Bula Rumo WG

acessos
Indoxacarb
3500
Du Pont

Composição

Indoxacarb 300 g/kg Éster metílico do ácido...

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Ingestão, Ingestão (grupo químico oxadiazona)
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
8 a 12 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente. Não realizar mais que 5 aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações no início do florescimento e formação dos frutos
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
8 a 12 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente. Não realizar mais que 5 aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações no início do florescimento e formação dos frutos
Acelga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
10 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Máximo de três aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações quando forem constatados oviposições (massa de ovos) ou primeiros danos de folhas raspadas
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
10 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Máximo de três aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações quando forem constatados oviposições (massa de ovos) ou primeiros danos de folhas raspadas
Almeirão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
10 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Máximo de três aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações quando forem constatados oviposições (massa de ovos) ou primeiros danos de folhas raspadas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
160 g.p.c./ha 800 L de calda/ha - Realizando as aplicações a intervalos de 7 dias. Máximo de cinco aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. No início do aparecimento dos adultos ou início dos danos
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
8 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Máximo de cinco aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações quando forem constatados os primeiros frutos atacados
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
10 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - Máximo de seis aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Quando forem constatados os primeiros danos à cultura
Chicória Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
10 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Máximo de três aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações quando forem constatados oviposições (massa de ovos) ou primeiros danos de folhas raspadas
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
8 a 12 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente. Não realizar mais que 5 aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações no início do florescimento e formação dos frutos
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
10 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - Máximo de seis aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Quando forem constatados os primeiros danos à cultura
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
10 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - Máximo de seis aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Quando forem constatados os primeiros danos à cultura
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
10 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - Máximo de seis aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Quando forem constatados os primeiros danos à cultura
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
10 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - Máximo de seis aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Quando forem constatados os primeiros danos à cultura
Espinafre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
10 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Máximo de três aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações quando forem constatados oviposições (massa de ovos) ou primeiros danos de folhas raspadas
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
8 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Máximo de cinco aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações quando forem constatados os primeiros frutos atacados
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça dos cachos
(Pleuroprucha asthenaria)
16 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar as aplicações com intervalos de 7 dias. Máximo de três aplicações por ciclo da cultura. 15 dias. No início do aparecimento dos adultos ou início dos danos
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do maracujazeiro
(Dione juno juno)
16 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar as aplicações com intervalos de 7 dias. Máximo de três aplicações por ciclo da cultura. 15 dias. No início do aparecimento dos adultos ou início dos danos
Maxixe Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
8 a 12 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente. Não realizar mais que 5 aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações no início do florescimento e formação dos frutos
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
8 a 12 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente. Não realizar mais que 5 aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações no início do florescimento e formação dos frutos
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
8 a 12 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente. Não realizar mais que 5 aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações no início do florescimento e formação dos frutos
Mostarda Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
10 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Máximo de três aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações quando forem constatados oviposições (massa de ovos) ou primeiros danos de folhas raspadas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
8 a 12 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente. Não realizar mais que 5 aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações no início do florescimento e formação dos frutos
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
8 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Máximo de cinco aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações quando forem constatados os primeiros frutos atacados
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
8 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Máximo de cinco aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações quando forem constatados os primeiros frutos atacados
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca da couve
(Hellula phidilealis)
10 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - Máximo de seis aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Quando forem constatados os primeiros danos à cultura
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
10 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - Máximo de seis aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Quando forem constatados os primeiros danos à cultura
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
7,5 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - Máximo de seis aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Quando forem constatados os primeiros danos à cultura
Rúcula Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
10 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Máximo de três aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações quando forem constatados oviposições (massa de ovos) ou primeiros danos de folhas raspadas
Stevia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
10 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Máximo de três aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Iniciar as aplicações quando forem constatados oviposições (massa de ovos) ou primeiros danos de folhas raspadas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
8 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizando as aplicações a intervalos de sete dias. Máximo de cinco aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Início do florescimento da cultura
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
8 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizando as aplicações a intervalos de sete dias. Máximo de cinco aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Quando forem constatados os primeiros frutos atacados
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
16 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizando as aplicações a intervalos de sete dias. Máximo de cinco aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. Quando forem constatados os primeiros frutos atacados
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos ramos
(Paramadarus complexus)
16 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Aplicações em intervalos de sete dias. Máximo de quatro aplicações por ciclo da cultura. 21 dias. No início do aparecimento dos adultos ou nos primeiros danos
Traça dos cachos
(Cryptoblades gnidiella)
16 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Aplicações em intervalos de sete dias. Máximo de quatro aplicações por ciclo da cultura. 21 dias. No início do aparecimento dos adultos ou nos primeiros danos

Frascos de plásticos ou alumínio:8, 20, 40, 80, 100, 150g.
Sacos de polietileno aluminizados, multifoleados ou metalizados: 8, 20, 40, 80, 100 e 150 g.
Sacos hidrossolúveis: 8, 20, 40, 80, 100 e 150g.
Tambores de fibra, papelão ou metal: 10, 25, 50, 100 e 150 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

Rumo WG é um inseticida pertencente ao grupo químico Oxadiazina, seletivo para as culturas de batata, manga, melão, pepino, repolho, tomate e uva, podendo ser aplicado a partir do transplante ou emergência das plântulas até a colheita, respeitando os respectivos intervalos de segurança.

Modo de ação:

Rumo WG é um inseticida que atua no sistema nervoso, bloqueando os canais de sódio.

CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E FREQUÊNCIA DAS APLICAÇÕES, VOLUME DE APLICAÇÃO E INTERVALO DE SEGURANÇA:

Vide seção "Indicações de uso/doses".

MODO DE APLICAÇÃO:

Aplicação terrestre: utilizar pulverizadores tratorizados com os diferentes tipos e espaçamento de bicos recomendados pelos fabricantes. A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes devendo, em toda a sua extensão, estar na mesma altura e ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou danos a culturas vizinhas.
Para situações em que se necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se que a regulagem seja feita de maneira a manter as doses recomendadas para o produto e cobertura uniforme das plantas.

Preparo da calda: O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.

Lavagem do equipamento de aplicação: Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento.

1. Realizar a tríplice lavagem do equipamento:
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com Rumo WG. Repita esta operação por mais duas vezes.

2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

Recomendação para evitar deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estágio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura, e Inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas gerais
Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.

Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.

Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.

Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 16 km/h, ou em condições de vento inferiores a 5 km/h.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.

Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

•Utilizar somente pulverizadores em perfeitas condições de uso e sem resíduos de aplicações anteriores.
•Não usar o produto em plantas ornamentais ou quaisquer outras não recomendadas na bula.
•Não usar o produto em culturas hidropônicas ou plantadas em vasos ou outros recipientes, ou em condições de estufa / casa de vegetação.
•Não aplicar o produto em qualquer cultura sob stress resultante de seca, excesso de água, temperaturas muito baixas (ex.: geadas), deficiências de nutrientes ou quaisquer outros fatores que interfiram negativamente no desenvolvimento da cultura.
•Compatibilidade: Rumo WG não deve ser utilizado em mistura de tanque com qualquer outro agrotóxico.
•Rumo WG, quando utilizado de acordo com as recomendações da bula, não é fitotóxico às culturas a que se destina.

MINISTÉRIO DA SAÚDE
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

Precaucões gerais:
-Produto para uso exclusivamente agrícola;
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto;
-Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
-Não utilize equipamento com vazamento ou defeitos:
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca,___
-Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
-Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) adequados.

Precauções no manuseio:
-Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejados e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água corrente e sabão, e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a formação de poeira.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: luvas e botas de borracha, macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas touca árabe, óculos, máscara com filtro para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca.

Precauções durante o uso:
-Evite a presença de outras pessoas, especialmente crianças, na área durante o manuseio ou a aplicação.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo entre a última aplicação e a colheita). 3
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: luvas e botas de borracha, macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas touca árabe, óculos de proteção, máscara com filtro para vapores orgânicos, cobrindo nariz e boca. Precauções após a aplicação:
-Não reutilize a embalagem vazia.
-Não entre na área tratada com o produto até o término do período de reentrada (24hs)
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao período de vida útil dos filtros respiratórios, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação longe de fomes d'água para consumo.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as roupas de proteção separado das roupas da familia.

-Ao lavar as roupas utifize luvas e avental impermeáveis.
—No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual — EPI: luvas e botas de borracha, macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do ounho das luvas e as pernas das calças por cima das botas touca árabe, óculos, máscara descartável para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca.

-PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Ingestão: não provoque vómito.
Olhos: Lave com água corrente em abundância e procure o médico.
Pele: Lave com água em abundância e procure o médico.
Inalação: Transporte o intoxicado para local arejado e procure o médico. Se o acidentado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência.

-ANTÍDOTO: Não existem antídotos específicos para INDOXACARBE.

-TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Tratamento sintomático e de manutenção.

-MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
Estudos de metabolismo realizados com animais de laboratório demonstraram que o produto Indoxacarbe é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal e extensamente biotransformado, utilizando como principal via metabólica a hidroxilação. A excreção ocorre principalmente através da urina (35-45%) e das fezes (33-47%), dentro de aproximadamente 72-96 horas, sendo que neste período cerca de 4,4 — 12,9 % da radioatividade foram encontrados no tecido adiposo. A média total de recuperação da radioatividade administrada foi maior ou igual a 90%.

-EFEITOS AGUDOS E CRÓNICOS:
DL 50 oral de 1867mg/kg (ratos machos) e de 687 mg/Kg (ratos fêmeas)
DL 50 dérmica maior que 5000mg/kg em ratos
CL 50 inalatóda maior que 5,6mgIL
Lesões oculares: quando aplicado em olhos de coelhos induziu á vermelhidão e quemose conjuntiva', e descarga nos olhos tratados, tendo desaparecido totalmente até o dia 7 de observação.
Lesões cutâneas: quando aplicado em coelhos produziu irritação leve, reversível dentro de até 7 dias.
Sensibilidade cutàena: qunado aplicado em cobaias não produziu sensibilização.

Toxicidade a longo prazo:
- Com base em estudos crônicos realizados em laboratório, verificou-se que a exposição repetida ao Indoxacarbe pode causar redução do peso corpóreo e/ou anemia hemolitica leve reversível em animais.

SINTOMAS DE ALARME: Em estudo com animais de experimentação expostos a uma alta dose do produto, pela via oral. observou-se sangramento nasal, derrame ocular, incoordenação, tremores ou convulsões.

ATENÇÃO: As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as enfermidades de notificação compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIAS PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS —
Disque Intoxicação: 0800 80 1000
Empresa: 0800 701 0109

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
- Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZANAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque a placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local evitando acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens disponíveis adequadas, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constates da ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DU PONT DO BRASIL S.A. - telefone de emergência 0800 701 0109
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borraçha, óculos protetor e máscara com filtro).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÀO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

• LAVAGEM DA EMBALAGEM ,
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

- Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalageni, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
•TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL:
•ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
•TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
•ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

•TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
•DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
•É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO
•EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
•PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes aprovados pelo órgão ambiental competente.
•TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às rêgras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Além dos métodos recomendados para o manejo de resistência a inseticidas, incluir outros métodos de controle de insetos (ex.: controle cultural, biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

Quando inseticidas com um mesmo modo de ação são usados consecutivamente no mesmo ciclo da cultura e área, para controlar as mesmas pragas, populações tolerantes, de ocorrência natural, podem ser selecionadas, propagarem-se e tornarem-se dominantes na área.
Uma praga é considerada resistente a um inseticida se ela sobrevive ao tratamento correto, na dose e época recomendadas, sob condições climáticas normais.
O manejo da resistência pode ser feito através da utilização de várias estratégias. No que diz respeito ao controle químico, uma boa prática de manejo é a utilização de produtos com diferentes modos de ação.
Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência a inseticidas.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.