Bula Ridomil Gold Bravo

acessos
Metalaxyl-M
8408
Syngenta

Composição

Metalaxyl-M 40 g/L Alaninatos

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Sistêmico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
2,5 L p.c./ha 500 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Recomenda-se sempre aplicações preventivas, independente do estádio de desenvolvimento da cultura (neste caso, aproximadamente a partir dos 15-20 dias após o fim da emergência)
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora destructor)
2,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Recomenda-se sempre aplicações preventivas, independente do estádio de desenvolvimento da cultura (neste caso, aproximadamente a partir dos 30-40 dias após o transplante das mudas)
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
300 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Recomenda-se sempre aplicações preventivas, independente do estádio de desenvolvimento da cultura (neste caso, aproximadamente a partir dos 20-25 dias após o transplante das mudas, ou 30- 40 dias após a emergência da cultura)
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
300 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Recomenda-se sempre aplicações preventivas, independente do estádio de desenvolvimento da cultura (neste caso, aproximadamente a partir dos 20-25 dias após o transplante das mudas, ou 30- 40 dias após a emergência da cultura)
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
300 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Recomenda-se sempre aplicações preventivas, independente do estádio de desenvolvimento da cultura (neste caso, aproximadamente a partir dos 20-25 dias após o transplante das mudas, ou 30- 40 dias após a emergência da cultura)
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora parasitica)
300 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Recomenda-se sempre aplicações preventivas, independente do estádio de desenvolvimento da cultura (neste caso, aproximadamente a partir dos 15-20 dias após o transplante das mudas)
Tomate envarado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
300 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Recomenda-se sempre aplicações preventivas, independente do estádio de desenvolvimento da cultura (neste caso, aproximadamente a partir dos 30-40 dias após o transplante das mudas)
Tomate rasteiro Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
2 a 3 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Recomenda-se sempre aplicações preventivas, independente do estádio de desenvolvimento da cultura (neste caso, aproximadamente a partir dos 30-40 dias após o transplante das mudas)

Frasco Plástico: 250 ml; 1; 1,5; 2,5; 3; 5; 6; 10; 20 Litros
Bombona Plástico: 10 e 20 Litros
Tambor Ferro/Aço/Plástico: 160; 180 e 200 Litros
Farm Pack Plástico: 420; 1000 Litros
Bulk Ferro/Aço/Plástico: 1000; 5000; 10000;20000 Litros
Tanque Ferro/Aço/Plástico: 1000 Litros

RIDOMIL GOLD BRAVO é uma mistura de um fungicida sistêmico, Metalaxil-M, pertencente à classe química das Fenilamidas, sub-classe Acilalanina, e de um fungicida de contato, Clorotalonil, da classe dos derivados da ftalonitrila, apresentado na formulação do tipo suspensão concentrada, desenvolvido principalmente para o tratamento da parte aérea de diferentes culturas, conforme as recomendações da tabela (Nunca use sub-doses).

MODO DE APLICAÇÃO:

RIDOMIL GOLD BRAVO pode ser pulverizado por meio de equipamentos costais (manual ou motorizado), motorizado estacionário com mangueira (tomate envarado e pepino) ou pelo sistema convencional com barra (batata, tomate rasteiro, melão, melancia).

Os equipamentos devem ser adaptados com bico de jatos cônico da série "D" ou similar, com pressão variando entre 80 a 100 PSI, observando-se uma cobertura total das plantas até o ponto de escorrimento, ou observar o diêmetro do volume médio de gotas (DMV) de 200 a 250 ~m e uma densidade acima de 200 gotas/cm2•

Volume de aplicação: Seguir a orientação abaixo, considerando o desenvolvimento da cultura.
Batata: média de 500 l/ha.
Cebola: média de 600 l/ha
Melão: 800 L/ha
Melancia: 800 L/ha
Pepino: 800 L/ha
Repolho: de 600 a 800 L/ha
Tomate (Envarado): de 600 a 1000 L/ha
Tomate (Rasteiro): de 600 a 1200 L/ha

Para preparar a calda, encher o tanque até a metade do volume, adicionar a dose recomendada de FOLlO GOLD 440 SC, e depois, adicionar mais água, até o volume requerido para a aplicação. Providenciar agitação suficiente durante a mistura e aplicação, para manter uma suspensão homogênea.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Batata: 07 dias
Cebola: 07 dias
Melão: 07 dias
Melancia: 07 dias
Pepino: 14 dias
Repolho: 7 dias
Tomate: 7 dias.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para as culturas indica das na dose e condições recomendadas.

Outras restrições a serem observadas:
Devido às características sistêmicas do Metalaxil-M, o FOllO GOLD poderá sofrer uma redução de atividade no final do ciclo das culturas como conseqüência da dificuldade de absorção do produto pelos tecidos velhos das plantas.

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifí cios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contam inação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitríla e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vâmito. Caso o vâmito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇAÕ POR RIDOMIL GOLD BRAVO

Grupo químico:
Isoftalonitrila.

Classe toxicológica:
I - Extremamente tóxico.

Mecanismo de toxicidade:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Vias de exposição:
Oral, dérmica e inalatória.

Sintomas e sinais clínicos:
Exposição Aguda

Nas formulações, o clorotalonil pode estar dissolvido em solventes orgânicos. Se for ingerido um produto contendo solvente, as considerações toxicológicas primárias devem ser tanto em relação ao solvente quanto em relação ao pronunciado potencial irritante do clorotalonil.
Concentrações de 0,1% ou mais de solventes orgânicos causam irritações dérmicas moderadas, podem causar irritações oculares e no trato g astrintestinal.
Tem sido relatada asma ocupacional após exposição inalatória ao clorotalonil. Há relatos de concentrações de clorotalonil de 0,01 % que causaram reações anafiláticas. Pode ocorrer pneumonia por aspiração devido aos solventes presentes nas formulações de fungicidas.

Exposição Ocular:
Extremamente irritante aos olhos. Produz opacidade irreversível da córnea em animais.

Exposição Dermatológica:
O clorotalonil, quando não diluído, é altamente irritante para a pele. Pode ocorrer dermatite de contato após exposição a concentrações acima de 0.01 % ou 0.001 % em acetona. Reações alérgicas e de fotossensibilidade também são possíveis. Pode ocorrer dermatite na ausência de contato direto com a pele, devido à alta volatilidade.

Trato Respiratório:
O clorotalon il pode causar irritação do trato respiratório. Trato Gastrintestinal:
Pode ocorrer êmese espontânea.

Efeitos Imunológicos:
Podem ocorrer reações anafiláticas e reação de hipersensibilidade retardada.

Toxicocinética:
Em estudos com ratos, foram administradas doses orais de clorotalonil acima de 50 mg/kg. Aproximadamente 30% da dose foi absorvida após 48 h. O clorotalonil foi distribuído no sangue e tecidos em 2 horas. As concentrações mais elevadas foram encontradas nos rins, seguido pelo fígado e sangue. A maior parte da excreção ocorreu pelas fezes.
A excreção biliar foi rápida, sendo o pico atingido 2 h após uma dose oral de 5 mg/kg, e essa excreção foi saturada em doses de 50 mg/kg ou mais. A excreção urinária em ratos contabil izou de 5-10% da dose.
A eliminação fecal é a principal via em cachorros e macacos, e a excreção urinária é menor do que em ratos. Quando o c1orotalonil foi aplicado na pele de ratos, aproximadamente 28% da dose foi absorvida em 120 h. Em torno de 18% da dose foi encontrada nas fezes e 6% na urina em 120 h.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
Antídoto: Não existe antídoto específico. Exposição Oral
No caso de ingestão de quantidades significativas, administre carvão ativado em água. Não induza o vômito. Trate sintomaticamente prestando atenção, quando necessário, a sintomas respiratórios e dérmicos. Em caso de ingestão de grandes quantidades, a lavagem gástrica pode ser indicada.
A) A êmese não é indicada devido às propriedades irritantes e ausência de efeitos sistêmicos do c1orotalonil diluído. O risco de aspiração do solvente presente na formulação também torna a êmese induzida potencialmente perigosa.
B) O clorotalonil não diluído é fortemente irritante. Contudo, não foram descritos efeitos corrosivos. Os pacientes devem ser examinados quanto a sinais de danos teciduais ou nas membranas mucosas. Exceto em circunstâncias raras, esofagoscopia, esteróides e antibióticos não costumam ser necessários.
Exposição Inalatória
A) Inalação: Remova o paciente para um local arejado. Monitore alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via inalatória ou corticosteróides via parenteral.

Exposição Ocular
A) Decontaminação: Irrigue os olhos expostos com quantidade copiosa de água corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição Dérmica
Remova imediatamente a vítima das proximidades da fonte de contaminação.

1) Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave as áreas expostas com água e sabão.

2) Dermatite irritante retardada pode ocorrer 48 a 72 horas após ter cessado a exposição.

3) Anti-histamínicos ou esteróides tópicos podem ser úteis no tratamento da dermatite alérgica por contato.

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISNMS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-704-4304

B) METALAXIL - M

Grupo químico:
Metalaxil - m: Acilalaninato.

Classe toxicológica:
I- Extremamente tóxico.

Vias de exposição:
Ora, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética:
Metalaxil-M:

Taxa e extensão da absorção: Alta biodisponibilidade (100%) em 24h. Distribuição: Uniformemente distribuído.
Potencial de acumulação: Não há evidência de acumulação
Taxa e extensão da excreção: Rápida e extensiva (95-100%) em 72h. Excre ão urinária aproximadamente 50% em 24h.

Mecanismos de toxicidade:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas e sinais clínicos:
Estudos toxicológicos realizados em animais indicam que Metalaxil-M tem baixa toxicidade aguda, portanto casos de intoxicação aguda em humanos! somente seriam possíveis se fosse ingeridas grandes quantidades doi produto. Nestes casos é provável que o paciente apresente náusea e vômito. Pode ocorrer irrita ão ocula r em caso de contato com o produto.

Tratamento:
Antídoto: Não existe antídoto específico. , As medidas gerais de tratamento devem estar orientadas ai interromper/suspender a fonte de exposição ao produto, descontaminação! gastrointestinal e proteção das vias respiratórias para evitar aspiração de! conteúdo gástrico. i
Exposição Oral
A) O tratamento é sintomático e de suporte;

B) Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de! veneno potencialmente perigosa á vida, caso possa ser realizada logo após! a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Contra-indicaçôes: perda de! reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência! em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco dei hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não! significativa.

C) Carvão ativado:

1) O carvão ativado se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêm ica se administrado logo após a ingestão.
2) O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde elei pode obscurecer os achados endoscópicos nos casos em que o procedimento é necessário.
3) Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças! com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma! hora após a ingestão do agrotóxico;

D) Irritação:
Obseve os pacientes que ingeriram a substância quando à possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimadura esofágica, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano.

Exposição Inalatória:
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto ai irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigêniol e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.

Exposição Ocular:
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas dei água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, 01 paciente deve ser encam inhado para tratamento específico.

Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamentoespecífico se irritação ou dor persistirem.

Contra-indicações:
A indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de peneumonite química.

Diagnóstico:
O diagnóstico deve estar baseado na história de ingestão do produto e ai apresentação clínica do paciente. Não foram desenvolvidos métodos I analíticos para determinar a presença de produtos metabólicos em fluidos! bioló icos humanos ara obter um diagnóstico definitivo.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso ei obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emer ência da empresa: 0800-704-4304

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO OU QUANDO DISPONÍVEIS PARA O SER HUMANO:
Estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismos de ação, absorção e excreção:
Metalaxyl-M: Em estudo realizado com ratos, para comparar o comportamento do Metalaxyl-M e do Metalaxyl racêmico, foi demonstrado não haver diferenças entre as duas formas. Os produtos foram absorvidos a uma média de 46% e 57% da dose administrada oralmente, em machos e fêmeas, respectivamente. O resíduo máximo no sangue foi alcançado entre 0,5 e 1 hora após a administração do produto, independente da dose e do sexo dos animais e depois foi rapidamente excretado. Dentro de 7 dias, a dose administrada foi quase que completamente eliminada com 37-62% e 33-59% da dose excretada com a urina e fezes, respectivamente, após ser intensivamente metabolizado. O Metalaxyl é eliminado somente na forma de metabólitos. Conseqüentemente, o mesmo acontece com o Mefenoxam. O padrão metabólico do Metalaxyl é quantitativamente similar na urina e nas fezes, independentemente do sexo e da dose administrada. O perfil metabólico demonstra as seguintes vias principais:
• Hidrólise dos grupos metil éster e metil éter
• Oxidação do grupo 2-(6)-metil
• Oxidação do ane I fenil
• N-deaquilação
Clorotalonil : Estudos com animais de laboratório evidenciaram que o produto é pouco absorvido pela pele. Quando ingerido, cerca de 30% é absorvido pelo trato gastro-intestinal e rapidamente excretado, principalmente via fezes. Outra via de excreção é a urina. Não há efeito acumulativo no organismo.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO OU QUANDO DISPONíVEIS, PARA O SER HUMANO:
Dados Agudos do RODOMIL GOLD BRAVO:
Estudos realizados com animais de laboratório mostram que Folio Gold 440 SC apresentaram baixa toxicidade aguda oral e dérmica :
DL50 (Dose Letal Mediana) aguda oral em ratos> 5.000 mg/kg DLso (Dose Letal Mediana) aguda dérmica em ratos> 5.050 mg/kg
CL50 (Concentração Letal Mediana) aguda dérm ica em ratos> 0,563 g/L para machos e > 1,12 mg/L para fêmeas
CL50 (Concentração Letal Mediana) aguda dérm ica em ratos> 2,14 mg/kg do produto diluído em água
Irritabilidade ocular em coelhos: severamente irritante Irritabilidade dérmica em coelhos: não irritante

Dados Crônicos:
Mefenoxam (Metalaxil-M) : Em estudos realizados com animais de laboratório com a mistura racêmica, foi relatado em ratos, em experimento dietário, um aumento no peso absoluto e relativo do fígado na maior dose testada de 1250 ppm (mg/kg no alimento) em ambos os sexos. No grupo de machos de 250 ppm (mg/kg no alimento), houve um discreto aumento no peso relativo do fígado, que foi de caráter adaptativo, não sendo considerado um efeito adverso. No grupo de dose mais alta, a histopatologia revelou aumento nos hepatócitos centrilobulares e um leve aumento na incidência de infiltração de gordura nas células do fígado nas fêmeas. O tratamento não influenciou a incidência ou distribuição de lesões neoplásicas. Neste estudo, o nível sem efeito adverso observado foi considerado ser de 250 ppm (equivalente à dose de 9,4 m g/kg de peso corporal/dia).
Em cães, no estudo em que os animais receberam cápsulas contendo quantidades definidas da substância por 2 anos, os animais da maior dose, de 80 mg/kg de peso corporal/dia apresentaram sintomas de toxicidade temporários, aumento do peso do fígado em machos, porém nenhuma alteração histopatológica que pudesse ser relacionada ao produto. Os tratamentos de 0,8 e 8,0 mg/kg de peso corporal/dia não causaram efeitos relacionados ao tratamento. A dose de 8,0 mg/kg de peso corporal/dia foi considerada ser o nível sem efeito observado.

Clorotalonil :
Excessiva e repetidas exposições derm ais podem causar irritação na pel e. Clorotalon il ocasiona danos aos olhos e irritação na pele. Pode produzir reações alérgicas temporárias caracterizadas por avermelhamento dos olhos, uma ligeira irritação dos brônquios e avermelhamento da pele exposta.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

• Este produto é
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAr;ÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagen~ rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800-160210.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).

Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga a instrução abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.

Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls ¬Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual) :
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até % do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM V AZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuanos, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral. o manejo integrado das doenças. envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada. fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.

Utilizar o fungicida somente na época. na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.