Bula Ranman

CI
Ciazofamida
5105
ISK

Composição

Ciazofamida 400 g/L

Classificação

Terrestre
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato

Agrião

Dosagem Calda Terrestre
Bremia lactucae (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alface

Dosagem Calda Terrestre
Bremia lactucae (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Almeirão

Dosagem Calda Terrestre
Bremia lactucae (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Dosagem Calda Terrestre
Plasmodiophora brassicae (Hérnia das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Dosagem Calda Terrestre
Peronospora destructor (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chicória

Dosagem Calda Terrestre
Bremia lactucae (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Dosagem Calda Terrestre
Plasmodiophora brassicae (Hérnia das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-chinesa

Dosagem Calda Terrestre
Plasmodiophora brassicae (Hérnia das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-flor

Dosagem Calda Terrestre
Plasmodiophora brassicae (Hérnia das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Dosagem Calda Terrestre
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mostarda

Dosagem Calda Terrestre
Bremia lactucae (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Dosagem Calda Terrestre
Plasmodiophora brassicae (Hérnia das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rosa

Dosagem Calda Terrestre
Peronospora sparsa (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Dosagem Calda Terrestre
Plasmopara viticola (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Frascos (plástico): 50, 100, 200, 250 e 500 ml, 1, 1,5, 2, 5, 6, 10, 15 e 20 L;

Fascos (pet/coex/pead): 50, 100, 200, 250, e 500ml; 1, 1,5, 2, 5, 6, 10, 15 e 10 L;

Galão (plástico): 1; 2; 3 ; 3,785 (1,0 galão americano); 5; 5,6775 (1,5 galões americanos); 6; 10; 15; 15, 14 (4,0 galões americanos); 18,925 (5,0 galões americanos); 20; 50 L;

Galão (pet/coex/pead): 1; 2; 3 ; 3,785 (1,0 galão americano); 5; 5,6775 (1,5 galões americanos); 6; 10; 15; 15, 14 (4,0 galões americanos); 18,925 (5,0 galões americanos); 20; 50 L;

Galão (metálico): 1; 2; 3 ; 3,785 (1,0 galão americano); 5; 5,6775 (1,5 galões americanos); 6; 10; 15; 15, 14 (4,0 galões americanos); 18,925 (5,0 galões americanos); 20; 50 L;

Bombona (plástica): 3; 3,785 (1,0 galão americano); 5; 5,6775 (1,5 galões amecanos); 6; 10; 15; 15,14 (4,0 galões americanos); 18,925 (5,0 galões americanos); 20; 50 L;

Bombona (pet/coex/pead): 3; 3,785 (1,0 galão americano); 5; 5,6775 (1,5 galões amecanos); 6; 10; 15; 15,14 (4,0 galões americanos); 18,925 (5,0 galões americanos); 20; 50 L;

Tambor (plástico): 10; 15; 20; 50; 100; 200; 300; 400; 500; 1.000 L;

Tambor (metálico): 10; 15; 20; 50; 100; 200; 300; 400; 500; 1.000 L;

Bulk (plástico): 100; 150; 200; 250; 300; 350; 400; 450; 500; 1000; 2000 L;

Bulk (metálico): 100; 150; 200; 250; 300; 350; 400; 450; 500; 1000; 2000 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um fungicida de contato, apresentando excelente ação protetora, atuando na inibição da germinação dos zoósporos e esporângios, assim como no desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos.
O modo de ação do produto é através da inibição da respiração celular nas mitocôndrias, interferindo no transporte de elétrons no complexo bc1, inibindo a formação de ATP, essencial nos processos metabólicos dos fungos.

MODO DE APLICAÇÃO

Deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura.

Alface

Utilizar pulverizador tratorizado ou costaI manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de 7 dias. Usar volume de calda de 800 a 1000 litros por hectare.

Batata

Utilizar pulverizadores costais, estacionários, montados ou tracionados por trator. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm², com diâmetro entre 100 a 200 micra. O volume de calda a ser utilizado deverá ser de 500 a 800 litros por hectare. Realizar as aplicações com intervalos de 7 a 10 dias.

Cebola

Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de sete dias. Usar volume de calda de 800 a 1000 litros por hectare.

Melão

Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de 7 dias. Usar volume de calda de 800 a 1000 litros por hectare.

Rosa

Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de 7 dias. Usar volume de calda de 800 a 1000 litros por hectare.

Tomate

Utilizar pulverizadores costais, estacionários, montados ou tracionados por trator. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm², com diâmetro entre 100 a 200 micra. O volume de calda a ser utilizado deverá ser de 500 a 1000 litros por hectare. Realizar as aplicações com intervalos de 7 a 10 dias.

Uva

Utilizar pulverizador tratorizado ou costaI manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de 7 dias. Usar volume de calda de 600 a 1000 litros por hectare.

Brócolis, Couve-chinesa, Couve-flor e Repolho

Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato leque. Realizar as aplicações promovendo uma boa cobertura da planta e solo. Usar volume de calda de 500 mL por bandeja de 288 células (250 mL de calda e em seguida aplicar 250 mL de água com a finalidade de limpar as folhas e facilitar que o produto chegue até às raízes sobre as plantas da bandeja), e foliar no campo definitivo 400 a 1000 litros por hectare.

Couve

Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato leque. Realizar as aplicações promovendo uma boa cobertura da planta e solo. Usar volume de calda de 500 mL por bandeja de 288 células (250 mL de calda e em seguida aplicar 250 mL de água com a finalidade de limpar as folhas e facilitar que o produto chegue até às raízes sobre as plantas da bandeja), e foliar no campo definitivo 400 a 1000 litros por hectare.

*As maiores doses, bem como o uso da última aplicação aos 45 dias após o transplante das mudas devem ser utilizadas quando a área tiver histórico de ocorrência da Hérnia-das-crucíferas.

**Para melhor controle da doença, recomenda-se o manejo com aplicação do produto sobre a bandeja de mudas, e mais 2 a 3 aplicações no campo definitivo.

Agrião, Almeirão, Chicória e Mostarda

Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de sete dias. Usar volume de calda de 800 a 1000 litros por hectare.

***O sistema de agitação do produto, no tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C4 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto é composto por Ciazofamida, que apresenta mecanismo de ação como Inibidores intracelulares de Quinona (Complexo III: citocromo bc1 (ubiquinona redutase) no sítio Qi), pertencente ao Grupo C4, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).




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