Bula Raio

acessos
Picloran
10611
Prentiss Química

Composição

2,4-D-trietanolamina 406 g/L Ácido ariloxialcanóico
Picloran 103 g/L Ácido piridinocarboxílico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Fazer uma aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Fazer uma aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Capim de botão
(Cyperus luzulae)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Fazer uma aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Fazer uma aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Capim milhã
(Panicum fasciculatum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Fazer uma aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Fazer uma aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Erva-lombrigueira
(Spigelia anthelmia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Fazer uma aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Falso alecrim da praia
(Fimbristylis dichotoma)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Fazer uma aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Fazer uma aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Joá de capote
(Physalis angulata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Fazer uma aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Fazer uma aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Melampodium
(Melampodium divaricatum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Fazer uma aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Vassourinha curraleira
(Sida acuta)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Fazer uma aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aguapé
(Eichornia crassipes)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Amor de cunhã
(Solanum rugosum)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Arranha gato
(Acacia plumosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Cambarazinho
(Eupatorium laevigatum)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Capixingui
(Croton floribundus)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Carqueja
(Baccharis trimera)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Erva de bicho
(Polygonum punctatum)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Joá bravo
(Solanum sisymbriifolium)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Jurubeba
(Solanum paniculatum)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Leiteiro
(Peschiera fuchsiaefolia)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Lobeira
(Solanum lycocarpum)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Mio mio
(Baccharis coridifolia)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Samambaia
(Pteridium aquilinum)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Tôjo
(Ulex europaeus)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo
Tranchagem
(Plantago major)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
RAIO é um herbicida recomendado para o controle de plantas invasoras na cultura de arroz e para o controle de dicotiledôneas indesejáveis de porte arbóreo, arbustivo e subarbustivo em pastagens, áreas industriais, estradas de ferro e linhas de alta tensão e para erradicação de toucas de eucalipto na reforma de áreas florestais.

CULTURAS, MODALIDADE DE APLICAÇÃO, DOSES: Cultura/Plantas Daninhas/Dose do Produto Comercial/Volume de calda
VIDE SESSÃO INDICAÇÕES DE USO/DOSE

NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Pastagens:
Para pulverização foliar de qualquer tipo:
• Época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo.
• Isto ocorre normalmente de outubro a março.
• No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável as aplicações aéreas.
• Para tratamento de tocos e anéis: qualquer época do ano. Deve-se fazer um tratamento e fazer um repasse em caso de rebrota. Para o repasse, respeitar a época indicada anteriormente.

OBS.: Para repasse por via foliar esperar que a rebrota atinja uma superfície foliar equilibrada o suficiente para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o seu sistema radicular.
Para rebrota de tocos é preferível refazer o corte e reaplicar o produto, em lugar de aplicar nas poucas folhas de rebrota. Isso porque essa área foliar de rebrota insuficiente para absorver a quantidade de herbicida necessária.

Arroz: Fazer uma aplicação no period° apos o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântulas ainda jovens, com 2 a 8 folhas.

Erradicação de eucalipto: Uma só aplicação em qualquer época do ano.

MODO DE APLICACAO/ EQUIPAMENTOS:

É PROIBIDA A APLICACAO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL

Pastagens:
Aplicação aérea:
Aplicação foliar em área total:
• Este tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas daninhas de pequeno, médio e grande porte. Aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
• Tipo de equipamento: aéreo, usando-se barras com bicos com uma angulação de 450 para trás com referencia a corda da asa.
• Volume de aplicação: de 30 a 50 L/ha.
• Altura do vôo:
a) Para áreas sem obstáculos: "paliteiros" (remanescente da derrubada, árvores secas, etc.) cerca de 15 m sobre a vegetação a controlar;
b) Para áreas com obstáculos: "paliteiros" impedindo o vôo uniforme a baixa altura, cerca de 40 m sobre a vegetação a controlar.

• Largura da faixa de deposição: Para aviões: de 18 a 20 m dependendo da altura de vôo. No caso de 40 m de altura de vôo, a faixa total poderá atingir 20 m, porem consideram-se 18 metros de faixa util.
• Para helicópteros: seguir as recomendações anteriores, porem com as larguras de faixa de 15 a 18 metros.
• Tamanho e densidade de gotas na deposição sobre a vegetação: De 200 a 400 µ com 6 a 18 gotas/cm2 variando com o tamanho da gota.

Condições climáticas:

• Aplicar de outubro a marco (no período chuvoso) seguindo os seguintes limites meteorológicos: vento: de 0 a 6 km/h - controlado por anemômetro.
• Umidade relativa > 50%, T< 30°C controladas por termohigrômetro.
• Tipos de bicos: bicos cônicos com orifícios de D8 a D12 sem core, variando com o tamanho desejado de gota e altura de vôo
• Pressão: 20 psi na barra.
• Agitação do produto: na preparação da calda é realizada com moto bomba e no avião através do retorno.

Prevenção de deriva:
• Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima, e mais:
a) Efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas;
b) Nunca fazer a aplicação aérea a menos de 2.000 metros de plantas ou culturas sensíveis;
c) Controlar permanentemente o sentido do vento: deverá soprar da cultura sensível para a área da aplicação. Interromper o serviço se houver mudança nessa direção.

• Nas aplicações aéreas, a Dow AgroSciences Industrial Ltda. esta a disposição para oferecer orientação e assistência técnica.

Aplicação terrestre - trator com barra:
• Barra de 18 bicos - espaçamento 50 cm entre bicos
• Bicos em leque, pontas 80.05, 80.06 e 80.08, malha 50
• Pressão: 20 a 45 Lb/pol2
• Vazão: 400 a 700 L/ha
• Velocidade do trator: 6 a 8 km/h
• Tamanho da gota (médio): 500 a 600 p
• Densidade da gota: 100 - 150/cm2 Aplicação terrestre - trator com turbina de fluxo de ar:
• Largura de faixa: 12 a 15 m
• Vazão: 100 - 160 L/ha
• Velocidade do trator: 3a marcha reduzida ou 1a simples
• Tamanho de gota: 100 - 200 p
• Densidade de gota: 50 a 100/cm2

Arroz:
O produto deve ser aplicado por meio de equipamento motorizado ou tratorizado.
Na aplicação com pulverizadores tratorizados de barra, observar os seguintes parâmetros:
• Tipo de bicos: Teejet 80.04 ou 110.04
• Tamanho de gotas: diâmetro de 200 a 500µ
• Densidade de gotas: 30 gotas/cm2
• Volume de aplicação: 200 a 400 L/ha

Eucalipto:
• Aplicar o produto no toco, logo após o corte das árvores ou no máximo até 24 horas apos essa operação.
• Utilizar pulverizador tratorizado adaptado com mangueira e pistola de aplicação. Aplicar na superfície do corte ate o ponto de escorrimento.

NOTA: Providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico Responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.

Limpeza do equipamento de aplicação: proceda a lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda caustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois, por solução de carvão ativado a 3 g/l de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Descartar a água remanescente da lavagem por pulverização nas bordaduras da lavoura, em local onde não atinja culturas sensíveis ao 2,4-D. Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 2,4-D, tais como: cucurbitáceas, tomate ou algodão antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos.
Preferencialmente utilizá-lo unicamente para aplicação para aplicação de 2,4- D ou formulações que o contenham. Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.

INTERVALOS DE SEGURAÇA:
Arroz: 90 dias
Pastagens: não determinado
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Desde que sejam mantidas as recomendações de uso não ocorre fitotoxicidade nas culturas para as quais o produto é recomendado.
• Todo equipamento usado para aplicar RAIO deve ser descontaminado antes de outro uso.
• Culturas sensíveis: são sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como: algodão, tomate, batata, feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas hormonais, alem da cultura de arroz quando a aplicação não é feita na época recomendada.
• Caso RAIO seja usado no controle de invasoras em área total, o plantio de espécies susceptíveis ao produto nessas áreas só devera ser feito 2 a 3 anos após a ultima aplicação do produto.
• No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do inicio da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário ate sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após aplicação do produto.
• Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida.
• As aplicações por pulverização, tanto aéreas quanto por pulverizadores costais ou manuais, só deverão ser feitas quando não houver perigo de atingir as espécies acima mencionadas.
• Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis o equipamento que foi usado para a aplicação de RAIO.
• Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, imediatamente apos o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto.
• Na cultura de arroz a aplicação não deve ser feita antes do perfilhamento nem depois do emborrachamento.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTECAO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARACAO DA CALDA:

Produto extremamente irritante para os olhos e sensibilizante

• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro mecânico classe P2, Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento aplique de modo a não entrar na nevoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas, botas de borracha, mascara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUCOES APÓS A APLICAÇÃO

• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada (24 h).
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
• Tome banho imediatamente apos a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção apos cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço medico de emergência levando a embalagem, rótulo bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vomite ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR PICLORAM E 2,4-D:

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupos químicos: Ácido piridinocarboxílico e Ácido ariloxialcanóico
Classe toxicológica: I- Extremamente tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinetica: Picloram: Picloram foi rapidamente absorvido do trato gastrointestinal (meia-vida de 0,5 horas) rapidamente excretado não modificado pela urina; mais que 76% do produto aplicado oralmente foi excretado na urina durante as primeiras 6 horas e, mais que 87% foi excretado na urina em 72 horas. Por comparação, Picloram foi levemente absorvido através da pele (meia-vida de 12 horas) e, baseando se na quantidade de Picloram excretado na urina, somente uma pequena fração (0,18%) do Picloram aplicado a pele foi absorvido. Em resumo, estes dados demonstram que Picloram é rapidamente excretado tendo um baixo potencial para acumular no homem durante exposições repetidas ou prolongadas
2,4-D: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do 2,4-D administrado) e a eliminação fecal como via secundaria de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.

Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas e sinais clínicos: O produto apresentou-se levemente irritante a pele, extremamente irritante aos olhos e sensibilizante. Efeito adverso não é esperado pela exposição inalatória. A exposição ocular pode causar irritação severa com injúria da córnea. A ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos mínimos no trato gastrointestinal e no fígado.

Picloram

Exposição Aguda: dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados. Pode ocorrer náusea após exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor torna a toxicidade por via inalatória improvável. O picloram não é descrito como sendo um sensibilizante. O seu pó pode ser irritante aos olhos,pele, nariz, garganta e trato respiratório. E improvável que ocorra dano a córnea.

Respiratório: O pó do picloram é irritante para o trato respiratório.

Neurológico: Embora não tenham sido relatados ataques epilépticos em humanos, eles ocorreram em animais expostos a doses fatais.

Gastrintestinal: Pode ocorrer náusea após ingestão de grande quantidade de picloram.
O picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal.

Hematológico: Os níveis de leucócitos podem diminuir.

Dermatológico: O picloram é moderadamente irritante para a pele.O picloram é absorvido lentamente através da pele.

2,4-D:

Exposição Aguda: Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto.

Ingestão: Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito, taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficiência respiratória, edema pulmonar e rabdomiólise
Patofisiologia: Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso central.
Cardiovascular: Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão.

Respiratório: Ingestão de grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilacão ou edema pulmonar.

Neurológico
A) Exposição a baixas doses: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.
B) Exposição a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, contrações musculares, espasmos, fraqueza profunda, polineurite e perda de consciência.
C) Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas.

Gastrintestinal: Foram relatados náusea, vômito, diarréia e necrose da mucosa gastrintestinal.

Hepático: Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase, ASAT e ALAT.

Genitourinário: Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida à rabdomiólise também é possível.
Hidro-eletrolítico: A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.

Hematológico: A trombocitopenia é o efeito hematológico primário. A leucopenia também já foi relatada.

Dermatológico: O contato direto pode causar irritação na pele.

Musculoesquelético: Podem ocorrer espasmos musculares, rigidez muscular, elevação da creatina quinase e rabdomiólise.
Endócrino: Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-D. Estudos com animais mostraram decréscimo nos níveis de T3 e T4, mas esse efeito não foi relatado em humanos.

Diagnóstico: Não existe método diagnóstico para exposição.

Tratamento: Sintomático, a critério médico, em resposta às reações do paciente.

Contra-indicações: O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.

Efeitos sinérgicos: Nenhum nenhum efeito sinérgico é conhecido.

Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional dos Centros de Informação e Assistência Toxicológica.
RENACIAT-ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (41) 3370-3700

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que Picloram e 2,4-D são excretados principalmente através da urina (69 a 86% do administrado de Picloram e 84 a 94% do administrado de 2,4-D) e a eliminação fecal como via secundaria de excreção (5 a 25% para Picloram e 2 a 11% para 2,4). Não foram encontrados níveis de Picloram nos tecidos e carcaça após 72 horas. Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrada foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: 5000 mg/kg
DL50 dérmica em ratos > 4.000 mg/kg
Irritação Dérmica: Irritante.
Irritação Ocular: Irritante severo.
Sensibilização cutânea: Sensibilizante.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
• Não utilize equipamentos com vazamento.
• Não utilize equipamentos com vazamento
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernente as atividades aeroagricolas.

2. INSTRUCOES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVACAO E PREVENCAO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material no combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas no autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUCOES EM CASO DE ACIDENTES:

• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa PRENTISS QUÍMICA LTDA - telefone de emergência: (41) 3370-3700.
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e mascara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não devera ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registraste conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questa° e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó quIrnico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUCAO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos ;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos :
• - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente apos o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens no lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUCAO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto no tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses apos o termino do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo minimo de um ano apos a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias no podem ser transportadas junto com alimentos,bebidas, medicamentos; rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDARIA (NAO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
A destinação final das embalagens vazias, apos a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINACAO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rotulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGAO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por
vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas
áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Praticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.