SLT-07 CI

Geral
Nome Técnico:
Trichoderma harzianum
Registro MAPA:
30825
Empresa Registrante:
Solatus
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Trichoderma harzianum Cepa IB19/17 (7,5 x 10⁸ UFC/mL p. c.) 11 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Solúvel (SL)
Modo de Ação:
Agente biológico de controle, Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Sim

Indicações de Uso

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Terrestre
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 2 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 60 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 1200 L
Não Lavável Bag-in-box Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Composto Líquido 25 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 220 L

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO

SLT - 07 é um fungicida microbiológico, com eficiência comprovada para o controle do Mofo-Branco (Sclerotinia sclerotiorum), utilizado nas culturas de feijão e soja de acordo com especificação de referência publicada através da INC SDA/SDC nº 2 /2013.
CULTURAS:
Em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos

PREPARO DA CALDA:

Utilizar de 200L de calda/ha. Em um tanque contendo água e sob agitação, adicionar a quantia indicada na dose recomendada, misturar por 5 minutos.

MODO DE APLICAÇÃO, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÕES:

Na cultura da soja realizar a primeira aplicação no estádio V3 (segundo trifólio aberto) e a segunda aplicação no estádio R1 (início do florescimento). Na cultura do feijão realizar a aplicação no estádio V3 (primeira folha trifoliada aberta) e a segunda aplicação no estádioR5 (pré-florescimento). As aplicações devem ser realizadas nas horas mais frescas do dia, preferencialmente, ao fim da tarde e em dias nublados.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Através de pulverizador costal ou tratorizado, equipados com pontas que reduzem perdas por deriva e promovem uma cobertura homogênea sobre a cultura, conforme as recomendações do fabricante.
Aplicação aérea: Através de aeronaves agrícolas utilizando volume de calda entre 30 a 50L/há. As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação. Recomenda-se o fechamento dos bicos nas pontas das asas para evitar perdas por influência dos vórtices. Evitar aplicações com velocidade do vento inferiores a 3km/h devido ao fenômeno da inversão térmica.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS DURANTE A PULVERIZAÇÃO:

Evitar a aplicação em condição de temperatura acima de 30°C ou na presença de ventos com velocidade acima de 7km/h, bem como humidade relativa do ar abaixo de 70%.
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.
Importante assegurar que a pulverização ou a sua deriva não atinjam culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir rigorosamente as instruções da legislação pertinente e vigente.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não pertinente.

LIMITAÇÕES DE USO:

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas. Aplicar fungicida ou herbicida somente 1 semana após aplicação do produto.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

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