Riper CI

Geral
Nome Técnico:
Bispiribaque-sódico
Registro MAPA:
4112
Empresa Registrante:
Iharabras
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Bispiribaque-sódico 400 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea, Drone
Classe Agronômica:
Regulador de crescimento
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Maturador
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Cana-de-açúcar Recomendação Dosagem Produtos Similares
Maturador (Maturador) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1 L

MODO DE AÇÃO NA CULTURA:

O “RIPER” é um regulador de crescimento absorvido sistemicamente pela parte aérea da planta de cana-de-açúcar que atua no crescimento inibindo a divisão celular. Com a inibição do crescimento através da gema apical da planta, há uma redução do entrenó, e consequentemente o acúmulo desejável de sacarose no colmo ao invés de emissão de novas folhas.

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Este produto pode ser aplicado por via terrestre, por meio de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para a cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada.

PREPARO DA CALDA:

Fazer a pré-mistura em tanque ou tambor adicionando a dose recomendada do “RIPER” na água e misturar até obter uma calda homogênea, e sobre esta calda adicionar óleo mineral na dose de 50 mL/100 L de água.
Adicionar a água no tanque, em torno de ¾ do volume total e, sobre esta água, adicionar a pré- mistura, ligar o agitador e, finalmente, completar com a água o volume total do tanque.

- APLICAÇÃO VIA TERRESTRE:
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.

- APLICAÇÃO VIA AÉREA:
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aero agrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Volume de calda: 10 a 40 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Condições Climáticas:
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
- Temperatura ambiente abaixo de 32ºC.
- Umidade relativa do ar acima de 55%.
- Velocidade média do vento entre 2 e 10 km/h.
Aplicação com Aeronaves Pilotadas (Avião)
Volume de calda para aplicação: a partir de 10 L/ha, dependendo da tecnologia de aplicação empregada.
Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm².
Tamanho de gotas: consultar tabela de recomendações de uso. Altura sugerida de voo de 3 m acima do alvo. Calcular a altura do voo em função da velocidade do vento. Considerar para o cálculo o fator AMSDEN de 30. Podem ser utilizados atomizadores rotativos como Micronair, ASC ou Turboaero. Usar a combinação de ponta e difusor que produza uma neblina com o maior DMV (Diâmetros Medianos Volumétricos de gotas) e menor PRD (Potencial de Risco de Deriva).
Voar na altura adequada para uma distribuição correta na faixa de aplicação e evitando deriva; manter esta altura e não voar mais alto do que o necessário, acompanhando sempre o FATOR AMSDEN.
Realizar sempre reconhecimento da área em que se está aplicando, tentar localizar além dos obstáculos, residências, estábulos, apiários, granjas, bem como lago e pastagem vizinhas à área que está sendo tratada. Ficar atento para as variações de vento, em direção, sentido e intensidade, em relação a sua linha de voo. Não hesitar em parar as aplicações se uma mudança de vento ocorrer e vier a provocar a deriva.
Não voar com equipamento vazando e realizar a sua manutenção adequada. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Todas as atividades aeroagrícolas bem como as recomendações de voo para evitar deriva a fim de obter boa deposição de gotas sobre o alvo, devem ser acompanhadas de Técnicos em Agropecuária, de nível médio, possuidores de curso de executor técnico em Aviação Agrícola, reconhecido pelo Ministério da Agricultura.

Aplicação com Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP/Drones)
A aplicação deste produto por meio de aeronaves remotamente pilotadas (ARP/Drones) deve ser realizada somente com equipamentos devidamente homologados e em conformidade com as normas e regulamentações estabelecidas pelo MAPA (Instrução Normativa nº 298/2021 ou posteriores), ANAC (RBAC 94), DECEA, ANATEL e demais legislações estaduais e municipais aplicáveis, respeitando-se sempre as boas práticas agrícolas e a segurança operacional.
Antes do início da operação, recomenda-se realizar o planejamento de voo, registro de dados e checagem dos parâmetros de pulverização, garantindo que o processo ocorra dentro das condições técnicas e legais exigidas.
Recomendações operacionais
Volume de calda: a partir de 10 L/ha, ajustado de acordo com a densidade foliar e o alvo biológico. Altura de voo: 2 a 5 m acima do topo da vegetação. Ajustar conforme a cultura e a configuração do drone.
Velocidade de aplicação: 10 a 15 km/h, garantindo deposição uniforme sem comprometer a eficiência, especialmente em áreas com relevo irregular, para garantir estabilidade e cobertura uniforme.
Faixa de aplicação: 3 a 6 m, para drones multirrotores até 25–30 kg de carga útil. Para aeronaves maiores, consultar o fabricante e ajustar conforme orientação e especificações técnicas do fabricante do drone.
Tecnologia de aplicação
Utilizar drones equipados com bicos rotativos ou hidráulicos, ajustados para espectro de gotas conforme tabela de recomendações de uso.
Direcionar os jatos para baixo, aproveitando o fluxo de ar gerado pelos rotores para garantir deposição uniforme no alvo.
Ajustar a rotação dos bicos e/ou pressão de trabalho sempre conforme recomendação do fabricante do equipamento.
Boas práticas e segurança
Evitar sobreposição excessiva de faixas de aplicação, prevenindo superdosagem localizada. Realizar a pulverização imediatamente após o preparo da calda, reduzindo perdas de eficiência.
Garantir que a operação seja conduzida por profissionais capacitados, com registro válido e treinamento específico para pulverização agrícola com drones.
A responsabilidade pela correta execução da aplicação recai sobre o aplicador, que deve respeitar integralmente a bula do produto e a legislação vigente.
Todos os procedimentos ligados às atividades aero agrícolas devem estar em conformidade às regulamentações e legislações específicas ditadas pelo Ministério da Agricultura e devem evitar e mitigar riscos de contaminação ambiental e risco à saúde humana.
ADVERTÊNCIA: A não observação das condições de uso podem aumentar a possibilidade de deriva.
Condições climáticas:
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
. Temperatura ambiente abaixo de 30ºC;
. Umidade relativa do ar acima de 55%;
. Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h.

LIMPEZA DOS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Antes e após a aplicação do “RIPER” deve-se limpar o tanque e as barras do pulverizador com um produto específico para limpeza de equipamentos desta natureza.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade: Não há, quando empregado nas dosagens recomendadas.
Restrições de uso: Não há, desde que siga corretamente as instruções de uso. OBS.: Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Não se aplica. Trata-se de regulador de crescimento.

Não aplicável devido à modalidade de uso.

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