Pykill CI

Geral
Nome Técnico:
Tebuconazol; Picoxistrobina
Registro MAPA:
13226
Empresa Registrante:
Agrobeats
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Tebuconazol 200 g/L
Picoxistrobina 120 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de Ação:
Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Cana-de-açúcar Recomendação Dosagem Produtos Similares
Puccinia kuehnii (Ferrugem alaranjada da cana) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 2 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 5 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 10 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 12 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 15 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 20 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 30 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 50 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 0,1 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 0,25 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 0,50 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 1,0 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 5,0 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 10 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 20 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 25 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Metálico Rígida Líquido 600 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Metálico Rígida Líquido 1000 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Metálico Rígida Líquido 1200 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Metálico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 600 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Metálico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 1000 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Metálico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 1200 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico Rígida Líquido 600 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico Rígida Líquido 1000 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico Rígida Líquido 1200 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 600 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 1000 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 1200 L
Lavável Frasco Metálico Rígida Líquido 0,1 L
Lavável Frasco Metálico Rígida Líquido 0,25 L
Lavável Frasco Metálico Rígida Líquido 0,50 L
Lavável Frasco Metálico Rígida Líquido 1,0 L
Lavável Frasco Metálico Rígida Líquido 2,0 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 0,1 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 0,25 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 0,50 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1,0 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 2,0 L
Lavável Lata Metálico Rígida Líquido 5 L
Lavável Lata Metálico Rígida Líquido 10 L
Lavável Lata Metálico Rígida Líquido 25 L
Lavável Lata Metálico Rígida Líquido 20 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 0,1 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 0,25 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 0,50 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 1,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 2,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 3,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 4,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 5,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 0,1 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 0,25 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 0,50 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 1,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 2,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 3,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 4,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 5,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 0,1 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 0,25 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 0,50 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 1,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 2,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 3,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 4,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 5,0 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 0,1 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 0,25 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 0,50 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 1,0 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 2,0 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 3,0 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 4,0 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 5,0 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 0,1 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 0,25 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 0,50 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 1,0 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 2,0 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 3,0 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 4,0 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 5,0 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 20 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 30 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 50 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 60 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 100 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 120 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 150 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 200 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 210 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 220 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 20 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 30 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 50 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 60 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 100 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 120 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 150 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 200 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 210 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 220 L

INSTRUÇÕES DE USO

PYKILL é um fungicida com modo de ação sistêmico dos grupos químicos Triazol (Tebuconazol) e Estrobilurina (Picoxistrobina), indicado para o controle de doenças nas culturas de: cana-de-açúcar, feijão, milho, soja e trigo.

MODO DE AÇÃO DO PRODUTO EM RELAÇÃO AO ALVO BIOLÓGICO:

PYKILL atua como um inibidor da respiração mitocondrial de células de fungos, interferindo no ciclo de vida dos fungos, principalmente nos processos de germinação de esporos, infecção e crescimento de hifas. Além disso, interrompe a biossíntese do ergosterol, que é um componente essencial da parede celular dos fungos. A combinação da ação dos dois ingredientes ativos, picoxistrobina e tebuconazol, possui ação preventiva, inibindo a germinação de esporos e efeito pós-infecção inibindo o crescimento micelial de fungos patogênicos.

MODO DE APLICAÇÃO DO PRODUTO

A aplicação do PYKILL poderá ser efetuada através de pulverização terrestre e aérea. A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas, é fundamental para o sucesso do controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem definir o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a serem utilizados.

MODO DE PREPARO DA CALDA:

Para as aplicações terrestre e aérea, colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar PYKILL e o adjuvante nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo de tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.

APLICAÇÃO TERRESTRE:
O PYKILL deve ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamentos terrestres tratorizados, equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que apresentem pouca deriva:
• Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micrômetros) VMD;
• Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
• Volume de calda: cana de açúcar e soja: 200 L/ha; feijão, milho e trigo: 150 L/ha.
Para a aplicação do produto, utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno.
A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas. Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva. Para determinadas culturas que utilizarem equipamentos específicos o tamanho das gotas pode ser ajustado e adequado de acordo com cada situação.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
As maiores doses devem ser utilizadas em altas pressões de doenças e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar caso necessário a aplicação mediante uso de tecnologia adequada.

APLICAÇÃO ÁEREA:
O PYKILL deve ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
• Altura de voo: A altura do voo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de voo situa-se entre 2 a 4 metros acima da cultura, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
• Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
• Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micrômetros) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
• Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
• Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero
agrícolas pela ANAC. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
• Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS:

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como:
• Temperatura ambiente até 30ºC;
• Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
• Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h (aplicação terrestre) e abaixo de 15 km/h (aplicação aérea)
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
LARGURA DA FAIXA DE APLICAÇÃO:
A largura de deposição adequada escolhida será determinada em função do tipo de aeronave, das pontas utilizadas, e das condições climáticas do momento da aplicação
RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Considerar todos os fatores de interação relativos a equipamento de pulverização e de clima, que determinam o potencial de deriva, para a tomada de decisão de realizar a pulverização. Siga as restrições existentes na legislação. Evite que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
IMPORTÂNCIA DO DIÂMETRO DE GOTA:
Gotas finas ou mais leves: Demonstram de modo geral, depositarem melhor e mais facilmente nos alvos ou superfícies de deposição verticais e estreitas; penetrando melhor no interior das culturas. São mais sujeitas a deriva e perdas por evaporação. Os bicos que melhor proporcionam este tipo de gota são os bicos ou pontas de jato cônico vazio.
Gotas grossas ou mais pesadas: Demonstram de modo geral, depositarem melhor em área posicionadas mais horizontalmente e planas. Apresentam uma maior facilidade de deposição na parte externa das plantas e uma grande dificuldade de penetração para o interior das culturas e/plantas. Apresentam uma menor perda por evaporação e pela deriva, mas apresentam grandes riscos de perda por escorrimento. Os bicos que melhor proporcionam este tipo de gota são os bicos ou pontas de jato plano.
DETERMINAÇÃO DO DIÂMETRO DE GOTAS:
Técnica de aplicação: Para se obter gotas de diâmetro pequeno, leves ou mais finas, recomenda-se a aplicação com bicos de orifícios finos sob altas pressões. Inversamente a este processo, com a utilização de bicos com orifícios maiores e pressões baixas, apresenta a tendência de se obter gotas de diâmetro maiores e mais pesadas e/ou grossas.
ALTURA DA BARRA PARA APLICAÇÃO:
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Quando utilizados bicos cônicos vazios em aplicação terrestre, usar o espaçamento de 50 cm entre bicos na barra, a uma altura de no mínimo 50 cm de altura em relação ao topo das plantas.
Na pulverização aérea, a altura do voo não deve passar dos 4 m para evitar problemas com a deriva. O número de bicos utilizados deve ser o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme, sendo orientados de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar. Os bicos utilizados devem ser do tipo jato cheio. O comprimento da barra deve ser de no máximo 3/4 do comprimento da asa da aeronave.
FATORES AMBIENTAIS:
VENTOS:
A velocidade dos ventos influência o potencial de deriva. Evitar aplicar o produto em condições de calmaria, ou seja, com velocidade do vento inferior a 3 km/h e acima de 10 km/hora em aplicação terrestre e 15 km/hora em aplicação aérea.
UMIDADADE RELATIVA DO AR E TEMPERATURA:
A umidade relativa do ar determina a velocidade de evaporação de uma gota, consequentemente influencia no volume de aplicação atuando diretamente no rendimento. Em condições ambientais de seca, recomenda-se obter um diâmetro de gotas grandes. Já temperaturas muito elevada associada a uma evapotranspiração muito elevada, causam a formação de correntes térmicas ascendentes (correntes de convecção) que prejudicam a deposição adequada das gotas. Nessas condições, evitar realizar a aplicação. Em condições de orvalho não há restrições nas aplicações com aviões. Evitar aplicações com máquinas terrestres nas mesmas condições (orvalho).

LIMITAÇÕES DE USO:

• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
• O PYKILL deve ser utilizado nas doses e modos de aplicação recomendadas para não causar danos às culturas indicadas.
RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO:
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

LIMPEZA DOS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Após a aplicação do produto, proceda com a limpeza de todo o equipamento utilizado e imediatamente após a aplicação. A demora na limpeza do equipamento de pulverização, mesmo que por algumas horas, pode implicar na aderência do produto nas paredes do tanque do pulverizador o que dificultará a sua limpeza completa.
Além de seguir as recomendações de limpeza do fabricante do equipamento, seguir os seguintes passos durante a limpeza do pulverizador:
1. Esvaziar completamente o equipamento de pulverização utilizado;
2. Remover fisicamente os eventuais depósitos visíveis de produto;
3. Fechar a barra, encher o tanque com água limpa, circular pelo sistema de pulverização por 5 minutos e, em seguida, esvaziar o tanque de forma que a água passe através das mangueiras, barras, filtros e bicos;
4. Repetir o passo 3 por no mínimo 3 vezes.
Limpar também tudo o que estiver associado ao equipamento de aplicação e manuseio do produto. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo às nascentes, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS

PYKILL é um fungicida de sistêmico do grupo químico triazol e estrobilurina, composto por tebuconazol e picoxistrobina, que apresenta como mecanismo de ação a inibição da biossíntese de esterol (G1) e inibição de quinona externa (C3), segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos G1 e C3 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-DA-SOJA:

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da Ferrugem asiática da soja, seguem algumas recomendações:
• Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura, rotacionando os mecanismos de ação distintos do Grupo C3, G1 sempre que possível;
• Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo isoladamente;
• Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
• Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
• Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
• Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado;
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
• Realizar o monitoramento da doença na cultura;
• Adotar estratégia de aplicação preventiva;
• Respeitar intervalo máximo entre as aplicações;
• Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G1 FUNGICIDA
GRUPO C3 FUNGICIDA

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