaturas de 1.000 a 1250°C, com tempo de resistência superior a 2 segundos, e depois tratados em sistemas de resfriamento e lavagem, que removem material particulado, voláteis e gases. Os efluentes passam por estações de tratamento que removem seus contaminantes. Sistemas de controle de processo asseguram que as emissões atmosféricas e o descarte de efluentes estejam sempre dentro dos limites estabelecidos pelos órgãos de controle ambienta!. Os resíduos resultantes do processo são coletados nos diversos sistemas das plantas, na forma de escórias, cinzas e lodos e dispostos em aterros licenciados, em conformidade com os requisitos estabelecidos pelos órgãos de controle ambienta!.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência.
Recomendam-se as seguintes estratégias de manejo de resistência, pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula;
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência;

Compatibilidade

Incompatível com produtos alcalinos