Bula Royaltac EC - Arysta Lifescience

Bula Royaltac EC

CI
Decanol
2802
UPL

Composição

Decanol 685 g/L

Classificação

Terrestre
Regulador de crescimento
3 - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato

Bombona de polietileno de alta densidade: 5, 10 e 20 L. Tambor/balde de aço/metal: 20 e 100 L. Bulk de aço/metal: 200, 250 e 1.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO

ROYALTAC EC é um regulador de crescimento, com ação anti-brotante de contato para uso na cultura do fumo.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO

As plantas de fumo devem ser capadas entre o estádio final de botão e o estádio inicial de floração. Todos os brotos que tiverem mais do que 3 - 4 cm devem ser removidos. ROYALTAC EC deve ser aplicado dentro de 2 dias após a capação. Tratando-se de um produto que atua exclusivamente por contato, todas as plantas que tenham caído, devem ser endireitadas para facilitar o contato da calda com todos os brotos.

DOSE: 10-14 litros de ROYALTAC EC em 500 litros de água/ha. A quantidade de ROYALTAC EC a ser usada depende do estágio das plantas e do número de plantas por hectare (stand). Quando se empregam pulverizadores costais, usar de 30-35 ml de calda por planta.

FREQUÊNCIA DE APLICAÇÃO

Normalmente uma aplicação é suficiente para controlar os brotos primários e secundários. Caso apareça uma brotação secundária, efetuar uma segunda aplicação entre 5 e 7 dias após a primeira.

PREPARO DE CALDA E MODO DE APLICAÇÃO

Misturar bem a quantidade de ROYALTAC EC a ser utilizada, em um volume de água 3 vezes maior. Colocar esta calda concentrada no tanque pulverizador que já deverá estar com o volume de água desejado. Adicionar sempre ROYALTAC EC à água e nunca adicionar água ao ROYALTAC EC. Pulverizar somente a parte superior das folhas. Para tanto, deve-se dirigir o jato de pulverização para baixo, mantendo-se os bicos a uma distância de 15 a 20 cm do topo da planta. Usar pressões baixas para evitar que as folhas virem com a pressão do jato de pulverização.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Utilizar pulverizadores costais manuais ou tratorizados com barra de pulverização. Utilizar bicos do tipo cone vazio.

INTERVALO DE REENTRADA

7 dias após a aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Suspender a aplicação 7 dias antes da colheita.
LIMITAÇÕES DE USO

• Não efetuar aplicações sob o sol forte e sob temperaturas superiores a 35ºC. As aplicações feitas sob estas condições, poderão causar danos às folhas, principalmente às mais novas, cujos sintomas são uma leve descoloração.
• Não aplicar sob condições de vento forte, pois a calda de pulverização não deverá atingir a face inferior das folhas.
• ROYALTAC EC não deve ser aplicado sob condições de chuva e tão pouco quando as folhas estiverem molhadas. Quando uma aplicação tiver sido efetuada até uma hora antes da chuva e o produto sobre as folhas já tiver secado, não há necessidade de se efetuar uma nova aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se a praga-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando-se as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Em caso de dúvidas, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI);
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.