Bula Siptran 500 SC

acessos
Atrazine
2398504
Oxon

Composição

Atrazina 500 g/L Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Catirina
(Hyptis lophanta)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós- emergência: Aplicar o SIPTRAN® 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN® 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Catirina
(Hyptis lophanta)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L/ha - - Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Pós-emergência: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada. Desde que aplicado nas condições adequadas conforme os parâmetros recomendados, uma aplicação de produto atende à necessidade das culturas

Bombona de plástico e bombona de plástico: 0,5; 1,0; 5,0; 10; 20; 50; 100; 200 e 420 Litros.

INSTRUÇÕES DE USO:

SIPTRAN 500 SC é herbicida seletivo, recomendado para o controle de plantas infestantes na pré e pós-emergência precoce a inicial, nas culturas de milho e cana-de-açúcar.
SIPTRAN 500 SC caracteriza-se pela sua ação específica sobre as espécies de folhas largas anuais, destacando-se dentre elas, algumas espécies de difícil controle na pré-emergência. Sua ação graminicida é moderada, excetuando-se para algumas espécies.
O ingrediente ativo ATRAZINA é absorvido pelas plantas através das raízes (após germinação) e se transloca via xilema até as folhas onde provoca a inibição da fotossíntese, cujos sintomas se manifestam através da clorose, necrose e morte das invasoras.
Quando o produto é aplicado na pós-emergência das invasoras, é absorvido através das folhas, onde penetra rapidamente, neste caso atua por contato, praticamente não sofre nenhuma movimentação.

CULTURAS:
- Milho: nos cultivos híbridos duplos comerciais e variedades nos sistemas de plantio convencional e plantio direto;
- Cana-de-açúcar: nos plantios de variedades comerciais e nos campos de multiplicação de variedades.
SIPTRAN 500 SC é recomendado para a utilização nas seguintes situações e tipos de infestação:
a) Como tratamento básico na pré-emergência, logo após o plantio, nas infestações exclusivas de folhas largas e nas infestações predominantes de folhas largas, com presença de gramíneas sensíveis.
b) Como tratamento complementar ou seqüencial, na pós-emergência precoce a inicial das invasoras, nas infestações predominantes de folhas largas e ou capim marmelada.

Observação:
1) No controle das plantas infestantes Capim pé-de-galinha, Trapoeraba, Amendoim bravo, Corda-de-viola e Anileira, aplicar sempre na maior dose.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
A) Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes:
- Milho: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. Neste caso, poderá ser aplicado com auxílio de pulverizador costal ou com equipamento tratorizado através do sistema 3 em 1, no qual em uma operação se aduba, planta e aplica herbicida.
O controle das invasoras nas entre-linhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergêntes em aplicação dirigida.
- Cana-de-açúcar: Aplicar o SIPTRAN 500 SC na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca.

B) Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes:
- Milho: Aplicar o SIPTRAN 500 SC através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada.
- Cana-de-açúcar: Aplicar o SIPTRAN 500 SC, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados.

C) Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SIPTRAN 500 SC é suficiente para atender à necessidade das culturas.

MODO DE APLICAÇÃO:
O SIPTRAN 500 SC deve ser aplicado na forma de pulverização, com auxílio de pulverizadores terrestres, convencionais (costais ou tratorizados), aviões ou helicópteros.

Para o preparo da calda para a pulverização, despejar a quantidade pré-determinada do produto, diretamente no tanque do pulverizador, parcialmente cheio, e em seguida, completar o volume com o sistema de agitação em funcionamento.


FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PRÉ-EMERGÊNCIA:
- Preparo do solo: para as culturas de milho e cana-de-açúcar, o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e restos de cultura, condições ideais para aplicação do herbicida.
- Sistema de Plantio Direto: somente aplicar o SIPTRAN 500 SC após a operação de manejo, visando a completa dessecação das ervas daninhas.
- Umidade do solo: o solo deve estar úmido durante a aplicação do produto. Não aplicar o herbicida com o solo seco, pois seu funcionamento poderá ser comprometido.
Nas regiões que se caracterizam pelo inverno seco, sua utilização deve ser iniciada após a normalização do regime de chuvas, e deve-se evitar aplicações nos plantios precoces das culturas, com solo na fase de reposição híbrida, pois o pleno funcionamento do produto poderá vir a ser comprometido na eventual falta de chuvas após a aplicação.
A ocorrência de chuvas normais após aplicação ou a irrigação da área tratada com o SIPTRAN 500 SC, promove a rápida incorporação do produto na camada superficial favorecendo sua pronta atividade.
- Vento: evitar aplicações com vento superior a 10 km/h.


FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA:
- Plantas daninhas e o seu estágio de controle: para assegurar o pleno controle das invasoras na pós-emergência, deve-se observar rigorosamente as espécies recomendadas e os respectivos estágios de desenvolvimento indicados.
- Umidade do ar: aplicar o SIPTRAN 500 SC com umidade do ar (UR) superior a 60%.
- Horário de aplicação: recomenda-se aplicar de preferência pela manhã até as 10 horas, ou à tarde, a partir das 16 horas, quando as condições climáticas são as mais favoráveis para atividade pós-emergente, principalmente pela maior UR.
- Orvalho/Chuvas: evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação da chuva ou orvalho muito forte.
- Umidade do solo: o solo deve estar úmido durante a aplicação. Não aplicar o produto com o solo seco, principalmente se antecedeu um período de estiagem prolongado, que predispõe as plantas daninhas ao estado de estresse por deficiência hídrica, comprometendo seu controle.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana- ANVISA-MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
SIPTRAN 500 SC não deve ser aplicado em solos mal preparados com torrões ou em solo seco;
SIPTRAN 500 SC não deve ser recomendado para aplicações nas infestações predominantes de gramíneas como capim colchão, capim carrapicho, tanto em pré como em pós-emergência;
Antes de aplicar o SIPTRAN 500 SC nas linhagens de milho, deve-se efetuar testes de sensibilidade;
No sistema de plantio direto, não aplicar SIPTRAN 500 SC em áreas mal dessecadas, (Manejo inadequado);
Nos tratamentos pós-emergentes evitar aplicações nas horas quentes do dia, com umidade do ar inferior a 60% e plantas daninhas em estresse hídrico;
A ocorrência de chuvas normais nas 2 primeiras semanas após a aplicação, são benéficas para o bom funcionamento do produto, porém, precipitações excessivas nesse período poderão vir a comprometer a atividade residual do herbicida.
Dentro das doses e nas condições indicadas para a aplicação, SIPTRAN 500 SC não causou fitotoxicidade nas culturas recomendadas.
SIPTRAN 500 SC é altamente seletivo às culturas de milho e cana-de-açúcar, em qualquer estágio de desenvolvimento. A seletividade do produto ocorre através de mecanismos fisiológicos, particularmente as plantas de milho, conseguem metabolizar a Atrazina em compostos não tóxicos após sua absorção.

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana- ANVISA-MS).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
-Aplicações Terrestres: Siptran 500 se pode ser aplicado com os equipamentos tratorizados terrestres adaptados com barras, utilizando-se os bicos tipo leque 80.02, 80.03, 80.04, 110.02, 110.03, 110.04 ou pulverizador costal, manual ou pressurizados e similares com volume de calda variando de 15 a 400 Iitros/ha.
-Em se tratando de aplicação de herbicidas, a pressão de trabalho da bomba deve girar em torno de 30-60 libras por polegada quadrada que produz gotas de tamanho médio a grande.
-Nas regiões com ventos acentuados, entre 10-14 km/h, as aplicações pré-emergentes poderão ser feitas com uso de bicos anti-deriva do tipo FuIl Jet, como FL 5, FL 6.5, FL 8 e com a pressão de 20-25 libras por polegada quadrada.

-Aplicação Aérea: Siptran 500 SC pode ser aplicado também através de aplicações aéreas com a utilização de aviões e helicópteros.

-Parâmetros para o avião Ipanema :
- Bicos; 80.10, 80.15, 80.20
- Volume de calda: 40-50 L/ha
- Altura do vôo : 3 a 4 m
- Temperatura ambiente :até 27°C
- Umidade do ar: mínimo de 55%
- Faixa de velocidade do vento: máxima de 10km/h
- Diâmetro de gotas: maior que 400 micras para pré-emergência
200 a 400 micras para pós-emergência

Nas operações com aeronaves, atender as Normas da Portaria 009 de 23/03/1983 da Secretária Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura.

MEDIDAS GERAIS E PRIMEIROS SOCORROS: Durante a manipulação, preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, botas e chapéu. Leia e siga as instruções do rótulo. Mantenha o produto afastado de crianças e animais domésticos. Evite comer, beber ou fumar durante o manuseio ou aplicação do produto. Mantenha o produto afastado de alimentos ou de ração animal. Não contamine lagos, fontes, rios e demais coleções de água, levando as embalagens ou aparelhagem aplicadora, bem como lançando-lhes seus restos. Mantenha a embalagem original sempre fechada e em lugar seco e ventilado. Inutilize e enterre profundamente as embalagens do produto. Mantenha afastados das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de 7 dias após a aplicação do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações, etc., com a boca. Uso exclusivamente agrícola. Após a utilização do produto, remova as roupas protetoras e tome banho. Não dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Distribua o produto da própria embalagem sem contato manual. Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso, se suspeito de intoxicação. Aplique somente as doses recomendadas. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas; use luvas impermeáveis. Mantenha a embalagem longe do fogo. Manuseie o produto em local arejado. Em caso de ingestão acidental, provoque vômito e procure imediatamente o médico, levando a embalagem ou o rótulo do produto. Evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso aconteça, procure local arejado e, se houver sinais e intoxicação, chame o médico. Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave as partes atingidas com água e sabão em abundância e, se houver sinais de irritação, procure um médico. Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos e procure um médico, levando a embalagem ou o rótulo do produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.

SINTOMAS DE ALARME: Não se conhece intoxicação no homem. Em animais os sintomas não são característicos.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTO: Tratamento sintomático.

1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

-Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
-Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
-Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2.INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3.INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SIPCAM AGRO S/A - Telefone de Emergência: (Oxx11) 5503-0550.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´água.Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4.PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

?PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem, o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independete para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dento de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

?PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens cheias.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

?PARA EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota, emitida pelo estabelecimento comercial.

-TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

-É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBLAGEM DESTE PRODUTO

-EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada de embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

-PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita por incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados pelo órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Incompatível com produtos alcalinos ou ácidos.